Archive for Maio 20th, 2008

Balança tem saldo positivo de US$ 2,22 BI

A balança comercial brasileira fechou a terceira semana deste mês com saldo positivo de US$ 922 milhões, diferença entre o valor exportado (US$ 5,294 bilhões) e o importado (US$ 4,372 bilhões). Com esse resultado, no mês o saldo acumulado é de US$ 2,22 bilhões. Neste ano, as exportações somam US$ 63,708 bilhões. Já as importações totalizam US$ 56,909 bilhões. O saldo comercial no ano está em US$ 6,799 bilhões, ante US$ 15,609 bilhões no mesmo período do ano passado, ou seja, 56,44% menor.

Fonte: Folha de S. Paulo

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União Européia investe mais no Brasil que na China

A União Européia (UE) investiu mais no Brasil que na China em 2007. Segundo dados oficiais de Bruxelas, os 27 países do bloco europeu investiram 7,1 bilhões de euros no mercado brasileiro em 2007, contra 1,8 bilhão de euros na China. Se somado os investimentos em Hong Kong aos da China, Pequim e Brasília praticamente empatam em termos de destino dos investimentos europeus.

O estoque de investimentos total da Europa na China é ainda bem superior ao que existe no Brasil, diante do fluxo acumulado nos últimos anos ao mercado asiático. Mas o mercado brasileiro volta a chamar a atenção dos europeus, principalmente diante do crescimento e estabilidade da economia. Em 2006, os chineses atraíram 6 bilhões de euros, além de outros 3 bilhões de euros em Hong Kong. Para o Brasil, o total de investimentos foi de 5,6 bilhões de euros. Já no ano passado, o Brasil reverteu a tendência. Só da Espanha, os investimentos somaram US$ 2,5 bilhões.

Na Europa, o Brasil se tornou, nas últimas semanas, foco de todas as atenções da imprensa econômica. Em jornais ingleses, espanhóis e franceses a economia brasileira é retratada como uma das mais atrativas, principalmente depois de ter obtido o status de grau de investimento. Apesar disso, o presidente da Associação de Bancos da Suíça, Pierre Mirabaud, alerta que grau de investimento não deve ser visto no País “como uma panacéia”.
O Brasil ainda perde para a Índia, que viu os investimentos multiplicados por dez entre 2006 e 2007, atingindo 10,9 bilhões de euros.

Já os russos receberam investimentos de 17 bilhões de euros. No Bric, portanto, o País é o terceiro mercado preferido dos europeus. Os dados da UE também revelam uma nova geografia no fluxo de investimentos. O Bric mais que dobrou seus investimentos no mercado europeu entre 2006 e 2007. Não por acaso, governos de vários países europeus acostumados a apenas comprar empresas estrangeiras reagiram surpresos com a nova tendência. Alguns dos setores chegaram a clamar pela soberania da produção européia. Juntos, os países que compõem o Bric investiram mais de 13 bilhões de euros no mercado europeu. Só o Brasil investiu quase 2 bilhões de euros, contra 9,5 bilhões de euros da Índia.

Fonte: Jornal do Comércio/RS

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Assembléia dos metroviários decide sobre greve nesta terça

O Sindicato dos Metroviários de São Paulo faz, nesta terça-feira, 20, às 18h30, uma assembléia para decidir se serão paralisadas as atividades do Metrô na capital paulista. A greve estava prevista para ser iniciada nesta segunda-feira, mas foi adiada.

De acordo com o presidente da entidade sindical, Wagner Gomes, durante a assembléia serão analisada as propostas do Metrô, que devem ser entregues à categoria na manhã desta terça-feira. Gomes destacou que “não está descartada a possibilidade de greve”.

Segundo o presidente do sindicato, caso as propostas do Metrô sejam rejeitadas, as paralisações deverão acontecer a partir do dia 26 de maio.

Entre as principais reivindicações da categoria estão o reajuste dos salários em 4,5% e o aumento de 10% na participação nos lucros da empresa. Os metroviários exigem também a recontratação dos funcionários demitidos na última paralisação, em agosto de 2007. De acordo com Gomes, as negociações com o Metrô já acontecem a mais de 30 dias.

Fonte: Estadão

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Fim de greve faz exportações e importações dispararem

O fim da greve de 56 dias dos auditores da Receita Federal, na semana passada, acabou com o represamento das mercadorias nas aduanas e fez com que a balança comercial batesse recorde histórico. As exportações somaram US$ 5,294 bilhões, com média diária de US$ 1,058 bilhão. As importações totalizaram US$ 4,372 bilhões, com média de US$ 874,4 milhões por dia.

