Archive for Março 25th, 2008
Açúcar e exportações puxarão álcool
Ainda sem um grande mercado exportador e com a perspectiva de novo aumento na produção de álcool, o preço do litro do combustível nas bombas dos postos deve continuar baixo em comparação com a gasolina, mas a diferença vai cair. É o que afirma o consultor Luiz Carlos Correa Carvalho, que também é vice-presidente da Abag (Associação Brasileira de Agribusiness).
De acordo com ele, o preço do álcool, que chegou a representar 45% do valor cobrado pela gasolina, deve ficar estabilizado em cerca de 60%.
“A curva de volatilidade deve ser menor, ficando entre 60% e 65%, para remunerar o produtor. Dificilmente, teremos preços tão ruins como na última safra”, afirmou o consultor.
Isso deve ocorrer porque, embora ainda tímidas, as previsões apontam para crescimento das exportações, e o açúcar deve recuperar preço.
“O diferencial será a exportação para os Estados Unidos a partir de maio, por causa do preço alto da gasolina lá, cujo mercado flutua”, disse.
O valor da gasolina nos EUA em alta deve abrir uma oportunidade para o produtor brasileiro. “As exportações para a Europa também devem aumentar”, disse Carvalho.
Atualmente, a tonelada de cana-de-açúcar é vendida por cerca de R$ 35, abaixo da média histórica (de R$ 40 a R$ 45) e do valor praticado há pouco mais de um ano (R$ 55), mas já está acima do cobrado no fim de 2007 (R$ 32).
“A perspectiva de preço para o álcool não é boa. O carro flex é uma invenção extraordinária para o consumidor e provocou a concorrência entre álcool e gasolina. Se o produtor aumenta o preço do álcool, o consumidor usa a gasolina”, afirmou Bernardo Biagi, presidente das usinas Batatais e Lins.
Fonte: Folha de S.Paulo
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Instrumento musical brasileiro para exportação
Os fabricantes de instrumentos musicais brasileiros estão finalmente usando a reconhecida fama do “País do carnaval” em prol dos negócios. Produtores de peças de percussão, baterias e de acessórios musicais estão aproveitando o interesse dos estrangeiros pela cultura do Brasil – além da forte presença de comunidades de brasileiros no exterior – para crescer também com exportações.
“A indústria se adaptou e conseguiu achar um lugar no mercado, principalmente em países da Europa e Japão, onde a cultura brasileira é cada vez mais conhecida e apreciada”, diz o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Instrumentos Musicais e de Áudio (Anafima), Anselmo Rampazzo. Segundo ele, esse espaço foi conquistado graças a investimentos em tecnologia, novos materiais e profissionais qualificados, já que os compradores europeus são mais exigentes.
A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) estima um crescimento médio de 20% no volume de negócios feitos no exterior nos últimos anos. Desde 2005, a entidade mantém um programa de estímulo à exportação dos instrumentos musicais nacionais. Segundo o gestor do projeto, Bruno Amado, o resultado positivo ocorre porque as empresas brasileiras não competem por preço. “O País está tentando se posicionar entre os europeus e os chineses, com produtos de maior qualidade.”
O empresário Enrique Carlessi, da Luen Instrumentos Musicais, começou a exportar há quatro anos. Até então, sua empresa vendia apenas no Brasil. Com crescimento de 20% a cada ano, as exportações já são responsáveis por uma fatia de 10% das vendas totais. “O mercado externo não tem tanta sazonalidade quanto o doméstico. Além disso, lá fora eles prezam muito a qualidade, o que nos faz investir em novos produtos, design e material.”
Hoje, instrumentos como surdo, tantã, pandeiro e tamborim fabricados pela empresa de Cajamar (SP) estão na Espanha, Alemanha e Holanda. Os primeiros clientes, diz o empresário, foram grupos de brasileiros radicados nesses países. Depois, vieram contratos com empresas e distribuidores locais, de maior porte.
