Archive for Março 26th, 2008

Superávit comercial japonês cresce 0,9% em fevereiro

O superávit comercial do Japão em fevereiro subiu 0,9% em relação ao ano anterior, marcando o primeiro aumento em quatro meses, disse o Ministério das Finanças nesta quarta-feira.

O superávit aumentou para 970 bilhões de ienes (US$ 9,69 bilhões). Os dados estão bem abaixo da alta estimada pelos analistas de 16,8%, para 1,123 trilhão de ienes (US$ 11,22 bilhões).

As importações cresceram 10,1% no ano, para 6,01 trilhões de ienes (US$ 60,06 bilhões), enquanto que as exportações subiram 8,7%, para 6,98 trilhões de ienes (US$ 69,76 bilhões).

O superávit comercial japonês com os Estados Unidos caiu 13,3%, para 696,9 bilhões de ienes (US$ 6,96 bilhões), representando o sexto mês seguido de declínio.

O superávit comercial com as nações asiáticas, incluindo a China, saltou 104,8%, para 922,2 bilhões de ienes (US$ 9,22 bilhões), subindo sete meses eguidos.

Fonte: A Tarde Online

Postado por: Newscomex – Comércio Exterior e Logística

Add comment 26 Março, 2008

Anac vai fechar aeroportos do País em situação crítica

A presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Solange Paiva Vieira, revelou hoje em audiência pública na Câmara do Deputados que está em curso um amplo levantamento sobre as condições de funcionamento de todos os aeroportos do País, especialmente os de médio e pequeno portes. Segundo ela, o órgão vai determinar o fechamento dos terminais que estiverem em estado “crítico” até que cumpram as exigências da Anac. O alvo do grupo de trabalho são os aeroportos que não estão entre os 67 administrados pela Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero).

Solange Paiva não informou quantos aeroportos serão vistoriados, mas disse que a maioria é administrada por governos estaduais e prefeituras. Segundo a presidente da agência, os terminais de menor porte de cidades distantes no Norte, Nordeste e Centro Oeste são os mais precários. “As regiões que mais precisam de aviões são as que têm mais problemas”, afirmou. “O fechamento dos aeroportos vai começar a acontecer. Alguns problemas são administráveis. Outras questões são críticas e não permitem que o aeroporto funcionem.”

Segundo ela, os problemas não são tanto de segurança de vôo, como más condições das pistas, mas de falta de estrutura física nos aeroportos, por exemplo, ausência de raio x e outros equipamentos sem os quais os aeroportos não podem funcionar por determinações de normas internacionais de aviação civil seguidas pelo Brasil. Ela pediu a colaboração dos parlamentares para estudar a flexibilização da lei brasileira em relação às exigências feitas aos aeroportos médios e pequenos.

A audiência pública na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara foi convocada para debater a segurança do aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo. Solange anunciou que todos os pilotos que operam em Congonhas terão que passar por treinamento específico, como ocorre no aeroporto Santos Dumont, no Rio.

Inicialmente, Solange disse que as empresas aéreas tiveram prazo de 120 dias para treinar os pilotos, mas que pediram mais tempo. No fim da audiência, a presidente da agência informou que os treinamentos começarão no mês que vem. A exigência de treinamento faz parte, segundo ela, de uma série de medidas tomadas depois do acidente com o Airbus da TAM, em 17 de julho passado, quando morreram 199 pessoas.

Airbus da TAM

Para o chefe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), brigadeiro Jorge Kersul Filho, um dos treinamentos mais importantes é para arremetidas, quando os pilotos forçam uma nova subida, por detectarem algum problema na hora do pouso. Segundo Kersul, as investigações do acidente da TAM indicam que uma arremetida do Airbus A-320 poderia ter evitado o acidente. No entanto, disse, os pilotos não tentaram fazer a manobra.

De acordo com o brigadeiro, o relatório final sobre as causas do acidente deverá ficar pronto em julho deste ano. Ele disse que não foi possível avançar na investigação sobre a posição inadequada de uma das manetes – alavancas que funcionam como a marcha do avião – do Airbus acidentado. O quadrante (base) das manetes foi encontrado e analisado, mas não permitiu concluir se a posição de aceleração, quando deveria estar em posição de desaceleração, foi decorrente de falha do piloto ou de um erro de interpretação do computador da aeronave.

