Archive for Junho 23rd, 2008

Produtores de petróleo seguram oferta e cobram fim da especulação

Reunidos em Jeddah, na Arábia Saudita, às margens do Mar Vermelho, os países produtores e os grandes consumidores de petróleo chegaram a um consenso: o preço do petróleo está alto demais. Mas a solução para o problema está longe de um acordo. Os produtores consideram que a oferta é suficiente para atender à demanda e que a disparada atual dos preços se deve à especulação, à fraqueza do dólar e à instabilidade geopolítica em algumas regiões. Já os grandes consumidores, principalmente os Estados Unidos, sustentam que o principal problema é a oferta insuficiente.

Produtores e consumidores já haviam se reunido há dois meses, em Roma, para discutir a situação. Mas, naquela reunião, não conseguiram chegar a um acordo nem mesmo de que os preços estavam altos. “O que temos aqui, pela primeira vez, é uma concordância de que o preço do petróleo está alto demais”, disse o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown.

Esse consenso, no entanto, de nada vai servir para baixar os preços. Nas discussões de ontem, os países membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) defenderam o controle sobre os fundos de investimento, como forma de barrar a especulação. Eles acreditam que o grande aumento do fluxo de investimentos para o setor é que tem fomentado a alta do petróleo e das commodities. Já o secretário de Energia dos EUA, Sam Bodman, discorda. “Não há nenhuma evidência de que é a especulação financeira que está elevando os preços futuros.”

Clique aqui e veja a notícia na íntegra.

Fonte: O Estado de São Paulo

Postado Por: Newscomex – Comércio Exterior e Logística

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Barril a US$ 300 em 2015 não é impossível

O presidente do IFP (Instituto francês do Petróleo), Olivier Appert, considerou neste domingo que os preços da commodity deverão provavelmente continuar a avançar e que não acha “impossível” que o barril chegue a US$ 300 em 2015.

“Não é preciso nem apostar”, afirmou Appert, em entrevista à rádio France Inter. Há alguns dias, o barril fechou em US$ 140, uma marca histórica.

O encontro entre os principais países produtores e consumidores de petróleo recomendou neste domingo medidas técnicas para tentar estabilizar o mercado petroleiro, mas não foi anunciada nenhum novo aumento significativo da produção.

“Os mercados não esperam milagres”, comentou Appert.

Os participantes da conferência dos principais países produtores e consumidores de petróleo recomendaram neste domingo, em Jidá, medidas técnicas para tentar estabilizar o mercado petroleiro, mas não anunciaram nenhum aumento da produção de bruto.

A declaração publicada ao término desta “Conferência de Jidá sobre a Energia” se limita a recomendar uma maior transparência e uma melhor regulação dos mercados financeiros, assim como um aumento das capacidades de produção e de refino para favorecer “um funcionamento eficiente do mercado petroleiro”.

Preocupado com o impacto do petróleo caro sobre a economia mundial e a longo prazo sobre a demanda de bruto, o governo saudita havia convidado os países consumidores e produtores para “conversar sobre a disparada dos preços, suas causas e os meios de enfrentá-la”.

Publicada neste domingo sob a impulsão da Arábia Saudita, da AIE (Agência Internacional da Energia), do Fórum Internacional da Energia e da Opep, a Declaração comum se limita a medidas técnicas, que prevêem o aumento nas capacidades de produção e de refino.

Presente na conferência, o ministro Edson Lobão (Energia) assegurou neste domingo que o mundo precisa produzir mais biocombustíveis para atender à gigantesca demanda mundial de energia, que provocou a disparada dos preços do petróleo.

Fonte: Folha Online

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País sob risco de crescer apoiado no setor externo

Após cinco anos com superávit em transações correntes, o Brasil inicia uma inversão de rumo para saldos negativos, que tendem a se aprofundar nos próximos anos. A situação traz à tona a discussão dos perigos de o País voltar a financiar o crescimento da economia com recursos externos.

