Archive for Abril 11th, 2008
Bahia representa 58% das exportações do Nordeste
As exportações da Bahia já representam 58,12% de todas as vendas do Nordeste para o exterior. Entre janeiro e março de 2008, o estado exportou US$1,959 bilhão, enquanto a região inteira alcançou a marca de US$3,372 bilhões. Descontando o volume das importações no trimestre, US$1,672, o saldo da balança comercial ficou em US$287 milhões. Mesmo com a valorização da moeda brasileira, as vendas subiram no setor do petróleo, químico, siderúrgico e celulose, principais segmentos da indústria baiana.
Nos três primeiros meses de 2008, o estado vendeu 26,45% a mais, na comparação com o mesmo período do ano passado. A taxa foi bem acima da média nacional, cujo incremento foi de 13,79% no trimestre. Também superou o crescimento registrado na região Nordeste, que apresentou alta de 10,92%. A participação da Bahia em relação ao país, no entanto, ainda é baixa, não ultrapassando de 5,07%.
Para os economistas, o bom desempenho das exportações baianas se deve muito mais a fatores externos, como a alta de preços no mercado internacional dos produtos produzidos no estado. “Hoje estamos com uma exorbitante valorização de commodities como minerais, químicos e alimentos”, afirmou Reinaldo Sampaio, coordenador de comércio exterior da Federação das Indústrias da Bahia (Fieb). O resultado, na opinião do economista, só não é melhor porque as importações somaram US$1,672 bilhão, um crescimento de 25,14%.
O argumento é reforçado quando analisadas as exportações da Petrobras. A empresa ampliou em 15% o volume de óleo combustível exportado em relação ao primeiro trimestre de 2007. No entanto, o valor das operações saltou de US$155 milhões no ano passado para US$342 milhões em 2008, uma elevação de 120%. “O resultado me deixa otimista, pois mostra que temos potencial para crescer, mas ainda temos uma produção muito concentrada”, alertou Sampaio. As seis principais empresas exportadoras do estado venderam juntas US$1,295 bilhão, cerca de 66% do total das exportações baianas.
Além do óleo combustível, os produtos mais exportados foram a pasta de celulose (US$268 milhões), cátodos de cobre (US$202 milhões) e automóveis (US$127 milhões). As empresas que mais venderam para fora do país foram a Petrobras (US$366 milhões), Caraíba Metais (US$268 milhões), Braskem (US$211 milhões), Suzano Papel e Celulose (US$199 milhões) e Veracel Celulose (US$105 milhões).
O destaque negativo ficou por conta do café, com uma queda de 20,23% nas exportações. No entanto o resultado foi minimizado por João Lopes Araújo, presidente da Associação dos Produtores de Café da Bahia (Assocafé). “Isto reflete apenas uma situação de momento. Estamos esperando o dólar se recuperar um pouco para comercializar a safra”, explicou.
Estados Unidos são principais compradores
O principal destino dos produtos produzidos na Bahia continua sendo os Estados Unidos, que compraram 24,34% das nossas exportações, o equivalente a US$477 milhões. A participação é 60% maior que no mesmo período do ano passado. Quem também ganhou mais espaço na pauta de exportações das empresas baianas foi a Holanda (+63,64%), China (+65,17%), Itália (+101,86%) e França (+126,04%). Os produtos produzidos na Bahia perderam espaço nos mercados britânico (-55,43%) e venezuelano (-17,33%).
O Chile, que importou apenas US$31 milhões em produtos baianos, saiu ganhando nos três primeiros meses do ano, pois conseguiu vender para o estado quase US$270 milhões, sendo o principal fornecedor da Bahia, com participação de 16,14%. Quase todo o volume foi de minério de cobre, direcionado para a fábrica da Caraíba Metais. O segundo maior fornecedor foi a Argentina, com 15,33% e volume de US$256 milhões.
