Archive for Abril 9th, 2008
Appa nega brechas no sistema de segurança
A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) negou, nesta terça-feira, que existam brechas no sistema de segurança do porto, que tem o certificado ISPS Code desde dezembro de 2006. De acordo com a assessoria de imprensa da Appa, o fato de estivadores terem desligado os ship loaders (carregadores)do porto, há uma semana, “não indica falhas, já que esses trabalhadores só tiveram acesso ao local porque estavam em horário de trabalho”.
O certificado do ISPS Code é concedido a terminais que cumprem normas internacionais de segurança nas instalações portuárias e nos navios. De acordo com o secretário-executivo da Comissão Nacional de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (Conportos), Ézio Borghetti, as informações sobre os fatos ocorridos na quarta-feira da semana passada demonstram que houve problemas a serem corrigidos e que o sistema do porto precisa de novas vistorias.
Segundo a assessoria de imprensa da Appa, “o desligamento dos equipamentos, como forma de protesto às medidas adotadas pelo Órgão Gestor de Mão-de-Obra (Ogmo), foi um fato que não poderia ser previsto”. Os estivadores que teriam desligado os aparelhos foram presos pela Guarda Portuária e agora respondem a inquérito na Polícia Civil.
A Appa também afirma que não adotou nenhuma medida para flexibilizar o controle de acesso à faixa portuária para agilizar a entrada de trabalhadores no local, conforme havia dito o presidente do Sindicato dos Estivadores, Arivaldo Barbosa José. Somente diretores de sindicatos, que precisam ingressar na faixa portuária fora do horário de trabalho, estão dispensados de passar pela catraca biométrica (que faz a leitura da palma da mão), informa a assessoria.
Os Trabalhadores Avulsos Portuários (TPAs) mantêm a operação tartaruga iniciada na quarta-feira passada. Eles querem trabalhar 6 horas para cada 11 de descanso (6×11); o Ogmo propôs a escala de 6×18. A operação está prejudicando a movimentação de cargas no Porto de Paranaguá, principalmente de congelados e fertilizantes.
Fonte: Gazeta do Povo
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Empresas enfrentaram 442 dias de greve em três anos
As empresas que operam na área de comércio exterior conviveram com 442 dias de paralisações de diversos segmentos entre 2005 e 2007. Esse total corresponde a cerca de 1 ano e 2 meses de greves que envolveram fiscais da Receita Federal, meio ambiente, Marinha Mercante e vigilância sanitária. A paralisação dos auditores da Receita Federal, que completou ontem 22 dias, compõe a rotina de prejuízos para empresas, importadores e exportadores brasileiros.
De acordo com José Augusto de Castro, vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), a greve dos auditores fiscais em curso tem reflexos importantes nas exportações, principalmente na dos manufaturados, que podem ser substituídos por outros fornecedores no mundo.
A greve dos auditores deverá levar à paralisação, a partir de amanhã, da fábrica da Ford de Pacheco, Argentina. As peças necessárias para a unidade estão nos caminhões parados há uma semana em Uruguaiana e São Borja (RS), Guarulhos (SP) e Resende (RJ). Na Zona Franca de Manaus sobe para 17 o número de fábricas paradas por falta de insumos importados.
Os números apurados pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) apontam que a indústria paulista contabiliza prejuízos da ordem de US$ 450 milhões em mercadorias retidas nos portos e nos aeroportos.
A Associação Brasileira de Transportes Internacionais (ABTI) registrou 900 caminhões no terminal aduaneiro do porto seco de Uruguaiana. O presidente da ABTI, Luiz Alberto Mincarone, estima que as perdas das empresas ultrapassem US$ 10 milhões.
Os escritórios de advocacia representam o recurso viável para as empresas liberarem suas mercadorias. A advogada Valdirene Lopes Franhani, do escritório Braga & Marafon, irá a Manaus nos próximos dias para atender a empresas em dificuldades. “Os prejuízos são altos e o impacto financeiro chega a dezenas de milhões de reais”, afirma o advogado Paulo Henrique Gomes de Oliveira, do Gaia, Silva e Rolim.
