Archive for Abril 18th, 2008
OceanAir vende bilhetes em 10 prestações
A companhia aérea brasileira OceanAir iniciou uma campanha promocional que permite aos passageiros parcelarem o valor das passagens em até 10 prestações, sem juros, quando o pagamento for feito através dos cartões de crédito Visa e Mastercard, em compras até ao próximo dia 15 de Maio.
A companhia espera ter um crescimento de 20% no fluxo de passageiros transportados com esta promoção.
Os clientes podem adquirir as passagens da companhia para todos os destinos brasileiros, a partir de qualquer tarifa, pelo site, agências de viagem e pela Central de Atendimento.
Além de facilitar o pagamento, a empresa tem implementado outras acções promocionais, como a recém lançada “Outono OceanAir”, válida nos meses de Abril e Maio, com descontos de até 95% para voos no Brasil.
Fonte: Opção Turismo
Postado por: Newscomex – Comércio Exterior e Logística
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Arroz bate novo recorde com receios de mais cortes nas exportações
Os preços do arroz seguiam a valorizar pelo quinto dia consecutivo, registando um novo máximo, com o mercado a temer que os cortes das exportações impostos pelos produtores como a China ou o Vietname possam ser seguidos por outros países.
Na bolsa de Chicago, o arroz subia hoje 4% para 24,235 dólares por 100 libras, o que corresponde ao valor mais alto de sempre. Esta semana, o cereal já acumula uma valorização de 16% e mais que duplicou o seu valor em relação ao ano anterior.
Países como a China, o Egipto, Vietname ou a Índia já reduziram o número de exportações para salvaguardarem o fornecimento das populações locais.
O preço generalizado das matérias-primas, nomeadamente dos cereais, tem conduzido a protestos e originado tensões sociais em vários países da Ásia e de África, com as populações a sentirem cada vez mais dificuldades.
“Mais e mais países vão ter restrições nas exportações”, concluiu um analista citado pela Bloomberg.
Fonte: Jornal de Negócios
Postado por: Newscomex – Comércio Exterior e Logística
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Carne de frango e óleo de soja impulsionam exportações no RS
As exportações da indústria gaúcha cresceram 22% no primeiro trimestre de 2008, em comparação com o mesmo período do ano passado, totalizando US$ 3,19 bilhões. Uma performance bem acima da média nacional, que registrou elevação de 12%.
Os números foram divulgados nesta quinta-feira (17) pelo presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Paulo Tigre. Esses resultados refletem o forte crescimento mundial, em especial da Argentina, que tem nos demandado máquinas, equipamentos e alimentos, afirma o industrial, lembrando que as consequências da greve dos fiscais da Receita Federal ainda não impactaram a balança comercial, o que pode acontecer nos dados de abril.
O presidente da FIERGS salientou que há preocupações daqui para a frente.
“De um lado, temos a greve nas aduanas retraindo as nossas relações internacionais. De outra parte, o derretimento do dólar traz sérias preocupações. E a essas questões soma-se ainda o recente aumento da taxa de juros, compondo um cenário que inibe a economia brasileira”, salientou Tigre.
O maior desempenho setorial nos três primeiros meses do ano foi de Alimentos e Bebidas. Suas vendas somaram US$ 927 milhões, com elevação de 47%, ante igual período de 2007. Os principais produtos foram carne de frango in natura e óleo de soja. Já Couro e Calçados embarcaram US$ 487 milhões, seguido pelo Químico, que somou US$ 414 milhões (produtos plásticos e químicos orgânicos), e Máquinas e Equipamentos, com US$ 357 milhões. Os quatro setores juntos responderam por 62% das vendas. Já as exportações globais do Rio Grande do Sul (indústria e agropecuária) geraram, no acumulado do ano, US$ 3,50 bilhões, uma elevação de 25%.
As importações de produtos industriais, por sua vez, subiram 71%, somando US$ 3,16 bilhões. As compras se concentraram em Químico (US$ 420 milhões), majoritariamente nafta para petroquímica e químicos orgânicos; Material de Transporte (US$ 381 milhões); Refino de Petróleo (US$ 316 milhões); e Máquinas e Equipamentos (US$ 228 milhões). Estes segmentos juntos representaram 40% das importações da indústria. O resultado é reflexo da forte atividade industrial no Estado, sinalizadas pelas demandas de matéria-prima para produção futura, salienta o presidente da FIERGS.
Em março, as exportações totais do Rio Grande do Sul chegaram a US$ 3,50 bilhões, um aumento de 25% em comparação com o mesmo mês do ano passado, mantendo o Estado no terceiro lugar do ranking nacional. As importações gaúchas cresceram 75% e renderam US$ 3,33 bilhões, um percentual bem acima da média brasileira (42%).
