Posts tagged ‘TAM’

Gol perde R$ 294,3 mi no terceiro trimestre

Pelo quarto trimestre consecutivo, a Gol está no vermelho. Entre julho e setembro, a companhia aérea teve prejuízo líquido de R$ 294,3 milhões – segundo o padrão contábil dos Estados Unidos. Pelo padrão brasileiro, a perda foi de R$ 474,4 milhões.

Clique aqui e veja a notícia na íntegra.

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17 de novembro de 2008 at 13:56 Deixe um comentário

Pintura na pista do Aeroporto da capital causa atraso em vôos

Os passageiros do vôo da TAM que segue de Campo Grande para Brasília, foram obrigados a aguardarem quase uma hora a decolagem do avião. Segundo a Infraero, o atraso se deve por conta da pintura da pista principal do Aeroporto Internacional de Campo Grande.

Ainda de acordo com a Infraero, a pista passaria por manutenção na tarde de hoje e não poderia ser utilizada até que o trabalho fosse concluído, mas mesmo assim foi autorizado o pouso da aeronave por volta das 15h45, sendo que a pista só seria liberada às 17h30.

Fonte: Correio do Estado

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30 de abril de 2008 at 14:34 Deixe um comentário

Câmbio alivia alta do combustível para aéreas brasileiras

O sinal vermelho no setor aéreo mundial acendeu com os contínuos recordes na cotação do petróleo. No Brasil, espera-se que as companhias aéreas registrem um forte crescimento na conta do combustível, que pode se transformar em aumento no preço das passagens. Ao menos nas operações domésticas, porém, as empresa nacionais ainda contam com a desvalorização do dólar para compensar o avanço do combustível.

“As companhias brasileiras ainda não estão numa situação alarmante como a que se vê entre as empresas aéreas no exterior”, afirma Daniela Bretthauer, analista de aviação do banco Goldman Sachs. “Mas elas vão sofrer um impacto grande com aumento do preço do petróleo, ainda que isto não seja tão visível agora”, diz. O combustível costuma ser o maior gasto na conta de uma empresa aérea. No quarto trimestre do ano passado, esse item representava 30% e 36% dos custos operacionais da TAM e da Gol, respectivamente.

Fonte: Valor Econômico

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24 de abril de 2008 at 14:55 Deixe um comentário

Varig desiste de vôos longos ao exterior

Praticamente um ano depois de assumir a gestão da Varig, com planos de estabelecer a companhia no mercado internacional, a Gol anunciou que a subsidiária encerrará todos os vôos de longo curso ao exterior. Na sexta-feira, a notícia levou a queda de 3,6% nos papéis da empresa, para R$ 25,99 – um dos patamares mais baixos desde que a Gol abriu o capital.

A Varig deixa de voar para Cidade do México, Madri e Paris. Em março, a empresa cancelou os vôos para Frankfurt, Roma e Londres. Todos esses destinos foram incorporados à malha entre setembro de 2007 e janeiro deste ano, como parte de um esforço da Varig para obedecer os prazos impostos pela legislação do setor e poder manter a operação das rotas.

A Varig atribuiu a decisão de cancelar os vôos principalmente à alta do petróleo – superior a 60% na comparação com 2007. Além dos custos maiores, a empresa registra ocupações baixas e tem praticado tarifas mais baratas do que a concorrência, na tentativa de atrair clientes. Esses fatores juntos, aliado ao fato de que a empresa não tem acordos abrangentes com aéreas internacionais, tornaram as operações de longa distância insustentáveis. “É uma indicação negativa de que a recuperação da Varig não está indo bem e que a marca tem menos força do que se pensava”, diz Caio Dias, analista do Santander. Para André Castellini, consultor da Bain & Company, que presta serviços à TAM, a suspensão dos vôos da Varig é um sinal positivo, à medida que a empresa vai estancar parte dos prejuízos.

O presidente do conselho de administração da Gol, Nenê Constantino, demonstrou otimismo com a recuperação da Varig e garantiu não estar arrependido com a compra da aérea. Questionado se os prejuízos acumulados pela aérea podem levá-lo a vender a subsidiária, ele deu uma longa risada e descartou taxativamente essa possibilidade. “(Não vamos) vender nada, só comprar”, disse o empresário ao Valor, na abertura de um evento em comemoração dos dois anos da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Segundo ele, os resultados positivos da Varig ainda “vão surgir”. A Gol comprou a Varig em março de 2007.

