Archive for Abril 17th, 2008
Metrô vai oferecer bicicletas em estações do centro e da Paulista
Os passageiros do metrô de São Paulo terão bicicletas à disposição em algumas estações do centro e da avenida Paulista.
Eles poderão utilizá-las de graça por um período curto estimado entre 20 e 30 minutos e terão de pagar uma tarifa de aluguel para mantê-las por mais tempo.
A proposta, inspirada numa integração bicicleta-transporte coletivo já difundida em Paris, foi acertada ontem por meio de uma parceria entre Estado, prefeitura e iniciativa privada. Os detalhes devem ser definidos dentro de duas semanas.
O objetivo, nas palavras do secretário dos Transportes Metropolitanos, José Luiz Portella, é incentivar os deslocamentos de bicicleta em pequenos trajetos da capital paulista e ajudar a descongestionar a rede de metrô na região central.
Com a medida, a expectativa é que parte dos passageiros possa evitar alguns trechos menores às vezes superlotados na malha sobre trilhos, com a opção de pegar a bicicleta e deixá-la em outras estações ou em alguns pontos de entrega.
Portella afirma que a implantação do novo sistema deverá ocorrer até julho deste ano.
O financiamento das bicicletas e a instalação de estruturas nas estações ficará inicialmente a cargo da seguradora Porto Seguro em troca da visibilidade da marca em bicicletas e estacionamentos, mas outras empresas interessadas devem ser aceitas.
Para ter acesso às bicicletas, os usuários deverão se cadastrar para obter um cartão de integração com a rede do metrô.
Além do metrô e da seguradora (que já tem um programa de oferta de bicicletas em alguns estacionamentos), a reunião que acertou parte do projeto ontem teve a participação da prefeitura -incluindo Eduardo Jorge, secretário de Verde e Meio Ambiente.
Equipes ligadas à Emurb (Empresa Municipal de Urbanização) e à Lei Cidade Limpa, que restringe a propaganda nas ruas, também estiveram no encontro para ajudar a definir as restrições legais.
Até maio, serão detalhadas as estações que terão as bicicletas, a quantidade delas à disposição, o tempo de gratuidade e a tarifa do aluguel.
O governo estadual começou a permitir no ano passado que ciclistas pudessem transportar suas bicicletas em trens do metrô e da CPTM, mas somente aos sábados (das 15h às 20h), domingos e feriados (das 7h às 20h) e com embarque sempre no último vagão.
Há outros metrôs no mundo onde essa liberação já existe há anos e vale até em dias úteis.
Em alguns lugares da Europa a utilização de bicicletas vive um boom de usuários, até como alternativa ao uso do carro.
Em São Paulo e no Brasil, muitos técnicos criticam a falta de infra-estrutura e facilidades para esse tipo de transporte (como ciclovias e bicicletários).
Segundo dados do Ministério das Cidades, existem no país 60 milhões de bicicletas uma para cada três habitantes. Mas elas são usadas só em 2,7% dos deslocamentos.
Fonte: Folha Online
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Passageiros de BH obtêm vitória na Justiça
Passageiros do transporte coletivo de Belo Horizonte conseguiram, esta semana, uma importante vitória na Justiça. A BHTrans e o município foram condenados a manter, pelo prazo mínimo de 30 dias, o número de viagens pagas antecipadamente pelos usuários do cartão eletrônico e do vale-transporte do sistema BHBus. A sentença da 4ª Vara de Feitos da Fazenda Pública Municipal ainda determina o reembolso dos valores pagos a mais, pelos portadores dos cartões, em função dos reajustes ocorridos desde 2005. A decisão, dada em primeira instância, está sujeita a recursos.
Segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), a condenação foi motivada por uma denúncia do Ministério Público (MP), feita em 2005, de que os passageiros que usam o cartão eletrônico são prejudicados no caso de reajuste das passagens. Isso ocorre porque o valor da carga do cartão corresponde a um certo número de viagens e, em caso de aumento do preço, o total de viagens é reduzido. O MP entende que “há arrecadação antecipada sem prestação da totalidade do serviço contratado”.