Fonte: A Tarde Online

Postado por: Newscomex – Comércio Exterior e Logística

Add comment 26 Março, 2008

BR-040 revela desprezo pela vida do cidadão

Uma das rodovias mais movimentadas e vice-campeã em mortes em Minas Gerais, a BR-040, que liga Belo Horizonte a Brasília e ao Rio de Janeiro, está abandonada há quase quatro meses. Desde dezembro, nenhum serviço de manutenção é feito, o que deixa a pista praticamente intransitável em vários trechos e expõe a população a acidentes. O problema atinge 509 quilômetros da estrada, o que corresponde a 67% dos 745 quilômetros administrados pelo Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit). Os contratos com as empreiteiras que faziam os serviços venceram, mas o órgão não contratou outras para substituí-las. Na melhor das hipóteses, a situação só deve se normalizar a partir de junho, o que deixa todos que trafegam pela rodovia à mercê da sorte.

As informações sobre a situação da rodovia são do próprio Dnit, que repassou ao Estado de Minas a relação dos trechos sem conservação. A maior parte deles se concentra na rota BH-Brasília, cujo movimento chega a 10 mil veículos por dia. O descaso começa no km 0, divisa de Minas com Goiás, e vai até o 423, em Curvelo, na Região Central (veja mapa na página 22). Dali até a capital mineira, a manutenção vem sendo feita, mas o excesso de remendos no asfalto dificulta o tráfego. Além disso, a pista está sendo duplicada entre Sete Lagoas e o trevo de Curvelo, o que exige ainda mais atenção.

Em direção ao Rio, mais 86 quilômetros de pista, com fluxo diário de 15 mil veículos, cerca de 40% caminhões, estão relegados à sorte, entre a capital e Conselheiro Lafaiete. O Dnit cuida apenas do trecho entre Lafaiete e Juiz de Fora, com 127 quilômetros, pois os demais 69, até a divisa com o Rio, estão sob responsabilidade de uma concessionária privada.

Além de escoar boa parte da produção mineira, a BR-040 é a segunda mais movimentada e violenta do estado. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), foram 4.062 acidentes no ano passado, com 1.983 feridos leves e 721 graves. O número de mortos (197) só é menor que o registrado na BR-381 (284), considerada a rodovia da morte, entre a capital e Governador Valadares.

Desde fevereiro, o EM denunciou duas vezes a precariedade entre BH e Lafaiete. No trecho, os buracos obrigam o motorista a trafegar na contramão, caso não queira sofrer acidentes ou estourar os pneus. Pontes e viadutos não têm guarda-corpo e, em vários pontos, a sinalização está encoberta por poeira e mato. Não por acaso, a rota concentra quase um terço das mortes registradas na rodovia em 2007.

O caminho para Brasília não fica atrás. Em alguns pontos, como entre João Pinheiro e Paracatu, na Região Noroeste, policiais rodoviários, para evitar tragédias, fizeram um tapa-buracos às vésperas da semana santa. Segunda-feira, a equipe do EM percorreu outro segmento e constatou o drama de quem precisa usar a 040. Os 54 quilômetros entre o trevo de Curvelo e Felixlândia viraram pista de rali.

Logo no km 414, uma sucessão de buracos toma todas as faixas e, ao motorista, resta ziguezaguear na contramão. Dois quilômetros adiante, no sentido BH, a sinalização horizontal está apagada. Como não há sinalizadores noturnos, dirige-se às cegas depois do pôr-do-sol. No km 405, o cenário é de bombardeio. São tantas as crateras que sobra apenas o acostamento, em desnível, para o trânsito. “A estrada está uma vergonha, não é?”, aproxima-se o caminhoneiro Carlos Múcio de Oliveira, de 54 anos, que conhece bem o trecho. “A situação já não era boa e piorou muito com as chuvas. Na semana passada, um colega passou três dias acampado aqui, porque quebrou o eixo numa dessas ‘panelas’”, conta.

À beira da tragédia

O que se vê nos kms 404, 401, 398, 395 e 391 é a repetição do descaso. Em viagem para Três Marias, o policial militar Marcelo Machado, de 46, foi obrigado a parar na beira da estrada com os dois filhos, a mulher e os sogros, para trocar o pneu rasgado na buraqueira. “Desde o ano passado, é a segunda vez que isso ocorre. Dá vontade de não passear mais. O asfalto deve estar assim porque os políticos vão para Brasília de avião”, criticou.

