Archive for Março 24th, 2008
Paraná treina técnicos para exportar à UE
A Secretaria da Agricultura do Paraná vai enviar médicos veterinários do Departamento de Fiscalização da Defesa Sanitária Animal para participar de treinamento que será oferecido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e do Abastecimento, a partir do próximo dia 31, em Brasília.
O curso, de 10 dias, será ministrado por auditores da União Européia e vai capacitar 200 técnicos de todo o País para os processos de certificação das propriedades autorizadas a exportar carnes para os países do bloco. Com isso, o Paraná se antecipa na preparação para retomar as exportações para a Europa – que dependem da liberação sanitária da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), que pode ocorrer na reunião de maio. São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso do Sul também aguardam a autorização.
A realização do curso foi decidida logo após o ministério ter suspendido, na semana passada, novas inclusões de Estabelecimentos Rurais Aprovados no Sisbov (Eras) na base de dados do serviço brasileiro de rastreabilidade. A inclusão voltará a ocorrer depois que os serviços das certificadores sejam auditados. Mas, para isso, os fiscais do ministério e de instituições estaduais de defesa agropecuária precisarão passar pelo treinamento. Atualmente apenas 97 propriedades inscritas no Eras estão aptas a comercializar gado para frigoríficos exportadores de carne in natura para o bloco.
Segundo o secretário de Agricultura e do Abastecimento do Paraná, Walter Bianchini, o Estado foi citado como o único que tem uma certificadora oficial do governo: a Cert-Seab. A empresa estatal segue o modelo europeu de rastreabilidade, onde todos os bovinos portam brincos para facilitar a identificação da origem. Criada em 2002, a certificadora conta com 126 propriedades cadastradas, que têm um rebanho de 86 mil bovinos.
Fonte: Gazeta Mercantil
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Add comment 24 Março, 2008
DNIT visita Jaú e Dois Córregos
Hoje, o coordenador de Infra-Estrutura de Transportes do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT), engenheiro Marco Antônio Blotta, acompanhado de um projetista, estará nos municípios de Jaú e Dois Córregos. A visita tem o objetivo de avaliar a solução ideal para os locais onde serão realizadas as obras para a eliminação dos pontos de conflito em trechos da linha férrea.
De acordo com o deputado federal José Paulo Tóffano (PV), autor do pedido ao DNIT, suas gestões junto ao Ministério dos Transportes e ao DNIT visando a solução dos problemas envolvendo trechos da malha ferroviária vêm sendo realizadas desde o ano passado.
“Após essa primeira etapa, a de avaliação, o próximo passo será a realização de uma licitação para a elaboração do projeto e, na sequência, será licitada a execução da obra propriamente dita, procedimentos que já foram autorizados pelo ministro Alfredo Nascimento”, comenta o deputado. “Será o maior aporte de recursos do governo federal em obras na microrregião de Jaú das últimas décadas”, completa Tóffano.
Em Dois Córregos, uma vistoria do DNIT realizada em junho do ano passado apontou a necessidade do alargamento e rebaixamento de um pontilhão situado na avenida Piracicaba, via de acesso à SP-304.
A passagem, que interliga os bairros Jardim Paulista, Jardim Figueira Branca, Jardim Bela Vista 1 e 2 e Núcleo Habitacional Jardim Viotto ao centro da cidade, possibilita o tráfego de apenas um veículo por vez, o que provoca congestionamentos nos horários de pico e compromete o desenvolvimento dos bairros situados acima da linha férrea.
Em Jaú, a avaliação do órgão apontou como prioridades a construção de um túnel no final da avenida Francisco Canhas, sob a linha férrea que corta a cidade interligando o bairro Maria Luiza IV ao bairro Santo Antônio.
As visitas acontecerão às 14h em Dois Córregos e às 16h em Jaú. De acordo com o deputado, em uma segunda etapa, o DNIT deverá autorizar a realização das obras pleiteadas pelos municípios de Bauru e Pederneiras. “As gestões para a liberação dos projetos nessas duas cidades continuam sendo feitas”, conclui.