Empresas que mais exportam
Empresa Exportações (US$) (%)
01 PETROBRAS 366.956.044 18,73
02 CARAÍBA METAIS SA 268.076.352 13,68
03 BRASKEM 210.755.910 10,75
04 SUZANO PAPEL E CELULOSE 199.178.057 10,16
05 FORD 144.213.416 7,36
06 VERACEL CELULOSE 105.747.788 5,40
07 CONTINENTAL DO BRASIL 39.844.849 2,03
08 PIRELLI PNEUS 24.439.535 1,25
09 BUNGE ALIMENTOS 24.266.240 1,24
10 RIO DOCE MANGANÊS 24.045.266 1,23
Fonte: Correio da Bahia
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Mato Grosso eleva exportações em 37%
Mato Grosso comercializou US$ 1,2 bilhão com o comércio exterior, no primeiro trimestre. O volume é 37% superior ao mesmo perído do ano passado, quando movimentou US$ 927 milhões, 10% menos em relação a 2006. Março superou com o maior volume de vendas, fechando em US$ 572 milhões. Em seguida ficou janeiro, quando foram negociados US$ 439 milhões.
Holanda, Espanha e China foram responsáveis por quase 50% das compras. Somente o mercado holandês foi responsável por 21% do montante, equivalente a R$ 280 milhões. Também estão na lista de maiores compradores Tailândia, Reino Unido e Itália.
A soja em grão continuou sendo o carro chefe. Foi responsável por 38% das vendas e movimentou US$ 493 milhões nos três meses, volume 20% superior ao ano passado. Outro produto destaque é a carne, que correspondeu por 13% do montante. Somente a carne desossada de bovino movimentou US$ 136 milhões.
Outro produto que vem se destacando é o milho, responsável por 8,8% do volume exportado, equivalente a US$ 112 milhões.
Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior.
Fonte: Só Notícias
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Greve atrasa liberação de US$ 1 bi no porto de Paranaguá
A greve dos auditores da Receita Federal já atrasou o despacho de mercadorias avaliadas em US$ 1 bilhão no porto de Paranaguá, segundo o sindicato da categoria. O valor equivale a cerca de 10% do faturamento anual do terminal e abrange cargas que ainda aguardam liberação ou que já foram despachadas, com atraso de até duas semanas, por meio da operação padrão adotada pela categoria, que completa hoje 24 dias de paralisação.
O setor mais afetado pela greve é o de importação, que acumula US$ 800 milhões em mercadorias que tiveram o desembaraço estendido além do normal.
Sem poder escoar em grande escala, o setor de logística enfrenta problemas. O pátio de contêineres do porto está sempre lotado à espera da análise aduaneira dos auditores. O pátio é administrado por uma empresa privada, o TCP (Terminal de Contêineres de Paranaguá), que informou, por meio de sua assessoria, que não se manifestaria sobre os efeitos da greve na movimentação de cargas.
“A situação ficará ainda pior quando a greve acabar. Por causa dela, as empresas não estão trazendo carga para o porto. Quando acabar, vai ter muita fila por aqui”, afirmou o caminhoneiro Mário Guilherme, 48, que acabava de chegar com um contêiner sem saber quando estaria autorizado a descarregá-lo. Ao menos 50 caminhões aguardavam, ontem à tarde, no lado de fora do pátio, para entrar com seus contêineres.
No mar, repete-se a situação de acúmulo e espera. Cerca de 40 navios estão fundeados na costa do Paraná à espera de vaga para atracar em Paranaguá e no porto de Antonina.
A direção da delegacia sindical de Paranaguá do Unafisco (Sindicato Nacional dos Auditores da Receita Federal) reconhece que parte das embarcações está sendo afetada pela greve, mas também atribui o acúmulo de navios a outros motivos, como fatores climáticos e o tempo que cada navio leva para completar as operações de embarque e desembarque.
Devido à greve dos auditores, a Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná) conseguiu uma liminar na Justiça Federal de Paranaguá para que os auditores analisem em prazo máximo de cinco dias as cargas de empresas filiadas a sindicatos ligados ao sistema Fiep. A liminar atende 96 entidades patronais que representam cerca de 30 mil indústrias do Estado. O Unafisco diz que já foi comunicado da decisão e está cumprindo a determinação judicial. No setor de embarque de grãos, apesar de greve de estivadores, os carregamentos continuam normais, já que há mercadorias estocadas nos silos, segundo a assessoria do porto.
Fonte: Folha Online
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Metrô de SP define desapropriações para obra da Linha 5
Uma galeria com 20 lojas, um prédio pertencente a um banco e uma concessionária de veículos, além de dezenas de pequenos comerciantes, terão de deixar a região da Avenida Adolfo Pinheiro, em Santo Amaro, Zona Sul de São Paulo, para dar lugar à futura Estação Adolfo Pinheiro do Metrô, na extensão da Linha 5. A estação deve estar pronta e operando em 2010. Nas desapropriações, o Metrô vai gastar R$ 90 milhões.