Foram os maiores valores semanais da história do comércio exterior, segundo o MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior). O superávit foi de US$ 922 milhões.

O resultado elevou o desempenho da balança no acumulado do mês. O saldo comercial subiu para US$ 2,219 bilhões, uma alta de 15,2% em relação a maio do ano passado. Com isso, inverteu-se, momentaneamente, a tendência verificada nos últimos meses de quedas sucessivas do superávit. O saldo acumulado no ano, de US$ 6,799 bilhões, no entanto, ainda mostra queda de 55,5% na comparação com o mesmo período de 2007.

As exportações somam US$ 10,959 bilhões em maio – expansão de 60,6% ante o mesmo mês de 2007, considerando a média diária. As importações acumulam US$ 8,740 bilhões, alta de 78,5%.

Houve expansão das exportações das três categorias de produtos. Os básicos aumentaram 115,7%, por causa, principalmente, de petróleo bruto, minério de cobre e de ferro, soja e carne. Os semimanufaturados tiveram crescimento de 59,1%, por conta de celulose, ferro-ligas, ferro fundido, semimanufaturados de ferro e aço e alumínio.

Nas importações, os principais aumentos foram com adubos e fertilizantes, combustíveis e lubrificantes, automóveis e partes, cobre e suas obras e siderúrgicos.

Fonte: Diário do Grande ABC

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Santos recebe navio ro-ro capaz de levar 6 mil carros

O navio ro-ro Morning Composer, da armadora Eukor, realizou a sua primeira escala no Porto de Santos, a quarta desde o seu lançamento na Coréia do Sul, no último dia 26 de março. A embarcação é uma das maiores do gênero em operação no mundo, com capacidade para transportar até 6 mil carros.

Operação Porto prende três suspeitos na região

A Polícia Federal (PF) prendeu ontem três suspeitos de estarem envolvidos com os recentes ataques a navios na Barra de Santos. O trio foi detido durante a Operação Porto, desencadeada pela PF, com participação dos demais órgãos de fiscalização e repressão da região.

Guarujá restringe tráfego de caminhões

A Prefeitura de Guarujá proibiu ontem o tráfego de caminhões nas vias urbanas pavimentadas do município. A decisão, porém, não restringe a circulação de veículos pesados na Rua Idalino Pinês, conhecida como Rua do Adubo, e na Avenida Santos Dumont, os principais acessos aos terminais portuários da cidade.

Fonte: A Tribuna – Santos

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Passagem do trem bala deve custar R$ 130

A passagem do trem-bala que deve ser construído ligando o Rio de Janeiro a São Paulo pode sair por apenas R$ 130 para os brasileiros, uma média entre os preços atuais do tíquete de ônibus e de avião. A informação é do Secretário de Transportes do Estado do Rio de Janeiro, Júlio Lopes, com base em um estudo de mercado realizado pela empresa italiana Itauplan.

Lopes comentou o valor durante a apresentação da primeira proposta para o Trem de Alta Velocidade (TAV), pelo consórcio japonês Jorsa, formado por Mitsubishi, Mitsui, Kawasaki e Toshiba. O secretário destacou a segurança deste meio de transporte e disse acreditar que com a ligação entre Rio e São Paulo será criada uma megalópole. Também devem apresentar propostas grupos coreanos, franceses e alemães.

- O TAV, no Japão, quando registra atraso é de no máximo 18 segundos. Aqui no Brasil será uma nova maneira da população se locomover, mais segura, confortável e confiável – garantiu o secretário, acrescentando que este trará novas possibilidades de crescimento econômico nas regiões por onde o traçado passar.

Os representantes das empresas japonesas definiram, através de estudos, que a velocidade comercial máxima do TAV brasileiro seria de 320 km/h. A linha poderia operar cinco trens por hora, com oito carros, atendendo aproximadamente três mil passageiros/hora. A viagem entre Rio e São Paulo teria uma duração de 80 minutos.

O projeto deve ter investimentos entre US$ 9 e US$ 17 bilhões. Em outubro, será apresentada a versão final do estudo de viabilidade e a licitação para o início das obras deve ser realizada no início de 2009. O governo federal, um dos financiadores do empreendimento, tem pressa, pois o projeto deve ficar pronto para a Copa do Mundo de 2014, que acontece no Brasil.

De acordo com o plano de investimento em transportes para o evento, apresentado nesta segunda-feira pela ministra Marta Suplicy, serão destinados R$ 15,3 bilhões ao trem-bala.

Entretanto, um dos representantes do grupo japonês que apresentou a proposta para o trem-bala RJ-SP lembrou que o governo deve definir o traçado que será utilizado e tratar a questão da desapropriação e a licença ambiental. Só depois disso será possível calcular em quanto tempo o projeto ficará pronto.

