Archive for Junho 4th, 2008
Em dia de Copom, dólar opera em alta
Após o movimento de queda registrado no último pregão, o dólar opera em alta nesta quarta-feira (4). Por volta das 9h30, a divisa americana era negociada a R$ 1,636, com valorização de 0,36%. Na abertura dos negócios, marcou R$ 1,638.
Fonte: G1
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Aeroportos do Rio operam normalmente
Os aeroportos do Rio operam normalmente para pousos e decolagens na manhã desta quarta-feira (4), segundo informações da Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária (Infraero).
O Aeroporto Santos Dumont, no Centro do Rio, não registra atrasos e cancelamentos nesta manhã, de acordo com o site da Infraero.
Fonte: G1
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Expofruit será aberta amanhã em Mossoró
Sob o tema ‘‘Nossa fruta chama atenção do mundo faz tempo’’, o evento será realizado na Expocenter, instalado no campus da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), com 330 estandes, ocupando uma área de 15 mil metros quadrados. Na sexta-feira e no sábado, será realizada uma Rodada de Negócios Nacional e Internacional, no estande do Sebrae reunindo compradores de 22 países. Entre eles, estão França, Itália, Alemanha, Espanha, Holanda, República Tcheca, Bélgica e Noruega. A expectativa dos organizadores é ultrapassar US$ 20 milhões em negócios.
Clique aqui e veja a notícia na íntegra.
Fonte: Diário de Natal
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Acordo põe Brasil e Argentina em destaque
Com o novo acordo, assinado na última semana, no ano 2013, quando Brasil e Argentina iniciarem o período de livre-comércio no segmento automotivo, espera-se que a produção conjunta dos países alcance 6 milhões de veículos – 5 milhões no Brasil e 1 milhão na Argentina.
Uma das principais cláusulas do acordo, o terceiro assinado entre os países desde 2000, é a criação de uma nova cota limite de importação, que foi estabelecida em favor da Argentina.
Atualmente, a exportação de US$ 100 em mercadoria para o outro país permite ao parceiro a importação de até US$ 195 sem pagamento do imposto de 35% sobre produtos importados. Com o novo acordo, o Brasil manterá esta cota, enquanto a Argentina a elevará para US$ 250, o que, espera-se, estimulará os investimentos no país.
Fonte: JB Online
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Cresce abertura de contas no exterior
Com o crescimento dessa demanda, o Banco BNP Paribas resolveu criar no Brasil, em janeiro deste ano, a área de cash management, gerida por Ivan Garcia. Desde então, o banco já conta com 25 a 30 clientes, oferecendo a possibilidade de abertura de contas em cerca de dois terços dos 85 países em que atua. “Nosso foco de atuação tem sido as grandes empresas, com volume de exportação e importação acima de US$ 50 milhões anual, o que corresponde ao universo de cerca de 260 companhias”, afirma Garcia.
Ele destaca que a unidade de Nova York é o principal destino dos pedidos de abertura de contas recebidos pelo banco. Segundo Garcia, há uma demanda crescente também para a abertura de contas na Ásia, com o aumento das exportações para esse mercado. Só a China alcançou no ano passado a terceira colocação no destinos das exportações brasileiras, respondendo por 7% do total exportado, que alcançou US$ 160,6 bilhões, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior.
Clique aqui e veja a notícia na íntegra.
Fonte: Gazeta Mercantil
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Margem de exportador do País sobe com crise de alimentos
Antonio Carlos Tadiotti, sócio e diretor industrial da Predilecta Alimentos, fabricante de derivados de goiaba e tomate, diz que viu os pedidos internacionais, principalmente da Europa, dispararem nas últimas semanas. Os compradores aceitam reajustes com maior freqüência, afirma. “Conseguimos recompor nossas margens”.
Denis Ribeiro, da Associação das Indústrias da Alimentação (Abia), prevê exportações de US$ 30 bilhões em 2008. Antes previa US$ 28 bilhões. Os embarques de carne suína até o fim do ano devem superar as estimativas em 25% e chegar a US$ 2 bilhões, afirma Pedro de Camargo Neto, presidente da Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carne Suína (Abipecs). Os balanços das empresas abertas revelam essa situação confortável, ao contrário do que ocorre no mercado interno.
Em Roma, na conferência da FAO, o presidente Lula atacou os subsídios agrícolas e defendeu o álcool de cana-de-açúcar.
Fonte: Gazeta Mercantil
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Brasil é campeão de juro real
A provável decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de elevar a taxa básica de juros, a Selic, hoje, vai pôr o País em uma posição isolada no ranking dos maiores juros reais do mundo (descontada a inflação projetada para os próximos 12 meses). Se a alta for de 0,5 ponto porcentual para 12,25% ao ano, como prevê a maioria do mercado, a taxa brasileira vai para 6,9% ao ano, superior à da Austrália, de 5,5%; Turquia de 5,3%; Colômbia, de 3,7%; e México, 2,6%.
