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Apex quer participação de pequenas e médias empresas nas exportações

Nos próximos 15 anos, o Brasil vai estar entre as cinco ou seis maiores economias mundiais mas, para que isso ocorra, o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Alessandro Teixeira, destacou ser fundamental reforçar no país o papel das empresas comerciais exportadoras, conhecidas como tradings.

As empresas comerciais exportadoras desempenham função de destaque em todos os mercados prospectados pela ApeBrasil, salientou Teixeira. Na sua avaliação, elas podem melhorar a inserção de micro, pequenas e médias companhias nas exportações brasileiras, seja em termos de volume, como de qualidade. “A conclusão é que nós precisávamos retomar o trabalho com as tradings”.

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Add comment 26 Novembro, 2009

Brasil aporta US$ 4 bi extras no FMI e passa a ter poder de veto

O Brasil decidiu elevar ontem o aporte à linha especial ao Fundo Monetário Internacional (FMI) de US$ 10 bilhões, para US$ 14 bilhões. O anúncio foi feito pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. A partir de agora, o País também possui poder de veto nas decisões do Fundo.

Segundo o ministro, a medida foi necessária para que os países formadores do BRIC, cujo um dos participantes é o Brasil (além da Rússia, Índia e China) ampliassem a participação na linha especial de crédito para 15%, o que permitiria poder de veto nas decisões, que precisam da aprovação de no mínimo 85% dos membros.

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Add comment 26 Novembro, 2009

País perde grandes investimentos

A petroleira norte-americana Devon foi a primeira a produzir no Brasil sem a participação da Petrobras. A empresa é a operadora do campo de Polvo, no bloco BM-C-8, que está em operação desde 2007. Além do campo de Polvo, a Devon Energy possui no país a operação de seis blocos exploratórios no país: BM-BAR-3, C-M-471, C-M-473, C-M-61, CAL-M-314 e PN-T-66, nas bacias de Barreirinhas, Campos, Camamu e Parnaíba. Até esse ano, a Devon Energy já investiu US$ 947 milhões no Brasil.

A norte-americana anunciou no dia 16 deste mês a venda de seus ativos no Golfo do México e outras áreas internacionais, inclusive o Brasil. A estratégia da empresa é concentrar sua atuação em ativos terrestre nos EUA e também no Canadá. Os investimentos em águas profundas estavam, de acordo com a empresa, consumindo uma grande parte do seu orçamento exploratório. A expectativa é conseguir um retorno entre US$ 4,5 bilhões e US$ 7,5 bilhões com a venda dos ativos.

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Add comment 26 Novembro, 2009

Exportador brasileiro tem US$ 11 bi no exterior

Os exportadores brasileiros têm US$ 11 bilhões no exterior, pelos cálculos apresentados por Emílio Garófalo, que este mês assumiu o cargo de assessor especial do ministro da Fazenda, Guido Mantega. A cifra corresponderia à diferença entre o valor já exportado e os recursos que foram trazidos para o País. O valor citado refere-se ao fim do mês passado. Garófalo chegou a citar US$ 13 bilhões ontem, no 29º Encontro Nacional de Comércio Exterior (Enaex), mas em seguida corrigiu o número em entrevista à imprensa. “Há uma nuvem de câmbio mantida lá fora pelos exportadores. Quero entender por quê.” Ele também afirmou, na palestra a exportadores, que “há boatos de que estão voltando” as operações especulativas com derivativos pelas empresas brasileiras.

“Nada contra derivativos, mas a excessiva especulação sobre eles resultou no momento negativo que tivemos no fim do ano passado”, declarou, destacando que ainda se trata de boatos. “Não há nada confirmado”, reiterou. O economista observou que as linhas de comércio exterior se reduziram drasticamente na crise do ano passado, até mesmo porque “o sistema financeiro temia emprestar a empresas brasileiras por possível envolvimento em operações com derivativos tóxicos”, disse ele, sem citar nomes de empresas, como Sadia e Aracruz.

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Add comment 25 Novembro, 2009

Mudanças darão à UE mais força diplomática

Desde maio de 2007, o português Álvaro de Vasconcelos é diretor do Instituto de Estudos de Segurança da União Europeia, instituição sediada em Paris que contribui com o desenvolvimento da Política Externa e de Segurança Comum (PESC) da UE. Autor e editor de diversas obras, incluindo -Quais são as ambições da defesa europeia para 2020? e O Momento Obama (ambos títulos em tradução livre), sua opinião tem grande peso sobre o posicionamento da UE nas questões de segurança mundial e ajuda a formar as políticas externas do bloco. Durante uma visita recente a Washington, quando se reuniu com autoridades dos departamentos de Estado e de Segurança Interna dos EUA, Vasconcelos concedeu uma entrevista ao Terra e falou sobre o atual papel da UE no cenário mundial, Barack Obama, segurança e Oriente Médio.

Como o redesenho da UE, com a aprovação do Tratado de Lisboa e a recente eleição do presidente do bloco, o belga Herman van Rompuy, e da alta representante de política externa e segurança, a inglesa Catherine Ashton, coloca a UE no cenário internacional?