Em sua decisão, o juiz Renato Luís Dresch determinou, com base na Lei Federal 7.418/86, que o cartão vale-transporte mantenha o valor de compra por pelo menos 30 dias, a partir da data da aquisição, “período em que deve ser trocado por créditos relativos à nova tarifa, sem prejuízo ao usuário”. A sentença agradou aos passageiros. “Eu tomo de sete a 10 ônibus por dia para fazer meu trabalho. Essa mudança deve trazer economias para a empresa, o que também é importante para os funcionários”, disse o office-boy David Tadeu Ferreira, de 19 anos.
Em nota, a BHTrans informou que o setor jurídico da empresa ainda não teve acesso aos autos para analisar a sentença como um todo, e que, desde 2005, antes de qualquer reajuste da tarifa de ônibus, o sistema de bilhetagem já possibilita os usuários a complementarem os créditos adquiridos antes do reajuste, com o mesmo percentual de reajuste da tarifa.
Questionamento
Na ação judicial, o Ministério Público requereu a proibição de qualquer aumento nas tarifas do transporte público “até que o sistema de bilhetagem eletrônica esteja preparado a garantir a efetividade do serviço contratado”. O MP ainda pediu que o cartão eletrônico e o vale-transporte pagos antecipadamente fossem mantidos por 12 meses. No entanto, o juiz entendeu que esse prazo “excede os limites anunciados”, já que as passagens costumam ser adquiridas mensalmente.
No decorrer do processo, a BHTrans defendeu a importância do sistema eletrônico, alegando que o processo aumenta a segurança, pois o passageiro leva consigo menor quantia em dinheiro. A empresa ainda declarou que “usou como paradigma o valor dos créditos da telefonia celular, que não têm garantido o número de créditos no caso de aumento das mensalidades. Sobre essa alegação, o juiz Renato Dresch considerou “infeliz” a comparação da BHTrans, já que “as empresas telefônicas são, ao lado dos planos de saúde, os maiores vilões na violação aos direitos do consumidor.
Fonte: Estado de Minas Uai
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Expresso Araçatuba oferece nova opção de transporte para clientes internacionais
Com aquisição de carretas Sider, empresa passa a oferecer uma solução mais completa em transportes dentro da América do Sul
O Expresso Araçatuba, líder no transporte rodoviário de cargas nas regiões Centro-Oeste e Norte, e nas principais rotas da América do Sul, oferece uma nova opção de transporte com a aquisição de 30 carretas do tipo Sider, voltadas exclusivamente às rotas internacionais. Com isso, a empresa, que participa entre os dias 15 e 17 de abril da feira Intermodal, disponibiliza aos clientes da América do Sul soluções adequadas às suas necessidades. Além de transportes com carretas Sider, a empresa desenvolve suas atividades com semi-reboques abertos e baús, e também a modalidade aérea.
Os Siders oferecem a possibilidade do acesso à carga pelas laterais, o que acaba sendo um diferencial no transporte internacional. “As carretas do tipo Sider são amplamente utilizadas nos Estados Unidos e na Europa, tornando-se um padrão em transportes rodoviários internacionais”, explica Geraldo J. F. Corrêa, diretor de Vendas do Expresso Araçatuba.
As novas carretas têm capacidade de 105 m3 sendo indicadas para quaisquer tipos de mercadorias e principalmente para operações que requerem agilidade, possibilitando descarregamento no destinatário sem o uso de plataformas. “Com essa opção, o Expresso Araçatuba oferece a melhor solução de acordo com as peculiaridades de cada transporte. E o cliente só tem a ganhar com isso”, completa Corrêa.
