Archive for Junho 3rd, 2008

Exportação de MS sobe 117% e bate recorde

As exportações de MS totalizaram US$ 260,6 milhões em maio deste ano, o que representa alta de 117,3% frente aos embarques de maio de 2007 (US$ 119,9 milhões), e 36,2% a mais que em abril deste ano (US$ 191,2 milhões).

O valor é o maior já registrado no Estado em um único mês, sendo que o índice de crescimento dos embarques é o quarto maior entre os estados brasileiros. Neste ano, as exportações de MS somam US$ 772,6 milhões, crescimento de 57,6% frente aos US$ 490,2 milhões em igual período de 2008. Neste ano, a receita já equivale a 60% do total de US$ 1,3 bilhão alcançado nos doze meses de 2007.

Fonte: Correio do Estado

Postado Por: Newscomex – Comércio Exterior e Logística

Add comment 3 Junho, 2008

Vendas externas de frango in natura têm novo recorde; no volume, no preço e na receita.

Conforme a SECEX/MDIC, em maio passado as exportações brasileiras de carne de frango in natura somaram 327,705 mil toneladas, apresentando incremento de 36,38% sobre o mês anterior, abril de 2008, e de 26,41% sobre o mesmo mês de 2007.

É o maior volume alcançado nos quase 33 anos de história das exportações brasileiras de carne de frango e, ainda, a primeira vez em que é ultrapassada a marca das 300 mil toneladas mensais do produto in natura – um resultado decorrente também – segundo o Ministério do Desenvolvimento – da recuperação de registros do mês de abril.

Também o preço médio alcançado pelo produto in natura voltou a registrar novo recorde. Continuamente crescente desde o início do ano, alcançou em maio a média de US$1.777,90/tonelada, valor quase 5% superior ao de abril/08 e 27% maior que o de um ano atrás. Em relação a maio de 2006, quando as exportações enfrentavam crise de âmbito mundial, a valorização é de 70%.

E se foram registrados recordes no volume e no preço médio, é natural que o mesmo ocorra com a receita cambial. Efetivamente, somou US$582,628 milhões e foi 43% e 60% maior que as registradas em abril passado e em maio de 2007. E além de superar em 25% o recorde anterior, de março último, acabou ultrapassando também o recorde global (carne in natura + industrializados + carne salgada) de US$555,4 milhões, alcançado igualmente em março.

Aguardam-se, agora, os dados referentes aos embarques de carne salgada e de industrializados. Mantida a média anterior dos dois itens (cerca de 11% do total de carne in natura exportada), os embarques de maio podem ter superado as 360 mil toneladas, quase o dobro do que se exportou mensalmente no segundo trimestre de 2006. Neste caso, o volume embarcado em cinco meses já terá superado o milhão e meio de toneladas.

Fonte: Avisite

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Problemas técnicos afetam circulação da CPTM

Problemas técnicos em dois trens da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) afetaram a circulação da linha 11-Coral (Luz-Guaianazes/Guaianazes-Estudantes) na manhã desta terça-feira, em São Paulo. As composições foram retiradas e o fluxo de passageiros foi controlado na estação Guaianazes entre as 7h e as 7h45, segundo a CPTM.

Os trens chegaram a operar com intervalo de 10 minutos (o normal no horário de pico é de 7 minutos). A companhia informou que às 9h30, a situação já estava normalizada.

O problema técnico acontece quase duas semanas após um trem da linha 11-Coral ter quebrado entre as estações Tatuapé e Brás. Os vagões ficaram parados durante aproximadamente quatro horas, afetando 60 mil passageiros.

De acordo com a CPTM, cerca de 10 mil pessoas desceram dos trens e seguiram a pé rumo às estações mais próximas –Brás ou Tatuapé– ou tentaram acessar a linha 3-vermelha do metrô.

No mesmo dia, seis pessoas foram presas por realizarem um protesto contra a paralisação na linha do trem, entre as estações Penha e Tatuapé.

Eles colocaram paus e pedras na linha no trem, em um local onde havia um entroncamento de três linhas. Os presos alegaram que, diariamente, os passageiros são prejudicados por paradas dos trens da CPTM.

Fonte: Folha Online

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Aeroportos de SP voltam a operar visualmente

Os aeroportos de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, e Cumbica, na região metropolitana, voltaram a operar visualmente na manhã desta terça-feira (3). O tempo ruim prejudicou a visibilidade mais cedo.