As compras gaúchas se concentraram basicamente em combustíveis e lubrificantes devido às demandas do nosso Pólo Petroquímico. Sem estes produtos, as importações teriam um desempenho mais baixo, de apenas 28%, explica Paulo Tigre. Em relação aos principais destinos, a Argentina continua liderando as compras do Estado pelo segundo mês consecutivo com 12% de participação em março, seguida por Estados Unidos (11%) e Paraguai (4%), informou a Unidade de Comunicação do Sistema FIERGS.
Exportação Global do Rio Grande do Sul (indústria e agropecuária) 1 TRIMESTRE 2008 1 – São Paulo US$ 12,45 bilhões 2 – Minas Gerais US$ 4,56 bilhões 3 – Rio Grande do Sul US$ 3,50 bilhões 4 – Paraná – US$ 3,10 bilhões 5 – Rio de Janeiro US$ 2,89 bilhões (VA).
Fonte: Último Segundo
Postado por: Newscomex – Comércio Exterior e Logística
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Governo da Argentina libera exportação de carne
O governo argentino decidiu ceder em pelo menos uma das reivindicações dos ruralistas: vai liberar as exportações de carne bovina, que estavam travadas há duas semanas, e vai aumentar a cota permitida para exportar, passando de 500 mil para 550 mil toneladas anuais. Em troca, os dirigentes das entidades rurais tiveram de assinar um acordo que garante o abastecimento doméstico com preços acessíveis. O acordo foi assinado na noite de ontem, depois de uma reunião que durou quase cinco horas com o chefe de Gabinete da Presidência, Alberto Fernández.
Fernández foi obrigado a liderar pessoalmente as negociações, que estavam à beira do colapso, após a intervenção ameaçadora do secretário de Comércio Interior, Guillermo Moreno, na última terça-feira (dia 15). O chefe de Gabinete apresentou uma proposta para tentar salvar o diálogo. Porém, o acordo não implica um grande avanço nas negociações, mas evitou o fracasso do diálogo e a possibilidade de interrupção da trégua dada pelos produtores no mês passado. O cenário de um novo locaute era quase certo até ontem, antes da reunião entre Fernández e entidades.
As exportações de carne, que estão travadas por ordem de Moreno, serão liberadas a partir da próxima segunda-feira (dia 21). Os ruralistas também conseguiram que fique de fora da nova cota de 550 mil toneladas anuais, a carne vendida em conserva, que não é consumida pelos argentinos. A cada 15 dias haverá uma reunião do setor para monitorar o andamento do acordo e para ir encontrar soluções que visem aumentar a oferta de carne no país, que consume 70 quilos anuais/por habitante. O objetivo é desenvolver uma política para o setor.
Outros produtos
As questões relacionadas ao trigo, leite e, especialmente às retenções (os impostos de exportações aplicados para os grãos e outros produtos exportados), continuarão sendo discutidas.
O governo sabe que precisa correr contra o relógio para entrar em acordo sobre todos os pontos apresentados pelos ruralistas. Caso contrário, no dia 2 de maio, se não houver uma resposta favorável ao setor, os agricultores estão dispostos a voltar ao locaute.
Fonte: AE
Postado por: Newscomex – Comércio Exterior e Logística
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Brasil será 20º exportador mundial em 2010
O secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Welber Barral, avalia que é muito factível a meta estabelecida pelo governo de as exportações brasileiras alcançarem 1,25% das vendas mundiais em 2010, o que incluirá o Brasil entre os 20 maiores exportadores. O secretário reafirmou suas convicções após a Organização Mundial do Comércio (OMC) ter divulgado, hoje (17/4), relatório anual com as estatísticas do comércio internacional em 2007 e as perspectivas para 2008.
Segundo o documento da OMC, o Brasil subiu uma posição no ranking mundial de exportadores – de 24º para 23º –, e foi responsável por 1,2% das vendas globais no ano passado. O órgão apontou que as exportações mundiais tiveram crescimento médio de 15% em 2007 em comparação a 2006, ante elevação de 16% em 2006 em relação a 2005. A previsão do órgão é que o comércio internacional aumente 4,5% em 2008 em comparação a 2007.
O crescimento das exportações brasileiras de 17% em 2007 ficou acima da média mundial de 15%, apontou a OMC. Segundo o secretário, este dado demonstra a pujança das exportações brasileiras no ano passado. “Também para 2008, a expectativa do governo brasileiro é de continuar crescendo mais que a média internacional. Nossas projeções são de um incremento de 12% sobre o valor exportado em 2007 (US$ 160,6 bilhões)”, previu o secretário.
