Archive for Julho 3rd, 2008
Câmara de comércio exterior discute importações e exportações
Às 16h30, no auditório do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), a secretária executiva da Camex, Lytha Spíndola, fala sobre os resultados da reunião.
Integram a Camex os ministros do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, da Casa Civil, das Relações Exteriores, da Fazenda, da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, do Planejamento, Orçamento e Gestão e do Desenvolvimento Agrário.
Fonte: Último Segundo
Postado Por: Newscomex – Comércio Exterior e Logística
Add comment 3 Julho, 2008
Abimilho diz que medidas estimulam produção de milho
O presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Milho (ABIMILHO), Nelson Kowalski, considerou positivo o conjunto de medidas do Plano Agrícola e Pecuário 2008-2009, anunciado hoje pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva e pelo ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes.
Para o dirigente, o aumento de 12% no volume de recursos para crédito rural, para R$ 65 bilhões, combinado com as medidas de apoio à comercialização e abastecimento, resultarão em incentivo á produção brasileira de milho.
“A elevação do volume de recursos estimula e tranqüiliza. No caso do milho, por exemplo, existem muitas situações de mercado que podem ser resolvidas via crédito”, enfatizou.
Outro aspecto que na opinião do presidente da Abimilho ajuda o setor é o reajuste no preço mínimo do milho. “Os preços indicados pelo governo estão bem longe do que o mercado vem praticando, mas ajudam na contratação do crédito de custeio”, diz Kowalski. O dirigente admitiu não ter tido tempo de fazer uma avaliação detalhada do conjunto de medidas, mas disse que numa primeira impressão o Plano incentiva e estimula a agricultura brasileira.
No caso do milho, os preços mínimos de garantia foram reajustados em até 20%. Nas regiões de Mato Grosso e Rondônia, a saca de 60 quilos passará de R$ 11 para R$ 13,20. Nas regiões Sul, Sudeste, Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal, a saca de 60 quilos passará de R$ 14 para R$ 16,50, crescimento de 17,86%.
Além dos reajustes dos preços mínimos, o Plano Safra trouxe R$ 3,8 bilhões para apoio à comercialização e ao abastecimento. Desse total, R$ 2,3 bilhões serão destinados à aquisição e R$ 1,5 bilhão à equalização de preços. A idéia do governo é promover leilões de contratos de opções de vendas antes do plantio, o que propiciará ao produtor vender a safra em 2009 a preços compatíveis com os custos e assim garantir renda.
Fonte: Último Segundo
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Abef recebe empresa importadora da coréia do sul
Representantes da Korea Agro-Fisheries Trade Corp., empresa estatal da Coréia do Sul, visitaram hoje (02) a Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frangos (ABEF). O encontro teve o apoio da Kotra, a Divisão Comercial do Consulado Geral da Coréia em São Paulo.
Eun Jung Park, do Departamento de Informação Comercial, e Ji-Hwa Park, do grupo de Informações de Importação da companhia, foram recebidas pelo Presidente Executivo da ABEF, Francisco Turra, pelo Diretor Executivo, Christian Lohbauer.
No encontro, as duas especialistas tiveram uma visão geral da atuação e representatividade da ABEF e do desempenho da avicultura brasileira de exportação, incluindo o detalhamento sobre questões ligadas à alimentação e à sanidade dos plantéis.
Os representantes da ABEF destacaram a importância de se ampliar a lista de frigoríficos brasileiros habilitados a exportar carne de frango para o mercado sul-coreano. Hoje são oito empresas habilitadas, entre os 24 associados da ABEF.
Entre janeiro e maio deste ano foram embarcadas 11.500 toneladas para a Coréia do Sul, em crescimento de quase 30% sobre o mesmo período em 2007, o que já reflete um aumento do interesse do mercado consumidor daquele mercado pelo produto brasileiro.
Fonte: Último Segundo
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Trem no Rio é até sete vezes mais caro do que em Buenos Aires
Se nos gramados a disputa é acirrada, quando se trata de passagens de trem mais baratas nossos hermanos argentinos nos ganham de goleada. Essa é uma das conclusões de um estudo do antropólogo Lênin Pires que, após radiografar o cotidiano dos trens suburbanos do Rio por dois anos, fez as malas rumo a Buenos Aires, onde estudou o sistema ferroviário local de agosto de 2007 a fevereiro deste ano. Lá, as passagens variam de 0,60 peso – o equivalente a R$ 0,32 – a 1,85 peso, ou R$ 0,98. Por aqui, a tarifa é uma só: R$ 2,20.