Fonte: JCNet
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Sorriso: exportações caem 72% em fevereiro
Sorriso registrou redução de 72,10% nas exportações, em fevereiro, se comparado ao mesmo período do ano passado. As vendas totalizaram US$2,4 milhões, ante os US$8,9 milhões. Foi o primeiro saldo negativo registrado pelo município, que tem na agricultura sua principal base econômica. Só Notícias apurou que, em janeiro, houve um crescimento superior a 200%. Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior.
Os principais produtos exportados ainda vêm da agricultura. Em fevereiro foi o milho que liderou o volume de negócios – US$2,65 milhões, correspondendo a 39,20% do total. Em seguida está a soja, com US$2 milhões negociados, equivalente a 30% das transações realizadas. Como Sorriso é campeão brasileiro em produção de soja, a oleaginosa domina as exportações na maioria dos meses.
O algodão simplesmente debulhado, não cardado nem penteado movimentou US$1 milhão (15,11%). Sorriso também vendeu US$597 mil em madeira.
A Ásia e a Europa foram os principais mercados para os quais Sorriso exportou. Somente para Rússia, que liderou a relação de países, foram US$2 milhões, 30% do total. Para a Alemanha, exportados US$1 milhão entre vários produtos. A Holanda vem em terceiro, com US$965 mil, 14,24% das vendas.
No acumulado, de janeiro a fevereiro deste ano, Sorriso contabiliza redução de 32% nas exportações. No bimestre foram exportados US$6,7 milhões e, no período de 2007, outros US$10 milhões.
Fonte: Só Notícias
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Lula diz que a crise dos EUA não deve chegar ao Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ao longo de seu programa de rádio “Café com o presidente”, que foi ao ar na manhã desta segunda-feira (24), que a crise que vem atormentando os norte-americanos não deverá chegar ao Brasil. Lula deu a entender que o país está blindado o suficiente para suportar boa parte das turbulências do mercado internacional.
“A crise não chegou ao Brasil e nós trabalhamos com a hipótese de que a crise não vai chegar ao Brasil”, disse Lula. E explicou os motivos de seu otimismo: “Primeiro porque o sistema brasileiro não está envolvido nos títulos imobiliários americanos; segundo porque o Brasil está com sua economia sólida, sustentada no seu crescimento interno, e numa política de exportação muito forte; terceiro coisa é que diversificamos nosso mercado importador. Nós, hoje, não dependemos de um ou de outro país. Temos uma grande exportação para toda América Latina, para Europa, para os EUA, Ásia, Oriente Médio. Portanto, essa diversificação dá ao Brasil uma certa garantia de que nós não temos problemas”.
“Nós estamos cautelosos”
Lula afirmou ainda que tomou algumas providências para se planejar contra a turbulência. “Há poucos dias lançamos algumas medidas anunciadas pelo ministro Guido Mantega para ver se melhora a situação do câmbio, para ver se incentivam ainda mais as nossas exportações. De qualquer forma, nós estamos cautelosos”, disse. “O ministro da Fazenda, o presidente do Banco Central têm conversado sistematicamente comigo. Até agora não há indícios de que essa crise pode causar problema ao Brasil”, acrescentou.
O presidente, no entanto, fez um alerta. “Se houver crise profunda nos EUA, uma recessão, aí vai criar problema em todos os países do mundo”, avisou. Lula, porém, acredita numa boa maré brasileira. “A diferença é que como o Brasil diversificou a sua pauta de exportação você pode ter menos problemas”, afirmou.
Lula pediu ao brasileiro para acreditar em seu país. “Queria dizer ao povo brasileiro que esse momento é o momento de continuarmos acreditando no Brasil, porque a situação do Brasil está melhorando, o PIB continua crescendo, investimentos crescendo, o crédito está crescendo, o salário está crescendo, a renda do povo está crescendo e o mercado interno continua muito forte. E nós precisamos acreditar que é isso que vai sustentar o Brasil”.