O mapa que mostra os imóveis que serão desapropriados na região prevê a desocupação total de quase dois quarteirões inteiros nos trechos iniciais da Adolfo Pinheiro, entre as Ruas Isabel Schmidt, Padre José de Anchieta, São Benedito e Antônio Bento.
O Metrô disponibilizou em seu site toda a lista das desapropriações na zona sul. São 147 unidades, que somam uma área de 40 mil metros quadrados. Vão ficar de fora apenas a Santa Casa de Santo Amaro – que futuramente será vizinha da estação – e um grupo de lojas entre as Ruas Isabel Schmidt e a São Benedito.
Dois outros pequenos grupos de imóveis, um deles na Avenida Adolfo Pinheiro com o Largo 13, no cruzamento com a Rua Voluntário Delmiro Sampaio, e outro no cruzamento da Adolfo Pinheiro com a Rua Conde de Itu, também terão de ser desocupados. Nos dois locais, serão escavados poços que darão acesso às obras e aos túneis. O traçado da linha passará bem embaixo da Avenida Adolfo Pinheiro.
Fonte: G1
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Embratel quer operar TV por assinatura via satélite
A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) poderá analisar na semana que vem, na próxima reunião de seu conselho diretor, um pedido da Embratel para operar TV por assinatura via satélite (DTH, “Direct to Home”).
Não há impedimento regulatório para que a empresa obtenha a autorização, que custa aproximadamente R$ 470 mil e vale para todo o país. Procurada, a Embratel não informou que serviços pretende oferecer quando obtiver a autorização.
Hoje, a Embratel, que pertence ao grupo mexicano Telmex, do empresário Carlos Slim, está no mercado de TV por assinatura em parceria com a Net. Juntas, as duas empresas oferecem pacotes com telefonia fixa, TV por assinatura (cabo) e acesso à internet em banda larga.
O serviço de TV por assinatura via satélite (DTH), que representa 33% do setor, pode ser oferecido nacionalmente, como é o caso da Sky. As TVs a cabo (fios) têm 62% do mercado e dependem de concessões para as cidade em que pretendem operar –é o caso da Net. Outra alternativa tecnológica para chegar ao cliente é o MMDS (microondas), que tem 5% do mercado e é usado, por exemplo, pela TVA. O serviço de DTH tem dez operadores no Brasil.
Em março de 2007, a Anatel havia autorizado a Telefônica a oferecer TV por assinatura por meio de satélite.
Lei
Atualmente, as concessionárias de telefonia fixa estão proibidas de oferecer TV por assinatura usando suas redes de fios já instalada.
De acordo com a Lei do Cabo (8.977/95), a oferta de TV por assinatura por meio de cabo (fios) é uma concessão. A lei impede que uma mesma empresa tenha duas concessões na mesma região. Dessa forma, como telefonia fixa também é uma concessão, as teles não poderiam prestar o serviço.
O projeto de lei 29, que está tramitando na Câmara dos Deputados, revoga a Lei do Cabo e libera as operadoras de telefonia para oferecer TV por assinatura usando sua rede de fios. Segundo avaliação do deputado Jorge Bittar (PT-RJ), relator da proposta, a entrada das teles deverá aumentar o número de assinantes de aproximadamente 5 milhões para até 30 milhões.
Fonte: Folha Online
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Parmalat assume marcas Poços de Caldas e Paulista
A Parmalat deve concluir em menos de 30 dias a aquisição da marca Poços de Caldas -do segmento de requeijão- e o licenciamento de uso da marca Paulista, ambas da Danone, disse ontem o presidente do Conselho de Administração da Laep controladora da Parmalat, Marcus Elias.
O negócio foi anunciado anteontem por meio de um memorando de entendimentos assinado entre a Parmalat e a Danone. O documento prevê a aquisição de “todos os ativos estratégicos relacionados” à Poços de Caldas, assim como o licenciamento da Paulista no Brasil, na Bolívia e no Paraguai, por um prazo de 15 anos.
“Esse é um negócio redondo. Estamos conversando desde o final do ano passado. Acredito que, em menos de 30 dias, já teremos condições de concluí-lo”, afirmou o presidente do grupo Laep.