O impacto do rombo nas contas externas sobre a economia divide opiniões. Para o diretor de Estudos Macroeconômicos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), João Sicsú, embora a situação seja diferente hoje, o rombo nas contas externas não deixa de ser um sinal de alerta.

“Ter déficit é preocupante. No passado recente tivemos como resultado crises cambiais.” O economista-chefe do banco Santander e ex-diretor da área internacional do Banco Central (BC), Alexandre Schwartsman, argumenta que o País tem uma situação bem mais confortável e que o câmbio flutuante pode proporcionar um ajuste natural.

Hoje o BC divulga os dados do setor externo. Economistas estimam déficit em transações correntes de US$ 16 bilhões a US$ 17 bilhões nos 12 meses até maio. No mesmo período de 2007, houve superávit de US$ 14 bilhões.

Fonte: Gazeta Mercantil

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Exportações gaúchas crescem 22,7% em maio

As exportações do Estado registraram, em maio, um valor de US$ 1,7 bilhão, atingindo 8,91% de US$ 19,3 bilhões do País. O Rio Grande do Sul alcançou a quinta posição no ranking nacional, abaixo de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná. Em relação a maio do ano anterior, esse resultado representou um acréscimo de 22,7%, desempenho inferior ao nacional (41,4%) e resultado do acréscimo (32,3%) nos preços em dólares e de uma queda (7,2%) no volume físico exportado.

Examinando os setores de atividade, constata-se que a agropecuária teve uma expansão de US$ 131,7 milhões, enquanto a indústria apresentou um crescimento de US$ 181,3 milhões. Destaca-se, na agropecuária, o crescimento de US$ 136,4 milhões nas exportações de grãos de soja. Na indústria, salientam-se o crescimento do valor nos setores de produtos alimentícios (US$ 163 milhões) e máquinas e equipamentos (US$ 50,1 milhões) e o decréscimo no de produtos do fumo (US$ 42,8 milhões).

De janeiro a maio, as exportações atingiram US$ 6,6 bilhões, 9,20% de US$ 72,1 bilhões do País, levando o Estado à terceira posição no ranking nacional, abaixo de São Paulo e Minas Gerais. As exportações estaduais aumentaram 28,4%, resultado maior que o nacional (19,9%) e conseqüência do aumento dos preços (25,5%) e do volume físico (2,3%).

Clique aqui e veja a notícia na íntegra.

Fonte: Jornal Agora

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Guarulhos e Congonhas operam por instrumentos

A forte neblina obrigava os aeroportos de Congonhas, na zona sul da capital paulista, e de Guarulhos, na Grande São Paulo, a funcionarem com o auxílio de instrumentos no início da manhã de hoje. As operações de ambos, no entanto, não foram prejudicadas. Em Congonhas, até as 7 horas, dos 21 vôos programados, apenas 1 partiu com atraso superior a 30 minutos.

Em Guarulhos, 2 dos 16 vôos sofreram atrasos. Não houve cancelamentos nos dois aeroportos. Em todo o País, incluindo os dados acima, foram registrados 28 atrasos em 282 vôos, o equivalente a 9,9% do total, e somente 1 cancelamento (0,4%). Os dados são da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero).

Fonte: A Tarde Online

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Brasil solicita maior produção de biocombustíveis

O Brasil afirmou neste domingo que o mundo precisa produzir mais biocombustíveis para atender à demanda mundial de energia que provocou uma disparada nos preços do petróleo. A declaração foi feita durante a reunião entre os países produtores e consumidores de petróleo, em Jidá, Arábia Saudita.

O ministro da Energia do Brasil, Edson Lobão, negou que a agressiva aposta do Brasil em favor dos biocombustíveis seja culpada pelos crescentes preços dos alimentos e por uma produção de petróleo menor. De acordo com Lobão, o que provoca o aumento dos preços dos alimentos é o elevado custo do petróleo. O Brasil não utiliza terras aráveis, que podem ser destinadas à produção de alimentos, para os biocombustíveis, reiterou.

