Archive for Junho 16th, 2008
A dois meses do pedágio, Régis continua esburacada
A rodovia Régis Bittencourt, principal elo viário entre os Estados de São Paulo e Paraná, passou às mãos da iniciativa privada há quatro meses e há dois a concessionária responsável passou a cobrar pedágio. Até agora, entretanto, pouco mudou. A estrada continua com sinalização precária, com fissuras em viadutos e pontes e buracos em diversos trechos.
É o que informa o jornalista Alencar Izidoro, nesta segunda-feira em reportagem publicada pela Folha (a íntegra da reportagem está disponível somente para assinantes do UOL e do jornal).
O leilão para concessão de parte das rodovias federais foi feito em outubro de 2007. À época trechos da Fernão Dias e a Régis Bittencourt foram arrematados pelas empresas OHL e BR Vias. O contratos foram assinados em fevereiro deste ano e, pelo acordo, as concessionárias investirão R$ 17,3 bilhões nos 25 anos de concessão das rodovias. Nos primeiros seis meses, a previsão é de investimentos de R$ 706,39 milhões.
Segundo o texto publicado na edição de hoje da Folha, a classificação da via passou de péssima para ruim no período pós-concessão. E este cenário demora a mudar no que depender do contrato firmado. O acordo prevê que a concessionária OHL equipare o pavimento da Régis às boas rodovias de São Paulo num prazo de cinco anos.
A reportagem percorreu um trajeto semelhante da Régis feito entre dezembro de 2007 e 2008. A constatação é de que as regiões mais complicadas são nas proximidades de Barra do Turvo (375 km de SP) e de Miracatu (180 km de SP).
Outro lado
Procurada, a OHL informou que parte dos trabalhos que deveriam ter sido feitos foi prejudicada por conta da chuva nos primeiros meses de gerência privada, mas que trechos esburacados foram reparados.
Fonte: Folha Online
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Interessa muito ao Brasil a conclusão da Rodada Doha
Chegou ao fim a semana considerada “decisiva” em Genebra para a Rodada Doha, a grande negociação para liberalização comercial entre os países membros da Organização Mundial do Comércio. E nada se decidiu. Os países se revezam em declarações sobre a importância de se concluir com êxito a rodada enquanto, nos bastidores, recomeça o que os diplomatas chamam de “blame game”: o jogo de acusações para apontar culpados por um eventual fracasso.
Nesta semana, os negociadores voltam a se encontrar para buscar consenso em torno do que, em verdade, deveria ser apenas o primeiro passo importante da negociação, a definição de critérios – os “métodos e modalidades” – que irão orientar os cortes nas barreiras ao comércio e nos subsídios que distorcem os mercados agrícolas.
Os governos interessados em concluir a rodada esforçam-se por um acordo até o fim de junho, para permitir uma reunião de ministros no mês seguinte, destinada a orientar os negociadores e garantir, ainda neste ano, o texto final com os percentuais e as condições da remoção de obstáculos ao comércio. Há pressa para um acordo antes da eleição presidencial nos EUA, após as quais o país terá de se afastar das mesas de negociação enquanto instala a nova equipe de governo. Sem acordo até julho, o fim da rodada será adiado por alguns anos, prevêem negociadores como o ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim.
Clique aqui e veja a notícia na íntegra.
Fonte: Valor Econômico
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Cacau principal exportação de São Tomé no 1º trimeste de 2008
São Tomé e Príncipe obteve 463 mil dólares com a venda de cacau no primeiro trimestre, valor que representou 97,8 por cento das exportações do arquipélago no período, informou sexta-feira em São Tomé o Instituto Nacional de Estatística (INE).
De acordo com o INE, registou-se uma variação positiva de 0,9 por cento na exportação de cacau de Janeiro a Março do ano em curso, relativamente aos valores nominais em dobras, a moeda são-tomense.
O INE adianta que o crescimento em valor da venda de cacau para exterior (97,8 por cento no Iº trimestre de 2008 contra 97,1 por cento no período homológo de 2007) deveu-se à melhoria da cotação internacional do produto no mercado estrangeiro.
Em termos de quantidade, observou-se uma variação negativa de 19 por cento no período em análise com a exportação de cacau a baixar de 466 toneladas em 2007 para 383 no primeiro trimestre do presente ano.
Além do cacau, São Tomé e Príncipe exportou coco.
Em termos dos compradores de cacau são-tomense, os Países Baixos lideram a lista com aquisições no valor de 185 mil dólares, seguido de Portugal com 133 mil dólares durante o período em análise.