Os valores envolvidos na aquisição e o detalhamento dos ativos que passarão às mãos da Parmalat não foram informados pelo executivo.
Por meio de comunicado, a Danone afirmou apenas que o licenciamento da marca Paulista se restringe a manteiga, requeijão, leite pasteurizado e creme de leite. Ficam de fora, portanto, produtos como o iogurte e algumas sobremesas industrializadas.
“Nossa estratégia é segmentar marcas e produtos. Nós não tínhamos requeijão, que é um produto lácteo importante no Brasil. E a marca Poços de Caldas é uma das mais conhecidas nesse segmento. Por outro lado, adquirimos o direito de uso da marca Paulista, que também é importante para nós”, afirmou Elias.
De acordo com a analista da Scot Consultoria Cristiane Turco, o mercado de laticínios está em fase propícia a aquisições, desde que retomou o ritmo de crescimento, por conta da recuperação dos preços no ano passado. Para ela, as empresas agora voltam a ampliar os investimentos.
“E, nesse sentido, vimos movimentos importantes recentemente. O grupo Bertin, por exemplo, assumiu participação na Vigor. A Perdigão comprou a Eleva. Temos agora uma demanda forte, o que acelera o movimento de aquisições”, afirmou a analista.
Com o negócio, a Parmalat dá um salto no mercado lácteo, diz o presidente da Leite Brasil (Associação Brasileira dos Produtores de Leite), Jorge Rubez. Para ele, a aquisição prova que a empresa, que passou por uma aguda crise e teve que entrar em recuperação judicial em 2005, “conseguirá crescer cada vez mais”. “E acho que não param por aí. Devem adquirir mais coisas”, disse.
Em 2006, segundo ranking das maiores empresas de laticínios do país elaborado pela Leite Brasil, a Parmalat ocupava a quarta posição. Já a Danone estava em 13º lugar.
Parmalat
A Laep Investments, controladora da Parmalat desde 2006, administra também no país as marcas Glória, Alimba, Lacesa, Kidlat, Lady e Ibituruna.
No ano passado, a Parmalat registrou receita de R$ 1,2 bilhão, cifra 36,2% superior à auferida em 2006. Entre seus ativos, estão 15 fábricas. A empresa conta ainda com cerca de 3.200 funcionários.
Fonte: Folha Online
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American Airlines cancela outros 570 vôos para esta sexta-feira
A companhia aérea American Airlines anunciou nesta quinta-feira o cancelamento de 570 vôos para hoje devido às revisões técnicas de seus aviões. Com a decisão, os aeroportos dos Estados Unidos podem ter outro dia de pesadelos para os passageiros.
Em comunicado, a companhia aérea atribuiu os cancelamentos aos trabalhos de revisão aos quais deve submeter seus aviões MD-80 por ordem da FAA (Administração Federal de Aviação) e disse que fará todo o possível para acomodar os passageiros afetados.
A companhia já contabiliza cerca de 2.500 vôos cancelados desde a última terça-feira. Só hoje empresa já realizou o cancelamento de mais de 930 vôos.
A empresa admitiu que os cancelamentos devem prosseguir até sábado. O porta-voz da American Airlines, Tim Wagner, disse que até meados da manhã a FAA tinha liberado 101 dos 300 aviões MD-80 da companhia, e 16 esperavam pela inspeção. Porém apenas 60 estavam prontos para voar, embora outros possam iniciar operações durante o dia.
As inspeções de segurança também já atingiram outras companhias aéreas nas últimas semanas, como a United, Southwest, Delta, Alaska Airlines e Midwest Airlines. As duas últimas, inclusive, cancelaram cerca de 30 vôos nesta quinta-feira.
Para acalmar as centenas de milhares de passageiros atingidos –estima-se em cerca de 250 mil apenas na American Airlines–, as companhias buscam dar abundantes justificativas e bilhetes de vôos.
A American, por exemplo, explicou que os passageiros afetados podem solicitar o reembolso total dos bilhetes ou reservar o trajeto para outras datas.
Segundo analistas, o problema pode estar apenas no começo. As últimas inspeções fazem parte da segunda fase de auditoria realizada pela FAA na documentação de manutenção dos aviões de todas as companhias aéreas domésticas. A atual rodada de inspeções só deve acabar em 30 de junho.