Sobre o Expresso Araçatuba
Com mais de 50 anos de atuação, o Expresso Araçatuba é líder no transporte rodoviário de cargas nas regiões Centro-Oeste e Norte, e nas rotas internacionais da América do Sul. São 40 filiais, 9 postos avançados, mais de 800 veículos próprios e 3.300 colaboradores diretos e indiretos, com capacidade para movimentar 2.500 toneladas diariamente, carregando ou descarregando mais de 200 veículos simultaneamente.
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Raul Fagundes Neto, raul.fagundes@medialink.com.br
Andréa Farias, andrea.farias@medialink.com.br
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Fonte: Assessoria de Imprensa
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GM reagrupará suas oito marcas na América do Norte
A GM (General Motors) anunciou nesta quarta-feira uma reestruturação para suas oito marcas na América do Norte, que a partir de 1º de junho ficarão agrupadas em quatro divisões para reduzir a complexidade da empresa.
Cadillac, Hummer e Saab ficarão agrupadas sob a divisão Premium, enquanto Buick, Pontiac e GMC formarão a divisão BPG. Chevrolet e Saturn permanecerão como divisões separadas.
A GM indicou que a nova organização melhorará a rentabilidade e reduzirá sua complexidade.
“Essas mudanças foram desenhadas para melhorar todas nossas marcas e conseguir canais rentáveis tanto no nível de vendas individuais como frotas”, disse o presidente da GM na América do Norte, Tróia Clarke.
“Estamos tornando ainda mais eficiente a organização para reduzir a complexidade, alinhar os recursos para melhorar a experiência do consumidor e melhorar os resultados empresariais finais”.
Além do agrupamento das marcas, a GM fez mudanças em sua equipe diretora.
Renovação
Ed Peper foi nomeado vice-presidente para a América do Norte na divisão Chevrolet e Susan Docherty como vice-presidente da divisão Buick-Pontiac-GMC. Além disso, Mark McNabb ocupará o cargo da unidade Premium enquanto Jim Bunnell será o diretor-executivo do Grupo de Apoio.
McNabb começará a trabalhar para GM a partir de 21 de maio depois de deixar a Nissan, onde ocupou o posto de vice-presidente corporativo da Infiniti, a marca de luxo da fabricante japonesa.
Os quatro dependerão de Mark LaNeve, vice-presidente de vendas de veículos para a América do Norte.
LaNeve afirmou que McNabb, com “sua experiência na Mercedes e Infiniti, além da Nissan, o tornam especialmente capaz para este novo posto como vice-presidente das marcas de luxo”.
A GM quer que a nova organização reduza a concorrência entre suas marcas pela mesma clientela.
Fonte: Folha Online
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Megaportos de Eike custarão US$ 3,3 bi
A LLX, companhia de logística do Grupo EBX, controlado pelo empresário Eike Batista, anunciou ontem investimento de US$ 3,3 bilhões na construção de três portos na região Sudeste, todos com capacidade para receber navios de grande porte com calado de 18 metros. “Serão portos que sustentarão o crescimento do Brasil. Não queremos tomar carga de nenhum outro terminal. Seremos uma alternativa”, disse o presidente da empresa, Ricardo Antunes. O executivo afirmou que 70% dos recursos estão garantidos com financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do Bradesco.
Dois terminais no Rio, batizados de Porto Açu e Porto Sudeste, exigirão investimentos de US$ 1,3 bilhão. O maior de todos, chamado de Porto Brasil, será construído em Peruíbe, litoral paulista, a 70 quilômetros do maior terminal do País, o Porto de Santos. Peruíbe abrigará um megaporto de US$ 2 bilhões numa área de 500 mil m. Ficará numa ilha artificial com 11 berços de atracação e terá calado de 18,5 metros de profundidade. “Já iniciamos o processo para o pedido de licença ambiental. Estimamos que no máximo em um ano e meio possamos iniciar as obras”, afirmou Antunes. A previsão é de que as obras estejam concluídas em 2012.
