Archive for Junho 18th, 2008
Anchieta terá trecho interditado para obras
As obras do Trecho Sul do Rodoanel atingirão a Via Anchieta a partir da próxima segunda-feira, provocando a interdição, até dezembro, dos Kms 25 a 27 da pista. Neste período, o trecho da rodovia terá o tráfego bloqueado para a realização do rebaixamento da marginal Sul (sentido Litoral), que ganhará alças de acesso junto aos viadutos.
De acordo com o engenheiro de obras e expansão da Ecovias, José Moncorvo, a interdição para a realização da obra está sendo preparada há cerca de três meses.
No mês passado, a concessionária que administra o Sistema Anchieta-Imigrantes realizou uma reunião com moradores dos bairros do Riacho Grande, Ferrazópolis e Demarchi, em São Bernardo, para comunicá-los quanto aos procedimentos da obra.
“Na marginal Sul, entre o Kms 25 e 27, haverá uma alça de acesso jogando o tráfego para a pista Sul. Em vez de duas faixas, a via ficará com três”, explicou Moncorvo.
Para tanto, o ponto de ônibus do Km 26,5 da marginal Sul deverá ser deslocado para 50 metros antes, na pista central.
Uma passarela que já existe no local foi adaptada para garantir o acesso dos moradores da região à nova parada. E placas de sinalização serão colocadas à beira da rodovia para orientar os motoristas quanto à mudanças.
Fonte: Diário do Grande ABC
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Montadoras aquecem importação de máquinas
O desempenho das montadoras aquece a demanda por bens de capital importados. Os fabricantes de veículos e as empresas de autopeças absorvem mais de 60% das máquinas-ferramenta disponíveis no mercado e pressionam a produção local. “O mercado está tão aquecido que as empresas nacionais não conseguem atender à demanda”, afirma Thomas Lee, presidente da Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos (Abimei).
As importações de máquinas-ferramenta, que alcançaram US$ 2 bilhões em 2007, devem crescer cerca de 20% em 2008. Segundo Lee, a economia brasileira entrou na rota de crescimento antes que os investimentos em expansão de capacidade alcançassem o estágio de maturação. De acordo com Lee, “hoje não existe nenhuma indústria brasileira de máquinas que não importe também”. Para o presidente da Abimei, “há uma simbiose entre fabricantes de máquinas e os importadores”.
Os fabricantes nacionais se concentram no mercado de máquinas-ferramenta com controle numérico computadorizado (CNC), que constitui uma faixa de produtos de média complexidade. Os equipamentos de alta tecnologia são fornecidos por indústrias globais consolidadas. As máquinas mais simples, sem controle numérico, são importadas da China.
Fonte: Gazeta Mercantil
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Safra nova baixa cotações do algodão
Os preços do algodão em pluma se mantêm em queda no mercado interno. Na semana passada, o indicador Cepea/Esalq fechou na média de R$ 1,2495 por libra-peso, a menor desde a primeira semana de dezembro.
Analistas do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP) observam que comerciantes e tradings continuaram negociando a preços menores, pois a intenção é finalizar estoques antes que as indústrias comecem a operar exclusivamente com a pluma da nova safra (2007/2008).
A valorização do real também diminui os preços, conforme o Cepea. A paridade de exportação voltou a indicar preços abaixo de R$ 1/libra-peso. Há demanda firme para algodão de melhor qualidade, pelo qual a indústria paga o indicador Cepea do dia.
Em relação aos leilões de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (Pepro) realizados pelo governo, alguns analistas consideram que os remates não enxugam o mercado e, portanto, não alteram o preço. “Os leilões dão um suporte extra aos exportadores, talvez reponham perdas cambiais, mas não desafogam o mercado”, afirmou um corretor de Mato Grosso.
O presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Haroldo Cunha, defendeu em Brasília a liberação de R$ 750 milhões para políticas de apoio à comercialização da fibra em 2009, ante os R$ 550 milhões destinados à safra em 2008. A diferença compensaria os 35% de aumento nos custos de produção da nova safra.
Fonte: Último Segundo
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De olho no IPCA, BC compra menos dólar
O Banco Central reduziu o volume de compras de dólares em junho como forma de aumentar a apreciação cambial e ajudá-lo a combater as pressões inflacionárias. A alta da Selic e a diminuição de seu apetite por dólares ampliam o ganho das arbitragens feitas por investidores estrangeiros. Em maio, o BC adquiriu diretamente dos bancos por meio de leilões US$ 2,56 bilhões, o que dá uma média diária de US$ 128 milhões. Em junho até ontem, comprou, segundo operadores, US$ 1,144 bilhão, com média por dia útil de US$ 95,3 milhões. Ou seja, de um mês para o outro desacelerou seu ímpeto comprador em 25,78%.
