Archive for Maio 28th, 2008
Anac vistoria Aeroporto de Sta. Cruz
Técnicos da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) encerram hoje uma minuciosa vistoria que está sendo feita desde ontem no Aeroporto Luiz Beck da Silva, em Santa Cruz do Sul. Chamada de auditoria aeroportuária, a fiscalização de rotina é realizada com apoio do Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo (Cindacta 2) e serve para verificar as condições de uso, infra-estrutura e segurança do aeroporto. A última havia sido feita em 2001.
Pela manhã a equipe participou de uma reunião na Prefeitura, responsável pelo aeroporto, e realizou os primeiros levantamentos em Linha Santa Cruz. Com o uso de equipamentos de topografia, os presentantes do Cindacta fizeram uma avaliação de possíveis obstáculos para pousos e decolagens. À tarde, a Anac avaliou itens como condições da pavimentação e da sinalização da pista. O trabalho consiste basicamente em registros fotográficos e medições.
Um relatório prévio será apresentado no fim da tarde de hoje ao governo municipal e deverá sugerir o corte de alguns eucaliptos existentes no lado norte da pista. As árvores, de grande porte, são considerados obstáculos. O tenente-coronel André Ficht, chefe da equipe da Anac que está na cidade, adiantou que as condições do aeroporto municipal são boas, mas que recomendará melhorias no cercamento da pista. Há pontos, principalmente próximo a um dos lagos existentes na cabeceira, em que a tela nem existe mais. Segundo ele, dentro de 60 dias o relatório completo será enviado à Prefeitura, que precisará montar e apresentar à Anac um plano de execução das medidas apontadas.
Conforme o tenente-coronel, o relatório é feito com base no que existe no aeroporto. Em função disso, a Anac não chamará atenção para a necessidade do balizamento da pista, que permitiria a realização de vôos noturnos. Desde que assumiu o governo, em 2005, o prefeito José Alberto Wenzel (PSDB) vem defendendo a necessidade de melhorias no aeroporto, incluindo a iluminação da pista. Sem isso, pousos e decolagens só podem ser feitos com a luz do dia. O município já encaminhou projetos pedindo verbas federais, mas até hoje não obteve resposta.
O Aeroclube de Santa Cruz, que recebe recursos da Prefeitura para cuidar da manutenção do aeroporto, está fazendo levantamentos de custo do balizamento. Só no sistema o investimento passa de R$ 200 mil. Empresários da cidade que utilizam o transporte aéreo estariam dispostos a entrar com recursos, mas de acordo com o instrutor Alexandre Wagner, para vôos noturnos a pista precisa ter 30 metros de largura. Hoje são 1.180 metros de comprimento por 18 de largura. “Além disso, seria preciso cortar árvores existentes perto das cabeceiras e retirar as lagoas na margem”, acrescentou.
Envolvido há décadas com o aeroporto, Osmar José Hermes argumenta que, assim como as estradas, o local é um cartão de visitas de Santa Cruz e precisa de investimentos. “O balizamento da pista favorecerá, com certeza, o desenvolvimento da economia e do turismo de Santa Cruz. No dia da prova da Stock Car, no mês que vem, esse pátio estará lotado de jatinhos, mas os visitantes terão que ir embora mais cedo para conseguir decolar antes do entardecer”, disse. Segundo ele, há mais de dez anos o município repassa R$ 1,5 mil por mês para a manutenção do aeroporto, que custa pelo menos o dobro disso.
Fonte: Gazeta do Sul
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Dólar volta a operar em baixa
Acompanhe os indicadores do mercado
Na terça-feira, a cotação do dólar reagiu à saída de recursos do país e à queda de mais de 1% da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) apesar do bom humor em Wall Street, e fechou cotada a R$ 1,672, em alta de 0,72%. Em maio, a valorização acumulada é de 0,54%.
Segundo Milton Mota, operador da SLW Corretora, o mercado de câmbio local já começou a sentir a volatilidade típica do final do mês, quando os agentes disputam a formação da taxa usada para a liquidação de contratos futuros e derivativos.
