Archive for Junho 17th, 2008
Artigo: Meio Ambiente X Indústria X Sociedade
O contexto sócio–psicológico em que a indústria opera atualmente sofreu pronunciadas alterações em função da ampla familiaridade do público com as idéias ecológicas. As eco-catastrofes, tais como o constante vazamento de óleo dos grandes navios, são noticiadas com imagens que os modernos meios de comunicação transmitem ao mundo todo; elas dão origem a períodos passageiros de desaprovação máxima a indústria e, em conseqüência, a seus empresários.
O desmatamento, a poluição da água e do ar e problemas de infiltração do solo levaram o público a conceituar a indústria de forma extremamente negativa, percebendo-a como irresponsável ou indiferente para com o meio ambiente e, assim, indiretamente, para com os indivíduos e seus filhos.
Essa situação propõe novos problemas para seus dirigentes em relação à forma como eles devem se apresentar ao público.
Vários setores, procurando justificar práticas que foram criticadas, criaram organizações de relações públicas de porte respeitável. Um bom número de empresas tentou mostrar-se sob uma ótica mais favorável fazendo doações a grupos ambientalistas, muito embora esta atitude possa ter efeito oposto ao desejado caso os grupos beneficiados fiquem com a imagem de comprometidos ou de dependentes. Outras destinaram verbas para pesquisa ou relações com a comunidade visando à solução de problemas ecológicos específicos.
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Artigo: A Indústria de Aviação Nacional
A aviação nacional demanda vôos mais altos. O número de passageiros vem crescendo, registra-se uma elevação nas importações e exportações pelos terminais de cargas, empresas aéreas demandam novos aviões e existe a necessidade pelo estímulo à fabricação de equipamentos nacionais. Atualmente, a Embraer tem a sua capacidade produtiva aquecida, com a previsão de entregas em todo o mundo.
Segundo dados do IFB (Instituto Futuro Brasil), os indicadores econômicos nacionais atuais são positivos e indicam crescimento, analisando os últimos cem anos. Avaliando o desempenho de critérios como o PIB e a balança comercial, entende-se que o dever de casa do governo e das empresas privadas vem sendo realizado. Porém, se a dinâmica da economia brasileira pudesse ser comparada com a de outros países, entre eles os integrantes do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), fica evidente que há muito trabalho a ser feito, aumentando a oferta produtiva.
Diante dos fatos apresentados acima, qual seria o papel da aviação nacional, como um dos fatores do desenvolvimento?
Historicamente, o setor de aviação esteve nas mãos dos americanos. O predomínio da fabricação de jatos comerciais pertenceu a empresas como a Boeing, Lockheed e McDonnell Douglas. Com maior ênfase ao transporte de passageiros, a Boeing dominou o mercado entre as décadas de 60 até o início dos anos 80. Pode-se afirmar que as demais empresas do segmento operavam pelos erros da empresa dominante.
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Usineiros reclamam de falta de infra-estrutura e de mão-de-obra
Vindos principalmente do Nordeste e de São Paulo, os usineiros que se instalaram no sudoeste goiano têm no solo fértil e no clima favorável seus dois principais motivos para investir no Sudoeste de Goiás. Entretanto, enfrentam problemas como falta de infra-estrutura e de mão-de-obra qualificada.
Ericson Aparecido Marino, diretor Superintendente Agroindustrial da Usina Boa Vista, que se instalou em Quirinópolis e começa a processar sua primeira safra neste mês, diz que a topografia plana da região, ideal para realizar a colheita mecanizada, foi um fator de atração do grupo São Martinho, dono da usina, para a região.
Com a mecanização, cai o número de empregos gerados, mas aumenta a exigência sobre a qualificação do funcionário, que precisa operar máquinas com tecnologia agregada. Quando estiver operando em sua capacidade máxima, a usina moerá 3,5 milhões de toneladas – a previsão é para 2010 – e terá 2,2 mil funcionários. Hoje, tem 1,5 mil. “Cerca de 90% dos nossos funcionários foram aproveitados da região, mas nós tivemos de treiná-los”, conta.
Henrique Cruz, diretor da Energética Serranópolis, do grupo pernambucano Ipojuca, também teve de treinar os funcionários que participam da primeira fase de mecanização da usina.
