Archive for Junho 9th, 2008

São Paulo ocupa 56ª posição em ranking de comércio global

A cidade de São Paulo ocupa a 3ª posição na América Latina e a 56ª no mundo em um ranking dos 75 mais importantes centros de comércio global realizado a pedido da empresa MasterCard.

Na América Latina, São Paulo fica atrás de Santiago, no Chile, e da Cidade do México, e à frente de Bogotá, na Colômbia, e Buenos Aires, na Argentina.

O Rio de Janeiro também aparece no índice, ocupando a 65ª posição global, fazendo do Brasil o único país da América Latina e Caribe e ter duas cidades no ranking.

O MasterCard Worldwide Centers of Commerce Index leva em conta sete aspectos para avaliar o papel de cada cidade no comércio global: sistema político e legal, estabilidade econômica, facilidade de fazer negócios, fluxo financeiro, centro de negócios, fluxo de criação e informação do conhecimento e o que o estudo chama de livability, que inclui qualidade de vida e acesso a serviços básicos entre outros sub-indicadores.

Clique aqui e veja a notícia na íntegra.

Fonte: Estadão

Postado Por: Newscomex – Comércio Exterior e Logística

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Dólar faz madeireiras de MT optarem por mercado interno

As oscilações da moeda americana continuam influenciando um dos principais setores econômicos de Mato Grosso – o das indústrias madeireiras – e confirmando a projeção lançada no início do ano pelos principais setores de base florestal, quanto a uma nova postura: investir no mercado interno, ao externo, tem sido a melhor alternativa.

Neste mês, o dólar tem variado entre R$1,63 e R$1,61. Já na última semana de maio, encerrou a sessão em baixa superior a 1%, na menor cotação em nove anos. O menor valor de 2008 era do dia 16 de maio, quando a divisa chegou a R$ 1,642.

Para o presidente do Centro das Indústrias Produtores e Exportadoras de Madeira do Estado (Cipem), Jaldes Langer, o aquecimento no mercado interno tornou-se notável. “O consumo aumentou devido as obras de programas governamentais e a construção civil. Com o dólar atual, a exportação tornou-se inviável”, declarou, ao Só Notícias.

Clique aqui e veja a notícia na íntegra.

Fonte: Só Notícias

Postado por: Newscomex – Comércio Exterior e Logística

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Centro-Oeste é a região brasileira que mais cresce nas vendas para Portugal

O Centro-Oeste foi a região brasileira que nos primeiros cinco meses do ano mais aumentou suas exportações para Portugal. As vendas do Centro-Oeste para o mercado português somaram até maio US$ 99,6 milhões, com um crescimento de 164% na relação com os primeiros cinco meses de 2007.

Este aumento permitiu a Portugal subir à 12ª posição entre os principais mercados de destino dos produtos da região Centro-Oeste do Brasil, cujas exportações totalizaram de janeiro a maio US$ 5,3 bilhões, com um crescimento de 49%. O peso do mercado português nas vendas do Centro-Oeste passou de 1,06% para 1,88%, indicam os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

As exportações do Centro-Oeste já eram há um ano dominadas pelo mercado chinês, que até maio pagou mais de US$ 1 bilhão pelos produtos comprados ao Centro-Oeste do Brasil. Holanda, Espanha, Rússia, França, Itália, Tailândia, Reino Unido, Japão, Hong Kong e Venezuela são os destinos para onde o Centro-Oeste ainda vende mais do que para Portugal.

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Fonte: Portugal Digitala

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Petróleo em alta e recuo em Wall Street deram o rumo para os negócios

O pessimismo e a volatilidade nos mercados internacionais contaminaram os negócios com os ativos brasileiros na sexta-feira da semana passada. A instabilidade remontou aos dias mais pessimistas do auge da crise subprime. Dessa vez, contudo, os problemas não estão exclusivamente no setor financeiro. A saúde da economia norte-americana e a íntima relação dólar/commodities deu o tom dos negócios.

Dentro da mesma semana, a percepção sobre a economia dos EUA foi da recuperação e confiança ao temor de recessão. O fraco desempenho do mercado de trabalho americano durante o mês de maio trouxe de volta o medo com quadro recessivo no país, levando os investidores a se desfazer de dólares e voltar a procurar as commodities. Resultado emblemático disso: o barril do tipo WTI bateu US$ 139 na máxima do pregão.

Os dados apresentados pelo Departamento de Trabalho dos EUA colocaram por terra a sinalização dada na terça-feira pelo presidente do Federal Reserve (Fed), banco central norte-americano, Ben Bernanke.

Com suas palavras, o dirigente do Fed tinha construído um quadro diametralmente oposto ao da sexta-feira. Ao sinalizar o final do ciclo de aperto monetário e a busca do fortalecimento do dólar, Bernanke elevou a confiança nos EUA e na moeda referência mundial, promovendo uma queda nas commodities e uma correção nos ativos relacionados. Exemplo disso é a queda de 5,4% no Ibovespa entre a segunda-feira e a quarta-feira.