Cem metros adiante, outra vítima. Além de furar o pneu no mesmo local, o funcionário público Willian Kaizer, de 19, bateu no veículo do pai, que seguia à frente. “Tentei desviar de uma loca, caí em outra e não consegui frear a tempo. Felizmente, foi só um pequeno amassado, mas poderia ser uma tragédia”, resumiu ele, que também é reincidente. Na viagem de ida a Juiz de Fora, os buracos já haviam rasgado um de seus pneus. “Tive que comprar um novo, que custou R$ 220. Agora, terei que gastar mais R$ 600 para acionar o seguro e consertar a lataria”, reclamou, acrescentando que estudará um pedido de compensação à Justiça.

Marcelo e Willian seguiram em frente. Passaram na ponte sobre o Ribeirão das Almas, perto de Felixlândia, que, como o viaduto homônimo, em Congonhas, não tem mais muretas de proteção. Trinta e dois metros delas caíram e o que restou está escorado por gravetos. Enfrentaram ainda turbulência nos kms 389, 388, 387, 384, 381, 378, 377, 376, 371 e 369, ponta final do trecho. Dificilmente, viram a placa que anuncia a chegada a Felixlândia, encoberta pelo mato.

Procurado pelo EM, o Dnit informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que aguardava a aprovação do Orçamento-Geral da União (OGU) para abrir licitação e contratar empreiteiras para a manutenção. Justificou que, sem isso, não havia garantia de recursos para dar continuidade à conservação. O OGU foi votado no início do mês pelo Congresso e quatro editais foram publicados. A previsão é de que os consertos só comecem em junho, se a liberação de recursos não atrasar os procedimentos.

A assessora de Política Fiscal e Orçamentária do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), Eliana Graça, diz que faltou planejamento. Segundo ela, o governo, de fato, não tem como usar recursos de 2008 antes da aprovação do Orçamento. Mas poderia recorrer às sobras do exercício anterior, os chamados restos a pagar, para manter os serviços. “Se os contratos venciam em dezembro, deveria ser feita uma previsão, no orçamento de 2007, para garantir a continuidade. No caso das rodovias, há uma série de coisas em jogo, entre elas vidas humanas”, afirma.

Fonte: Uai Estado de Minas

Postado por: Newscomex – Comércio Exterior e Logística

Add comment 26 Março, 2008

Coréia do Sul reduzirá tarifas de importação de petróleo

O Ministério de Estratégia e Finanças da Coréia do Sul anunciou hoje que reduzirá as tarifas sobre as importações dos quatro produtos derivados do petróleo, incluindo a gasolina, como parte das medidas urgentes para aliviar a crescente pressão inflacionária que afeta os consumidores e companhias.

O governo revelou que cortará de 3% para 1% as tarifas impostas às importações de gasolina, querosene, diesel e óleo pesado. A redução entrará em vigor a parte de abril e elevará a competitividade do mercado local.

Neste sentido, as autoridades sul-coreanas estão pressionando quatro companhias locais, que dominam a indústria de refinaria no país, para que reduzam os preços dos produtos de petróleo a longo prazo. O movimento é parte dos esforços do governo sul-coreano para conter a inflação, principalmente após os aumentos nos preços do petróleo e de outras matérias-primas.

Fonte: Gazeta Mercantil

Postado por: Newscomex – Comércio Exterior e Logística

Add comment 26 Março, 2008

Skaf convence OceanAir a retomar atuação em Bauru

A entrada do presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp), Paulo Skaf, na luta pela manutenção de vôos regulares entre Bauru e São Paulo surtiu os primeiros efeitos positivos para a cidade e região: ele conseguiu convencer a OceanAir a operar a linha, que pode ficar sem a Pantanal a partir do dia 21 de setembro se não regularizar sua situação perante a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Ontem, o presidente da OceanAir, German Efromovich, confirmou pessoalmente a Skaf a decisão de colocar sua empresa à disposição da Anac para assumir a rota, caso a Pantanal não tenha sua concessão renovada.