PAC
O presidente falou ainda que vai viajar pelo país para inspecionar as obras que envolvem o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). “Estamos trabalhando com muita intensidade para concretizar o andamento dessa obras. É importante lembrar que o PAC foi lançado em 22 de janeiro de 2007. Foi uma coisa inédita. Fizemos contratos com governadores e prefeitos. Fizemos convênios com cidades até 150 mil habitantes, que é dinheiro para financiar habitação para pessoas que não podem pagar. Agora estamos viajando para dar início nas obras. São R$ 40 bilhões que acordamos com os governos e os prefeitos. Queremos ver esses investimentos transformados em melhoria de vida das pessoas, geração de emprego e de renda”.
Segundo Lula, o PAC está longe de ser um trunfo eleitoral. “É no mínimo uma coisa que me deixa indignado. O governo não está disputando nenhuma eleição. Não tem eleição para Presidência da República. O programa é um programa que o governo federal anunciou com dois anos de antecedência. Esse dinheiro está gerando aquilo que nós queríamos que gerasse: emprego e melhoria na vida das pessoas. Quando vamos a uma cidade eu não quero saber se o prefeito é candidato à reeleição, se o prefeito é do PFL, se o prefeito é do PT. Quero saber se ele tem uma obra importante a ser feita, sobretudo quando se trata de urbanização de favela e saneamento básico. Vamos continuar viajando o Brasil, porque acho que é imprescindível que o povo tenha esses investimentos começando a produzir efeitos agora”, afirmou.
Fonte: G1
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Terminal frigorificado de Ponta do Felix terá ferrovia
O terminal de congelados da Ponta Felix, localizado em Antonina, um pequeno porto auxiliar do terminal paranaense de Paranaguá, vai ganhar uma ligação ferroviária com a construção de um trecho de 2,5 quilômetros ligando o bairro de Tefé naquela cidade, ao cais do porto. “Estamos estudando o projeto em parceria com a América Latina Logística (ALL), com a previsão de um investimento de R$ 3 milhões. A idéia é sair na frente e oferecer também a alternativa ferroviária aos nossos clientes”, disse o diretor da Ponta do Felix, José Augusto Desordi.
Depois de Paranaguá, entre os portos do Sul do País, Antonina será o primeiro a oferecer esta opção para movimentação de congelados. O Previ é o maior acionista do terminal, que possui um cais de 360 metros e dois berços de atracação exclusivos e uma capacidade operacional de movimentação de 30 mil toneladas mensais de produtos congelados.
Quando da sua implantação, em 1997, Ponta do Felix exigiu investimentos de R$ 200 milhões, mas foram feitos novos investimentos depois disso para adequar o porto ao embarque de outros produtos como madeira, granéis sólidos e produtos siderúrgicos. No início, ele foi concebido para ser um terminal especializado e o mais moderno do País para receber navios break bulk, utilizado principalmente pelos russos, contando com clientes como a Perdigão, Sadia, Frangosul, Minerva e Mafrig.
Atualmente o principal problema de operação do terminal está no calado de Antonina, limitado a 8,10 metros quando a profundidade ideal deveria ser de 9,50 metros porque há quase cinco anos não se faz dragagem no local. O cais da Porta do Felix permite a atracação de dois navios simultaneamente e conta com apoio de oito armazéns de carga, num total de 21.830 metros quadrados de área construída. O complexo frigorificado foi inaugurado em 2001 com a previsão de embarque até 420 mil toneladas anuais de produtos congelados. Para isso, conta com dois armazéns com capacidade total de 13.500 toneladas, equipados, inclusive, com túnel de congelamento.
O projeto do ramal ferroviário é antigo e está sendo retomado pelos acionistas porque a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA) resolveu dar um impulso maior a movimentação de congelados tanto em Antonina como em Paranaguá, criando o conceito de Corredor de Exportação para Congelados nos mesmos moldes do que opera com grãos para fazer do estado do Paraná um dos principais pólos exportadores de carnes do Brasil.