Na fabricante de acessórios para microfones Sabra Som, atualmente 60% da produção é exportada para Japão, Alemanha e Portugal, entre outros países. A relação custo-benefício do produto brasileiro, segundo a proprietária Liza Winter, atrai os compradores estrangeiros. “Eles associam nossos instrumentos a algo de qualidade, diferente do que ocorre com o material feito na China”, diz.
Segundo Rampazzo, da Anafima, os instrumentos brasileiros são usados em carnavais de cidades como Tóquio e Frankfurt, além das festas típicas dos países. A cidade alemã sediou, há duas semanas, uma das maiores feiras do setor, a Musikmesse. Dez empresas brasileiras participaram do evento, com apoio da Apex. “A maioria das companhias do setor são pequenas e médias, e, com a feira, passaram a ter chance de fazer negócios também no exterior e se fortalecer”, diz o presidente da associação.
MERCADO INTERNO
Enquanto aproveitam o boa receptividade de seus produtos lá fora, os fabricantes tentam conquistar mercado também no Brasil, onde o índice de crescimento das vendas é baixo. Uma das saídas para isso, diz Rampazzo, é instituir a obrigatoriedade do ensino de música nas escolas brasileiras. “Na China, onde o ensino é obrigatório, a indústria de violino – um dos instrumentos mais populares naquele país – está cada vez mais desenvolvida”, afirma.
NÚMEROS
20% é o crescimento médio das exportações de instrumentos
nos últimos anos
US$ 30 milhões é a soma das vendas de empresas brasileiras
ao exterior em 2007
25% dos instrumentos exportados são de sopro
Fonte: O Estado de S. Paulo
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Importações levam conta corrente a déficit recorde
O forte crescimento das importações levou o Brasil a registrar em fevereiro déficit em transações correntes recorde para o mês.
Diante dos resultados recentes, o Banco Central elevou sua estimativa de déficit no ano de US$ 3,5 bilhões para US$ 12 bilhões. Em fevereiro, o déficit em conta corrente foi de US$ 2,09 bilhões, frente a um superávit de US$ 376 milhões no mesmo período do ano passado.
O déficit ficou um pouco abaixo do projetado por analistas, que apostavam em saldo negativo de US$ 2,2 bilhões, mas superou a estimativa do BC de US$ 1,7 bilhão.
Isso se deu “principalmente por força do comportamento do comércio”, afirmou a jornalistas o chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes. “O crescimento da importação foi mais forte do que a gente esperava.”
Lopes acrescentou que a tendência para os próximos meses é de “suavização” no comportamento das importações e, conseqüentemente, no resultado sobre as transações correntes.
Lopes argumentou que, no primeiro bimestre do ano, houve uma concentração de importação de alguns produtos, como petróleo.
Investimentos
Os investimentos estrangeiros diretos somaram US$ 890 milhões em fevereiro. Isso representa uma queda de 35,4% ante o mesmo mês do ano passado, quando os investimentos no Brasil totalizaram US$ 1,37 bilhão. Em janeiro deste ano, por sua vez, os investimentos de estrangeiros no Brasil somaram US$ 4,8 bilhões.
A queda no ingresso de investimentos diretos, porém, já era esperada pelo Banco Central. A instituição projetava o ingresso de US$ 200 milhões no país em fevereiro. A entrada de investimentos diretos no Brasil é importante para a modernização do parque produtivo nacional e também ajuda a financiar as contas externas brasileiras.
Para todo o ano de 2008, o BC elevou a sua projeção de ingresso de investimentos no país para US$ 32 bilhões.
Fonte: Jornal Bom Dia S. J. do Rio Preto
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Rodovia federal tem chão de terra e cratera de 20 metros
O projeto inicial do Governo federal era asfaltar cem quilômetros da BR-342, que liga o Espírito Santo a Minas Gerais, mas apenas 23 quilômetros receberam asfalto. O gasto chegou a R$ 60 milhões e a rodovia está praticamente intransitável.
As obras começaram há quase oito anos e foram logo paralisadas por suspeita de superfaturamento. Até hoje, o serviço não foi retomado e o drama de quem depende da estrada continua.