O Jornal da Cidade falou diretamente na sede da presidência da Fiesp em São Paulo, ontem, para obter a informação sobre o acerto com a OceanAir. A negociação se desenrolava há vários dias, desde o primeiro contato de Skaf com a empresa e imediatamente após o presidente da Fiesp ter convencido seus pares em Bauru de que o melhor caminho seria, inicialmente, tentar a via negociada e não uma ação na Justiça. Outras empresas, como a Gol e a TAM, também foram contatadas neste processo de convencimento.

Conforme informações de Ricardo Viveiros, jornalista chefe da assessoria da presidência da Fiesp, Paulo Skaf sensibilizou-se pela situação não apenas em função da mobilização do empresariado, classe que utiliza regularmente aviões de carreira, mas também por saber que Bauru e região têm centros médicos de excelência – como o Centrinho (em Bauru) e o Hospital Amaral Carvalho (em Jaú) – que recebem pacientes de todo o País, além das demais demandas existentes, como por exemplo na área educacional e de executivos de empresas públicas e privadas, entre outras áreas da sociedade usuárias do transporte aéreo.

Negociações

Uma parte importante do problema pode estar resolvida com a aceitação da ceanAir. Agora, é preciso aguardar o desfecho de negociações que a Pantanal (atual titular da rota) realiza com a Anac para se regularizar. Posteriormente ou concomitantemente, a agência reguladora deverá analisar a disponibilidade da OceanAir para decidir quem vai operar no aeroporto Moussa Tobias. O fato é que não será por falta de empresa interessada que Bauru perderá seus vôos diários para São Paulo e vice-versa.

A OceanAir operou vôos regulares na rota Bauru-Araçatuba-São Paulo de junho do ano passado até a primeira quinzena de fevereiro deste ano, conforme divulgado pelo JC. Na ocasião, a alegação da empresa para a interrupção de suas atividades no aeroporto Moussa Tobias foi um projeto de reestruturação de sua malha aérea. Antes da OceanAir, a BRA e a Air Minas já haviam deixado de operar na cidade, restando apenas os vôos regulares da Pantanal Linhas Aéreas.

Paralelamente a todas as manobras jurídicas e políticas em torno da manutenção de vôos regulares na rota Bauru-São Paulo partindo do aeroporto Moussa Tobias, a empresária e presidente do Bauru Convention & Visitors Bureau, Michele Obeid, reitera que a empresa regional Trip Linhas Aéreas foi a única até o momento a pedir, oficialmente, à Anac a autorização para operar uma rota que inclui Bauru.

A assessoria de imprensa da Trip não se manifestou sobre o assunto e a agência reguladora reafirmou à reportagem, ontem, que desconhece tal pedido.

Fonte: Jornal da Cidade de Bauru

Postado por: Newscomex – Comércio Exterior e Logística

Add comment 26 Março, 2008

Hainan Airlines triplica seu lucro líquido de 2007

A Hainan Airlines, quarta maior empresa aérea da China, informou hoje que seu lucro líquido quase quadruplicou em 2007, devido ao boom da indústria doméstica e a forte valorização da moeda chinesa.

O lucro líquido da companhia atingiu 651,4 milhões de iuanes (US$ 91,7 milhões) ou 0,18 iuane por ação, registrando um forte aumento em relação aos 166,8 milhões de iuanes ou 0,06 iuanes obtidos em 2006. A receita operacional cresceu 6,1% em 2007, em termos anuais, para 13,6 bilhões de iuanes.

A empresa transportou um total de 14,5 milhões de passageiros no ano passado, um aumento de 0,7% em relação a 2006. Entretanto, o volume total de carga transportada declinou 0,5%, para 197.800 toneladas.

A China, segundo maior país em transporte aéreo do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, obteve uma melhora na rentabilidade da sua indústria de aviação civil em 2007, já que a capacidade de transporte expandiu, a demanda aumentou e a moeda local foi valorizada. A Hainan Airlines planeja elevar o volume de passageiros em 16% neste ano, para 16,75 milhões.