De acordo com o Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Federal, soma R$ 1 bilhão o total de cargas retidas no Porto de Paranaguá, no Paraná. Em todo o estado trabalham 600 auditores, sendo 400 na capital. Segundo o sindicato, 50% dos auditores aderiram à greve.
Fonte: Gazeta Mercantil
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Exportações brasileiras para a Holanda triplicaram nos últimos oito anos
As exportações brasileiras para a Holanda apresentaram aumento de 216% entre 2000 e 2007. No ano passado, a venda de produtos brasileiros para o país europeu chegou a US$ 8,84 bilhões, contra US$ 2,79 bilhões em 2000. Hoje os holandeses são o quarto principal destino das exportações do Brasil no mundo e o primeiro na Europa.
De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, os principais produtos exportados para a Holanda foram grãos e derivados da soja, petróleo bruto, químicos e equipamentos de perfuração e exploração petrolífera.
Enquanto as exportações cresceram três vezes, as importações tiveram aumento de apenas 58% neste período de oito anos. Em 2007, por exemplo, as importações chegaram a US$ 1,1 bilhão, o que fez com que a balança comercial fosse favorável ao Brasil em US$ 7,7 bilhões. A maior parte dos produtos importados foi de derivados de óleo, químicos e hemoderivados.
Para o diretor executivo da Câmara de Comércio Holando-Brasileira (Dutcham, a sigla em inglês), Hans Mulder, o comércio entre Brasil e Holanda pode ainda ser aprofundado. “Empresários e investidores brasileiros podem descobrir a Holanda como um trampolim para a Europa e também como fonte de suprimentos”, explica Mulder, acrescentando que os principais setores que merecem atenção dos dois países são meio ambiente, infra-estrutura, petróleo e gás, química e agricultura.
Fonte: Agência Brasil
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Exportações de carne de porco para Hong Kong crescem 118,5% no primeiro trimestre
As exportações de carne de porco brasileira para Hong Kong cresceram 118,5 por cento em valor e 51,5 por cento em volume no primeiro trimestre de 2008, face a período homólogo do ano anterior, revelou à macauhub a associação do sector.
Segundo a Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Hong Kong comprou, nos três primeiros meses deste ano, 60,2 milhões de dólares em carne de porco, correspondentes a 30.149 toneladas.
O presidente da Abipecs, Pedro de Camargo Neto disse que “depois que a gente começa a exportar, um comprador fala para o outro e isso, naturalmente, impulsiona as vendas”.
Camargo Neto disse ainda que as vendas brasileiras para Hong Kong começaram a crescer “em meados do ano passado”.
O outro factor que facilitou o crescimento das exportações foi a alta do preço da carne de porco na China — o aumento foi de 63,4 por cento só em Fevereiro se comparado com o mesmo mês de 2007- fazendo com que os importadores de Hong Kong passassem a procurar alternativas.
“O que a gente espera agora é que, com os preços elevados, a China continental abra seu mercado para a carne de porco brasileira. Mas a negociação é lenta, porque eles têm regras muito rígidas”, afirmou o presidente da Abipecs.
Camargo Neto disse à macauhub que já existe uma minuta de protocolo Brasil-China para a exportação de carne de porco brasileira.
“Esse é o primeiro passo”, acredita o presidente da Abipecs, afirmando ser necessário agora um “maior conhecimento”, em especial entre as entidades responsáveis pela inspeção sanitária.
Actualmente, Hong Kong é responsável por 27,13 por cento das exportações brasileiras do sector, atrás apenas da Rússia, cuja fatia de mercado equivale a 35,52 por cento.
Para Camargo Neto, o aumento das exportações para Hong Kong está a ajudar a diminuir a dependência dos suinocultores brasileiros em relação à Rússia, mas esse crescimento não é suficiente para equilibrar as vendas brasileiras.
“Hong Kong é importante, mas é só uma cidade. Para acabar com a dependência [do mercado russo], só quando a China continental passar a comprar. É o que a gente gostaria”, comenta.
As exportações brasileiras globais de carne suína recuaram 6,3 por cento em volume no primeiro trimestre de 2008, ficando em 111.120 toneladas.