Fonte: G1
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Nevoeiro prejudica vôos e transporte por barcas no Rio
As embarcações que fazem os trajetos Rio-Niterói e Rio-Paquetá também foram obrigadas a reduzir a velocidade, segundo a empresa Barcas, por conta do nevoeiro que cobria a Baía de Guanabara. Com isso, foi ampliado o intervalo entre as embarcações.
Fonte: A Tarde Online
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Projeto da Apex-Brasil busca aumentar a base exportadora
Com o objetivo de aumentar os negócios internacionais de pequenas e médias empresas em cinco mercados estratégicos, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) criou o Projeto Tradings. A ação está focada em catalogar empresas (tradings) que façam serviços de distribuição e comercialização de produtos brasileiros na China, Angola, Cingapura, Emirados Árabes Unidos e México.
Para catalogar essas empresas, a Apex-Brasil contratou a Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex), que ficou responsável pelo levantamento. A idéia é concluir o trabalho até o final de maio, quando tem início o projeto que identificará, de forma conjunta, as alternativas para potencializar os negócios das pequenas empresas nos referidos mercados.
Podem participar da iniciativa tradings que atuem em qualquer segmento da cadeia produtiva.
A empresa interessada em participar do Projeto Tradings deve enviar um e-mail para fcorreia@funcex.com.br e solicitar senha de acesso ao endereço do site (veja abaixo). Em seguida, é preciso preencher um formulário de inscrição no endereço: www.funcex.com.br/apexquest_1.asp
Mercados Prioritários
O plano de trabalho da Apex-Brasil para o período 2008/2010 inclui a priorização de alguns mercados no trabalho de promoção comercial e a definição de país “trader”, aqueles considerados porta de entrada para importantes mercados de determinadas regiões.
São eles: Argentina, Colômbia, Cuba, Peru, Venezuela, Chile (trader) e Panamá (trader) na América Latina; Noruega, Polônia, Rússia e Turquia (trader) na Europa; China, Coréia do Sul, Vietnã e Cingapura (trader) na Ásia; Canadá, EUA e México na América do Norte; Angola, Egito, África do Sul (trader) e Emirados Árabes (trader) na África.
Além de reforçar o trabalho de levantamento de informações de mercado e análise técnica, a estratégia de ação da Apex-Brasil prevê a ampliação o número de missões, feiras e encontros de negócios no Brasil e no exterior. Em 2008 está prevista a realização de 600 eventos internacionais, incluindo todas essas modalidades.
Os Centros de Negócios – localizados em Miami, Lisboa, Varsóvia, Frankfurt e Dubai – também passam por uma reestruturação, para atender melhor às necessidades de internacionalização das empresas brasileiras. Pequenos e médios empresários podem utilizar esses espaços como escritórios de negócios, showroom e centro para armazenagem de produtos. Ainda este ano serão implantados mais dois Centros: um na América Latina e outro na China.
Fonte: Apex Brasil
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EUA recebem solicitações para tratamento tarifário especial a exportadores
O Escritório Comercial dos Estados Unidos (USTR) está recebendo pedidos de empresas exportadoras interessadas em incluir seus produtos na lista de elegíveis ao tratamento tarifário especial duty-free, sob o Sistema Geral Preferências (SGP) dos EUA. Os empresários cearenses interessados em pleitear a inclusão de seus produtos podem entrar em contato com o Centro Internacional de Negócios (CIN) da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) para orientações complementares. Os pedidos de análise de produto para a revisão podem ser enviados até 18 de junho.
Segundo o superintendente do CIN/CE, Eduardo Bezerra Neto, no contexto atual de integração, negociação e de acordos multilaterais, é preciso aprender a procurar melhores condições de acesso aos nossos produtos no mercado dos EUA, nosso maior parceiro comercial. “Os mecanismos oferecidos pelo SGP são hoje um desses instrumentos que devemos aproveitar da melhor forma possível em favor das nossas exportações”, avalia.