Fonte: Gazeta Mercantil

Postado por: Newscomex – Comércio Exterior e Logística

Add comment 26 Março, 2008

Petrobras importou US$ 1 bi em petróleo e derivados

O diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras, Paulo Roberto Costa, admitiu hoje que a estatal deverá registrar um déficit de até US$ 850 milhões em sua balança comercial no mês de março, por conta de uma importação extra de US$ 1 bilhão em barris de petróleo e derivados. Segundo ele, esta importação foi necessária para suprir o crescimento da demanda do diesel, nafta e do QAV, que foram superiores às expectativas da empresa nos três primeiros meses do ano.

Segundo ele, no primeiro trimestre do ano, o QAV teve um aumento de 4% no seu consumo, o diesel de 8% e a nafta em torno de 3%. “Foi um aumento substancial”, afirmou, em entrevista, após participar de solenidade no Rio. Costa completou que o aumento na importação terá o impacto apenas neste mês de março.

Ao longo do ano, segundo ele, a entrada em operação de novas plataformas de produção, além do alcance do pico das operações de unidades que entraram em atividades no final do ano passado, deve contribuir para que a Petrobras feche o ano com superávit. “No ano passado tivemos um superávit de US$ 72 milhões. Acreditamos que o aumento da produção deste ano deva impulsionar a um crescimento deste superávit no final do ano. Este incremento deverá garantir isso, apesar do aumento da demanda”, afirmou.

Indagado sobre as declarações do presidente da Repsol no Brasil e também presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP), João Carlos de Lucca, sobre o preço do combustível no Brasil, Costa disse que “nada poderia comentar sobre o assunto”, antes de conversar diretamente com o executivo. O executivo, que também comanda a Repsol-YPF no país, revelou que este ano a Refap, refinaria em que a empresa hispano-argentina possui participação de 30%, tem apresentado resultados não positivos. De acordo com ele, a refinaria recebeu investimentos recentes de US$ 1 bilhão. Somente na modernização para produção de gasolina foram R$ 650 milhões já autorizados pela companhia.

“Eu li os comentários pelos jornais e prefiro não fazer qualquer declaração antes de entrar em contato com ele”, disse. Ele voltou a repetir o discurso da estatal de que a companhia vem analisando os preços do petróleo no mercado internacional e analisando a possibilidade de ajuste nos preços da gasolina e do diesel. “Nós avaliamos isso dia-a-dia. Mas obviamente temos que ver qual o reflexo que isso pode causar no consumo de gasolina. Obviamente quando houver a necessidade (de reajuste), nós vamos fazer”, disse.

Fonte: A Tarde Online

Postado por: Newscomex – Comércio Exterior e Logística

Add comment 26 Março, 2008

Ford vende Jaguar e Land Rover para a Tata Motors

A Ford fechou por US$ 2 bilhões a venda da Jaguar e da Land Rover, suas duas marcas de luxo, para a montadora indiana Tata Motors. O negócio vai colocar nas mãos da fabricante do carro mais barato do mundo, o Nano, que custa o equivalente a R$ 4,5 mil, duas das marcas mais tradicionais do Reino Unido.

Com isso, a Tata Motors, do magnata Ratan Tata, um dos empresários mais importantes da Índia e que enxerga longe, vai se tornando também uma gigante da indústria automobilística. A montadora, agora, passa de prima pobre a nobre, e vai circular nas rodas mais populares e também nas mais luxuosas do mundo.

US$ 12,7 bilhões de prejuízos

A Ford optou pela negociação com a Tata Motors porque ela tem experiência no mercado e capital para investimento. A montadora norte-americana preferiu se desfazer das duas marcas inglesas para cobrir prejuízos recordes de US$ 12,7 bilhões no ano passado.

A decisão de vender as marcas inglesas foi uma estratégia da Ford de se concentrar no mercado americano. A empresa quer se tornar mais enxuta e competitiva.

A Jaguar foi comprada pela Ford em 1989, por US$ 2,5 bilhões. A Land Rover veio no ano seguinte, por US$ 2,75 bilhões. Agora, elas vão ser vendidas por US$ 2 bilhões, menos da metade do valor pago pelas duas. A idéia é recuperar as perdas dos últimos anos, que quase levaram a montadora americana à falência.

Tata Motors

A negociação vira os holofotes para uma empresa que vai aos poucos se tornando uma gigante da indústria automobilística. A Tata Motors é um dos braços do grupo Tata, cujo conglomerado conta com indústria de aço, montadora de caminhões, e fábricas de software, que fatura US$ 48 milhões por ano.