É difícil acreditar que se trata de uma rodovia federal; o chão é de terra em grande parte da estrada. Em um dos pontos mais críticos, na região de Ecoporanga (ES), há uma cratera de quase 20 metros de profundidade.
Escoamento
A BR-342 é a principal via de escoamento da Região Noroeste do Espírito Santo, maior produtora de leite e gado de corte do estado. E não é difícil encontrar quem já tenha ficado preso nos enormes buracos. “Já teve dia de a gente ficar aqui até a noite, sem almoçar e sem jantar”, conta um caminhoneiro.
Desesperadas, as famílias que vivem nas proximidades estão abandonando as casas. “Tenho problema de bronquite asmática. Sofro mais com a asma por causa da poeira, já que sou alérgica”, diz a lavadeira Sueli Feitoza Zavarozi.
Prejuízos
A erosão também causou danos ambientais. A terra levada pela chuva invadiu propriedades e prejudica a produção rural.
E o pior é que a rodovia vai continuar assim, pelo menos, até dezembro. As obras não vão ser retomadas este ano porque estão fora do orçamento. Hoje, para asfaltar os 77 quilômetros que faltam, o governo deve gastar quase o dobro do previsto há oito anos.
O superintendente do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes no Espírito Santo (DNIT-ES), Élio Bahia, calcula que, para terminar a obra, devem ser gastos de R$ 175 milhões a R$ 180 milhões.
Fonte: G1
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Sorriso: importações crescem 122% em fevereiro
Ao contrário das exportações que tiveram queda neste bimestre, Sorriso registrou um aumento de 122% nas importações em fevereiro, se comparado ao mesmo período do ano passado. Totalizaram US$387 mil, contra os US$173 mil. Belarus, Estados Unidos e China foram os principais fornecedores de matéria-prima, principalmente insumos. As informações são da Secretaria de Comercio Exterior.
No acumulado deste ano houve incremento de 21,04% nas importações. Entre janeiro e fevereiro compraram mais de US$1,9 milhão em produtos, para US$1,6 milhão em 2006. Nos dois primeiros meses de ano Sorriso importou US$1,9 milhão em insumos industriais, além de US$58,2 mil em peças e acessórios de equipamento de transporte.
Segundo a Secretaria de Comércio Exterior, de Belarus, foram importados US$1,6 milhão. Dos Estados Unidos, outros US$329 mil, e, da China, U$58 mil.
Em outras cidades da região Norte, como Lucas do Rio Verde, as importações alcançaram US$733 mil para janeiro e fevereiro.
Fonte: Só Notícias
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Petrobras recebe licença prévia para obras do Complexo Petroquímico do Rio
O diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, recebe hoje (25) do governador Sérgio Cabral, às 16h30, no Palácio Guanabara, a licença prévia para as obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).
Na mesma solenidade, a diretora de Gás e Energia da Petrobras, Maria das Graças Foster, participa da assinatura de contrato preliminar de fornecimento de gás natural com as distribuidoras estaduais CEG e CEG RIO.
O governador Sérgio Cabral, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços do estado, Julio Bueno, o diretor-geral da América Latina do Grupo Gás Natural, Sérgio Aranda, e o presidente da CEG, Bruno Armbrust, participam da assinatura.
Fonte: Agência Brasil
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Volkswagen lança a perua Jetta Variant
A distância entre a SpaceFox e a Passata Variant agora ficou menor ou, melhor dizendo, há agora uma “escala” entre as duas peruas. A Volkswagen lançou nesta segunda-feira a Jetta Variant, versão perua do Jetta, que por sua vez é o sedã do Golf.
O modelo chegou com um imenso atraso ao mercado mundial – foi apresentado no Salão de Nova York do ano passado – enquanto o Jetta debutou no Salão de Los Angeles de 2005 e o Golf, muito tempo atrás: em outubro de 2003, em Frankfurt.
Graças à isso, a perua apresenta um visual intermediário, ou seja, não incorpora o DNA da Volkswagen atual, visto em modelos como o Passat CC e o Tiguan e que se traduz em lanternas circulares e uma grade dianteira pronunciada. Ao contrário, o Jetta Sportwagen, como é chamado oficialmente, traz lanternas triangulares e traseira pouco inspirada – a frente é a mesma da família, considerada hoje coisa do passado.