Para ser incluso no SGP dos EUA, o produto deve obedecer a alguns critérios, como possuir alíquota de importação relevante (pelo menos 1%); não ter sido designado ainda para o SGP; o país de origem ser um dos principais fornecedores do produto para os EUA e/ou ter planos de expandir sua produção e exportação, além de o produto não estar dentro da lista de inelegíveis do SGP.
A lista de inelegíveis é composta por artigos têxteis e de vestuário (que não incluídos em 1994); relógios; calçados, malas, luvas de trabalho e vestuários de couro (que não incluídos em 1995) e artigos considerados de importação “sensível” como vidro, aço e eletrônicos.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Federação das Indústrias do Estado do Ceára
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Indústrias trocam produção nacional pela importada
A queda nas vendas de papelão ondulado, tradicional termômetro da economia do País, mostra que o crescimento da participação dos importados começa a alterar o perfil da indústria nacional. De janeiro a abril, as vendas acumularam queda de 0,6%, traçando uma trajetória inversa em relação ao varejo, que continua crescendo. Isso significa que “o papelão já deixou de ser um medidor das condições do Produto Interno Bruto há algum tempo. Muita coisa é produzida lá fora e já vem embalada”, afirma Ricardo Amoroso, presidente do Grupo Orsa, que produz papel para embalagem mas está diversificando sua linha em razão desse cenário.
Na fabricante de brinquedos Grow, os importados passaram a responder por 20% da linha de produtos. A gaúcha West Coast deverá receber nos próximos dias botas da China. Fabricante de sandálias, botas e calçados masculinos, a empresa começa a se preparar para substituir parte de sua produção com produtos asiáticos, diz Sergio Baccaro, gerente da empresa.
Para ele, esta tendência deve ser mantida no setor.
Segundo André Rebelo, do Departamento de Economia da Fiesp, pesquisa realizada pela Ipsos com 1,6 mil empresas paulistas revelou que 20% dos empresários substituíram produtos de seu portfólio por importados e 25% aumentaram a fatia de insumos comprados no mercado externo. Segundo José Velloso Dias Cardoso, vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), vários associados se tornaram importadores de máquinas, se desligaram da entidade e passaram a utilizar toda a experiência e conhecimento para se dedicar à importação e comercialização de máquinas.
Fonte: Gazeta Mercantil
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Comércio com a China aumenta 44,7 % nos primeiros 4 meses de 08
O comércio do Brasil com a China continental, Macau e Hong Kong de Janeiro a Abril cresceu 44,7 por cento em termos homólogos para 9,8 mil milhões de dólares, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
Nos primeiros quatro meses de 2008 o Brasil exportou 3,9 mil milhões de dólares para os mercados chinês e as duas regiões administrativas especiais da China e importou da China 5,8 mil milhões de dólares, segundo os dados do MDIC.
O saldo da balança comercial nos primeiros quatro meses de 2008 é positivo para a China em 1,8 mil milhões de dólares, praticamente o mesmo valor da balança em 2007.
“Em todo o ano passado o Brasil teve um saldo negativo de 1,8 mil milhões com a China”, referiu à macauhub o Secretário de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) do Brasil, Célio Porto.
Para além das exportações chinesas para o Brasil superarem as importações em valor, são também mais diversificadas.
Tanto em 2007 como nos primeiros meses do corrente ano, a soja e o minério de ferro corresponderam a mais da metade (cerca de 58 por cento) das vendas brasileiras ao mercado chinês.
De Janeiro a Abril de 2008, as exportações de soja e minério de ferro para a China somaram 2,3 mil milhões de dólares, um aumento de 23,5 por cento em relação ao mesmo período de 2007.
Os dois produtos que lideram a lista das vendas chinesas para o Brasil – partes para aparelhos de telefonia e dispositivos de cristal liquido (LCD) – representaram apenas 9 por cento do total dos quatro primeiros meses do ano (566 milhões de dólares) o que representa um aumento de 60 por cento em relação a igual período de 2007.
