Archive for Março 17th, 2008

Metrô de SP opera com velocidade reduzida por causa da chuva

Os trens do Metrô operam com velocidade reduzida por causa da chuva leve que atinge a cidade de São Paulo na manhã desta segunda-feira (17). De acordo com a assessoria da empresa, a medida é tomada por questões de segurança

A redução da velocidade costuma ser de 20% em trechos descobertos. Quem mais sente a alteração são os passageiros da Linha Vermelha, que tem 60% da circulação em área aberta. A estimativa é que em dias de chuva, com a diminuição de velocidade, o intervalo entre os trens aumente, em média, de 101 para 120 segundos.

Esta manhã, um problema em uma das composições reduziu a velocidade dos trens da Linha Azul durante quatro minutos. Um trem que saiu do Jabaquara em direção ao Tucuruvi apresentou problemas na Estação Conceição. Os operadores seguiram até a estação seguinte, São Judas, de onde o trem retornou para o pátio do Jabaquara. A operação ocorreu entre as 6h06 e as 6h10, segundo o Metrô.

Fonte: G1

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Mercosul quer reativação do ramal ferroviário Livramento-Cacequi

A comissão do Mercosul e Assuntos Internacionais debateu na última semana a necessidade de reativação do ramal ferroviário de Cacequi a Livramento, interligando os municípios da fronteira oeste às demais regiões do Estado e possibilitando o transporte de produtos para o Porto do Rio Grande. Ao todo, são 156 quilômetros de linha férrea consideradas fundamentais para o desenvolvimento da região. A demanda inclui a possibilidade de transporte do grande volume de madeira atualmente produzida pelo Uruguai – destinada à exportação – a crescente produção de biodiesel, da fruticultura e de grãos, além da iminente ampliação da produção de madeira no Rio Grande do Sul, com a ampliação do florestamento.

“Toda esta produção não se destina apenas ao mercado gaúcho, mas, e principalmente, ao mercado brasileiro e à exportação”, explica o presidente da comissão, deputado Rossano Gonçalves (PDT). “Assim começa, e já está em pleno andamento, o fluxo de caminhões pelas rodovias da região e pelas que levam ao Porto de Rio Grande – o Porto de Montevidéu está totalmente congestionado – e pelas vias de acesso às principais capitais do Brasil”, complementa.

O parlamentar ressalta que, além de caro, o transporte rodoviário acaba congestionando as estradas. “Daí a importância do transporte ferroviário no trecho Livramento-Cacequi-Rosário do Sul, conectado à malha ferroviária brasileira e uruguaia. Além de baratear custos, ele desobstruirá as rodovias nacionais”.

Prefeitos e vereadores de municípios da fronteira oeste e central estiveram presentes na audiência pública ressaltando a necessidade de investimento na malha ferroviária da região e a ampliação do serviços de transportes de carga por parte da empresa concessionária do trecho, a América Latina Logística (ALL). A empresa, segundo as lideranças políticas presentes, desativou o trecho há cinco anos, contrariando o contrato de concessão.

O gerente de Relações Aduaneiras da ALL, Miguel Jorge, disse que o problema passa pela viabilidade econômica da reativação do referido ramal ferroviário – que requer investimento de R$ 12 milhões – e que isto passa pelo aumento da produção de matéria-prima e transporte e da própria manutenção e ampliação da rede rodoviária. “Faltam clientes”, sintetizou, contrariando os depoimentos dos representantes institucionais. Ele adiantou que existe um grupo de estudos tratando do tema para que seja encontrada uma solução.

Parlamentares questionaram o representante da Agência Nacional de Transportes Terrestres, Roberto Guedes da Luz, e o chefe da Unidade Regional do Ministério dos Transportes, José Gilberto Niemczewski, sobre os aspectos técnicos e legais da concessão do trecho, resultado do espólio da antiga Rede Ferroviária Federal. Guedes da Luz disse que a concessionária e a mobilização das comunidades regionais demonstra a necessidade de se rediscutir a questão.