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Fonte: G1
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Cana-de-açúcar invade sudoeste de Goiás e modifica perfil das cidades
Com solo fértil, sol forte e abundância de terra agricultável, o estado de Goiás pretende ser o novo celeiro da produção de etanol no Brasil. Há cinco anos, o estado abrigava 12 usinas em operação, segundo o Sindicato da Indústria de Fabricação de Açúcar do Estado de Goiás (Sifaeg).
Nesta safra, de 2008/2009, o número mais que dobrou: o estado já tem 27 usinas, e pode chegar a ter 30, dependendo da conclusão de obras de algumas unidades. Até 2012, com a agenda de inaugurações, o número deverá atingir a marca de 55 usinas em funcionamento.
Goiás, que hoje é o quarto produtor nacional de etanol. Se o ritmo de instalação de novas usinas se mantiver, deverá subir para o segundo lugar nos próximos três anos, de acordo com estimativas do Sifaeg. Esta modificação de panorama já se reflete nas cidades do sudoeste do estado, onde as usinas se instalam, e traz conseqüências como o aumento da população, geração de emprego e movimentação da economia local.
A região, que foi literalmente invadida por plantações de cana-de-açúcar, originalmente abrigava culturas como a soja, o sorgo e o milho, além da pecuária. A paisagem começou a se modificar há cerca de três anos, quando o preço dos grãos caiu muito e os produtores rurais viram na cana uma nova possibilidade de produção.
Mesmo com o fim da crise e com a alta do preço das commodities, a cultura da cana-de-açúcar mostra que veio para ficar e divide espaço com outras lavouras.
Cidades como Acreúna, Caçu, Jataí, Montividiu, Paraúna, Quirinópolis e Serranópolis, todas no Sudoeste goiano, e Itumbiara, mais ao Sul, são algumas das localidades onde a cana se instalou.
Fonte: G1
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Bovespa começou a semana com leve alta e dólar caiu ao menor patamar
A semana começou morna nos mercados brasileiros. A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) teve leve alta depois de um pregão de forte instabilidade. O dólar caiu ante o real e voltou a patamares de preço não observados desde 1999. Os juros futuros tiveram mais um pregão de alta na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F).
Em Wall Street, os índices encerraram sem tendência definida – o preço recorde do petróleo, que ultrapassou US$ 139 o barril de WTI durante a manhã, pesou sobre o humor dos investidores que não retornaram às compras mesmo depois que o preço do barril mudou de direção e encerrou o dia em baixa, a US$ 134,61. O Dow Jones caiu 0,31%. Já a bolsa eletrônica Nasdaq avançou 0,83%.
O Ibovespa oscilou entre ganhos e perdas durante grande parte do pregão. A alta nas ações da Vale garantiu fechamento em território positivo. O índice subiu 0,12%, para 67.284 pontos, com giro financeiro em R$ 7,02 bilhões, sendo R$ 1,45 bilhão referente ao exercício de opções sobre ações.
O dólar operou à parte da instabilidade externa e interna, permanecendo em território negativo durante todo o pregão. Ao final dos negócios a moeda norte-americana valia R$ 1,624 na compra e R$ 1,626 na venda, apresentando desvalorização de 0,61%. Tal preço de fechamento é o menor desde o R$ 1,59 registrado em 20 de janeiro de 1999.
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Fonte: G1
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Aço será reajustado pela terceira vez este ano
As siderúrgicas já avisaram os distribuidores que os preços do aço sofrerão novo aumento no mês que vem, o terceiro do ano. Segundo o presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Christiano da Cunha Freire, o índice médio será de 15% e deverá ser repassado a empresas de vários setores, como fabricantes de automóveis, máquinas e equipamentos, eletroeletrônicos e indústria da construção civil.
Os preços do aço já tiveram reajustes de 12% em março e de 15% em maio, justificados pelas usinas com o argumento de compensar a alta das matérias-primas no mercado global, como o minério de ferro e o carvão. Com o novo aumento, os preços do produto ficarão quase 50% acima dos valores cobrados no fim do ano passado. ?Os aumentos ainda estão corrigindo a elevação de custos das siderúrgicas?, justificou Freire.