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Add comment 25 Novembro, 2009

Brasil quer exportar US$ 168 bi em 2010

Se depender da vontade do governo brasileiro, o País pode fechar 2010 com um acréscimo de 8% a 10% nos embarques em relação a este ano – o que significa uma movimentação de US$ 168 bilhões. De acordo com o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Welber Barral, em 2009 até a terceira semana de novembro, as exportações ficaram em US$ 134,6 bilhões, no patamar de 2006 ou 2007.

Barral disse que a meta principal da política de desenvolvimento produtivo, que era de o Brasil atingir 1,25% de participação nas exportações mundiais em 2010, será alcançada neste ano. Ele explicou, no entanto, que o motivo não foi o aumento das exportações brasileiras, mas que a redução das exportações no mundo tem sido maior que no Brasil.

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Add comment 25 Novembro, 2009

Área de logística projeta consolidação no próximo ano

O setor de logística, responsável por movimentar o equivalente a 12,8% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, e capaz de gerar uma receita na casa dos R$ 400 bilhões, começa a provar dos efeitos positivos da recuperação econômica, ao retomar ganhos e garantir investimentos. O cenário, aliado à aceleração da área de infraestrutura e ao pré-sal, desencadeará um novo ciclo de fusões e aquisições na cadeia de transportes e armazenagem do País, com a busca das empresas por complementar cada vez mais sua gama de serviços.

A consolidação das companhias que compõem o segmento de logística foi um movimento que se iniciou no ano de 2007, tendo estacionado durante a turbulência econômica. Agora, dizem especialistas, essa condição começa a se restabelecer, a exemplo da recente fusão de cinco empresas de transportes que deu origem à nacional Trafti e da compra do Expresso Araçatuba pela holandesa TNT.

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Add comment 24 Novembro, 2009

Brasil quer acordo entre mercados emergentes

Numa iniciativa do Itamaraty, os maiores mercados emergentes do mundo tentam fechar nos próximos dias um acordo comercial para a liberalização de tarifas, num sinal político para as economias ricas de que um entendimento comercial é possível. Pela primeira vez, países que resistem à aberturas comerciais, como Argentina e Índia, afirmaram que estariam dispostos a aceitar o acordo, o que foi visto como um sinal positivo.

Por outro lado, as autoridades de Teerã afirmaram ser contra a iniciativa brasileira. A oposição se dá no mesmo dia em que o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, em visita ao Brasil, tenta uma aproximação com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

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Add comment 24 Novembro, 2009

Setor agropecuário ganhará núcleo de pesquisa e tecnologia

Um passo importante na área da pesquisa agropecuária do estado foi dado ontem com a assinatura de um convênio para a implantação do Núcleo de Pesquisa e Tecnologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn). O Núcleo será instalado na Estação Experimental Rommel Mesquita de Faria, na Estação do Jiqui, representando um investimento de R$ 8,1 milhões, fruto do financiamento pelo PAC/Embrapa. “O Núcleo vai proporcionar a pesquisa científica para o desenvolvimento de forma sustentável”, frisou a governadora Wilma de Faria. A licença ambiental para a construção também foi expedida ontem.

Durante a assinatura do convênio, a governadora inaugurou o Laboratório de Controle Biológico, Reprodução Animal e o Núcleo de Pesquisa de Ave Caipira, onde foram investidos recursos na ordem de R$ 350 mil. Também foi inaugurado o Núcleo de Biotecnologia Vegetal, com investimento de R$ 1,1 milhão. Ainda dentro do projeto de estruturação da Emparn o governo do estado recuperou e reformou os prédios da Estação Experimental do Jiqui, num investimento de R$ 280 mil.

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Add comment 19 Novembro, 2009

Construtoras tentam barrar projeto que limita BNDES

Rivais no canteiro de obras, fora dele as maiores construtoras do País se juntaram para derrubar o que dizem ser uma ameaça a seus negócios: um projeto de lei que proíbe o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) de financiar obras fora do Brasil. É que elas são as principais interessadas na atuação internacional do banco federal. Estimuladas pelo governo Lula e sua política de ocupação comercial da América Latina e da África, empresas como Odebrecht, Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa estão construindo hidrelétricas, portos e metrôs em outros países, com financiamento do BNDES.

Nos últimos cinco anos, o banco desembolsou mais de US$ 3 bilhões nas operações das construtoras fora do País. Até agosto, elas já haviam recebido quase US$ 957 milhões da instituição. Para as construtoras, é um bom mercado. Contratadas em outros países, recebem o financiamento do BNDES, aqui dentro, enquanto executam as obras. Depois, o governo que as contratou tem 12 anos de prazo para devolver o dinheiro ao banco brasileiro. O projeto que tramita no Senado, de autoria do senador Raimundo Colombo (DEM-SC), fecha essa fronteira. Ele proíbe que “o BNDES financie governos de outros países e suas empresas”.

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