O Porto Brasil, que receberá carga por rodovia e ferrovia, exigirá a reativação dos trilhos às margens da rodovia Padre Manoel da Nóbrega. O megaporto terá capacidade de movimentação anual de 20 milhões de toneladas de minério, 3,2 milhões de TEU (contêiner de 20 pés), 7,5 milhões de metros cúbicos de granéis líquidos, em especial etanol, 30 milhões de toneladas de granéis sólidos e 10 milhões de toneladas de fertilizantes. “Acreditamos que este porto será a melhor alternativa para os alcooldutos que serão construídos”, completou Antunes.
Fonte: Gazeta Mercantil
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Trem apresenta problemas técnicos durante trajeto no Rio
Um dia após a circulação de trens ficar suspensa por mais de uma hora, uma nova pane atrasou a viagem de um trem que seguia para a estação de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Desta vez, a composição, que partiu da Central do Brasil, no Centro da cidade, apresentou problemas técnicos por volta das 18h36 desta quarta-feira (16) e precisou fazer uma parada de emergência.
Segundo a SuperVia, o trem ficou parado a 50 metros da estação de Deodoro, no subúrbio da cidade. Os passageiros não precisaram desembarcar durante a manutenção. Depois de vinte minutos, a situação voltou ao normal.
A SuperVia esclareceu ainda que a circulação de trens não foi afetada em outros ramais.
Secretário faz vistoria nas barcas
O secretário estadual de Transportes, Júlio Lopes fez, nesta quarta-feira (16), uma vistoria nas barcas na Praça XV, no Centro do Rio, e em Niterói, Região Metropolitana.
Na noite de segunda-feira (14), a barca que seguiria para Niterói às 19h quebrou. Os passageiros foram obrigados a sair e seguiram viagem apenas 25 minutos depois. Na terça-feira (15), um outro atraso também causou tumulto na estação da Praça XV.
Na visita, o secretário contou que ouviu reclamações de quem usa o meio de transporte todos os dias. Depois de constatar os problemas, ele disse que vai reforçar a fiscalização.
Por causa da quantidade de reclamações, a Assembléia Legislativa (Alerj) criou uma comissão especial para fiscalizar o transporte aquaviário. Os deputados informaram que vão entrar com uma representação no Ministério Público para exigir que a concessionária Barcas S.A. melhore a qualidade do serviço prestado.
A Barcas S.A. informou que vai tomar providências para melhorar a segurança dos passageiros e vai fazer uma reestruturação para evitar atrasos.
Fonte: G1
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Aeroporto fecha, cancela vôo e passageiros se exaltam
O Aeroporto Intermacional de Campo Grande ficou fechado por 20 minutos na manhã desta quinta-feira, provocando o cancelamento de um vôo e exaltação de vários passageiros. O 7461 da Gol, que vinha da Bolívia e seguiria para Guarulhos (SP), foi cancelado por falta de teto para pouso. O vôo sairia às 7 horas.
Porém, entre 6 e 6h20 o Aeroporto ficou fechado e a companhia informou os passageiros que a aeronave que estava na Bolívia não teria combustível suficiente para ficar sobrevoando Campo Grande até que o Aeroporto abrisse para pouso.
A jornalista Andréia Araújo é um dos passageiros que ficou sem o vôo. Ela relata que houve gritaria e até passageiro chorando. “O problema é que o próximo vôo da Gol com esse destino será apenas às 18 horas”, explicou. Outro passageiro, que ficou exaltado e chegou a gritar, reclamou da situação. “É uma palhaçada. Era visível que o aeroporto não estava fechado”, disse.
O vôo 5410 da Trip que estava previsto para seguir 5h15 para Curitiba (PR) somente decolou às 6h40. Neste caso, segundo informações da Infraero, o atraso foi por conta do tempo fechado no Paraná.
Fonte: Campo Grande News
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