Na primeira fase, no ano passado, multou a Southwest Airlines em US$ 10,2 milhões por ter realizado dezenas de vôos com aviões que não passaram por inspeções nos prazos corretos.
Fonte: Folha Online
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VRG anuncia cancelamento de vôos internacionais
A companhia VRG Linhas Aéreas, controlada pela GOL Linhas Aéreas Inteligentes, anunciou hoje a reestruturação da sua malha internacional e o cancelamento de rotas para aCidade do México, Madri e Paris, devido aos altos custos operacionais. Por outro lado, a empresa afirmou que espera se adequar melhor às condições do mercado, elevando sua presença na América do Sul e atuando em segmentos mais competitivos.
A VRG cancelará a partir de 11 de maio sua rota para a Cidade do México. No dia seguinte, será cancelada a rota para Madri (Espanha). Já em 9 de junho, a VRG interromperá seus vôos para Paris (França). A expectativa da companhia é diminuir os custos operacionais e elevar a receita.
Devido aos avanços nos preços do barril de petróleo, que nesta semana atingiu o recorde de US$ 112,21 em Nova York, os custos operacionais da VRG no mercado internacional têm aumentado significativamente. Atualmente, 40% do custo operacional da aérea é referente ao combustível das aeronaves, informou a companhia.
Com a reestruturação, a VRG pretende expandir sua atuação nos mercados domésticos e na América do Sul, onde já possui vôos diários para Bogotá, Buenos Aires, Caracas e Santiago.
Em comunicado, a VRG se comprometeu a prestar amparo aos clientes que já compraram passagens para os destinos suspensos, com viagens de ida ou volta agendadas a partir das datas divulgadas. Aqueles que preferirem reembolso poderão solicitá-lo junto aos seus agentes de viagem.
Fonte: InvestNews
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CPTM aumenta intervalos entre os trens
A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) vai aumentar os intervalos entre as composições de quatro de suas linhas, entre amanhã e segunda-feira, por causa de obras de manutenção. Os trabalhos incluem troca de trilhos, suportes de fixação, dormentes e outras melhorias, além de serviço geral.
Amanhã, o intervalo entre os trens na Linha 12 – Safira (antiga Linha F, Brás – Calmon Viana) será de 30 minutos, em vez dos 12 minutos habituais, durante todo o horário de operação da linha, entre 4 horas e meia-noite. No domingo, a Linha 12 continua em obras: o intervalo continua em meia hora, para troca de trilhos na altura da Estação Tatuapé.
No mesmo dia, outras duas linhas estarão mais lentas: na Linha 8 – Diamante (antiga Linha B, Júlio Prestes – Itapevi), o intervalo passa dos habituais 15 para 20 minutos. Os trens circularão por via única entre as Estações Santa Terezinha e Barueri. Já na Linha 11-Coral (Guaianazes – Estudantes), o intervalo passará de 12 para 22 minutos, entre 4 e 20 horas.
As obras terminam na segunda, quando não haverá alteração de intervalos, mas troca de plataformas nas estações (na Linha 8 – Diamante) e um trecho fora de operação (na Linha 9 – Esmeralda, antiga Linha C). Os trabalhos não vão atrapalhar nos horários de pico, segundo a CPTM. Na Linha 9, os trens não chegarão até a Estação Osasco, das 11 às 15 horas, parando na estação anterior, Presidente Altino. Na Linha 8, haverá inversão de plataformas.
Fonte: Estadão
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Volks quer dobrar a produção do Tiguan
Para ir de encontro à expectativa do consumidor e reduzir a longa fila de espera, que de acordo com revistas internacionais especializadas chega a 10 meses, a Volkswagen pretende dobrar a produção do Tiguan, seu novo utilitário esportivo.
O veículo – que deve ser apresentado ao mercado brasileiro em 2008 no Salão do Automóvel de São Paulo – começou a ser produzido este mês na fábrica de Wolfsburg, na Alemanha.
De acordo com o gerente da fábrica, Siegried Fiebig, a intenção é aumentar a produção atual de 220 veículos por dia para cerca de 450.
Em março, jurados de 26 países da Europa elegeram o Volkswagen Tiguan como melhor carro na categoria “Off-Roaders e SUVs” (veículos fora-de-estrada e utilitários esportivos) do Troféu Auto 1, prêmio anual da revista automobilística Auto Bild.
Fonte: G1
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