Fonte: Jornal Agora

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Porto privativo pode ter regra mais flexibilizada

O governo deverá flexibilizar as regras para a construção  de terminais portuários privativos. O secretário especial dos Portos, ministro  Pedro Brito, disse  que a idéia é extinguir, por decreto, a exigência de  um volume mínimo de carga própria que o investidor tem de apresentar para ser  autorizado a construir o terminal.  “Não vai haver mais limite mínimo de carga própria, mas continuará havendo a  necessidade de alguma carga própria, porque essa é uma exigência legal”, disse  Brito, após participar reunião na Confederação da Agricultura e Pecuária  do Brasil (CNA).

A medida atende a uma demanda dos produtores rurais. Atualmente, uma resolução  da Agência Nacional dos Transportes Aquaviários (Antaq) determina que a autorização  para construção de um terminal privativo só pode ser dada se a carga própria  do interessado for suficiente para justificar a obra. Brito lembrou que, como  a Lei dos Portos não estabelece essa limitação, a modificação pode ser feita  por decreto. A senadora Kátia Abreu (DEM-TO), uma das principais lideranças da bancada ruralista  no Congresso Nacional, disse que o fim desse limite deve estimular os investimentos  em novos terminais. “Essa restrição não é necessária, o investidor pode, por exemplo, usar com carga  própria apenas 10% da capacidade do porto, mas prestar serviços a terceiros  e, assim, operar o terminal com capacidade total. O risco é do investidor, porque  ele vai gerir o porto como um negócio terceirizado”, disse a senadora, que participou  do encontro.

Na conversa com Brito, os produtores rurais também pediram ao governo que isente  as importações de fertilizantes e defensivos agrícolas do pagamento do Adicional  ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM), taxa equivalente a 25%  do valor do frete naval, cuja arrecadação é destinada a financiar a construção  de navios em estaleiros nacionais. A proposta está entre as emendas apresentadas pela bancada ruralista à Medida  Provisória 412, que trata da prorrogação do Regime Tributário para Incentivo  à Modernização e à Ampliação da Estrutura Portuária (Reporto). Kátia Abreu argumentou que a cobrança da taxa de 25% sobre o frete na importação  dos fertilizantes representa, sozinha, 5% do custo da produção de grãos.

Fonte: Tribuna do Norte

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Brasil exporta 25 mil toneladas de arroz em fevereiro

O dólar baixo prejudicou as exportações de arroz em fevereiro e o volume chegou a 25 mil toneladas. Mas o resultado foi considerado positivo pelo setor arrozeiro gaúcho. “Mesmo com a valorização do produto no mercado interno e a desvalorização cambial, foi possível exportar uma quantidade razoável, demonstrando o bom momento que vive o mercado internacional em relação às exportações”, afirma o assessor de mercado do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), Camilo Oliveira. Em comparação com o mesmo período do ano passado, a saída do produto teve uma queda de 44%.
A Holanda foi o principal destino para o arroz brasileiro, com 13 mil toneladas importadas. Em seguida, aparece Benin (4 mil), Trinidad e Tobago e Panamá (2 mil). Porém, a diminuição das exportações não foi sentida nos valores negociados. Enquanto que em fevereiro de 2007, quando o Brasil exportou 44,4 mil toneladas, foram gerados U$ 6,06 milhões, este ano o valor chegou a U$ 5,7 milhões.

“O aumento das exportações do arroz beneficiado contribuiu para a geração de um volume maior de dinheiro”, diz Oliveira. Para o assessor, esse tipo de arroz tem um valor agregado superior aos demais e, conseqüentemente, o valor de venda é maior. Com 60% da produção nacional, o Rio Grande do Sul puxou as exportações em fevereiro e escoou 23,6 mil toneladas de arroz. Em percentagem, o Estado exportou 95% do volume total.

Importações

As importações de arroz tiveram um ligeiro aumento no último mês e o volume superou em 69% os dados do mesmo período de 2007. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), o Brasil importou 70,6 mil toneladas. Uruguai, Argentina e Paraguai representaram 99% das entradas do cereal em território brasileiro.

Balança comercial

No ano comercial, que vai de março a fevereiro, as exportações de arroz atingiram 312,9 mil toneladas, gerando aproximadamente U$ 62 milhões. Os gaúchos exportaram 290,6 mil toneladas, o que representou 93% do volume. Do total, 41,7% foi de arroz beneficiado, 57,9% de arroz quebrado e 0,4% de arroz descascado. Já as importações chegaram a 1,07 milhão de toneladas.

