Posts tagged ‘Guido Mantega’

Deputados e ministros devem se encontrar para discutir alta do IPI

As comissões de Defesa do Consumidor e de Fiscalização Financeira e Controle vão discutir, em audiência pública, o aumento de 30 pontos percentuais da alíquota do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para veículos importados.

De acordo da Agência Brasil, embora não tenha data definida, o debate terá a presença do ministro da Fazenda, Guido Mantega, e do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel.

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14 de outubro de 2011 at 18:20 Deixe um comentário

Brasil quer que Lagarde declare fim de tradição de europeu no FMI

Diante da impossibilidade política e econômica de os países emergentes terem um candidato forte para a presidência do Fundo Monetário Internacional (FMI), o Brasil tende a apoiar a candidata francesa, Christine Lagarde, que é a favorita. O Brasil espera, porém, que ela declare explicitamente ser a favor do fim da obrigatoriedade de ocupação do cargo por um europeu.

A candidata esteve ontem com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e com o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. Em ambos os encontros, a atual ministra das Finanças da França defendeu o avanço de reformas na gestão do FMI, iniciadas na gestão de Dominique Strauss-Khan, consideradas positivas pelos brasileiros.

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31 de maio de 2011 at 16:47 Deixe um comentário

FMI insiste na criação de imposto para bancos

Economistas do Fundo Monetário Internacional (FMI) insistem na criação de um imposto sobre as instituições financeiras, para compensar o custo fiscal das crises e livrar a maioria dos contribuintes desse encargo. Centenas de bilhões de dólares saíram dos bolsos dos cidadãos, nos últimos três anos, para socorrer bancos em dificuldades e limitar a quebradeira. Esse imposto, chamado de “contribuição para a estabilidade financeira”, foi proposto oficialmente há um ano aos ministros de Finanças do G-20 – grupo que reúne as 20 maiores economias do mundo -, mas não houve acordo. No caso do Brasil, esse tributo seria um custo injustificável, disse na ocasião o ministro da Fazenda, Guido Mantega.

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5 de outubro de 2010 at 16:18 Deixe um comentário

Mantega diz a Lula que alta de juros preocupa

A expectativa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de sua equipe de auxiliares mais próximos é de que, na reunião da próxima quarta-feira (21), o Copom (Conselho de Política Monetária) decida não elevar a taxa básica de juros (Selic). Ou, se o fizer, que não chegue ao 0,75 p.p. (ponto percentual) que vinha sendo projetado pelo mercado financeiro.

De acordo com um dos auxiliares mais próximos do presidente, Lula já foi informado de que a economia brasileira vem dando sinais de desaceleração. Na quarta-feira (14), por exemplo, o Banco Central divulgou o Índice de Atividade Econômica, que ficou estável em maio ante abril. O índice é calculado pelo próprio banco.

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19 de julho de 2010 at 16:32 Deixe um comentário

Mantega diz ser imprudente crescer acima de 5,5%

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, defendeu patamar mais “prudente” de expansão da economia no ano que vem. Depois de um 2010 de forte recuperação, em que economistas estimam crescimento ao redor de 7%, ele recomenda pisar no freio para que o País não cresça mais que 5,5%. Um dos primeiros países a se recuperarem do declínio provocado pela crise global, o Brasil vive às voltas com sinais de superaquecimento e temores de aceleração da inflação. O Banco Central (BC) já elevou a taxa básica de juros brasileira duas vezes este ano, para 10,25% ao ano, e o mercado prevê novas altas até dezembro, que poderiam colocar a taxa Selic em 12%, segundo o relatório Focus (pesquisa semanal feita pelo Banco Central).

“Depois de um ano forte, o seguinte tem de dar uma ajustada, mas acho que 5,5% é uma taxa possível (de se alcançar sem provocar inflação). Em 2012, já dá para voltar para 6%, 6,5%”, disse o ministro à agência de notícias Reuters na noite de domingo, apostando na melhora da capacidade produtiva da indústria doméstica. “Eu prefiro crescer um pouco menos e manter o equilíbrio macroeconômico… Não é muito prudente crescer mais que isso.”

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29 de junho de 2010 at 14:41 Deixe um comentário

Mantega vai a Lula para tentar barrar alta dos juros

O debate em torno do tema econômico preferido do governo Lula – crescimento versus juros – voltou mais forte no início do ano e tem alimentado uma nova queda de braço nos bastidores da equipe econômica. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, aumentou a pressão junto ao Banco Central (BC) na tentativa de evitar que seja iniciado um novo ciclo de alta da Selic (a taxa básica de juros da economia) já em março.

A avaliação na equipe de Mantega, segundo fontes, é de que antes de mexer na Selic o BC deve primeiro apertar os depósitos compulsórios. A lógica da Fazenda é a seguinte: durante a crise financeira, o BC mexeu primeiro nos compulsórios (liberando R$ 100 bilhões) para só depois reduzir a Selic e, agora, deveria seguir o mesmo caminho. O BC afirma que já vem reduzindo o direcionamento do compulsório, mas não confirma a possibilidade de um aumento das alíquotas.

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3 de fevereiro de 2010 at 13:41 Deixe um comentário

Mantega prevê superávit de 3,3% do PIB em 2010

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, fará um grande esforço para transmitir uma imagem de austeridade fiscal em 2010, mesmo diante do fato de que renúncias fiscais e aumentos de despesas correntes já estão contratadas para o ano eleitoral. Ele se comprometeu a cumprir a meta mais alta de superávit primário – economia para pagar juros da dívida -, de 3,3% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2010, sem utilizar os abatimentos permitidos pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Tudo isso tem base na aposta de recuperação das receitas, já que o País deverá crescer em ritmo bem mais acelerado.

Ao mesmo tempo em que quer entregar um resultado fiscal mais “robusto”, Mantega não quer tirar o pé do acelerador dos investimentos públicos. Afinal, as obras garantem expansão maior da economia brasileira e reforçam os dividendos eleitorais. Por isso, apesar de perseguir o cumprimento da meta, a equipe econômica sabe que poderá abater 0,65% do PIB em obras do PAC previstas no Orçamento de 2010. Há ainda a possibilidade de deduzir os chamados “restos a pagar” referentes a 2009, que podem somar 0,4% do PIB.

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22 de dezembro de 2009 at 13:45 Deixe um comentário

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