Fonte: Macauhub
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Adiada a votação do projeto que incentiva a modernização dos portos
Embora a discussão do relatório sobre a matéria, de autoria da senadora Kátia Abreu (DEM-TO), tenha sido encerrada após quase duas horas, os senadores não conseguiram chegar a um acordo para a votação da proposta.
Criado pela Lei 11.033/04 e extinto em dezembro de 2007, o Reporto isenta as vendas de máquinas, equipamentos, peças de reposição e outros bens, no mercado interno ou para exportação, do pagamento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), da contribuição para o Programa de Integração Social (PIS) e o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS) quando adquiridas pelos beneficiários do programa.
O Reporto beneficia o operador portuário, o concessionário de porto organizado, o arrendatário de instalação portuária de uso público e a empresa autorizada a explorar instalação portuária de uso privativo misto.
Fonte: Agência Senado
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China reduzirá tarifas de importação sobre alimentos
A tarifa de importação de carne suína congelada será reduzida de 12% para 6% e a tarifa de importação de farelo de soja e farelo de amendoim para ração serão reduzidas de 5% para 2% a partir de 1º de junho, valendo até 31 de dezembro, informou o ministério em um comunicado.
As tarifas de óleo de coco e de azeite passarão a partir de 1º de junho até 30 de setembro para 5% ambas, de 10% e 9% que valiam antes, respectivamente. As informações são da Dow Jones.
Fonte: A Tarde Online
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BHTrans recebe propostas para o transporte coletivo
O último capítulo da novela da licitação do transporte coletivo de Belo Horizonte parece estar próximo. Arrastando-se desde setembro do ano passado, o processo teve uma etapa importante cumprida com a entrega, na sede da BHTrans, das propostas técnicas de consórcios interessados em operar o sistema de ônibus da capital pelos próximos 20 anos. A partir de agora, a comissão encarregada da concorrência vai analisar, um a um, os tópicos das mais de 300 páginas das oito propostas. Na semana que vem, serão abertos os envelopes contendo os lances comerciais, para finalmente serem definidas as novas empresas responsáveis pelo serviço. O prazo final para o resultado da licitação é 19 de julho, data de encerramento do contrato atual. Os vencedores serão definidos segundo critérios técnicos (60% dos pontos) e de acordo com a oferta pela exploração do sistema (40%).
Entre os pontos a serem avaliados pela comissão de licitação da BHTrans nas propostas técnicas estão a quantidade de viagens; o menor número de veículos a circular no Centro; o limite de passageiros por metro quadrado nos ônibus; e a melhor aptidão técnica da empresa concorrente. Segundo o procurador-geral do município, Marco Antônio Rezende, com a concorrência, o usuário do sistema será o mais beneficiado. “O novo projeto será baseado em todo aprendizado dos 10 anos do BHBus, mas com melhorias na fiscalização a partir do uso de novas tecnologias”, afirma.
Os empresários vão ter três anos para instalar câmeras, GPS (sistema de posicionamento global) e um software de contagem de passageiros em toda a frota de coletivos. O objetivo do uso dos equipamentos é garantir maior segurança e possibilitar monitoramento do serviço em tempo real. Uma promessa antiga da BHTrans é instalar painéis eletrônicos nos pontos de ônibus para o passageiro saber quanto tempo falta para a chegada do seu ônibus.
Domingo
Uma novidade no funcionamento do transporte coletivo será o sistema de circulação aos domingos. Com número reduzido de passageiros e redução atual de 51% nas viagens, as novas operadoras terão de criar novos planos. “A idéia é reduzir o tempo de espera dos passageiros e equacionar os gastos em dias de demanda pequena”, afirma o procurador do município. Para isso, as rotas serão alteradas e serão criadas linhas especiais de domingos e feriados, com os coletivos percorrendo trajetos mais longos e atendendo grupos maiores de passageiros.
Fonte: Estado de Minas UAI
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