No entanto,em valor, o sector registrou uma alta de 19,43 por cento, para 262,692 milhões de dólares, beneficiado pela alta dos preços no mercado internacional.
Fonte: Macauhub
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Braskem alcança novo avanço tecnológico para produção de polímeros verdes
Nova rota tecnológica com buteno verde permitiu à empresa fabricar o primeiro polietileno linear a partir de matérias-primas 100% renováveis.
A Braskem anuncia o primeiro polietileno linear certificado do mundo feito a partir de matérias-primas 100% renováveis, confirmando sua liderança tecnológica na produção de polímeros verdes e seu compromisso com o desenvolvimento sustentável. Essa conquista foi obtida através do desenvolvimento de tecnologia com utilização do biobuteno, que vai permitir à Braskem ampliar sua linha de polietilenos verdes.
O anúncio representa um novo marco no programa de desenvolvimento de biopolímeros pela Braskem, iniciado em junho de 2007 com o lançamento da primeira resina verde, o polietileno de alta densidade, destinado a mercados que exigem produtos com desempenho e qualidade superiores, com destaque para a indústria automobilística, de embalagens alimentícias, cosméticos e artigos de higiene pessoal.
O desenvolvimento do polietileno linear está alinhado com a estratégia da companhia de melhoria de competitividade e de criação de valor por meio da tecnologia e inovação. “Esse feito demonstra mais uma vez a capacidade das nossas equipes de estar na vanguarda na pesquisa de tecnologias de ruptura”, afirma José Carlos Grubisich, presidente da Braskem. “Além disso, reforça o nosso compromisso em promover o desenvolvimento sustentável, em sintonia com as aspirações da sociedade em prol de iniciativas que contribuam concretamente para a redução da emissão de gás carbônico na atmosfera”.
O polietileno linear recebeu certificação de um dos principais laboratórios internacionais, o Beta Analytic, atestando que o produto foi feito a partir de matéria-prima 100% renovável, e seu registro de patente já foi depositado pela companhia. O novo biopolímero foi desenvolvido no Centro de Tecnologia e Inovação Braskem, o mais moderno e bem equipado do setor na América Latina, com ativos tecnológicos de R$ 330 milhões, incluindo 8 plantas piloto.
Antonio Morschbacker, responsável técnico por biopolímeros na empresa, explica que esse desenvolvimento representa um importante salto tecnológico para a Braskem, já que a produção do polietileno linear verde exige a utilização de um segundo monômero (moléculas usadas como matéria-prima para fazer o polímero) de fonte 100% renovável. Ou seja, além do eteno de cana-de-açúcar, tecnologia já dominada pela Braskem, os pesquisadores precisaram elaborar uma nova rota tecnológica que permitisse obter buteno com alto rendimento de matéria-prima renovável.
O polietileno linear tem como principal mercado o segmento de embalagens flexíveis (filmes), que atendem principalmente à indústria alimentícia. Ainda em escala de laboratório, a produção do polietileno linear verde permitirá que o produto seja testado por clientes selecionados interessados no seu desempenho e vantagens ambientais. Atualmente, a Braskem está finalizando o projeto para implantação de uma unidade industrial para produção de eteno verde, que suprirá as unidades de polietileno já existentes em suas instalações, com capacidade anual de 200 mil toneladas, prevista para operar a partir de 2010.
“Esse desenvolvimento é mais um exemplo do pioneirismo da Braskem, que já ganhou um dos mais importantes reconhecimentos internacionais do setor relacionados com a tecnologia, o prêmio Bioplastics Awards 2007, na categoria Best Innovation in Bioplastics, concedido pela publicação European Bioplastics News”, destaca Morschbacker.
Outro importante passo da Braskem, dentro de sua estratégia de valorização de matérias primas renováveis, foi o anúncio no final do mês passado de um importante convênio de cooperação tecnológica com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo – Fapesp. O objetivo da parceria, que terá investimentos de R$ 50 milhões ao longo de cinco anos, é incentivar cientistas ligados às melhores universidades e centros de pesquisa paulistas a elaborar trabalhos na área de polímeros a partir de matérias-primas renováveis.