Os principais exportadores de cacau no arquipélago de São Tomé e Príncipe são as empresas Agricom da roça Agua-Izé, ao sul de São Tomé, Sodeap, C.G.I, Bela Vista e Secabe.
Fonte: Macauhub
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Seul e Washington não fecham acordo sobre importação de gado dos EUA
Coréia do Sul e Estados Unidos não chegaram a um acordo nas negociações adicionais que estão sendo realizadas em Washington sobre a exportação de carne bovina americana para o país asiático, informa hoje a agência sul-coreana “Yonhap”.
O ministro do Comércio sul-coreano, Kim Jong-hoon, tinha previsto retomar nesta segunda-feira em Washington uma reunião com a representante de Comércio americana, Susan Schwab, após dois dias de encontros na busca de medidas para paralisar a chegada de carne de reses com mais de 30 meses, mais suscetíveis de sofrer do “mal da vaca louca”.
Neste encontro de dois dias o ministro sul-coreano propôs a sua colega americana que os exportadores americanos retiveram de forma voluntária o embarque das reses com mais de 30 meses.
Em abril, Coréia do Sul e EUA acertaram uma nova norma sanitária pela qual o país asiático reabriu seu mercado à carne bovina americana, incluindo o de reses com mais de 30 meses.
Mas, após vários protestos na rua, o presidente sul-coreano, Lee Myung-bak, se comprometeu que este tipo de carne não poderá chegar à Coréia do Sul, o que deu lugar a estas negociações adicionais.
Lee telefonou no dia 7 de junho para o presidente americano, George W. Bush, para pedir que não envie ao seu país a carne.
A grande maioria da população sul-coreana pede ao Governo que renegocie o pacto comercial com Washington.
Fonte: Último Segundo
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Baixa oferta de bovinos faz frigoríficos reduzirem abate em Mato Grosso
O baixo volume de boi gordo disponível no mercado tem feito os frigoríficos trabalharem em escalas diferenciadas para cumprir contratos e manter suas plantas funcionando. Em Mato Grosso, a redução na capacidade de abate chega a 20% e as empresas seguem reajustando-se, para não perder mercado.
De acordo com o Sindicato das Indústrias Frigoríficas do Estado (Sindifrigo), 80% dos trabalhos são mantidos, enquanto o restante permanece oscioso. Para o presidente Luis Antônio de Freitas Martins, o cenário reflete em uma maior disputa comercial das empresas. “Isto gera uma disputa comercial maior, e, beneficia o produtor. Ocasiona preços melhores aos pecuaristas”, declarou ao Só Notícias/Agronotícias. Mato Grosso possui atualmente, conforme o sindicato, 33 frigoríficos.
Desde janeiro o número de bovinos abatidos com inspeção federal tem variado. No primeiro mês do ano foram 332.991 animais. Em fevereiro, reduziu a 289.802. Em março, contabilizou 277.449 mil. Em abril, subiu a 313.707. A tendência, segundo Freitas, é que a oferta limitada permaneça nos próximos anos. “Até que haja aparição deste boi, é no mínimo três anos”, salientou ao Agronotícias.
Clique aqui e veja a notícia na íntegra.
Fonte: Só Notícias
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Exportações de madeira caem e carne despontam
A influência da queda no dólar nas negociações com o mercado externo teve reflexo nas vendas de madeira entre janeiro e maio deste ano. As exportações do produto oriundo de Sinop tiveram queda de 44% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o volume de negócios chegou a US$ 18 milhões.
Apesar deste cenário, o município ainda mantém saldo positivo com alta de 41% no volume exportado em relação a 2007. Movimentou US$ 49,1 milhões, contra US$ 34,7 milhões no ano anterior. Este fator é impulsionado pelo crescimento de outros produtos no mercado externo. Entre eles a carne. Passou de US$ 436 mil no ano passado para US$ 2,3 milhões este ano.
A soja também se destaca e lidera a lista dos mais vendidos. Foram negociados US$ 34,1 milhões, cerca de 69% do total, 46% a mais que entre janeiro e maio do ano passado.
O destino de grande parte da produção foi a Espanha, com quem o mercado sinopense negociou US$ 15 milhões. A China vem em segundo, com US$ 11,3 milhões, seguido da Bélgica, com US$ 3,8 milhões, bem menor que em 2007, quando foram US$ 8,3 milhões. Os EUA também caíram do ranking. Foi responsável por US$ 429 mil dos contratos, contra US$ 2 milhões em 2007.