A falta de vontade do BC em segurar a queda da moeda americana pode ser medida pelo que aconteceu ontem. Apesar do forte fluxo de estrangeiros, no seu leilão vespertino o BC comprou apenas US$ 52 milhões, o equivalente a 1,49% do giro de negócios registrado ontem no mercado interbancário, de US$ 3,5 bilhões. Não foi por outra razão que o dólar fechou em pesada desvalorização de 1,10%, cotado a R$ 1,6080, menor preço desde o R$ 1,59 do fechamento de 20 de janeiro de 1999. Desde a terça-feira passada, o dólar caiu 2,37%.
A diminuição das compras oficiais era a variável que faltava para estimular o retorno dos aplicadores interessados em ganhar a taxa Selic. Eles não voltaram depois da concessão do duplo grau de investimento ao Brasil porque não parecia possível a ampliação da apreciação cambial. O dólar já tinha caído muito e o risco de uma depreciação do real que neutralizasse parte considerável da rentabilidade da Selic inibia a montagem de operações carry-trade. Só que o investment grade e a percepção de que os EUA não devem entrar formalmente em recessão incentivaram as captações externas por parte do setor privado brasileiro. Estas captações privadas, mais o investimento direto estrangeiro e a inapetência do BC compõem um quadro favorável à queda do dólar e, por isso, propício ao capital especulativo de curto prazo.
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Fonte: Último Segundo
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Diretor da OMC critica novos subsídios agrícolas dos EUA
O diretor geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Pascal Lamy, criticou nesta quarta-feira a nova lei agrícola americana, que prevê subsídios de 290 bilhões de dólares ao setor.
“Aqueles que criticam a política agrícola americana, de maneira justa na minha opinião, se são lógicos, se não querem apenas criticar e querem mudar as coisas, então é necessário (que defendam) um acordo na OMC”, declarou Lamy a uma rádio suíça.
“Os americanos acabam de votar grandes pacotes de subsídios agrícolas. É a melhor prova, se era necessária, de que a única maneira para que os americanos modifiquem sua política agrícola e seus subsídios excessivos é um acordo na OMC”, destacou.
Para Lamy, os argumentos que permitirão aos americanos reduzir suas ajudas, “o que efetivamente representará problemas políticos para eles”, são as novas oportunidades de acesso a mercados em outros setores, “o acesso de seus produtos industriais, o acesso de seus serviços”.
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Fonte: Último Segundo
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Artigo: Moderna Gestão Empresarial e a questão ambiental.
O efeito das atividades humanas sobre o meio ambiente aumentou significativamente a partir do início da Revolução Industrial. Desde este período até os dias atuais, o impacto das atividades industriais, dos aglomerados urbanos e da expansão da agricultura sobre a biosfera só vem aumentando.
O aumento da preocupação com o meio ambiente exerceu um grande impacto sobre as atividades empresariais. A partir de meados da década de 1980, a maioria dos países criou leis ambientais ou tornou as existentes mais restritivas, regulando as atividades industriais e comerciais, no que concerne a seus impactos sobre o solo, a água e o ar.
A partir deste momento foram adotados novos padrões de qualidade para o ar e as águas, padrões de emissão para os efluentes industriais líquidos e gasosos e sistemas de licenciamento das atividades poluidoras, contando ainda com relatórios de avaliação de impacto ambiental.
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Amorim diz que Doha pode se estender por mais dois anos
O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, chamou ontem à responsabilidade os principais negociadores da Rodada Doha de liberalização comercial da Organização Mundial do Comércio (OMC). Para o chanceler, os ministros responsáveis pela condução das conversações devem se reunir o mais rápido possível a fim de definir o destino da rodada. Se não forem concluídas antes das eleições presidenciais norte-americanas, alertou, as negociações podem se estender por mais dois anos. Isso por que o próximo governo dos Estados Unidos – seja republicano ou democrata – terá de se inteirar sobre os temas e provavelmente reformulará algumas propostas.
“Isso é uma incógnita. Como os outros países reagirão é outra incógnita”, comentou Amorim durante audiência pública na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara. “Os ministros não podem se esconder atrás dos técnicos e simplesmente dizer que não haverá uma reunião ministerial para se evitar um fiasco. O fiasco existirá, mesmo que ele seja só dos técnicos. Os ministros têm a obrigação de ir lá mesmo que seja para declarar o fracasso ou o adiamento. Creio que os ministros podem gerar o impulso necessário.”