De volta à sexta-feira, quando mais o petróleo subia mais o Dow Jones recuava. Ao final do dia, o índice acionário mais acompanhado do mundo apontava queda de 3,13%, a oitava maior perda da história. A bolsa eletrônica Nasdaq recuou 2,96%.

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Fonte: G1

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Suínos: Exportações têm alta em maio

As exportações de carne suína reagiram positivamente em maio, em volume e valor. O Brasil exportou 59 mil toneladas, um crescimento de 17,08% em relação ao mesmo mês de 2007. As vendas em maio totalizaram US$ 167 milhões, um aumento de 65,24% em relação a maio do ano passado, informa a Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs).

Nos cinco primeiros meses do ano, o Brasil exportou 218,9 mil toneladas, uma redução de 5,09% em comparação com igual período de 2007 (230,6 mil t). A Abipecs espera que essa tendência de queda seja revertida nos próximos meses.

Os preços médios continuam subindo: as exportações de janeiro a maio somaram US$ 560 milhões, um aumento de 26,56% em relação ao valor apurado nos cinco primeiros meses de 2007 (US$ 442 milhões). “Essa alta é essencial para o equilíbrio do produtor, que enfrenta importante elevação dos preços de milho e soja, além da já difícil questão cambial brasileira”, comenta Pedro de Camargo Neto, presidente da Abipecs.

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Fonte: PorkWorld

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OCDE pede redução urgente dos subsídios aos biocombustíveis

A medida mais urgente para conter a escalada espetacular dos preços das matérias-primas agrícolas é uma redução drástica dos subsídios aos biocombustíveis, disse nesta segunda-feira Stefan Tangermann, diretor para a Agricultura da OCDE.

“Peço urgentemente a redução do apoio aos biocombustíveis”, declarou o diretor da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômicos (OCDE) em uma conferência sobre a Agricultura em Berlim.

“É o único aspecto no qual podemos atuar rapidamente”, acrescentou.

Segundo a OCDE, os preços agrícolas, sobretudo os cereais, permanecerão elevados durante pelo menos 10 anos, e o desenvolvimento dos biocombustíveis representa um terço da alta dos preços.

O uso de terras aráveis para cultivos destinados à produção de biocombustíveis gerou uma forte polêmica.

O Brasil, segundo produtor mundial de etanol depois dos Estados Unidos, nega que sua produção – extraída da cana-de-açúcar e fabricada sem subsídios – esteja ligada à carestia de alimentos. Os Estados Unidos, que fabricam etanol a partir do milho, consideram que o aumento das matérias-primas agrícolas está vinculado principalmente à disparada dos preços do petróleo.

O tema foi debatido na reunião de cúpula da Organização da ONU para a Agricultura e a Alimentação (FAO) em Roma, mas não foram adotadas declarações ou posições concretas a respeito.

A Comissão Européia apóia a ampliação de cultivos para a produção de biocombustíveis (em particular o biodiesel extraído de plantas oleaginosas) e deseja que 10% do transporte europeu dependa destes em 2020.

Essa meta é “imperativa”, ressaltou Klaus-Dieter Borchardt, adjunto da comissária de Agricultura da UE Mariann Fischer Boel, e advertiu para a tentação de transformar os biocombustíveis no “bode expiatório” dos crescentes preços dos alimentos.

“A primeira geração de biocombustíveis é uma fase de transição necessária” e os cultivos eventualmente serão substituídos por dejetos e madeira como fontes de energia, afirmou.

Fonte: G1

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Aeroporto Salgado Filho fecha para pousos

O Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, está fechado para pousos desde as 5h54. Além da neblina, chove forte na região. O mau tempo vem prejudicando o funcionamento do terminal desde o fim da tarde de ontem. Até o início desta manhã, das 22 partidas programadas, 11 foram canceladas e 3 apresentaram atraso superior a 30 minutos. Quanto às aterrissagens, 5 das 18 foram canceladas e 3 estavam fora do horário previsto.

Ontem, nenhum avião pôde aterrissar entre 17h33 e 19h23 e das 19h53 às 21h02. As operações foram retomadas, mas acabaram sendo totalmente suspensas às 22h53. O Salgado Filho foi reaberto apenas as 2h18. Às 5h54, os pousos voltaram a ser interrompidos. Apesar de liberadas, as partidas são afetadas, já que os aviões não chegam ao aeroporto.

Na semana passada, a Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) concluiu a instalação do Instrument Landing System (ILS) categoria 2. Com o novo equipamento, que auxilia o pouso em condições de pouca visibilidade, a estatal pretende reduzir os períodos de fechamento do aeroporto por más condições meteorológicas. Segundo a Infraero, o ILS passou por teste na sexta-feira e deve entrar em funcionamento ainda nesta semana.

Fonte: A Tarde Online

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Receitas do petróleo poderão ir para fundo soberano

O governo planeja usar as receitas das jazidas petrolíferas recém-descobertas no País para criar um fundo soberano avaliado entre US$ 200 bilhões e US$ 300 bilhões, em um prazo de três a cinco anos, declarou Guido Mantega, ministro da Fazenda, em entrevista concedida ao jornal britânico Financial Times.