Mas, tal qual o sedã, é um excelente carro, tecnicamente dizendo. Seu motor 2.5 não está à altura do 2.0 TFSi, mas desenvolve bons 170 cv. O câmbio tiptronic de 6 marchas dá conta do recado e o enível de equipamentos é bem superior ao dos modelo médios. De quebra, a station wagon vem equipada com o teto Sky View, com 1,36 de comprimento e 87 cm de largura, de fazer inveja ao teto panorâmico do Peugeot 307 SW.
Ao contrário dos rivais, a Jetta Variant anda muito: são 205 km/h de máxima e o a 100 km/h em 9,2 segundos. O porta-malas, como vem sendo comum em peruas mais esportivas, é menor que o do sedã – são 505 litros em condições normais, mas há alguma versatilidade interna, se você precisar. A perua da VW, no entanto, não leva jeito para servir de veículo de carga.
Nicho oportuno
O valor pedido pela Volkswagen assusta para uma perua média – R$ 91 940 –, mas, analisando o segmento, existe mesmo um grande intervalo entre o modelo mais caro, a Toyota Fielder (R$ 83 712) e a perua médio-grande mais em conta nessa faixa, a C5 Break, da Citroën, (R$ 104 950). E as duas deverão ser substituídas em breve.
Contra suas concorrentes diretas, 307 SW, Mégane Grand Tour e a já citada Fielder, a Jetta Variant oferece mais equipamentos, potência, espaço lateral e desempenho, mas fica devendo porta-malas, espaço longitudinal e economia.
Fonte: Fast Drive
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Nippon Steel construirá fábrica de produção integrada no Brasil
A Nippon Steel vai construir uma fábrica no Brasil em parceria com a Usiminas para produzir aço. Com investimento entre US$ 4,957 e US$ 5,946 bilhões, a terceira maior siderúrgica do mundo deverá ser instalada em Cubatão, São Paulo.
Segundo o jornal econômico “Nikkei”, a nova fábrica dará à Nippon Steel uma capacidade de produção global e melhorará sua situação competitiva em relação a seu principal rival no setor, a siderúrgica ArcelorMittal.
Segundo o “Nikkei”, a construção da nova instalação começará em um ano.
A parceria entre a Nippon Steel e a Usiminas investirá cerca de US$ 2,977 bilhões na construção de um primeiro alto forno, capaz de produzir três milhões de toneladas de aço.
Um porta-voz da Nippon Steel disse que a informação é incorreta e destacou que o grupo não tem planos de construir o forno no país.
Está previsto ainda que por volta de 2010 seja construído um segundo forno que consiga dobrar a produção da companhia conjunta, o que supõe um custo total de entre US$ 4,957 e US$ 5,946 bilhões.
Segundo a imprensa japonesa, o projeto visa à produção anual de 6 milhões de toneladas até 2015, envolvendo todas as etapas do processo, do ferro ao aço.
O plano prevê ainda a utilização da estrutura da Usiminas para exportar o aço para os mercados de América Latina e Ásia.
Além disso, deverá ser enviado material inacabado aos Estados Unidos e Europa, onde será utilizado principalmente para a construção de automóveis.
A Nippon Steel é aliada da ArcelorMittal na venda de aço para os grandes fabricantes mundiais de carros. No entanto, as duas companhias concorrem no resto dos mercados do aço.
Fonte: Folha Online
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Exportação de açúcar a granel via Porto de Paranaguá aumenta 98%
As exportações de açúcar a granel pelo Porto de Paranaguá alcançaram, no acumulado do ano, um volume 98% maior que o verificado no mesmo período em 2007. O Porto exportou 365.838 toneladas entre janeiro e 19 de março deste ano, contra 184.939 toneladas em igual período no ano passado. Dados fornecidos pelo setor de estatísticas da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) mostraram que, em 2007, a exportação do produto rendeu US$ 694,4 milhões, o equivalente a 6% da receita cambial gerada no ano passado.