O Aeroporto de Congonhas operou apenas com o auxílio de instrumentos da abertura, às 6h, até as 9h30. Das 54 partidas programadas até as 9h, sete sofreram algum atraso, cinco estavam atrasadas no momento e três foram canceladas.

Já Cumbica voltou a operar visualmente às 9h. Até esse horário, desde a 0h, das 55 saídas programadas, três foram atrasadas, uma estava atrasada por volta das 9h30 e uma foi cancelada.

Fonte: G1

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Produção industrial avança 0,2% no mês em abril

A produção industrial brasileira subiu 0,2% em abril perante o mês anterior, com ajuste sazonal. Frente a abril de 2007, houve ampliação de 10,1%, a mais expressiva desde outubro do ano passado (10,5%). Nos quatro primeiros meses deste calendário, o avanço foi de 7,3%. Em 12 meses, o setor industrial registrou expansão de 7%, o maior ritmo de crescimento em relação à taxa do mês anterior (6,6%).

Em nota em sua página eletrônica, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) observou que a virtual estabilidade na atividade industrial, na passagem de março para abril, refletiu a maior concentração de setores que expandem a produção (16) do que os que apresentam decréscimo (11), entre os 27 ramos pesquisados.

Na passagem de março para abril, entre as indústrias com alta da produção, sobressaiu-se o setor de refino de petróleo e produção de álcool (7,3%). Em sentido inverso, foram registradas quedas em outros produtos químicos (-6,7%), bebidas (-9%) e material eletrônico e equipamentos de comunicações (-4,7%).
Clique aqui e veja a notícia na íntegra.

Fonte: G1

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Dólar abre em baixa cotado a R$ 1,62

O dólar comercial registra desvalorização no início dos negócios nesta terça-feira. Instantes atrás, a moeda estava a R$ 1,620 na compra e a R$ 1,622 na venda, declínio de 0,67%. Na abertura, marcou R$ 1,623.

No mercado futuro, os contratos de julho negociados na BM & F recuavam 0,27%, a R$ 1,632.

Ontem, o dólar comercial avançou 0,30%, a R$ 1,631 na compra e R$ 1,633 na venda.

Fonte: Só Notícias

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Produção de alimentos precisa crescer 50% até 2030

A produção mundial de alimentos precisa aumentar 50% até 2030 para atender a crescente demanda, afirmou hoje o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, durante a Conferência de Alto Nível do Fundo das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO, na sigla em inglês), que ocorre em Roma, na Itália. “O mundo precisa produzir mais alimentos.

Temos uma oportunidade histórica de revitalizar a agricultura, especialmente em países em que os ganhos na produtividade têm sido baixos nos últimos anos”, declarou.

Decisões firmes

Ban Ki-moon pediu hoje “decisões firmes” e grandes investimentos em agricultura. “Durante anos, a queda dos preços dos alimentos e o aumento da produção deixaram o mundo em uma situação de complacência”, disse. “Governos adiaram importantes decisões e negligenciaram a necessidade de investir em agricultura”, acrescentou. “Agora, estamos literalmente pagando o preço.”

Ele alertou ainda que “se não for tratada de forma adequada, esta questão pode desencadear outras crises, afetar o crescimento econômico, o progresso social e até mesmo a segurança política no mundo”.

Fonte: Último Segundo

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Brasil e árabes debatem ampliação comercial

O Brasil e os países árabes precisam aproveitar o bom momento de suas economias para ampliar suas relações em diversas áreas. A afirmação foi feita ontem pelo presidente da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Antonio Sarkis Jr., durante reunião com embaixadores árabes realizada na sede da entidade em São Paulo.

“São duas regiões prósperas, em franco desenvolvimento. Precisamos aproveitar esse momento para fazer com que as relações políticas, econômicas e culturais se fortaleçam, para continuarmos a colher resultados positivos”, afirmou Sarkis. “O Brasil é hoje um dos destaques internacionais em termos de investimentos e produção, e o mesmo ocorre com as nações árabes”, acrescentou.

O encontro entre a diretoria da Câmara Árabe e o Conselho dos Embaixadores Árabes no Brasil serviu para fazer um balanço da situação do intercâmbio econômico, das ações de promoção quem têm sido realizadas e falar sobre as tendências futuras do relacionamento bilateral.