“Quanto menos se desloca, menos se paga”, explica Lênin Pires, que faz parte do Núcleo Fluminense de Pesquisas da Universidade Federal Fluminense (UFF).
Ele explica que, mesmo após a privatização, as passagens são subsidiadas pelo governo argentino, motivo pelo qual são mais baratas. Além disso, de acordo com o contrato de concessão, caberia ao governo a compra de equipamentos e peças para a manutenção. Outra diferença é que, enquanto em terras fluminenses apenas uma concessionária explora os trens no estado, em Buenos Aires quatro empresas são responsáveis pela administração dos transportes ferroviários.
Clique aqui e veja a notícia na íntegra.
Fonte: G1
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Setor industrial gaúcho perde 5,8% em faturamento em maio
Pela primeira vez em 18 meses, o faturamento do setor industrial gaúcho fechou negativamente, na comparação do mês com mesmo período do ano anterior. Em maio, a queda foi de 5,8%, segundo números divulgados pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs) ontem. “Apesar de o resultado ter sido influenciado pelo menor número de dias do calendário, o que mais impactou foi a valorização cambial, que chegou a 16%, além do patamar já elevado de produção verificado no ano passado”, afirmou o presidente da Fiergs, Paulo Tigre, ao divulgar o Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS).
As indústrias cujas exportações respondem por mais de 22% do seu faturamento contribuíram para os resultados negativos do mês de maio. O faturamento dessas caiu 11,8% em relação ao mesmo mês de 2007, enquanto na média da indústria em geral, esse resultado foi de 5,8% negativos. Apesar disso, os empregos (2,7%) e a massa de salários (5,8%) cresceram na mesma base de comparação, mesmo descontando os efeitos inflacionários.
Clique aqui e veja a notícia na íntegra.
Fonte: Jornal do Comércio
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China avança em mercados do Brasil
As exportações brasileiras vêm perdendo espaço para os produtos chineses nos dois dos principais mercados para os manufaturados do Brasil. O alerta está no documento Observatório-China, elaborado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), que será lançado na próxima semana e foi obtido com exclusividade pelo jornal O Estado de S. Paulo.
O estudo mostra que a participação dos produtos brasileiros nos Estados Unidos e na Argentina caiu, enquanto a China ampliou sua participação no mercado desses países. O levantamento também alerta que o Brasil deve perder participação no mercado chinês.
No período acumulado de 12 meses até março de 2008, a China teve uma participação superior à do Brasil nas importações dos Estados Unidos em 20 dos 30 principais capítulos da pauta exportadora brasileira. Desde 2000, os produtos chineses têm aumentado a participação nas importações americanas e atingiram 16,1% do total comprado dos Estados Unidos no mercado internacional. O Brasil, por outro lado, vem perdendo mercado nos últimos quatro anos, passando de 1,5% do total importado para 1,32%.
Fonte: A Tarde Online
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Plataformas de Tupi serão feitas em Rio Grande
A Petrobras vai fazer ainda neste ano a licitação conjunta para construção das plataformas que irão operar no campo de Tupi, na área do pré-sal da bacia de Santos. O objetivo da estatal é reduzir o tempo de construção e o custo das unidades. A licitação incluirá os módulos de compressão, energia e integração, além do casco das plataformas. Segundo o gerente-executivo de engenharia da Petrobras, Pedro Barusco, as plataformas serão construídas no dique seco, em Rio Grande.
“Estamos prevendo o inicio das licitações para o final de agosto. Essa forma é diferente de clonarmos os projetos, quando simplesmente copiamos. Agora, faremos tudo de uma vez só”, disse o gerente-executivo.
Barusco explicou que o vencedor de cada licitação construirá os módulos de todas as plataformas. Ele acrescentou que o número de plataformas necessárias ainda não está definido, mas admitiu que Tupi precisará de cinco a dez unidades de produção. O gerente ressaltou que ao fazer um único contrato para diferentes plataformas, a Petrobras terá economia de escala.