O Nano é pequeno, feito sob medida para bolsos do tamanho dele. Custa cerca de R$ 4,5 mil na Índia, o mesmo valor só do sistema de som implantado em um Land Rover. A Jaguar e a Land Rover têm máquinas luxuosas, que cabem no orçamento de poucos mortais. Mas, agora, todos vão sair do mesmo forno, sem discriminação.

Fonte: G1

Postado por: Newscomex – Comércio Exterior e Logística

Add comment 26 Março, 2008

Cabos subaquáticos precisam ser instalados até setembro

Ontem à tarde, no auditório do Ministério Público de São José do Norte, o coordenador da assessoria técnica da Secretaria do Estado de Infra-estrutura e Logística, Edmundo Fernandes da Silva, apresentou os projetos previstos para a passagem do pórtico do dique seco e a saída da plataforma oceânica P-53 sob os cabos de transmissão de energia elétrica de São José do Norte, situados junto ao Superporto.

Segundo ele, a comunidade nortense não tem com o que se preocupar, uma vez que o fornecimento de energia não será cortado em momento algum. Para tanto, a secretaria estadual, através da CEEE e da Superintendência do Porto do Rio Grande (SUPRG), já trabalha na primeira etapa do projeto: troca dos atuais condutores por outros mais leves e maleáveis, que permitem ser esticados, possibilitando o tracionamento dos cabos e, conseqüentemente, a passagem do pórtico do dique seco que mede cerca de 85 metros de altura.

Com a ação, os cabos chegarão a 100 metros de altura. A operação está prevista para os dias 10 e 20 de abril. “Trata-se de uma medida paliativa para a entrada do pórtico até a instalação definitiva dos cabos subaquáticos, que devem estar prontos até os primeiros dias de setembro, quando está prevista a saída da P-53 do Porto Novo”, explica ele, contando que em outubro, o dique seco do Rio Grande também deverá receber sua primeira plataforma para manutenção.

Caso os cabos subaquáticos não estejam prontos até setembro, será preciso retirar a rede de transmissão (em poucas horas) para que a plataforma passe pelo local. No entanto, o corte no fornecimento de energia acarretará num investimento por parte da CEEE de R$ 5 milhões, que acabará inutilizado assim que a companhia conclua a colocação dos cabos subaquáticos. “A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) não permite que a comunidade seja prejudicada pelo corte do serviço por motivos de interesse econômico. A CEEE corre o risco de perder a concessão do fornecimento de energia no Estado caso não faça esta obra emergencial, necessária apenas se os cabos subaquáticos não estiverem instalados e em operação até a saída da P-53″, explica Edmundo Silva.

O projeto secundário prevê a instalação de quatro grupos de geradores: um na área urbana de São José do Norte, outro no KM 27, a terceira no KM 41 e a última na área urbana de Bujuru. “Estamos fazendo de tudo para que este plano não precise ser operacionalizado. Será um gasto desnecessário muito grande que o Rio Grande do Sul terá que arcar com algo, justamente, numa época em que os cofres do Estado estão defasados”, argumenta o coordenador, lembrando que a secretaria está fazendo o possível para criar outras alternativas, visando à solução deste problema. Hoje, o custo da linha aérea é de U$ 54 o MWh; com o sistema dos quatro grupos de geradores, este valor passará para U$ 219 o MWh, cerca de quatro vezes mais caro. A diferença entre os dois procedimentos não será custeada pela Anaeel, e sim pelo governo do Estado.

Além de técnicos da CEEE, a audiência pública contou ainda com a presença do representante da SUPRG, WTorre, Prefeitura Municipal de São José do Norte e Rio Grande, além do Corpo de Bombeiros, 6º Grupo de Artilharia de Campanha, Banrisul e Banco do Brasil.

Cabos subaquáticos
Os cabos subaquáticos precisam ser instalados até setembro, para que o Estado não gaste com este projeto emergencial de R$ 5 milhões. O motivo é a passagem da P-53 que, após concluída, terá cerca de 116,5 metros de altura. Os cabos tracionados chegam, no máximo, aos 100 metros de altura. “A instalação dos cabos subaquáticos é a melhor forma de garantir a atracação e passagem de grandes embarcações. Trata-se de um projeto definitivo que permitirá o crescimento do Porto do Rio Grande”, defende Edmundo Silva.