Segundo ele, a surpresa deste mês foi a queda da Turquia para a terceira posição e a ascensão da Austrália para o segundo lugar. No caso turco, a taxa foi influenciada pela inflação elevada. A Austrália, que tem juros nominais de 6,9% ao ano, subiu no ranking por causa dos baixos índices de preços.
Fonte: Estadão
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Aeroportos à míngua
Segundo reportagem do jornal Valor de 26/5, a União preferiu aplicar os recursos no enxugamento do déficit das contas públicas. No governo Fernando Henrique Cardoso, o contingenciamento alcançou 51,2% das verbas do Programa Federal de Auxílio a Aeroportos (Profaa). A situação piorou muito no governo Luiz Inácio Lula da Silva, que nos últimos cinco anos reteve 78,5% dos recursos.
Os montantes que deveriam ser repassados aos aeroportos foram coletados dos usuários, sob a forma do Adicional de Tarifa Aeroportuária (Ataero). Este adicional foi criado por lei, em 1989, para aplicação em melhoramentos, reaparelhamento, reforma e expansão de instalações aeroportuárias e da rede de telecomunicações e auxílio à navegação aérea. Trata-se, portanto, de dinheiro que não poderia ser usado para outra finalidade. O adicional corresponde a 50% das tarifas aeroportuárias (embarque, pouso, permanência, armazenagem e capatazia). Desde 1992, destinou-se à constituição de fundos para o Profaa.
A infra-estrutura do transporte aéreo é constituída basicamente pelos 744 aeroportos públicos. Destes, 67 – entre os quais os principais aeroportos brasileiros, como Congonhas, Guarulhos, Galeão, Viracopos e Brasília – estão sob controle direto da Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária (Infraero).
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Fonte: O Estado de São Paulo
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Importações chinesas de cobre mantém-se altas
As importações de cobre da China podem ter superado, em maio, pelo sétimo mês consecutivo, a marca 100 mil toneladas métricas, apesar da alta dos preços e da leve desaceleração da economia, de acordo com os analistas.
“O último ano foi excepcional para as importações de cobre na China, e não esperamos que os resultados de maio sejam muito diferentes em comparação com o mesmo período do ano anterior”, disse Li Jingyuan, analista da companhia de corretagem Haifu Futures, em Xangai.
Maike Dickson, analista da empresa de investimentos Maike Dickson, declarou que as importações de cobre no período devem alcançar no máximo 120 mil toneladas, ante 121.383 registradas em maio de 2007.
A China importou 127.977 toneladas de cobre em abril deste ano, ante 126.421 toneladas registradas em março.
Fonte: JB Online
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Paraná está inserido no PND e terá recursos federais para dragagem
A inserção dos Portos de Paranaguá e Antonina na segunda fase do Programa Nacional de Dragagem (PND) foi tema da apresentação do superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Eduardo Requião, na reunião da Escola de Governo desta terça-feira (03), em Curitiba (PR). Depois de uma reunião em Brasília, na última sexta-feira (30), entre representantes da Appa e do Departamento de Planejamento Portuário do Governo Federal, os portos paranaenses foram inseridos no PND, o que garantirá recursos federais para a dragagem de aprofundamento.
A dragagem de manutenção continua sob a responsabilidade da Administração Portuária e busca corrigir as distorções ocorridas nos contratos firmados em gestões anteriores, que entre outras medidas, modificaram os volumes a serem dragados, retiraram o Porto de Antonina dos planos de dragagem e mantiveram a curvatura do Canal da Galheta que, segundo o superintendente da Appa, sempre existiu e há muito tempo vinha sendo admitida pela comunidade portuária. Todas essas alterações tiveram anuência do Tribunal de Contas do Estado e do Conselho de Autoridade Portuária (CAP) de Paranaguá.
“O atual processo para a dragagem de manutenção corrige todas as deficiências técnicas empurradas ao longo dos últimos anos. Algumas pessoas querem discutir a dragagem como se tivessem conhecimento do assunto, mas elas têm apenas a noção política do assunto. Afirmo publicamente que os dragueiros estão multiplicando seus valores por quatro e eu não pago. É impossível admitirmos que a imprensa que se diz livre defenda esses interesses. Não pagarei o indevido e os Portos não têm recursos para isso”, afirmou o superintendente Eduardo Requião.
Clique aqui e veja a notícia na íntegra.
Fonte: Último Segundo
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