Posts tagged ‘Porto de Paranaguá’

Exportação lota portos de Paranaguá e Santos

Os importadores de açúcar brasileiro que negociarem hoje um carregamento do produto apenas conseguirão embarcá-lo, pelo Porto de Santos, em meados de setembro. A afirmação é do diretor comercial e de logística da Açúcar Guarani, Paulo José Mendes Passos.

“Existe hoje uma forte demanda por açúcar brasileiro que, vinculada a uma deterioração das condições logísticas, acabaram criando uma situação complicada na exportação”, disse o executivo.

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2 de agosto de 2010 at 16:52 Deixe um comentário

Porto de Paranaguá é principal entrave ao agronegócio no PR

Quando se trata de discutir gargalos que impedem um melhor desempenho do agronegócio paranaense, o primeiro que vem à tona é o Porto de Paranaguá. “É o principal”, afirma o assessor técnico da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Nilson Hanke Camargo.

Segundo ele, em 1999, a movimentação era de 14 milhões de toneladas de produtos agrícolas. Dez anos depois, o volume subiu para 32 milhões de toneladas. “Mas o porto é exatamente o mesmo, apenas a manutenção é feita e de forma muito precária pelos próprios usuários.”

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27 de maio de 2010 at 16:25 Deixe um comentário

Milho brasileiro avança nos mercados de países emergentes

No primeiro mês do ano, o Brasil entregou milho em destinos até então dominados pelo grão americano e argentino, os dois maiores exportadores respectivamente. O crescimento de 166,5% das exportações do cereal brasileiro verificado em janeiro, na comparação com o mesmo período do ano passado, foi sustentado pelas compras realizadas pelos chamados países emergentes.

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25 de fevereiro de 2009 at 14:39 Deixe um comentário

Greve atrasa liberação de US$ 1 bi no porto de Paranaguá

A greve dos auditores da Receita Federal já atrasou o despacho de mercadorias avaliadas em US$ 1 bilhão no porto de Paranaguá, segundo o sindicato da categoria. O valor equivale a cerca de 10% do faturamento anual do terminal e abrange cargas que ainda aguardam liberação ou que já foram despachadas, com atraso de até duas semanas, por meio da operação padrão adotada pela categoria, que completa hoje 24 dias de paralisação.

O setor mais afetado pela greve é o de importação, que acumula US$ 800 milhões em mercadorias que tiveram o desembaraço estendido além do normal.

Sem poder escoar em grande escala, o setor de logística enfrenta problemas. O pátio de contêineres do porto está sempre lotado à espera da análise aduaneira dos auditores. O pátio é administrado por uma empresa privada, o TCP (Terminal de Contêineres de Paranaguá), que informou, por meio de sua assessoria, que não se manifestaria sobre os efeitos da greve na movimentação de cargas.

“A situação ficará ainda pior quando a greve acabar. Por causa dela, as empresas não estão trazendo carga para o porto. Quando acabar, vai ter muita fila por aqui”, afirmou o caminhoneiro Mário Guilherme, 48, que acabava de chegar com um contêiner sem saber quando estaria autorizado a descarregá-lo. Ao menos 50 caminhões aguardavam, ontem à tarde, no lado de fora do pátio, para entrar com seus contêineres.

No mar, repete-se a situação de acúmulo e espera. Cerca de 40 navios estão fundeados na costa do Paraná à espera de vaga para atracar em Paranaguá e no porto de Antonina.

A direção da delegacia sindical de Paranaguá do Unafisco (Sindicato Nacional dos Auditores da Receita Federal) reconhece que parte das embarcações está sendo afetada pela greve, mas também atribui o acúmulo de navios a outros motivos, como fatores climáticos e o tempo que cada navio leva para completar as operações de embarque e desembarque.

Devido à greve dos auditores, a Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná) conseguiu uma liminar na Justiça Federal de Paranaguá para que os auditores analisem em prazo máximo de cinco dias as cargas de empresas filiadas a sindicatos ligados ao sistema Fiep. A liminar atende 96 entidades patronais que representam cerca de 30 mil indústrias do Estado. O Unafisco diz que já foi comunicado da decisão e está cumprindo a determinação judicial. No setor de embarque de grãos, apesar de greve de estivadores, os carregamentos continuam normais, já que há mercadorias estocadas nos silos, segundo a assessoria do porto.

Fonte: Folha Online

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11 de abril de 2008 at 14:16 Deixe um comentário

Siemens muda linha de produção para otimizar estoques

A Siemens, uma das maiores empresas de componentes para a indústria eletroeletrônica, precisou remanejar as linhas de produção, em razão da greve dos auditores fiscais da Receita Federal, que se estende desde o dia 18 de março e retém os insumos em portos e aeroportos do País. “Temos que otimizar o que está disponível”, afirmou o gerente de Logística, Norberto Müller. Os maiores problemas estão no Porto de Santos (SP) e no aeroporto de Guarulhos (SP), que foram afetados pela paralisação.