Barusco disse ainda que a companhia pretende iniciar as obras em janeiro de 2009, com término em 47 meses. Segundo o executivo, em 15 dias a Petrobras deverá iniciar a licitação de duas plataformas complementares (uma produz e a outra armazena) para o campo de Papa-Terra, na Bacia de Campos.
Fonte: Jornal do Comércio
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Agricultura terá R$78 bi para conter alta dos alimentos
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, lançaram ontem, em Curitiba (PR), o Plano Agrícola e Pecuário 2008-2009 (PAP). Para financiar a próxima safra da agricultura empresarial, o governo prevê a liberação de R$65 bilhões, valor 12,1% superior ao da safra atual e 217% maior do que o ofertado na safra 2002/2003. O governo prevê ainda a liberação de mais R$13 bilhões para a agricultura familiar na próxima safra – totalizando R$78 bilhões no setor agrícola.
Um dos objetivos do programa é elevar a produção de grãos no país e ajudar na contenção da alta dos preços mundiais. Dos R$65 bilhões liberados, R$45,4 bilhões serão a juros controlados, ou seja, com encargo financeiro de 6,75% ao ano. Isso representa 20% a mais em relação ao ciclo 2007-2008. Os recursos serão aplicados no custeio, comercialização e investimento da produção agropecuária.
Além do aumento do volume de crédito, o PAP 2008-2009 terá a ampliação do limite de financiamento e de renda para alguns programas de investimento, reajuste de preços mínimos, especialmente para alimentos essenciais, como arroz, feijão, milho e trigo. Além disso, nesta edição, o plano terá linha de crédito de R$1 bilhão para que os agricultores possam financiar a recuperação de áreas degradadas.
Além de ampliar a produção agrícola, são metas do PAP reduzir o impacto do aumento do custo para o produtor, garantir o abastecimento interno e aumentar a participação do agronegócio brasileiro no mercado internacional. A expectativa do governo é que a produção cresça 5% na próxima safra, atingindo os 150 milhões de toneladas de grãos, fibras e cereais, o maior volume já registrado. Um dos resultados mais importantes desse aumento de produção é evitar que os preços dos alimentos continuem subindo.
Fonte: Correio da Bahia
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Cumbica opera com restrições; Congonhas normalmente
O Aeroporto Internacional Governador André Franco Montoro, em Cumbica, Guarulhos, opera por instrumentos desde às 5h35 desta quarta-feira, 2, em razão de neblina que atinge a região. Segundo a Infraero, o nevoeiro é fraco, mas causa restrições nos pousos.
Até as 6h15, nenhum vôo havia sido alternado para outros aeroportos, como Viracopos, em Campinas(SP), e Galeão, no Rio. O Aeroporto de Congonhas opera visualmente, sem restrições desde as 6h, horário em que o aeroporto abre todas as manhãs.
Fonte: Estadão
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Dólar compromete exportação em Jaú
Os números do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior apontam uma pequena queda no volume de mercadorias exportadas de 2007 para 2008 no mesmo período, cerca de 1%. Mas o montante caiu de US$ 4,82 milhões para US$ 4,27 milhões.
Para enfrentar este cenário, a Capital do Calçado Feminino aposta na modelagem para ganhar novos mercados, explica o vice-presidente do Sindicato da Indústria Calçadista, Caetano Bianco Neto. “A defasagem do dólar em relação ao real prejudica sobremaneira as exportações. Temos que ter produtos diferenciados para competir em mercados diferente.”
Na opinião dele, para voltar aos patamares anteriores é preciso que a indústria calçadista invista em designer. “O sindicato orienta seus associados já há algum tempo que é preciso fazer investimentos nessa área para ter uma modelagem que se ajuste aos exigidos na Europa, por exemplo.”
Neto acredita que os resultados demoram um pouco. “O trabalho foi intensificado, mas demora para colhermos os frutos. Estamos agregando valor ao produto porque não queremos exportar pares de calçados, mas valor agregado.”
Ele explica que as empresas não estão fabricando calçados diferenciados. “A modelagem que se faz em Jaú já é a que tem valor agregado. No decorrer desses últimos anos estamos investindo nisso.”
Fonte: JC Net
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