De acordo com Mantega, ainda nesta semana, o governo deve enviar ao Congresso um projeto de lei, para que seja aprovado pelo Legislativo em um prazo máximo de 45 dias. O novo fundo se assemelharia, em uma primeira etapa, a um fundo de estabilidade fiscal, que reservaria 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB) para dedicá-lo a uma reserva de contingência.

O fundo investiria em bônus do Tesouro, reduziria o montante da dívida do setor privado e rebaixaria a dívida pública. Além disso, ajudaria a combater a inflação, que pode alcançar 5,5% ao final de ano, de acordo com as previsões de Mantega, 1% acima da meta fixada pelo governo.

Entretanto, os economista afirmam que inicialmente não é muito provável que o fundo tenha um forte impacto sobre a inflação, pois o governo acumulou um superávit orçamentário primário de 4,5% do PIB nos 12 últimos meses, e de 6,5% no decorrer de 2008.

Mantega acredita que, após a chegada das receitas das jazidas recém descobertas, o fundo passará a cumprir novas funções, como a redução das despesas governamentais, além de afetar a taxa de câmbio do real, que se fortaleceu nos últimos anos frente ao dólar graças aos grandes superávits comerciais e à chegada em massa de capitais ao País, informou o Financial Times.

De acordo com o ministro da Fazenda, o fundo poderia servir para enfraquecer o real em virtude da compra pelo governo de divisas estrangeiras, que seriam depositadas em uma conta no exterior, e que serviriam tanto para conceder créditos aos compradores de exportações brasileiras quanto para financiar os investimentos de empresas brasileiras em outros países.

Fonte: InvestNews

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Mercados asíaticos afundam por petróleo e dados dos EUA

As principais bolsas asiáticas fecharam em queda nesta segunda-feira depois que o petróleo bateu recorde de 139 dólares o barril e números sugeriram que os Estados Unidos estão se aproximando perigosamente de uma estagflação.

“Os fatores que estão afetando o mercado, notadamente a inflação e o desaquecimento econômico, não vão simplesmente desaparecer”, afirmou Lee Young-su, analista de mercado na Daewoo Securities, na Coréia do Sul.

Dados de sexta-feira mostraram que a taxa de desemprego nos Estados Unidos teve seu maior crescimento em 22 anos, aumentando temores de uma repetição dos anos de 1970, quando um aumento na inflação coincidiu com um período de crescimento econômico estagnado.

Em sua maior alta diária, o preço do petróleo subiu quase 11 dólares na sexta-feira, dando início ao maior movimento de vendas num único dia em Wall Street desde fevereiro de 2007.

A combinação de aumento nos preços da energia e sinais de instabilidade econômica impactaram nas bolsas asiáticas, que ainda tentam se recuperar da inflação na casa dos dois dígitos em algumas partes da região.

Às 8h05 (horário de Brasília), o índice MSCI da Ásia Pacífico exceto Japão tinha queda de 0,98 por cento, aos 470 pontos.

O índice Nikkei, da bolsa de TÓQUIO, fechou com desvalorização de 2,1 por cento, sua maior queda diária em duas semanas, com exportadoras como a Canon e a Honda Motor encabeçando as baixas. A Honda cedeu 3,4 por cento enquanto a Canon perdeu 4,4 por cento devido a temores de redução de gastos pelos consumidores.

A bolsa de SEUL encerrou com baixa de 1,27 por cento, em 1.808 pontos. Os mercados financeiros na Austrália, China, Hong Kong e Filipinas não abriram por conta de feriados locais.

Em TAIWAN, o mercado caiu 1,8 por cento e em CINGAPURA a bolsa caiu 1,99 por cento.

Fonte: Estadão

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Contra crítica a etanol, Lula quer mecanização do corte da cana

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no seu programa de rádio, Café com o Presidente, afirmou que existe “uma verdadeira guerra comercial” entre os países interessados na produção de biocombustíveis e aqueles que desejam manter a dependência em relação ao petróleo. O presidente afirmou que o governo estuda junto com os empresários do setor de álcool e açúcar um contrato de trabalho que melhore a situação dos cortadores, por meio da mecanização da colheita, visando acabar com as acusações de más condições de trabalho nas plantações. Lula disse ainda que as críticas aos biocombustíveis vêm das empresas de petróleo.

“Eu acredito que os principais ataques aos biocombustíveis vêm das empresas de petróleo. Porque não existe nenhuma explicação, por exemplo, lá fora, dizer que a cana-de-açúcar está invadindo a Amazônia é um absurdo muito grande, ou seja, nós mostramos para eles que de toda a cana que nós temos, apenas 21 mil hectares de cana estão plantados perto da Amazônia”, afirmou o presidente.

O presidente também revelou que o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Luiz Soares Dulci está negociando com os empresários um contrato de trabalho para melhorar a situação dos cortadores de cana-de-açúcar.

Clique aqui e veja a notícia na íntegra.

Fonte: Estadão

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