Para a instalação da linha de transmissão sob a água – de 69KV -, São José do Norte ganhará uma subestação de energia elétrica. O cabo subaquático será colocado no mesmo trecho onde atualmente encontram-se os cabos aéreos. Os novos chegarão ao Tecon via aérea, quando serão mergulhados, estendendo-se até a nova subestação, junto à área urbana de São José do Norte. As equipes irão trabalhar na abertura de uma fenda no fundo do canal, quatro metros abaixo do calado previsto com o aprofundamento do canal, que terá 18 metros no total. A própria ação das ondas deverá enterrar os cabos.

De acordo com Edmundo Fernandez Silva, a obra dos cabos sob a água levará aproximadamente 120 dias para ser concluído. O projeto está em fase de licitação, e seu edital deverá ser publicado nos próximos dias e o contrato assinado nos próximos 75 dias. A obra deverá custar cerca de R$ 20 milhões.

Por que é preciso trocar os cabos de transmissão
Os cabos de transmissão precisam ser trocados devido à limitação em sua altura, a impossibilidade de aumentar a altura da rede através das estruturas atuais e as limitações mecânicas para o tracionamento dos condutores. Atualmente, o eixo possui 67 metros de altura. Chamado de Atendimento da Qualidade ao Município de São José do Norte, o projeto prevê soluções temporárias e definitivas para os cabos de transmissão de energia elétrica que atravessam o canal, desde o Tecon até o território nortense. Os principais objetivos da mudança no fornecimento do serviço são a expansão portuária, melhorias na qualidade de energia oferecida a São José do Norte e a integração do Município ao projeto de expansão portuária do Porto do Rio Grande.

Fonte: Jornal Agora

Postado por: Newscomex – Comércio Exterior e Logística

Add comment 26 Março, 2008

Porto retoma embarque de bovinos

Após um ano sem realizar exportação de bovinos, o Porto do Rio Grande retoma a operação, devendo o embarque dos animais se iniciar amanhã, 27. A empresa Vanzin Serviços Aduaneiros, responsável pelas operações de bovinos no Porto do Rio Grande, prevê o carregamento de cerca de 7 mil animais. A carga será embarcada no navio-curral Almawashi, de bandeira panamenha. Desde 2005, quando começaram as exportações de bovinos, já foram exportados cerca de 120 mil animais.

Este ano, a empresa Angus Trading retomou a compra do gado gaúcho destinado à exportação. Os bovinos, adquiridos no Rio Grande do Sul, serão exportados vivos para atender as exigências do Líbano. A carga, que tem como finalidade a engorda e o abate, deve levar cerca de 20 dias para chegar ao porto de Beirute.

A operação que acontecerá no cais do Porto Novo deverá durar cerca de 24 horas. Até o dia do carregamento, os bovinos ficarão confinados em uma propriedade rural localizada na Quinta para posteriormente serem transportados em caminhões até o local de embarque. Com o confinamento de toda a carga em Rio Grande, ao contrário das outras vezes, a operação ganhará maior agilidade.

O superintendente do Porto do Rio Grande, Sinésio Cerqueira, comemorou a retomada dos embarques observando que esse tipo de operação não é só boa para o porto, mas também para a economia do Estado, principalmente da Metade Sul. “Queremos retomar as operações e voltarmos a ser um dos maiores exportadores de bovinos do País”, salientou Cerqueira.

Fonte: Jornal Agora

Postado por: Newscomex – Comércio Exterior e Logística

Add comment 26 Março, 2008


Blog Stats

Sites Relacionados

Tags

Aeroporto Aeroportos Argentina Banco Bancos Bovespa Brasil China companhias aéreas Comércio Exterior câmbio Dólar Economia Embraer etanol EUA Exportação exportações ferroviário Gás Importação Importações Infraero logística Luiz Inácio Lula da Silva Mercosul Metrô Montadoras de Veículos PAC Passageiros Petrobras petróleo petróleo e gás PIB Política Porto de Santos Portos Resultado Financeiro Rodovia TAM Transportes Trem União Européia União Européia (UE) Vale do Rio Doce

Agenda

Março 2008
T Q Q S S D S
« Fev   Abr »
 123
45678910
11121314151617
18192021222324
25262728293031