A meta é ampliar a movimentação inicialmente em 50 mil toneladas por mês. Em 2007, das 3.169.000 toneladas de carne de frango exportadas no Brasil, 44% saíram por Santa Catarina, 35% pelo Paraná e 7% por São Paulo. Dos suínos, das 538.000 toneladas de carne exportadas, 67% saíram por Santa Catarina, 16% pelo Paraná e 1% por São Paulo. Já com relação à carne bovina, das 1.862.000 toneladas de carne exportadas em 2007, apenas 5% saíram pelo Paraná, 16% por Santa Catarina e 77% por São Paulo.
Fonte: Gazeta Mercantil
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Biocombustível pressiona preços dos grãos
Uma questão polêmica, lançada no ano passado pelo presidente da Venezuela, Hugo Cháves, começa agora a surtir seus primeiros efeitos. A influência da demanda por biocombustíveis sobre os preços dos alimentos já tem sido verificada: recentemente a Nestlé anunciou a necessidade de incremento dos preços em função do aumento das matérias-primas agrícolas destinadas à produção de combustíveis, como a soja e o milho.
A tendência tem sido motivada por iniciativas como a dos Estados Unidos, que aumentou a produção do milho para destiná-lo à elaboração de etanol, em detrimento à produção de ração e alimentação humana. “Sobe o milho, sobem os insumos para alimentação dos animais e também das pessoas. Essa pressão nos preços do cereal poderá se manter nos próximos anos”, constata o pesquisador do Instituto de Economia Agrícola (IEA) Sérgio Torquato.
O presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho) e União Brasileira do Biodiesel (Ubrabio), Odacir Klein, acrescenta que ao contrário da soja, o resíduo do milho, após a extração do álcool, não pode ser usado na alimentação. “Não é um resíduo bom, como o farelo de soja, por isso se destinado à produção do álcool o milho fica inviável para consumo alimentar.”
Apesar de o cereal ser considerado como um dos principais “vilões” no que tange ao aumento dos preços dos alimentos, a soja também tem participação nesse processo. A disputa ocorre devido à concorrência que se estabelece entre alimento e energia pela mesma matéria-prima. “A soja está muito bem cotada internacionalmente, contribuindo muito para elevação dos preços, além da alta demanda chinesa”, afirma.
Klein discorda do fato de que o direcionamento da soja para a produção de biocombustíveis esteja refletindo no preço dos alimentos, pois apenas 18% da oleaginosa é usada para a fabricação de combustível, sendo que 70% ficam para a produção de farelo – produto prioritário para o setor alimentício, especialmente carne e lácteos. Na opinião dele, o que tem realmente influenciado nos preços é o aumento da demanda mundial por alimentos. Outro aspecto que, segundo o especialista do IEA tem impactado os valores dos alimentos, é o preço do barril de petróleo, largamente utilizado na agricultura (fertilizantes, diesel para os tratores e colhedoras etc) que sempre refletem nos custos de produção.
A expansão da produção de biocombustíveis de forma descontrolada e sem critérios poderá levar no longo prazo um encarecimento dos produtos agrícolas, assim como o petróleo, que contribui com uma grande parcela no aumento dos preços de produtos alimentares. Isso porque o insumo é muito utilizado na agricultura convencional de larga escala. Na opinião dele, é impossível estimar por quanto tempo a demanda por biocombustíveis estará aquecida. Sabe-se apenas que há um espaço aberto que deve ser preenchido até que outras alternativas sejam viáveis economicamente. Para Torquato, entre as saídas que possibilitariam a redução do impacto é o aumento da produtividade e o uso da tecnologia da hidrólise.
Fonte: Jornal do Comércio/RS
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Movelsul começa hoje em Bento
Considerada a maior feira internacional de móveis da América Latina, a Movelsul Brasil 2008 começa nesta segunda-feira, em Bento Gonçalves, estendendo-se até o dia 28. Mais de 430 expositores de 10 estados brasileiros estarão apresentando seus lançamentos para um público estimado em 34 mil profissionais, dentre eles importadores de 65 países. A estimativa de negócios é da ordem de US$ 270 milhões.
Em sua 16ª edição, o evento terá área de exposição de 57.220 m², ampliada em 3,5 mil m² com a construção do pavilhão F para atender parte da lista de espera. A área construída permitiu incluir 58 novos expositores.