O açúcar a granel embarcado até meados de março é o resíduo da safra colhida em 2007 e que ainda está sendo escoada, cumprindo contratos já firmados. Segundo Pérsio Souza de Assis, gerente-geral do terminal Pasa, que atua exclusivamente com açúcar no Porto de Paranaguá, a tendência é que até o fim deste mês ainda haja mercadoria da safra passada para ser embarcada. Depois disso, começam os embarques da safra 2008.
“Em março serão embarcados os últimos navios da safra anterior. Os embarques atrasaram em virtude de alguns fatores, como a alta dos fretes dos navios, num momento em que o preço do açúcar caiu. Agora vemos certo equilíbrio em função da recuperação dos preços do produto, mesmo com os fretes ainda em alta”, avaliou Assis.
Em 2007, a empresa foi responsável pela totalidade das exportações de açúcar a granel no Porto de Paranaguá, com dois milhões de toneladas embarcadas. A previsão da Pasa para 2008 é alcançar 2,6 milhões de toneladas, com um mercado mais consolidado, principalmente o russo, que é o maior comprador, e com a ampliação de áreas de plantio das usinas instaladas no interior do Estado.
O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento, estima que a produção da safra paranaense de cana-de-açúcar, da safra 2007/2008, fique entre 50,6 milhões e 55,2 milhões de toneladas. O montante é 16,5% maior que a safra anterior, quando foram produzidas 45,4 milhões de toneladas. A área cultivada crescerá 16%, passando de 536.071 hectares para 622.506 hectares plantados.
Mercado – O açúcar embarcado pela Pasa é do tipo VHP (Very High Polarization), que ainda será refinado para consumo e encontra-se entre o estado bruto e o cristal. Esse estado permite aos clientes transformá-lo em diferentes tipos de açúcar para o consumo. Por ser menos úmido, é ideal para exportação, pois facilita o transporte. Toda sua produção é enviada ao exterior.
Estimativas da Associação de Produtores de Álcool e Açúcar do Paraná (Alcopar) dão conta de que 10 novas usinas de álcool e açúcar entrarão em funcionamento no Paraná até 2010. Em 2007, entraram em operação duas novas usinas de álcool e açúcar. Em 2008, mais uma e, até 2010, outras nove serão inauguradas.
Mas nem toda produção paranaense é escoada por Paranaguá. Das 20 usinas paranaenses (número que representa 10% das usinas existentes em São Paulo), três delas enviam suas produções para o Porto de Santos porque possuem sociedade com investidores paulistas.
Ensacado – O açúcar ensacado também é destaque no terminal paranaense e integra o rol de mercadorias do segmento da “carga geral”, que também inclui produtos como madeira e congelados. No acumulado do ano houve aumento de 88% nas exportações que, de 16.809 toneladas exportadas entre janeiro e 19 de março de 2007, passou às atuais 31.521 toneladas em igual período de 2008. Em todo o ano passado, a carga superou as 290 mil toneladas embarcadas no Porto de Paranaguá.
Fonte: Safra News
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Problema em porta de trem causa lentidão na Linha Azul do Metrô
Uma composição do Metrô de São Paulo que seguia pela Linha Azul apresentou problemas no fechamento das portas na manhã desta terça-feira (25). O trem acabou ficando 11 minutos parado na Estação Sé, fazendo com que as outras composições da linha tivessem que andar com velocidade reduzida.
Segundo a assessoria de imprensa do Metrô, um dos vagões de um trem apresentou problema no fechamento das portas quando parou na Estação Sé, seguindo sentido Jabaquara, às 6h12. Um funcionário teve que retirar os passageiros, que foram encaminhados para outros vagões no mesmo trem. A parada seguiu até as 6h23.
A composição continuou atuando até a Estação Jabaquara, quando foi esvaziada e encaminhada para o pátio, onde vai entrar em manutenção. O problema não causou reflexos nas outras linhas. Segundo o Metrô, o funcionamento na Linha Azul voltou ao normal logo que o trem com problemas foi retirado.
Fonte: G1
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