A companhia também anunciou recentemente um investimento de R$ 100 milhões em Camaçari, na Bahia, para converter a sua atual produção de MTBE em ETBE, a exemplo do que já ocorreu com a Copesul, oferecendo ao mercado um aditivo para gasolina, feito a partir do etanol, com importantes vantagens ambientais. Quando o investimento estiver concluído, em 2009, a Braskem terá capacidade para produzir anualmente 300 mil toneladas de ETBE, que além de utilizar um recurso natural renovável reduz em 76% o nível de emissão de CO2 em relação ao MTBE, considerando desde o cultivo da cana até a produção do aditivo. | www.braskem.com.br
Fonte: Portal Fator Brasil
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Eike negocia com Tata nova montadora no País
O empresário Eike Batista negocia com o grupo indiano Tata a instalação de uma montadora de automóveis no complexo portuário do Açu, empreendimento no litoral fluminense de seu grupo, EBX. De acordo com ele, a construção da fábrica é a contrapartida para os indianos comprarem até 50% das minas de minério de ferro de sua empresa de mineração, a MMX, em Serra Azul, Minas Gerais. Conhecidas como sistema AVG, as jazidas foram adquiridas em julho do ano passado por US$ 224 milhões.
“O Grupo Tata é incrível. Eles fabricam desde o aço até seus automóveis. Se eles se comprometerem a fazer um investimento no Porto de Açu, isso abre espaço para a gente vender um pedaço de uma mina de ferro”, afirmou o terceiro homem mais rico do Brasil, segundo a Revista Forbes, com fortuna estimada em US$ 6,6 bilhões. Eike recebeu ontem o prêmio personalidade do ano da Associação Brasileira de Propaganda (ABP) no hotel Copacabana Palace, no Rio.
O empresário disse que a Tata fez uma oferta hostil pelo sistema AVG, mas não revelou o valor. Segundo ele, sua preferência ao vender ativos de mineração é repassar ao comprador 30% das ações. Mas essa proporção varia de acordo com o porte e o interesse do investidor. “É óbvio que, dependendo do tamanho do sócio, o compromisso pode chegar a 50%.”
Fonte: ComuniWeb
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Embraer apresenta novos jatos executivos
A Embraer anunciou ontem em Washington os detalhes de seus dois novos jatos executivos, das categorias “midsize” (médio) e “midlight” (médio leve). Com investimentos de US$ 750 milhões, os novos jatos devem entrar em operação no segundo semestre de 2012 e de 2013, respectivamente. Com os dois novos jatos, chamados provisoriamente de MSJ e MLJ, a família de jatos executivos da Embraer passa a abarcar seis das oito categorias existentes. Ficam faltando as categorias “large” (grande) e “ultra longe range” (ultra longo alcance).
As categorias “midsize” e “midlight” representam 20% do mercado de aviação executiva. Para os próximos dez anos, esse segmento de mercado deve movimentar US$ 38 bilhões, o que representa 2780 unidades. Segundo o vice-presidente de aviação executiva da Embraer, Luís Carlos Affonso, os nomes e o preço dos novos jatos só serão divulgados em maio, durante a feira de aviação executiva Ebace, na Suíça. “A partir de maio começaremos a aceitar encomendas.”
Segundo Affonso, os jatos são os melhores de sua categoria em termos de alcance e conforto. A cabine comporta uma pessoa de até 1,80 metro de pé. O presidente da Embraer, Frederico Curado, reiterou um compromisso anunciado há três anos, na ocasião do lançamento dos jatos Phenom 100 e Phenom 300, das categorias “very light” e “light”, de que até 2015 a empresa pretende se transformar em uma companhia completa de jatos executivos.