O estudo de viabilidade está sendo feito pelo consórcio que venceu a licitação realizada pelo BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) em janeiro deste ano. Este é formado pelas empresas brasileiras Balman Consultores Associados e Sinergia Estudos e Projetos, e a inglesa Halcrow Group, que fez estudo para Eurotúnel (que liga Inglaterra e França sob o Canal da Mancha).

“Para que o Shinkansen (trem-bala) tenha sucesso no Brasil, como foi no Japão, é necessário que os usuários tenham confiança no TAV. Isso se consegue através de segurança, estabilidade e flexibilidade na operação do sistema, pontualidade, conforto, e a redução da poluição ambiental”, afirmou Massao Suzuki, vice-presidente da Mitsui no Brasil.

Para Suzuki, para o sucesso do empreendimento é importante que se explore outras receitas além da renda obtida com a venda de passagens, como shopping centers, escritórios e edifícios comerciais, hotelaria e publicidade.

Fonte: Pernambuco

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Petrobrás passa Microsoft e é a 3ª maior empresa das Américas

A Petrobrás ultrapassou a Microsoft e é hoje a terceira maior companhia das Américas em valor de mercado. Segundo levantamento da consultoria Economática, a estatal brasileira valia, no último dia 16, US$ 287,1 bilhões – US$ 7,8 bilhões a mais do que a companhia fundada por Bill Gates. Em levantamento também divulgado ontem pela Bloomberg, a Petrobrás assumiu a sexta posição entre as maiores companhias mundiais.

Para analistas, a valorização da empresa é resultado de dois fatores principais: a confirmação de reservas gigantes abaixo da camada de sal e a disparada do preço do petróleo, que culminou com reajustes nos preços da gasolina e do diesel no último dia 1º. “São notícias que tornam a Petrobrás bastante atrativa para investidores em bolsas de valores”, diz o analista do setor de petróleo da corretora Ágora, Luiz Otávio Broad.

De fato, as ações da companhia acumulam alta de 120% em 12 meses, quase o triplo dos 41% de alta do Ibovespa no mesmo período. E todas as projeções apontam para manutenção da tendência de alta. “Há grandes possibilidades de novas descobertas no pré-sal”, aponta Nelson Rodrigues de Matos, analista do Banco do Brasil Investimentos. Broad, da Ágora, informou que vai rever para cima seu preço-alvo para as ações da estatal, hoje em R$ 55 por ação.

Segundo a lista das maiores das Américas elaborada pela Economática, a Petrobrás hoje está atrás apenas da petroleira gigante ExxonMobil, dos Estados Unidos, e da também americana General Electric (GE). A líder do ranking valia, no dia 16, US$ 489,6 bilhões. Já a GE tinha um valor de US$ 320,2 bilhões. O Brasil ainda figura duas vezes na lista das 50 maiores das Américas: o 9º lugar pertence à mineradora Vale, com valor de mercado de US$ 196,4 bilhões; e o 43º é do Bradesco (US$ 67,2 bilhões).

A Petrobrás não quis comentar o assunto. Na divulgação do balanço do primeiro trimestre de 2008, no dia 12 de maio, a companhia já comemorava uma valorização em mercado financeiro muito superior às suas principais concorrentes. Na ocasião, a empresa informou que seu valor de mercado havia crescido 99% em 12 meses, variação nove vezes superior à da americana ChevronTexaco, segundo melhor desempenho no período.

“A Petrobrás tem grande vantagem comparativa com relação às outras petroleiras, pois é majoritária na região do pré-sal”, afirma Matos.

Nessa área está o projeto Tupi, com reservas entre 5 e 8 bilhões de barris de petróleo, além de uma série de reservatórios em análise, como Júpiter, onde a estatal encontrou grande reservatório de gás.

Recentemente, o diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Haroldo Lima, afirmou que um desses projetos em análise, batizado de Carioca, pode ter reservas de até 33 bilhões de barris de petróleo.

Fonte: Estadão

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Nippon Steel quer investir na mina moçambicana da Vale de Rio Doce

A Nippon Steel, a segunda maior fabricante de aço, anunciou hoje que pretende investir numa mina de carvão, em Moçambique, que a brasileira Vale de Rio Doce planeia construir por 1,4 mil milhões de dólares, de modo a obter matérias-primas, numa altura em que os preços de carvão para cozinhar aumentam.

Em entrevista, citada pela Bloomberg, Shoji Muneoka, que assumiu a presidência da empresa japonesa no mês passado, revelou que já informou a Vale, a maior exportadora de minério de ferro, do seu interesse na mina moçambicana.