Sarkis destacou que a corrente comercial entre o Brasil e mundo árabe, que é a soma das exportações e importações, foi de US$ 13,4 bilhões em 2007 e, de janeiro a abril deste ano, já chegou a US$ 5,3 bilhões. “Os números já são bastante significativos, mas o potencial de comércio é muito maior”, afirmou. “E esse é o nosso desafio: fazer com que os números fiquem cada vez mais próximos dos nossos sonhos”, ressaltou.

Nesse sentido, ele destacou que uma das tendências do relacionamento bilateral a partir de agora é a diversificação da pauta, ainda muito concentrada em matérias-primas agrícolas e minerais do lado das exportações brasileiras e no petróleo e seus derivados do lado árabe.

Sarkis ressaltou também que a busca por oportunidades de investimentos recíprocos deve ser aprofundada por meio da abertura de escritórios de representação e a promoção de investimentos diretos, aquisições e aplicações no mercado de capitais.

Ele espera ainda que ocorra uma maior aproximação na área de logística, com a criação de mais vôos e linhas marítimas diretas entre o Brasil e os países árabes, além do aumento do fluxo de turistas e a ampliação da cooperação bilateral nos ramos de educação, cultura, tecnologia e comunicação.

Fonte: Tribuna News

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Queda do dólar aumenta importações de bens de capital

A valorização do real em relação ao dólar resultou no aumento do déficit da balança comercial do setor de bens de capital. A afirmação é do presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Luiz Aubert Neto, que apresentou no dia 30 de maio os resultados da indústria de bens de produção no primeiro quadrimestre.

De acordo com a Abimaq, o setor importou, de janeiro a abril, R$ 2,7 bilhões a mais do que exportou. Isso representa 158% a mais que o déficit de R$ 1,1 bilhão registrado no mesmo período do ano passado.

Para Aubert, essa diferença tende a se manter nos próximos meses. “Em 2006, acumulamos déficit de R$ 500 milhões; em 2007, R$ 4,5 bilhões; e neste ano, teremos um déficit entre R$ 10 bilhões e R$ 12 bilhões”, afirmou. “Não temos como competir no mercado internacional com este câmbio, carga tributária e taxa Selic.”

Aubert se mostrou pessimista em relação às iniciativas do governo federal para conter a queda da moeda norte-americana. Segundo ele, o Fundo Soberano do Brasil, cujo um dos objetivos é ajudar na estabilização do câmbio, terá efeito limitado. “Numa primeira impressão, é um balde d’água num oceano”, avalia.

Nem a melhora na classificação do Brasil no ranking de avaliação de agências internacionais animou o presidente da Abimaq. De acordo com ele, a mudança dá condições para que grandes empresas consigam crédito a juros mais baixos no exterior. No entanto, não influencia em nada nas condições oferecidas a pequenas e médias empresas, que mais necessitam de melhorias.

Sobre a política industrial lançada pelo governo neste mês, Aubert disse que ela traz benefícios, mas não atinge o centro do problema da industria de bens de produção nacional, que é a cobrança de impostos pela compra de máquinas produzidas no país. “O Brasil é o único país que onera a compra de máquinas. Queremos a desoneração dos investimentos”, reivindicou.

Os bens de capital são os itens usados para produzir outros bens, como máquinas, equipamentos, material de transporte e construção.

Fonte: Jornal o Serrano

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Exportações do país crescem 31,5% em abril

As exportações da Índia cresceram 31,5% em abril deste ano, para US$ 14,4 bilhões, em comparação ao mesmo período do ano anterior. As exportações de pedras preciosas, jóias e petróleo contribuíram para o resultado.

A Índia registrou um aumento no embarque de bens para a Europa, Japão e algumas nações em desenvolvimento da Ásia, que compensou a diminuição da demanda norte-americana, maior mercado exportador do país asiático.

“As exportações para os Estados Unidos cresceram 9,3% nos últimos 9 meses de 2007, mais lentamente do que os 10,6% registrados no mesmo período do ano anterior”, declarou Sonal Varma, economista do Lehman Brothers na Índia.

As importações de abril no país asiático aumentaram 36,6%, para US$ 24,3 bilhões, em comparação com o mesmo mês de 2007. No ano fiscal 2007/2008, encerrado em 31 de março deste ano, as exportações da Índia cresceram 23%, atingindo US$ 155,5 bilhões, abaixo da meta anual de US$ 160 bilhões.

Fonte: JB Online

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