“Para isto ocorrer, o governo implementará várias ações, no âmbito da segunda fase da política industrial, para promover exportações, diversificar ainda mais os destinos e a pauta exportadora e agregar valor aos produtos brasileiros”, finalizou Barral.
Fonte: MDIC
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Importações puxam faturamento da ABSA
A ABSA Cargo Airline teve um incremento no faturamento de 20% em 2007, o que representou US$ 244,2 milhões. De acordo com o diretor-presidente da empresa, Norberto Jochmann, este foi o segundo ano consecutivo que as importações foram responsáveis pelo bom desempenho da empresa.
No acumulado do ano passado, 58% da receita total veio das importações. Ao contrário do ocorrido com as exportações, que registraram apenas 5% de participação no faturamento da ABSA.
Segundo o executivo, as exportações não crescem no mesmo ritmo das importações devido à forte e contínua desvalorização do dólar em relação ao real. “Com isso, tornou-se muito vantajoso para o empresário brasileiro importar bem duráveis e produtos manufaturados de alto valor agregado, por um preço muito convidativo”.
Em contrapartida, o exportador brasileiro, insatisfeito com a diminuição de sua receita obtida no exterior, começa a dar preferência à colocação de seu produto no mercado doméstico. Assim, o desequilíbrio existente entre os fluxos da carga exportada e importada acabam dificultando a elaboração do planejamento operacional de vôos de nossa empresa”, relatou Jochmann.
De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, as importações nos dois primeiros meses de 2008 representaram crescimento de US$ 50,7 milhões.
Fonte: Gazeta Mercantil
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Petróleo recua para US$ 114,07 o barril em Nova York
Os contratos futuros de petróleo operam em baixa, com volume moderado de negócios e investidores aproveitando para embolsar lucros depois de uma série de máximas históricas esta semana. Segundo analistas, há poucas notícias para influenciar os preços, embora o mercado esteja de olho em relatos de possível violência militar na Nigéria.
Às 8h38 (de Brasília), em Londres, o petróleo tipo Brent com vencimento em junho caía 0,66%, para US$ 111,69 por barril. No pregão eletrônico da Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês), o petróleo com vencimento em maio recuava 0,69%, para US$ 114,07 o barril. Ontem, durante a sessão, o petróleo atingiu recorde histórico de US$ 115,54 o barril.
Os investidores também monitoram o comportamento do dólar, que se valoriza em relação ao euro e ao iene. “Os preços do petróleo podem cair até US$ 2 dos níveis atuais, mas outra máxima histórica ainda é possível no curto prazo”, disse Ryoma Furumi, da Newedge Japan.
Segundo o analista da Sucden Research, Andrey Kryuchenkov, “os investidores de petróleo também estão preocupados com a oferta apertada de gasolina nos EUA antes do verão (no Hemisfério Norte), quando a demanda por gasolina atinge o pico”.
Fonte: AE
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Volkswagen inaugura quarta fábrica na China
A Volkswagen anunciou, nesta sexta-feira, que abriu sua quarta fábrica na China, com o objetivo de atender o crescimento da demanda no país. A nova filial, com capacidade inicial para produzir 60.000 veículos, está localizada na província de Nanjing/Jiangsu, a cerca de 300 quilômetros de Xangai.
O primeiro modelo que será produzido na fábrica é o Santana Vista. A Volkswagen de Xangai modificou uma planta já existente em uma aérea de 640 mil metros quadrados para atender os padrões de qualidade e produtividade da montadora alemã.
A nova fábrica terá cerca de 1.200 empregados que estão sendo treinados nas unidades de Xangai.
A fábrica de Nanjing/Jiangsu é parte da estratégia da Volkswagen e de seus parceiros para elevar a produção em linha com a demanda do mercado, já que mais de 95% da capacidade para produzir um milhão de veículos já está sendo utilizada.
A nova unidade contribuirá para que o Grupo Volkswagen atinja sua meta de vender mais de um milhão de veículos em 2008 e de se manter crescendo nos próximos anos. A montadora vendeu mais de 910.000 veículos na China em 2007. A fábrica em Nanjing é 49ª da rede de produção da Volks.
Fonte: AE
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Gerdau contrata pré-pagamento de exportações de US$ 600 milhões
A Gerdau Aços Longos vai contratar um pré-pagamento de exportações no valor de US$ 600 milhões junto à Gerdau Açominas Overseas, braço financeiro do grupo. A transação foi autorizada hoje pelo conselho de administração.
A operação, com vencimento em três anos, terá taxa Libor de 6 meses, acrescido de um spread de 1% ao ano. O pagamento dos juros serão feitos em semestralmente, a partir do dia 16 de outubro deste ano, até 16 de abril de 2011.
Fonte: Último Segundo
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