Fonte: Jornal Agora

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Fiat compra Chrysler

A FPT – Fiat Powertrain Technologies assinou um acordo com a Chrysler L.L.C para adquirir a fábrica de motores da Tritec Motors, em Campo Largo, região metropolitana de Curitiba, no Paraná, por meio do investimento de R$ 250 milhões, incluindo o custo de desenvolvimento. A compra compreende o terreno, a unidade industrial, as linhas de produção e a licença para produção da atual linha de produtos.

A empresa anunciou também que irá produzir nessa unidade industrial uma nova gama de motores midsize, nas versões gasolina e flex. O desenvolvimento destes novos produtos será realizado de forma integrada pelos Centros de Engenharia de Betim e da Itália e técnicos da fábrica de Campo Largo. A aquisição desta planta deve gerar cerca de 500 novos empregos diretos e 1.500 novos empregos indiretos. Alfredo Altavilla, CEO da FPT, afirmou que a compra da unidade industrial de Campo Largo permitirá à empresa a ampliação da atual gama de produtos, com motores modernos e competitivos e ampliar ainda mais as vendas para novos clientes.

A FPT – Fiat Powertrain Technologies foi constituída em março de 2005 e é a sociedade do Grupo Fiat que reúne todas as atividades de desenvolvimento e produção de sistemas de propulsão das empresas Fiat Group Automobiles (Fiat Powertrain), Iveco (Iveco Motors),
Centro Ricerche Fiat e Elasis. A FTP produz anualmente 3,1 milhões de motores (com potência de 20 a 1020 cavalos e cilindradas de 1.000 a 20.100 cc) e 2,5 milhões de transmissões, possui 20 mil empregados, 15 fábricas e 10 centros de pesquisa e desenvolvimento em sete países.

No Brasil, a fábrica de Betim, em Belo Horizonte/MG, é a maior unidade da empresa na América Latina e conta com uma produção anual superior a 1,2 milhões de unidades por ano entre motores e transmissões. A fábrica de Sete Lagoas, apesar de fisicamente menor, representa um modelo de flexibilidade produtiva, com uma gama de quatro famílias de motores diesel (Família C, N, F1C e 8140), com as mais diferentes características de potência e torque e destinadas aos mais diversos tipos de aplicações.

A Tritec Motors, por sua vez, foi constituída a partir de uma joint venture firmada em 1997 entre a BMW e a Chrysler, para fabricar no Brasil motores 1.4 e 1.6 litro, destinados ao mercado externo para aplicação nos veículos Mini Cooper, da BMW, comercializado mundialmente, e PT Cruiser, da Chrysler, comercializado na África do Sul, Europa e outros mercados externos. Em julho de 2007, com o fim da joint-venture a empresa produziu seu último motor.

Fonte: O Barriga Verde

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Infraero apresenta balanço financeiro de 2007

A Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) apresenta hoje o balanço financeiro de 2007 e propostas de investimentos para este ano. Os dados serão divulgados pelo diretor financeiro da Infraero, Sebastião Martins Ferreira Júnior.

A divulgação será feita às 9h, na sede da empresa, no Setor Comercial Sul, em Brasília.

Dados divulgados na última sexta-feira (14) no Diário Oficial da União mostram que o prejuízo líquido da Infraero caiu 43,6% no ano passado, ficando em R$ 76,3 milhões. O resultado foi alcançado com a redução de 80% nas despesas operacionais.

Fonte: Agência Brasil

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Petrolífera boliviana investirá mais de US$ 300 milhões no processo de nacionalização

A empresa estatal de petróleo da Bolívia deve fazer investimentos milionários em obras para seguir o processo de nacionalização. O novo presidente da Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB), Santos Ramírez, prometeu apresentar esta semana plano para reestruturar a companhia.

Para os investimentos, a estatal dispõe de mais de U$300 milhões, informa a Agência Boliviana de Informação (ABI). Parte da verba será para recuperação de refinarias.

“Até o final de semana vamos entregar nas mãos do presidente da República [Evo Morales] todo o pacote de medidas que tem a ver com o aprofundamento da nacionalização e o relançamento da nossa empresa com um plano estratégico institucional de dez anos”, garantiu Ramírez.

De acordo com a ABI, o responsável pela petrolífera afirmou ontem (16), em entrevista coletiva à imprensa, que a estratégia é consolidar uma empresa mais operacional e efetiva.