Alguma coisa também chega por Viracopos, em Campinas (SP), mas, segundo Müller, apesar da demora, acaba sendo liberado. Com o remanejamento nas linhas de produção, ainda não foi observada ociosidade funcional dentro da fábrica. Mas teme-se que a greve se estique acima do tempo que os estoques podem suportar. A empresa tem buscado novas estratégias logísticas para evitar qualquer colapso.”Tentamos novos fornecimentos, apesar dos valores mais altos, vindo diretamente para Curitiba”, disse Müller.

Mas, em razão de a empresa receber matéria-prima de várias partes do mundo, essa opção é bastante restrita, pois há uma carência de vôos internacionais no Paraná. “Tentamos também opções de outros aeroportos e portos.” Igualmente com o objetivo de ganhar tempo, a empresa pretende fazer o desembaraço não mais em Curitiba, mas nos locais onde os insumos chegam. Müller acentuou que ainda não é possível quantificar o possível prejuízo que a empresa terá.

Para evitar problemas com seus afiliados, a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) entrou com mandado de segurança coletivo na Justiça Federal em Paranaguá (PR) e conseguiu, na última sexta-feira (dia 4), liminar que determina prazo máximo de cinco dias para que as mercadorias importadas ou destinadas à exportação que estão paradas no Porto de Paranaguá sejam liberadas.

Fonte: Uai Estado de Minas

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10 de abril de 2008 at 14:09 Deixe um comentário

Greve retém R$ 1 bilhão em cargas no Porto de Paranaguá

A greve dos Auditores Fiscais da Receita Federal completa três semanas na hoje (8) em todo país. A paralisação já reteve 1 bilhão de reais em cargas no Porto de Paranaguá, no Litoral do Paraná, segundo a delegacia regional do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco). Dos 49 servidores que atuam no porto, 15 estavam trabalhando nesta segunda-feira (7).

De acordo com o presidente da Unafisco-Paranaguá, Rodrigo Sais, têm prioridade na fiscalização as cargas com produtos perecíveis, medicamentos e materiais explosivos. Na sexta-feira (4), a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) conseguiu uma liminar contra a paralisação dos fiscais. O juiz federal substituto, Carlos Felipe Komorowski, determinou um prazo máximo de cinco dias para a liberação dos produtos parados no porto. O juiz federal reconheceu a necessidade da continuidade do serviço público para evitar ainda mais perdas.

Nenhuma carga, porém, foi liberada até agora por força da liminar. O inspetor responsável pela alfândega do porto ainda não teria sido notificado da decisão. Segundo Rodrigo Sais, a liminar obtida pela Fiep será cumprida na medida do possível, já que a categoria também tem uma liminar que garante o direito à greve. “Decisão judicial não se discute, se cumpre. Porém, não vamos enfraquecer o movimento pois temos o direito de greve garantido”, afirma Sais.

A greve dos auditores fiscais da Receita Federal começou no dia 18 de março e atinge portos, aeroportos e fronteiras. Esse é o terceiro ano consecutivo que a categoria paralisa as atividades para pedir reajuste e a aprovação de um plano de carreira. Os auditores da Receita fiscalizam bagagens pessoais e cargas que passam pelos dos aeroportos, contêineres que chegam a portos e caminhões que transportam mercadorias.

Fonte: Gazeta do Povo-PR

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8 de abril de 2008 at 15:18 Deixe um comentário

Crescimento na venda de carros movimenta Porto de Paranaguá

Quem passou pelo Porto de Paranaguá ontem (07) se deparou com uma cena pouco comum: um navio do tipo roll on/roll off (que, entre outras cargas, opera com veículos) atracado no berço 209, localizado em frente ao portão de entrada do cais. A embarcação chama atenção pelo tamanho e também porque, geralmente, não costuma atracar nesta parte do Porto. Trata-se do Grande Francia, um navio de bandeira italiana que está movimentando carga geral e veículos.

A embarcação veio de Buenos Aires e segue, depois de Paranaguá, para o Porto de Santos. Aqui, foram desembarcados 120 veículos e carregados contêineres e madeira. Os veículos são desembarcados um a um e estacionados em pátios do Porto de Paranaguá. Já os contêineres e a madeira são levados para dentro do navio por caminhões, que descarregam a carga no interior da embarcação e voltam à faixa primária.

Ao mesmo tempo, outro navio de veículos opera no Porto de Paranaguá, atracado no berço 217, na extremidade leste do cais. O República di Venezia, de bandeira italiana, também saiu da Argentina e segue para o porto alemão de Emden. Esta embarcação está movimentando 2.300 veículos que serão exportados para a Alemanha.

O Porto de Paranaguá conta com dois berços preferenciais para a embarcação de veículos. O 209, na parte central do cais, e o 217, na extremidade leste. Neste segundo, os navios atracam em dolphins (espécie de estacas de concreto) e a operação é rápida graças à proximidade aos pátios de veículos, cujos acessos ocorrem por uma via exclusiva, evitando acidentes e avarias. De janeiro a março deste ano, o Porto de Paranaguá já movimentou 35.683 veículos, um aumento de 4% em relação ao registrado no ano passado.

Fonte: Paranashop-Curitiba

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8 de abril de 2008 at 15:00 Deixe um comentário

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