Fonte: ComuniWeb
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Perdigão, Natura e TAM estão entre as melhores empresas em governança corporativa
O Investor Relations Global Ranking 2008 (IRGR) revelou essa semana, em cerimônia em São Paulo, as melhores companhias em Relações com Investidores (RI) da América Latina, de acordo com critérios técnicos e também pelo voto popular do mercado financeiro. Criado em 1999 pela MZ Consult, consultoria de comunicação financeira e relações com investidores, o IRGR tornou-se uma espécie de “Oscar” do mundo corporativo ao identificar as melhores práticas e tendências em RI, assim como reconhecer as empresas que se destacam pela excelência em sua comunicação com os investidores. Na 10ª edição do prêmio, 160 empresas de todo o mundo concorreram nas cinco categorias (website de RI, divulgação financeira, governança corporativa, relatório online e os mais votados na escolha popular — POP+).
No quesito de Governança Corporativa, que reflete as melhores práticas de transparência em gestão e disseminação de informações aos investidores, levaram o título TOTVS (Bovespa: TOTS3); Perdigão (NYSE: PDA); Masisa (NYSE: MYS); ICA (NYSE: ICA) e Enersis (NYSE: ENI), também vencedor em sua indústria. Entre os cinco melhores do Brasil nesse quesito, figuram também Natura (Bovespa: NATU3), CPFL (NYSE: CPL) e TAM (NYSE: TAM).
Já na categoria processo de divulgação de informações financeiras trimestrais, ficaram cotados como os cinco melhores da América Latina: Bradesco (NYSE: BBD); GOL (NYSE: GOL); Braskem (NYSE: BAK); Companhia Siderúrgica Nacional – CSN (NYSE: SID) e Terna Participações (Bovespa: TRNA11). GOL, Bradesco e Terna também venceram em seus respectivos setores de atuação.
Fonte: O Barriga Verde
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Aeroporto fecha por 25 minutos
O Aeroporto Internacional Pinto Martins, no Dias Macedo, ficou fechado ontem para pouso das 9 horas às 9h25min por causa da chuva. A informação é da assessora de imprensa da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero), Joice Ribeiro. Segunda ela, no período, uma aeronave que vinha de Manaus-Belém ficou impossibilitada de aterrissar. Problema registrado também com um avião militar.
Segundo a Infraero, as decolagens no horário da manhã ocorreram normalmente. Joice explica que 25 minutos depois, a pista foi liberada. Antes, por volta das 5h30min de ontem, por questão de segurança, os pousos foram orientados por instrumento de navegação aérea em decorrência do tempo que estava muito nublado. Isso ocorre sempre que as nuvens estão muito baixas.
Fonte: O Povo
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Petrobras reajusta gás da Bolívia em 10%
A recente alta do preço do petróleo, que ultrapassou a casa do US$ 100 o barril no início do ano, puxou para cima os preços do gás natural no mercado brasileiro. Segundo fonte próxima das concessionárias de gás canalizado, a Petrobras reajustou em quase 10%, para US$ 7,80 por milhão de BTU (unidade térmica britânica, na sigla em inglês), o preço do gás boliviano comercializado para as distribuidoras em abril. No primeiro trimestre do ano, o preço praticado pela estatal era de US$ 7,1 por milhão de BTU.
O gás boliviano é reajustado trimestralmente pela Petrobras. A fórmula adotada pela estatal para reajustar o insumo importado da Bolívia é composta pelo custo do transporte e pelo valor da commodity, que é atrelado a uma cesta de óleos combustíveis no mercado internacional. É esse fator que torna o preço do gás natural sensível às oscilações do petróleo.
De acordo com a mesma fonte, o preço do gás natural nacional também sofreu reajuste em abril e agora custa cerca de US$ 10 por milhão de BTU. Vale ressaltar que esse é o valor cheio do preço do insumo, já que os novos contratos de suprimento entre a Petrobras e algumas concessionárias, como Bahiagás e Comgás, firmados no fim do ano passado, prevêem que os reajustes do gás nacional sejam diluídos ao longo dos próximos dois anos.
Apesar do aumento do preço do gás nacional e boliviano, isso não significa que os reajustes chegarão ao consumidor imediatamente, já que o repasse é uma decisão exclusiva das concessionárias. No caso de São Paulo, a data-base para reajustes da Comgás e da Gás Natural São Paulo Sul é em maio de cada ano.
Fonte: ComuniWeb
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