Em Abril, a Nippon Steel avisou que o seu lucro líquido deverá cair para um mínimo de cinco anos, em 2008, devido ao facto de o aumento das matérias-primas não estar a ser totalmente reflectido nos clientes. Desde o arranque do ano, os preços do carvão para cozinhar já triplicaram, atingido um recorde.

“Nesta circunstância extraordinária de subida dos preços das matérias-primas, temos um grande interesse em fontes alternativas”, disse Shoji Muneoka. “Queremos investir se tivermos oportunidades”, sublinhou.

A mina moçambicana irá custar cerca de 1,4 mil milhões de dólares para construir segundo um comunicado emitido, em Outubro, pela Vale. O Jazigo de minérios poderá tornar-se no maior no Hemisfério Sul, produzindo anulamente 8,5 milhões de toneladas métricas de carvão para cozinhar e 2,5 milhões de toneladas de carvão para aquecimento, sendo que a produção poderá começar no primeiro trimestre de 2011, adianta o documento.

Fonte: Diário Econômico

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Matriz da GM nos EUA recebe ajuda brasileira

A General Motors do Brasil está enviando dividendos à matriz nos Estados Unidos, que passa por severa crise. Incluindo as operações financeiras, o grupo teve prejuízo de US$ 3,25 bilhões no primeiro trimestre.
Já a região liderada pelo Brasil obteve o maior lucro dentro da empresa, de US$ 517 milhões.

“Em tempos difíceis, investimos pesadamente no Brasil, e neste momento é a GM brasileira que está pagando dividendos”, disse o presidente mundial de operações da montadora, Fritz Henderson. Ele chegou ontem ao País para participar, hoje, da comemoração dos dez anos da fábrica de Gravataí (RS) e da marca de 1 milhão de carros produzidos na unidade.

Número dois no comando da maior montadora americana, Henderson é o segundo executivo do alto escalão da indústria automotiva a visitar o Brasil nos últimos dias. Na semana passada, o presidente mundial da Volkswagen, Martin Winterkorn, participou, em São Bernardo do Campo (SP), da inauguração de um centro virtual de desenvolvimento de carros e da cerimônia que marcou a produção de 18 milhões de veículos da marca no País. O mercado brasileiro deve bater novo recorde vendas este ano, com quase 3 milhões de unidades. Em 2007, foram vendidos 2,45 milhões de veículos.

Fonte: Último Segundo

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Braskem e Petrobras em pólo de US$ 2,5 bi

O presidente da Braskem, José Carlos Grubisich, disse ontem que a companhia vai compor grupo de trabalho com a Petrobras para definir os detalhes do empreendimento petroquímico em que ambas vão participar no Peru, cujos investimentos devem chegar a US$ 2,5 bilhões para a produção de 1,2 milhão de toneladas anuais de polietileno.

A idéia é atender ao mercado do Sudeste Asiático, além da Costa do Pacífico, especialmente os Estados Unidos. Segundo o executivo, os investimentos seriam divididos entre Braskem, Petrobras e Petroperu. A Braskem já tem programados outros US$ 3,5 bilhões para serem investidos em unidades petroquímicas na Venezuela.

Segundo Grubisich, o caixa da empresa não será comprometido substancialmente. O memorando de intenções sobre o empreendimento foi assinado no último sábado no Peru, pelas duas empresas em parceria com a Petroperu.

“Agora vamos partir para os estudos técnicos e verificar a viabilidade econômica do projeto”, disse o executivo, em entrevista após participar de congresso da indústria petroquímica, que reúne empresários e especialistas do setor no Rio de Janeiro.

Segundo ele, está entre as principais vantagens da central petroquímica no Peru o fato de o país ter acordo de livre comércio com os Estados Unidos, e por isso ficar livre dos impostos de importação naquele país. Além disso, a matéria-prima a ser utilizada é o gás natural, que tem mais vantagem econômica que a nafta.

“No Peru, o gás natural é rico em etano, o que favorece a produção petroquímica”, explicou Grubisich. Além do gás natural existente nas megarreservas de Camisea, o projeto pretende ainda utilizar gás proveniente das novas descobertas nos blocos de número 57 e 58, que estão sob concessão da Petrobras e da Repsol.

Grubisich destacou que faz parte desta etapa de detalhamento do projeto verificar a possibilidade de integração do investimento com outros dois empreendimentos de porte que estão sendo preparados no Peru, o de construção de uma planta de GNL (Gás Natural Liqüefeito) e outro de fertilizantes. “A Braskem não participa de nenhum deles, mas há condições de integração, porque pode ser utilizado o mesmo gás”, afirmou.

Fonte: Jornal do Commercio/RJ

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