Fonte: Só Notícias
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Japão e China negociam exploração em campos marítimos
O Japão informou hoje que está próximo de finalizar um acordo com a China para conjuntamente desenvolverem campos de extração de gás em águas disputadas, situadas no mar do leste chinês. A área é motivo de uma longa batalha entre os dois gigantes asiáticos. O acordo ainda prevê que o lucro obtido na produção de gás seja dividido entre os dois países.
De acordo com Nobutaka Machimura, porta-voz do governo nipônico, as negociações sobre o investimento japonês em campos de gás controlados por Pequim estão em estágio final. O país nipônico estima que as reservas tenham uma capacidade de 180 bilhões de barris de petróleo equivalente, mas há expectativa que seja encontrado muito mais petróleo e gás na região.
Em 2003, a China começou a perfurar a área, que o Japão considera ser sua própria reserva de gás. A disputa simboliza mais do que uma discussão sobre os direitos de exploração marítima de gás entre os dois países asiáticos, que buscam alternativas de abastecimento energético. A negociação diz respeito também as questões de território e soberania.
Fonte: JB Online
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Álcool sobe nas usinas de SP após 5 quedas seguidas
Após cinco quedas seguidas, o preço médio do álcool hidratado subiu 0,99% nas usinas paulistas na última semana e fechou cotado, em média, a R$ 0,6390 o litro, ante os R$ 0,6327 da semana anterior, segundo dados apurados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq).
Já o litro do anidro, misturado em 25% à gasolina, recuou pela quarta semana seguida e foi negociado, em média, a R$ 0,7672, queda de 2,59% sobre os R$ 0,7876 da última semana, de acordo com a entidade de pesquisa econômica da Universidade de São Paulo (USP). Os preços dos dois combustíveis são calculados sem impostos.
Segundo a equipe do Cepea/Esalq, as usinas reduziram a oferta do álcool hidratado durante a semana na tentativa de pressionar o preço e obtiveram sucesso. Já no caso do anidro, a oferta maior e a demanda menor resultaram na queda do preço.
Fonte: G1
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Ásia em alta após queda nos preços do petróleo
As bolsas acionárias na Ásia iniciaram a semana em alta, registrando seus maiores níveis em duas semanas, impulsionadas pela valorização do dólar no mercado de divisas internacional e pelo recuo nos preços do petróleo. Destaque para as companhias do setor de aviação e fabricantes de veículos, as mais beneficiadas nas sessões.
O índice Nikkei 225 de Tóquio subiu 2,72%, para 14.354,37 pontos. O indicador Kospi de Seul avançou 0,77%, para 1.760,82 pontos. Em Hong Kong, o índice referencial Hang Seng apontou alta de 1,94%, para 23.029,69 pontos. Já na China, o indicador Xangai Composto apresentou ganho de 0,18%, para 2.874,10 pontos.
Os investidores asiáticos acompanharam hoje o recuo nos preços do petróleo, influenciado pelas declarações de Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU. Ele afirmou que a Arábia Saudita aumentará sua produção em 200 mil barris diários em julho, em resposta à demanda dos clientes.
Nas operações eletrônicas da Ásia, o barril da commodity norte-americana encerrou o dia negociado a US$ 133,86, distanciando-se do recorde de US$ 139,12 estabelecido há duas semanas em Nova York.
Clique aqui e veja a notícia na íntegra.
Fonte: JB Online
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China torna-se importadora líquida de gasolina
A China informou hoje que passou a ser, pela primeira vez, um país importador líquido de gasolina em maio, uma vez que as refinarias promoveram o primeiro corte de processamento em cinco anos, devido às altas nos preços do petróleo bruto que afetaram seus desempenhos, já que foram obrigadas a vender o combustível nos preços fixados pelo governo.
O gigante asiático comprou 338.572 toneladas de gasolina do exterior, enquanto exportou 160 mil toneladas. As importações de diesel alcançaram 700 mil toneladas, caracterizando o terceiro mês de alta recorde. Já as importações de petróleo atingiram o décimo mês de alta consecutiva, para 2,86 milhões de toneladas.
A Sinopec e PetroChina, principais refinarias da China, estão sob forte pressão do governo para manter o abastecimento de petróleo no país. Nos últimos anos, as companhias nunca deixaram de atingir o aumento de produção estipulado, embora às vezes tenham registrado uma elevação insignificante.
De acordo com o Escritório Nacional de Estatísticas do país, o processamento de petróleo bruto caiu 1,1% em maio, para 27,78 milhões de toneladas.
Fonte: JB Online
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