No início do ano, o presidente Evo Morales havia anunciado investimentos da YPFB na produção de gás natural para atender a demanda interna boliviana e honrar os compromissos internacionais. Importador do gás, o Brasil tem acordo para receber mais de 30 milhões de metros cúbicos por dia do país andino.

Fonte: Agência Brasil

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Fundador do grupo Pão de Açúcar morre aos 94 anos

O fundador do grupo Pão de Açúcar, Valentim dos Santos Diniz, faleceu neste domingo à tarde em decorrência de falência múltipla de órgãos, no hospital Albert Einstein, em São Paulo, aos 94 anos.

Valentim era o pai do atual presidente do grupo, Abílio Diniz, e ocupava a presidência honorária do conselho de administração. O empresário estava internado desde o último dia 07 de janeiro.

O empresário era um imigrante português que chegou ao Brasil em 1929 e abriu uma mercearia. Ele fundou o grupo Pão de Açúcar em 1948, com a abertura de uma doceria. Em 1959, pôs em funcionamento o primeiro supermercado da rede.

O corpo será velado neste domingo no velório do próprio hospital. Na segunda-feira, deve ser encaminhado, por volta das 12h, ao cemitério São Paulo, na capital paulista.

Valentim dos Santos Diniz deixa a esposa Floripes, com quem estava casado há 72 anos, e os filhos Abilio, Arnaldo, Vera, Lucia e Lucilia, além de netos e bisnetos.

Negócios

O grupo Pão de Açúcar ocupa a posição de segunda maior rede de supermercados do país, desbancado da liderança pela rede francesa Carrefour, no ano passado. Nos sete anos anteriores, o Pão de Açúcar foi o líder nacional.

Valentim Diniz presidiu a empresa até 1995, posição então ocupada pelo filho, Abilio Diniz e desde 2003 ocupava o cargo de presidente honorário do Conselho de Administração da empresa.

Segundo informou a assessoria de imprensa do grupo, até o ano passado o empresário visitava as lojas, conversava com clientes e funcionários e também era visto na sede do grupo, em São Paulo.

Fonte: A Tribuna Online

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JPMorgan compra Bear Stearns por US$ 2 por ação

O banco JPMorgan Chase anunciou ontem à noite a compra do Bear Stearns, o quinto maior banco de investimento dos Estados Unidos, ameaçado pela crise de hipotecas de alto risco. O JPMorgan vai desembolsar apenas US$ 2 por ação do Bear Stearns. O negócio está avaliado em US$ 236,2 milhões. Na sexta-feira, o Bear Stearns reconheceu que a sua liquidez se deteriorou. As ações do banco fecharam a semana cotadas a US$ 30,85, com queda de 46%.

O Federal Reserve (Fed, banco central americano), deu aval à estrutura financeira do negócio e aprovou um fundo de US$ 30 bilhões para cobrir os ativos com menor liquidez do Bear Stearns. O secretário do Tesouro americano, Henry Paulson, disse ontem que estava satisfeito com o acordo para compra do Bear Stearns pelo JPMorgan Chase. Ele defendeu a decisão do Fed de conceder financiamento ao banco de investimento Bear Stearns para ajudá-lo a superar seus problemas de liquidez e evitar que entre em uma crise ainda maior do que a atual.

Perguntado se outros bancos e empresas poderiam estar em uma situação similar à da Bear Stearns, Paulson disse que as instituições financeiras “são muito fortes”. Os comentários do secretário do Tesouro americano ocorrem em um momento no qual um crescente número de economistas acredita que a grave crise creditícia empurrou os Estados Unidos para sua primeira recessão desde 2001.

Fonte: A Tarde Online

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Metrô de SP terá R$ 150 milhões por mês do governo federal

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva combinou com o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), um financiamento para as obras de ampliação do Metrô, informa a coluna de Mônica Bergamo na Folha desta segunda-feira (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).

O projeto está a cargo do Ministério das Cidades. O governo federal passaria a destinar R$ 150 milhões por mês às obras. Em contrapartida, a prefeitura entraria com R$ 50 milhões.

O Metrô já tem R$ 150 milhões/mês do governo do Estado de SP.

Kassab também negocia com o BNDES a abertura de uma linha de R$ 500 milhões para a construção de 500 creches na cidade.

Fonte: Folha Online

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