Segundo Nenê, o cancelamento de vôos ao México e à Europa deveu-se à falta de bons aviões no mercado, para aluguel, e disse que “se Deus quiser” a companhia terá, no futuro, jatos 787 Dreamliner da Boeing. Atualmente, nos vôos mais longos, a Varig utiliza aviões 767-300 antigos, que consomem mais combustível do que jatos novos e têm pouco apelo junto aos clientes. Nenê também assegurou ter sido “abandonada” a idéia de fechamento de capital da Gol, que foi considerada no ano passado.

Fontes ligadas à companhia dizem que as perdas recentes também têm sido causadas pela demora do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em aprovar a unificação das operações da Gol e da Varig. Os executivos da empresa esperavam o aval do Cade até o fim de 2007, mas isso não aconteceu. O prazo projetado pelo grupo, agora, é julho deste ano. O surgimento de passivos imprevistos – como dívidas trabalhistas em aeroportos internacionais – ajudou a corroer a eficiência da aérea, segundo essas fontes.

Ainda não está certo o que a empresa fará com os aviões 767-300 (são cerca de 12). Após os cancelamentos dos vôos internacionais do mês de março, planejava-se colocar parte dessas aeronaves no mercado doméstico, operando vôos entre Manaus e Rio de Janeiro e São Paulo. A idéia era aproveitar os porões maiores dos 767 para transportar mais carga e compensar os custos. O plano está suspenso por hora, segundo a assessoria de imprensa, e alguns aviões devem ser devolvidos. Mas a Varig poderá precisar de alguns desses jatos se mantiver os planos de voar para Nova York no quarto trimestre.

A Varig informou que vai se concentrar nos mercados “onde possui vantagem competitiva”, o doméstico e o sul-americano. Os dados, porém, sugerem que a empresa não tem operações lucrativas de forma geral.

Fonte: Valor Econômico

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14 de abril de 2008 at 13:51 Deixe um comentário

Perdigão, Natura e TAM estão entre as melhores empresas em governança corporativa

O Investor Relations Global Ranking 2008 (IRGR) revelou essa semana, em cerimônia em São Paulo, as melhores companhias em Relações com Investidores (RI) da América Latina, de acordo com critérios técnicos e também pelo voto popular do mercado financeiro. Criado em 1999 pela MZ Consult, consultoria de comunicação financeira e relações com investidores, o IRGR tornou-se uma espécie de “Oscar” do mundo corporativo ao identificar as melhores práticas e tendências em RI, assim como reconhecer as empresas que se destacam pela excelência em sua comunicação com os investidores. Na 10ª edição do prêmio, 160 empresas de todo o mundo concorreram nas cinco categorias (website de RI, divulgação financeira, governança corporativa, relatório online e os mais votados na escolha popular — POP+).

No quesito de Governança Corporativa, que reflete as melhores práticas de transparência em gestão e disseminação de informações aos investidores, levaram o título TOTVS (Bovespa: TOTS3); Perdigão (NYSE: PDA); Masisa (NYSE: MYS); ICA (NYSE: ICA) e Enersis (NYSE: ENI), também vencedor em sua indústria. Entre os cinco melhores do Brasil nesse quesito, figuram também Natura (Bovespa: NATU3), CPFL (NYSE: CPL) e TAM (NYSE: TAM).

Já na categoria processo de divulgação de informações financeiras trimestrais, ficaram cotados como os cinco melhores da América Latina: Bradesco (NYSE: BBD); GOL (NYSE: GOL); Braskem (NYSE: BAK); Companhia Siderúrgica Nacional – CSN (NYSE: SID) e Terna Participações (Bovespa: TRNA11). GOL, Bradesco e Terna também venceram em seus respectivos setores de atuação.

Fonte: O Barriga Verde

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9 de abril de 2008 at 13:47 Deixe um comentário

Números de Gol e TAM decepcionam e ações caem

A expectativa de mais uma leva de números ruins no primeiro trimestre assustaram os investidores de Gol e TAM.

As ações da Gol caíram 7,15%, a maior queda entre as ações do Índice Bovespa, e os papéis da TAM ficaram 1,6% abaixo do dia anterior. Embora as companhias esperem que 2008 traga resultados melhores, os primeiros três meses do ano deixaram a desejar.

“O primeiro trimestre ainda está com margens bem apertadas”, disse ontem Líbano Barroso, vice-presidente de finanças e relações com investidores da TAM, durante teleconferência para apresentação de resultado do quarto trimestre de 2007. A companhia não divulga projeções financeiras. Já a Gol, na sexta-feira, informou que sua margem operacional para os três primeiros meses do ano, calculada pelo padrão americano de contabilidade, deve ficar entre 2% negativos e 0%. Já a margem de lucro antes do imposto de renda deve ficar entre 1% e 3%.

