Posts tagged ‘Gol’

Quebra de cabo causa pane no tráfego aéreo

O rompimento de dois cabos de fibra ótica da Embratel provocou uma pane de quatro horas no Cindacta I, em Brasília. O centro é responsável por 45% do controle de tráfego aéreo no país. O problema só foi resolvido às 15h15, segundo a Infraero. As duas maiores companhias aéreas, TAM e GOL, registravam atrasos acima de 30 minutos em 6% e 8% dos voos, respectivamente. Decolagens entre Brasília e São Paulo foram interrompidas. (Fonte)

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2 de setembro de 2009 at 17:21 Deixe um comentário

Varig/Gol lidera queixas no Santos Dumont

O Juizado Especial Cível instalado pelo Tribunal de Justiça do Rio no térreo da ala nova do Aeroporto Santos Dumont atendeu a 46 passageiros na primeira quinzena de janeiro. A maior parte das reclamações foi sobre defeito no serviço (46%), seguida de atraso ou cancelamento de vôo (24%) e cobrança de multa/remarcação (13%). A empresa que mais recebeu queixas foi a Varig/Gol, com 25 atendimentos, e a TAM, com 12.

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23 de janeiro de 2009 at 14:04 Deixe um comentário

Gol perde R$ 294,3 mi no terceiro trimestre

Pelo quarto trimestre consecutivo, a Gol está no vermelho. Entre julho e setembro, a companhia aérea teve prejuízo líquido de R$ 294,3 milhões – segundo o padrão contábil dos Estados Unidos. Pelo padrão brasileiro, a perda foi de R$ 474,4 milhões.

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17 de novembro de 2008 at 13:56 Deixe um comentário

Gol vê crescimento de 6% no mercado doméstico em 2009

golA companhia aérea Gol informou nesta terça-feira que prevê o mercado doméstico expandindo em 6 por cento em 2009 em relação a este ano, num ritmo menor do que o crescimento de 8,5 por cento previsto para 2008.

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11 de novembro de 2008 at 13:04 Deixe um comentário

Câmbio alivia alta do combustível para aéreas brasileiras

O sinal vermelho no setor aéreo mundial acendeu com os contínuos recordes na cotação do petróleo. No Brasil, espera-se que as companhias aéreas registrem um forte crescimento na conta do combustível, que pode se transformar em aumento no preço das passagens. Ao menos nas operações domésticas, porém, as empresa nacionais ainda contam com a desvalorização do dólar para compensar o avanço do combustível.

“As companhias brasileiras ainda não estão numa situação alarmante como a que se vê entre as empresas aéreas no exterior”, afirma Daniela Bretthauer, analista de aviação do banco Goldman Sachs. “Mas elas vão sofrer um impacto grande com aumento do preço do petróleo, ainda que isto não seja tão visível agora”, diz. O combustível costuma ser o maior gasto na conta de uma empresa aérea. No quarto trimestre do ano passado, esse item representava 30% e 36% dos custos operacionais da TAM e da Gol, respectivamente.

Fonte: Valor Econômico

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24 de abril de 2008 at 14:55 Deixe um comentário

Números de Gol e TAM decepcionam e ações caem

A expectativa de mais uma leva de números ruins no primeiro trimestre assustaram os investidores de Gol e TAM.

As ações da Gol caíram 7,15%, a maior queda entre as ações do Índice Bovespa, e os papéis da TAM ficaram 1,6% abaixo do dia anterior. Embora as companhias esperem que 2008 traga resultados melhores, os primeiros três meses do ano deixaram a desejar.

“O primeiro trimestre ainda está com margens bem apertadas”, disse ontem Líbano Barroso, vice-presidente de finanças e relações com investidores da TAM, durante teleconferência para apresentação de resultado do quarto trimestre de 2007. A companhia não divulga projeções financeiras. Já a Gol, na sexta-feira, informou que sua margem operacional para os três primeiros meses do ano, calculada pelo padrão americano de contabilidade, deve ficar entre 2% negativos e 0%. Já a margem de lucro antes do imposto de renda deve ficar entre 1% e 3%.

A Gol também informou que, embora esperasse ocupação média de entre 67% e 69%, a taxa do trimestre deve fechar entre 62% e 63%. Além disso, embora aguardasse um aumento de 65% na oferta unitária (medida por assentos disponíveis por quilômetro voado), a empresa prevê encerrar março com crescimento de 57%. Ainda assim, a empresa projeta que ficará dentro de sua meta de R$ 0,21 para o “yield” (quanto cada passageiro paga por cada quilômetro voado), estável em relação ao quarto trimestre de 2007.