Segundo o chanceler, o problema seria resolvido com vontade política, compreensão, ambição e realismo. Ou seja: os negociadores terão de reconhecer que só poderão exigir o possível de seus pares.
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Fonte: Gazeta Mercantil
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Pac está recuperando infra-estrutura logistica do pais
Em respostas às críticas da Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou nesta terça-feira (17) que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) tem conseguido reverter o quadro de deteriorização de estradas e portos que existia há anos no país. Na avaliação da CNA, a falta de infra-estrutura impediu que o Brasil lucrasse com o aumento da demanda por alimentos no primeiro trimestre do ano.
Após discursar para especialistas do setor portuário, que participam do seminário Portos: em busca de soluções, promovido pelo Tribunal de Contas da União (TCU), Dilma citou várias obras do PAC que estão proporcionando melhorias em toda infra-estrutura logística do país.
“Vínhamos de um processo muito difícil. Não se investia há muito tempo nas estradas brasileira. Hoje, uma grande maioria está recuperada. Nunca se investiu tanto em ferrovias”, disse a ministra. “Vamos deixar o governo com a [Ferrovia] Norte-Sul construída e a Trasnordestina em andamento”, disse a ministra. “Além disso, queria destacar todas as iniciativas que estamos tendo para recuperar os portos brasileiros.” Dilma Rousseff afirmou que o governo tem priorizado a questão da infra-estrutura como forma de equacionar os gargalos que impediam o crescimento do país. “Tudo isso significa que o Brasil está tendo uma teia logística que vai melhorar, e muito, a situação do agronegócio.
Até porque o governo tem a consciência que somos um país que tem uma posição altamente competitiva no cenário internacional.” Para a ministra-chefe da Casa Civil, essa posição privilegiada é sustentada pela grande capacidade energética e pela segurança alimentar. “Esse dois fatores transformam o Brasil num país com uma grande capacidade de conquistar uma posição de muito mais [destaque] do que sonhamos em qualquer momento no passado. Não que o Brasil será o país do futuro. Hoje ele é um do país do futuro”, discursou. Com informações da Agência Brasil.
Fonte: Último Segundo
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China e Japão concordam em explorar disputada jazida de gás em conjunto
China e Japão chegaram a um acordo para explorar em conjunto uma jazida de gás que era alvo de disputa há vários anos no mar da China oriental, anunciou o governo japonês em um comunicado.
A cooperação acontecerá no campo de gás de Chunxiao, que os japoneses chamam de Shirakaba e que já é explorado pelos chineses.
A jazida tem reservas exploráveis equivalentes a 63,8 milhões de barris de petróleo, de um total de 3,26 bilhões de barris no conjunto do mar da China oriental, segundo estudos chineses e japoneses.
Fonte: G1
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Surpreendente alta nas exportações
Apesar dos problemas, o Brasil ficou na 32ª posição entre os países que mais registraram uma alta das exportações. Em 2007, a taxa chegou a 11,3%, acima da média regional de 7,5%. O levantamento aponta que o Brasil tem a 11ª pauta de exportação mais diversificada do mundo, superado pela Coréia do Sul, Estados Unidos, Itália.
A concentração nas exportações chega a ser menor que no Japão, Canadá, China e tradicionais potências comerciais.
Para o Banco Mundial, a diversificação nas exportações brasileiras é comparável ao dos países ricos e importante para evitar a volatilidade dos mercados. Já a África e Oriente Médio estão entre as regiões mais concentradas do mundo.
Nos países do Oriente Médio, por exemplo, os cinco primeiros produtos da pauta de exportação representam 80% das vendas da região, incluindo petróleo. Angola, Iraque, Venezuela, Guine Equatorial e Sudão – todos exportadores de petróleo – estão entre os países com a pauta de exportação mais concretadas do mundo.
A entidade ainda aponta que o Brasil não é apenas um exportador de produtos agrícolas e que o setor industrial corresponde com metade das vendas nacionais.As exportações agrícolas brasileiras, contudo, sofrem barreiras significativas para entrar nos mercados estrangeiros.
No ranking que mede acesso aos mercados, o Brasil ocupa a 63ª posição entre 125 economias. Em média, o Brasil enfrenta barreiras de cerca de 12,8% para seus produtos agrícolas. O restante da América Latina sofre com apenas 6,2% de tarifas, contra 8,1% entre os países de renda média.
No setor industrial, o Banco Mundial aponta que 37,9% das exportações brasileiras contam com algum tipo de preferência que acaba eliminando barreiras.
Fonte: Jornal do Commercio
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