A Gol também informou que, embora esperasse ocupação média de entre 67% e 69%, a taxa do trimestre deve fechar entre 62% e 63%. Além disso, embora aguardasse um aumento de 65% na oferta unitária (medida por assentos disponíveis por quilômetro voado), a empresa prevê encerrar março com crescimento de 57%. Ainda assim, a empresa projeta que ficará dentro de sua meta de R$ 0,21 para o “yield” (quanto cada passageiro paga por cada quilômetro voado), estável em relação ao quarto trimestre de 2007.

Por sua vez, Barroso, afirmou que o yield da TAM para o primeiro trimestre deve ficar 5% maior nos vôos domésticos do que o registrado no quarto trimestre. Ele não deu estimativas para o segmento dos vôos internacionais. “Em março, o crescimento foi bastante superior, em torno de 10%”, disse, embora mantenha a previsão de crescimento de 5% para todo o ano. O yield é importante porque mostra quanto as empresas estão conseguindo cobrar de seus clientes.

Ontem, a TAM divulgou os seus resultados dos últimos três meses de 2007. Embora tenham sido considerados negativos por analistas, seu impacto já estaria em parte embutido no preço das ações. A companhia aérea, líder no mercado doméstico, com 49% de participação, registrou queda de 63,5% em seu lucro líquido no quarto trimestre de 2007 em relação a igual período de 2006. A retração, para R$ 49,8 milhões, foi causada principalmente pelo aumento de 28,5% nos custos e despesas da companhia no período, que chegaram a R$ 2,2 bilhões, segundo os resultados divulgados ontem. Os maiores aumentos foram com pessoal, arrendamento de aeronaves e outras despesas, que incluem gastos não recorrentes em torno de R$ 40 milhões.

A receita líquida da TAM cresceu 17,4%, para R$ 2,28 bilhões, ajudada pelo crescimento de 11,6% na receita com venda de passagens, 53,1% na receita com cargas e 76,2% em outras receitas, que incluem o cartão fidelidade e a contabilização de bilhetes vencidos.

Em fevereiro, a concorrente Gol também divulgou uma queda de 60,2% no lucro líquido do quarto trimestre, para R$ 76,9 milhões. Operacionalmente, ela teve prejuízo de R$ 32,2 milhões. O resultado deveu-se a uma elevação de 60% nas despesas operacionais, ante crescimento de 47,2% nas receitas.

Tanto a TAM quanto a Gol foram afetadas pelas restrições impostas em setembro passado no número de pousos e decolagens e na distância permitida dos vôos a partir do aeroporto de Congonhas, principal centro de operações das duas empresas. A TAM, por exemplo, que no quarto trimestre de 2006 voava 13 horas por dia com seus aviões, viu a média cair para 12,3 horas diárias.

O yield da TAM no quarto trimestre caiu 7,8% no trimestre para R$ 26,00. No mercado doméstico, o indicador caiu 5,8% e no internacional, 29,7% – devido principalmente à desvalorização do dólar e às promoções realizadas no último trimestre para os novos vôos a Frankfurt, Montevidéu e Madri.

Se, por um lado, a desvalorização do dólar afetou as receitas internacionais, que corresponderam a cerca de 23% do total no quarto trimestre, ela também ajudou a compensar o aumento ainda maior dos custos, uma vez que quase 50% deles estão atrelados ao dólar. No ano fechado, o lucro líquido caiu 78,9%, para R$ 128,8 milhões, enquanto os custos aumentaram 24,3%, para R$ 7,88 bilhões. Em 2007 todo, a receita operacional cresceu 10,1%, para R$ 8,47 bilhões. Apenas com vôos, o faturamento aumentou 7,7%, para R$ 7,74 bilhões.

Fonte: Valor Econômico

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1 de abril de 2008 at 13:33 Deixe um comentário

Lucro da TAM cai 78,9% em 2007, para R$ 128,8 milhões

A companhia aérea TAM anunciou hoje que encerrou 2007 com lucro líquido de R$ 128,8 milhões, o que representa uma queda de 78,9% na comparação com os R$ 611,8 milhões registrados em 2006.

A companhia encerrou o quarto trimestre do ano passado com lucro líquido de R$ 49,8 milhões, sensível redução diante dos R$ 136,2 milhões obtidos um ano antes.

A geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação, amortização e aluguéis de aeronaves (Ebitdar, na sigla em inglês) nos últimos três meses de 2007 somou R$ 352,88 milhões, ante R$ 437,31 milhões no quarto trimestre do ano anterior. A margem no período passou de 22,5% para 15,4%.

Fonte: Invertia

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31 de março de 2008 at 12:57 Deixe um comentário

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