Além da exposição, ocorre paralelamente o Projeto Comprador, em parceria com a Agência de Promoção das Exportações (Apex), por meio do Programa Brazilian Furniture. Importadores de 27 países irão se encontrar com expositores a fim de iniciar parcerias de negócios. No total de visitantes, os organizadores esperam compradores de mais de 61 países, como aconteceu na edição de 2006.
O Brasil possui 15 mil indústrias de móveis e emprega mais de 200 mil trabalhadores. Só em Bento Gonçalves, um dos maiores pólos exportadores do Brasil, existem 280 indústrias. No ano passado o setor exportou quase US$ 1 bilhão, com destaque para o Reino Unido, França, Espanha, Argentina, México, Uruguai e Estados Unidos.
Paralelamente à Movelsul ocorre também o Salão do Design que oferece premiação aos destaques em três categorias (indústria, profissional e estudante). O concurso é aberto para designers da América Latina, Caribe e União Européia. O evento já recebeu mais de 5.424 projetos nas suas 11 edições. Este ano estão inscritos 943 projetos de 14 países.
Na Movelsul 2008 estarão em exposição móveis com diferentes matérias-primas: chapas, madeira, metal, couro e tecido, fibra, pedra, vidro, plástico, junco, ratan e sisal. O governador em exercício Paulo Feijó participa da abertura às 14h. A Movelsul é organizada pelo Sindicato das Indústrias do Mobiliário de Bento Gonçalves (Sindmóveis) entre outros apoiadores.
Fonte: Jornal do Comércio/RS
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Logística pode garantir investimentos no Estado
O dique seco, que está sendo construído no município de Rio Grande pelo Grupo WTorre, pode influenciar para que outros investimentos sejam realizados no Rio Grande do Sul. Isso porque a logística será um dos fatores fundamentais na hora de o complexo escolher seus fornecedores de matérias-primas, em especial o aço.
O Grupo Gerdau já manifestou a intenção de investir US$ 400 milhões em uma laminadora de chapas grossas, mas ainda não definiu o estado em que será instalado o empreendimento. O presidente do Grupo WTorre, Walter Torre Júnior, informa que já está sendo negociado o fornecimento de matérias-primas para a estrutura do Rio Grande, entretanto isso ainda não envolveu a Gerdau. Torre Júnior relata que a demanda do dique seco será de cerca de 5 mil toneladas ao mês de perfis (laminados). “Uma unidade de produção próxima ao dique pode gerar um preço mais competitivo devido à logística”, argumenta Torre Júnior.
O dique seco terá 480 metros de comprimento, permitindo a produção simultânea de até três plataformas oceânicas de exploração de petróleo e gás. Também poderão ser construídos e reparados embarcações de apoio marítimo a plataformas de petróleo, embarcações de grande porte utilizadas no transporte de cargas, tanto em longo curso como na cabotagem, petroleiros e equipamentos off-shore.
A previsão é de que o complexo esteja concluído até dezembro, no entanto suas oficinas devem estar prontas em um mês. O Grupo WTorre congrega, atualmente, a WTorre Empreendimentos (incorporação de imóveis comerciais), a WTorre Engenharia (construtora do grupo), a WTorre Óleo e Gás (construção e reparo de plataforma de petróleo), a WTorre Investimentos e a Guanandi, incorporadora popular. O grupo planeja abrir, em breve, o capital dessa última companhia.
Na quinta-feira, Torre Júnior palestrou, no Hotel Sheraton, em Porto Alegre, para uma platéia de empresários da Amcham-Porto Alegre (Câmara Americana de Comércio) sobre o futuro das grandes construtoras brasileiras.
Fonte: Jornal do Comércio/RS
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Add comment 24 Março, 2008
Exportação diversificada favorece país em cenário de crise internacional
A diversidade de países importadores dos produtos brasileiros indica que um agravamento no cenário econômico internacional pode ter menos efeitos no mercado interno, avalia o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em seu programa semanal de rádio Café com o Presidente, ele afirmou, entretanto, que apesar da relativa tranqüilidade, o momento é de cautela.