Segundo ele, mesmo com os aumentos de preço, o aço fabricado no País ainda ficará entre 5% e 7% mais barato que o importado. ?A diferença em relação ao mercado externo abriu espaço para o novo reajuste?, observou o executivo. Além disso, a demanda por aço continua forte tanto no mercado interno quanto no externo. No primeiro quadrimestre deste ano, os distribuidores venderam 20% mais em relação a igual período do ano passado. Ao longo de 2007, o consumo cresceu 25%. De acordo com o Inda, a demanda está muito ajustada, ou seja, não falta aço, mas também não sobra produto.
Fonte: A Tarde Online
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Cotação do petróleo se aproxima de US$ 140
A cotação do barril de petróleo chegou ontem perto dos US$ 140, mas recuou durante o dia e terminou a sessão com um preço inferior ao da última sexta-feira.
Com os investidores ainda tentando analisar a promessa da Arábia Saudita de aumentar a sua produção de petróleo, o barril chegou a valer US$ 139,89 durante o dia, porém terminou o pregão em Nova York cotado a US$ 134,61, queda de 0,19% ante o valor do fechamento na sexta-feira. Em Londres, o combustível também passou dos US$ 139, mas terminou com um recuo de 0,27%, valendo US$ 133,89.
Anteontem, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, disse que os sauditas (principais membros da Opep, cartel que produz 40% do petróleo mundial) elevarão a sua produção.
Fonte: Folha de São Paulo
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Centro de importação e exportação de produtos agrícolas inaugurado em Zhuhai
Um centro de importação e exportação de produtos agrícolas destinado a servir exportadores dos Estados Unidos da América é hoje inaugurado no município de Zhuhai, limítrofe a Macau, na presença de uma delegação estadual norte-americana.
A missão, que integra 21 funcionários de departamentos de agricultura de vários estados norte-americanos, é liderada por Katy Coba, do departamento de Agricultura do Estado de Oregon.
O centro, com uma área de cerca de 75 mil metros quadrados, inclui laboratórios para análise de produtos e armazéns que podem ser usados por empresas chinesas que distribuem produtos agrícolas perecíveis.
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Fonte: Macauhub
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América Latina paga preço do subsídio à gasolina
O jornal britânico “Financial Times” afirma, em análise publicada nesta terça-feira, que o gasto dos governos com os subsídios à gasolina dá aos latino-americanos a falsa sensação de que não é preciso economizar energia.
Além disso, a alta do petróleo estaria ameaçando as contas públicas da América Latina, já que os governos estariam desembolsando mais com os subsídios.
“Dirigir nas artérias entupidas das megacidades da América latina pode ser um pesadelo, principalmente por causa do enorme volume de carros, caminhões e ônibus que tomam as ruas diariamente”, afirma o jornal, dizendo que a situação não deve mudar apesar do aumento do preço do petróleo.
“Enquanto nas últimas semanas vários governos asiáticos abandonaram os caros subsídios à gasolina, a maioria dos países latino-americanos –sejam eles produtores de petróleo, como o México e a Venezuela, ou importadores, como o Chile– permanecem comprometidos com dar proteção aos motoristas do impacto do preço mais alto do petróleo.”
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Fonte: Folha Online
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Desembarque da comporta do dique seco com nova previsão
Depois de mais de 15 dias de espera fora da Barra para entrar no porto, agora o navio chinês Zhen Hua 19, que trouxe da China a porta-batel (comporta) do dique seco, está desde sexta-feira atracado no cais do Porto Novo aguardando o início da operação de desembarque do equipamento. O entrave foi a necessidade de montagem de uma estrutura para possibilitar o acesso de carretas especiais à embarcação para a retirada das peças da comporta, que veio da China desmontada.
Como o navio não ficou no mesmo nível do cais, foi preciso construir uma rampa de saibro e aço, resistente o suficiente para suportar o peso das carretas com as peças. A expectativa da WTorre era de iniciar o desembarque das cinco peças, com peso de 400 toneladas cada, na tarde de ontem, o que não foi possível. Conforme o engenheiro Neocélio Marinho, a construção da rampa deveria ser concluída até o início da noite de ontem e a idéia é começar o descarregamento da comporta na manhã desta terça-feira.
A remoção das peças deve se estender por dois ou três dias. Após o desembarque, a comporta ficará armazenada no Porto Novo, até que o cais do dique seco esteja concluído.
Fonte: Jornal Agora do Sul
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