“O elevado preço dos alimentos não depende do Brasil, depende dos países produtores de petróleo, porque o preço dos fertilizantes para produzir alimentos é muito elevado. Cabe aos países produtores de petróleo baixar os custos”, acrescentou o ministro.

O Brasil, que produz etanol a partir da cana-de-açúcar, defende a produção de biocombustíveis em países pobres como fonte de renda, e assegura que é perfeitamente compatível com a produção de alimentos.

Fonte: JB Online

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Pequim terá novo oleoduto até o fim do mês

Um oleoduto instalado ao redor de Pequim, na China, tem início de operações previsto para o final deste mês. O empreendimento, que deve manter estável o suprimento para a cidade durante os Jogos Olímpicos, terá capacidade anual de transporte de 2,85 milhões de toneladas e será responsável pelo fornecimento de 70% do petróleo recebido pela capital chinesa.

Esse é o primeiro projeto do gênero no gigante asiático. O oleoduto, de 183 km, tem conexões com 5 depósitos na cidade. Também em Pequim, um duto de querosene de aviação, de 129 km, está sendo construído na mesma rota do oleoduto que circunda a cidade, com capacidade de transporte de 1,2 milhão de toneladas do combustível.

Fonte: JB Online

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Coréia do Sul e EUA firmam acordo sobre carne

Os Estados Unidos passarão a exportar para a Coréia do Sul somente carne de gado com menos de 30 meses, sem medula espinhal ou restos de cabeça, conforme acordo estabelecido em reunião nos EUA entre Kim Jong-hoon, ministro do Comércio do país asiático, e Susan Schwab, representante de Comércio Exterior norte-americana.

As medidas têm como objetivo diminuir o risco de incidência do mal da vaca louca na carne exportada pelos Estados Unidos ao país asiático.

Lee Myung-bak, presidente da Coréia do Sul, tem sofrido acusações em seu país de ignorar critérios sanitários nas importações de carne dos Estados Unidos.

Fonte: JB Online

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Inflação não deslanchou e está sob controle

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no seu programa semanal de rádio, afirmou hoje que o governo está controlando a inflação. “Se nós continuarmos trabalhando com a seriedade que estamos trabalhando, se nós continuarmos controlando a inflação como estamos controlando, e é importante lembrar que nesse momento em que o mundo inteiro vive um processo inflacionário por conta dos alimentos, o Brasil é o principal país no mundo em que a inflação não deslanchou”.

“A inflação continua sob controle, está dentro das metas estabelecidas pelo governo e vamos continuar fazendo com que a inflação seja controlada, porque se ela não for controlada, quem perde é o Brasil. Por isso, nós estamos vivendo esse momento importante, nós queremos aumentar a produção de alimentos, aumentar a produção de carne, aumentar a produção de leite, aumentar a produção de feijão, aumentar a produção de arroz, porque quanto mais a gente produzir, mais a gente vai ter segurança alimentar, mais a gente vai poder ter os preços de acordo com aquilo que é o preço justo e mais a gente vai ter alimento para exportar para o mundo que precisa comprar alimento e o Brasil, nessa situação, se apresenta como o principal país para produzir alimentos no mundo”, disse Lula no programa de rádio.

Fonte: G1

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Aeroporto opera sem restrições, mas vôos atrasaram

O Aeroporto Internacional de Campo Grande opera sem restrições nesta segunda-feira, mas vôos atrasaram, segundo informações da Infraero.

O 7460, da Gol, vindo de Guarulhos, deveria pousar às 23 horas deste domingo, mas somente chegou 0h02. Consequentemente a saída para a Bolívia, de 23h35, somente ocorreu 0h34.

Já o 3590 da TAM, que deveria ter saído às 5 horas para Brasília, com escala em Goiânia, permanece na pista. Ainda não foi informado pela companhia se o vôo sairá mais tarde ou se será cancelado.

Fonte: Campo Grande News

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