Por sua vez, Barroso, afirmou que o yield da TAM para o primeiro trimestre deve ficar 5% maior nos vôos domésticos do que o registrado no quarto trimestre. Ele não deu estimativas para o segmento dos vôos internacionais. “Em março, o crescimento foi bastante superior, em torno de 10%”, disse, embora mantenha a previsão de crescimento de 5% para todo o ano. O yield é importante porque mostra quanto as empresas estão conseguindo cobrar de seus clientes.

Ontem, a TAM divulgou os seus resultados dos últimos três meses de 2007. Embora tenham sido considerados negativos por analistas, seu impacto já estaria em parte embutido no preço das ações. A companhia aérea, líder no mercado doméstico, com 49% de participação, registrou queda de 63,5% em seu lucro líquido no quarto trimestre de 2007 em relação a igual período de 2006. A retração, para R$ 49,8 milhões, foi causada principalmente pelo aumento de 28,5% nos custos e despesas da companhia no período, que chegaram a R$ 2,2 bilhões, segundo os resultados divulgados ontem. Os maiores aumentos foram com pessoal, arrendamento de aeronaves e outras despesas, que incluem gastos não recorrentes em torno de R$ 40 milhões.

A receita líquida da TAM cresceu 17,4%, para R$ 2,28 bilhões, ajudada pelo crescimento de 11,6% na receita com venda de passagens, 53,1% na receita com cargas e 76,2% em outras receitas, que incluem o cartão fidelidade e a contabilização de bilhetes vencidos.

Em fevereiro, a concorrente Gol também divulgou uma queda de 60,2% no lucro líquido do quarto trimestre, para R$ 76,9 milhões. Operacionalmente, ela teve prejuízo de R$ 32,2 milhões. O resultado deveu-se a uma elevação de 60% nas despesas operacionais, ante crescimento de 47,2% nas receitas.

Tanto a TAM quanto a Gol foram afetadas pelas restrições impostas em setembro passado no número de pousos e decolagens e na distância permitida dos vôos a partir do aeroporto de Congonhas, principal centro de operações das duas empresas. A TAM, por exemplo, que no quarto trimestre de 2006 voava 13 horas por dia com seus aviões, viu a média cair para 12,3 horas diárias.

O yield da TAM no quarto trimestre caiu 7,8% no trimestre para R$ 26,00. No mercado doméstico, o indicador caiu 5,8% e no internacional, 29,7% – devido principalmente à desvalorização do dólar e às promoções realizadas no último trimestre para os novos vôos a Frankfurt, Montevidéu e Madri.

Se, por um lado, a desvalorização do dólar afetou as receitas internacionais, que corresponderam a cerca de 23% do total no quarto trimestre, ela também ajudou a compensar o aumento ainda maior dos custos, uma vez que quase 50% deles estão atrelados ao dólar. No ano fechado, o lucro líquido caiu 78,9%, para R$ 128,8 milhões, enquanto os custos aumentaram 24,3%, para R$ 7,88 bilhões. Em 2007 todo, a receita operacional cresceu 10,1%, para R$ 8,47 bilhões. Apenas com vôos, o faturamento aumentou 7,7%, para R$ 7,74 bilhões.

Fonte: Valor Econômico

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1 de abril de 2008 at 13:33 Deixe um comentário

OceanAir acusa TAM e Gol de prática de dumping

A OceanAir, com estréia na ponte aérea marcada para o dia 31, acusa a TAM e a Gol de estarem praticando dumping para fazer com que a companhia desista de operar nessa rota. O diretor de tráfego e planejamento da OceanAir, Waldomiro Silva Júnior, afirma que a TAM está vendendo a passagem de um trecho São Paulo-Rio a R$ 189 nos horários próximos dos da OceanAir, que vai cobrar R$ 169 durante o lançamento dessa linha.

Já a Gol, conta o executivo, está cobrando o mesmo preço da OceanAir. TAM e Gol foram procuradas, mas não se pronunciaram até a conclusão do texto. “Essa já é uma prática das duas empresas. O governo deveria fazer alguma coisa, pois elas baixam o preço e depois sobem. É dumping”, afirma Júnior. Segundo o executivo, nos horários que a OceanAir não têm vôos na ponte aérea, a passagem da TAM custa R$ 359 e da Gol, R$ 313.

Fonte: A Tarde Online

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27 de março de 2008 at 13:36 Deixe um comentário

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