“Até agora não há indícios de que esta crise pode causar problema ao Brasil. Bem, se houver uma crise profunda nos Estados Unidos, uma recessão, aí vai causar problemas em todos os países do mundo. A diferença é que como o Brasil diversificou a sua pauta de exportação, você pode ter menos problemas do que outros países que dependem dos Estados Unidos ou da União Européia”.
Lula mencionou ainda o crescimento do país e a autonomia do sistema financeiro em relação à volatilidade de títulos dos Estados Unidos como aspectos que podem garantir que o Brasil siga imune à crise.
“A crise não chegou no Brasil e nós trabalhamos com a hipótese de que a crise não vai chegar no Brasil, por algumas razões. Primeiro, porque o sistema financeiro brasileiro não está envolvido nos títulos imobiliários americanos. Segundo, porque o Brasil está com a sua economia sólida e sustentada muito no seu crescimento interno e, depois, numa política de exportação muito forte”.
Apesar da avaliação favorável, segundo o presidente, o contexto econômico requer precaução. “Há poucos dias, lançamos algumas medidas anunciadas pelo ministro [da Fazenda] Guido Mantega para ver se melhora a situação do câmbio e para ver se incentiva ainda mais as nossas exportações. Mas,de qualquer forma, nós estamos cautelosos”.
Fonte: A Tarde Online
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VRG implementa nova malha aérea
A GOL Linhas Aéreas Inteligentes S.A. (Bovespa: GOLL4 e NYSE: GOL), controladora das companhias aéreas brasileiras GOL Transportes Aéreos S.A. e VRG Linhas Aéreas S.A., anuncia o início das operações da nova malha de vôos domésticos da VRG. As alterações, concebidas para ampliar a presença da Empresa em mercados de alto tráfego de negócios, melhoram a conectividade e a distribuição em diversos destinos nacionais.
O planejamento da nova malha levou em conta a volta das conexões ao
aeroporto de Congonhas, em São Paulo. A VRG passará a atender, a partir desse aeroporto, Belo Horizonte (Confins), Brasília, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e Salvador.Mas a maior mudança é a criação de um hub de distribuição de vôos em Brasília. A partir de hoje, clientes podem chegar a Belo Horizonte (Confins), Fortaleza, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro (Galeão), São Paulo (Congonhas) e Salvador em vôos diretos procedentes da capital federal. Além disso, a oferta de vôos para estes destinos foi aumentada. Salvador, por exemplo, passa a receber
três freqüências de Brasília, duas do Rio de Janeiro (Galeão) e três
de São Paulo (Congonhas).
“Com o hub em Brasília e a volta das conexões em Congonhas, a VRG
terá muito mais opções de vôo para vários destinos. A Empresa está
crescendo, ganhando musculatura e abrangência nacional”, diz Lincoln
Amano, diretor Comercial da VRG. “A nova malha permitirá à Empresa
aumentar de forma inteligente a utilização das aeronaves, a produtividade, eficiência, a ocupação dos vôos, mas, principalmente, proporcionará a ampliação dos seus serviços aos clientes”.
As operações em Brasília e a partir de Congonhas serão realizadas em grande parte por aeronaves Boeing 737-700 e 737-800 Next Generation,
que possuem o maior espaço entre poltronas do mercado doméstico brasileiro.
Sobre a GOL Linhas Aéreas Inteligentes S.A.
A GOL Linhas Aéreas Inteligentes S.A. é controladora das companhias aéreas brasileiras GOL Transportes Aéreos S.A. e VRG Linhas Aéreas S.A. GTA e VRG oferecem vôos diários para mais destinos no Brasil do que qualquer outra companhia aérea brasileira, ao mesmo tempo em que
disponibiliza a tabela de vôos mais conveniente do país. Operam uma frota jovem e moderna de Boeing, as aeronaves mais seguras e confortáveis da classe, com baixos custos com manutenção, combustível e treinamento, e altos índices de utilização e eficiência.
Fonte: PRNewswire
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