Archive for Março 14th, 2008
Exportações têxteis recuam 32,9% em fevereiro na China
As exportações de têxteis e vestuário da China recuaram 32,9% em fevereiro, em comparação ao mês anterior. A baixa demanda dos Estados Unidos e Europa, somada ao inverno rigoroso que atingiu o país, impactaram negativamente nos resultados das exportações do setor.
De acordo com a Administração Geral das Alfândegas, as exportações alcançaram US$ 10,3 bilhões no mês passado. Em relação ao mesmo período do ano anterior, as exportações registraram uma queda de 8,5%. No acumulado de 2007, a China exportou US$ 171,2 bilhões em produtos têxteis e de vestuário, alcançando um aumento de 18,9% em relação ao ano anterior.
De acordo com Zhang Bin, analista da Sinolink Securities, a valorização da moeda chinesa e os custos trabalhistas também prejudicaram as exportações têxteis e de vestuário. Os produtores estavam relutantes em aceitar pedidos, devido ao temor de prejuízos cambiais.
Fonte: Gazeta Mercantil
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Add comment 14 Março, 2008
Cresce o número de exportações em Alagoas
O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) divulgou na última segunda-feira (10) um estudo sobre o desempenho das Micro e Pequenas Empresas na Exportação Brasileira entre 1998 e 2006. Os dados revelam um crescimento no valor médio exportado pelas MPE nos últimos anos e apontam que Alagoas está no 17º lugar do ranking das exportações brasileiras, com vendas de US$ 692,6 milhões, representando 0,5% do total do país em 2006.
O trabalho foi encomendado pelo Sebrae à Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex) com a base de dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), que reúne as cerca de 13 mil micro e pequenas empresas brasileiras exportadoras.
De acordo com os dados nacionais, em 2006, o valor exportado cresceu 2,4% para as microempresas, que negociaram um montante de US$ 148,5 milhões; e 6,1% para as pequenas, com o valor negociado de US$ 1,76 bilhão.
Alagoas
Em Alagoas, a pesquisa revela o crescimento de firmas exportadoras. Em 2006, as vendas foram realizadas por 59 firmas, um número 5,4% maior em relação ao ano anterior, acumulando uma alta de 68,6% desde 1998. Desse total, 15 são microempresas, que correspondem a 25,4% do total exportado, e 13 são pequenas empresas, responsáveis por 22% das exportações do Estado naquele ano.
Em 2006, o valor médio exportado pelas micro foi de US$ 20 mil, com redução de 28,2% em relação a 2005. Entre as pequenas, o valor médio foi o terceiro menor do país, ficando em apenas US$ 96,2 mil, porém, apresentando uma pequena alta de 0,9% em comparação ao ano anterior.
De acordo com a diretora técnica do Sebrae em Alagoas, Renata Fonseca, é necessário investir na criação de um parque tecnológico em Alagoas que ajude a levar a tecnologia para dentro das MPE, fomentando a busca pela qualidade. “Qualidade é um item indispensável para quem pensa em conquistar o mercado internacional. As empresas precisam investir na melhoria da produção e apresentação dos produtos, o que passa por desenvolvimento de embalagem e design”.
Um dos setores em Alagoas que se destaca na pauta de exportações é o de flores e folhagens tropicais. De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, em 2006 as vendas para o exterior tiveram um crescimento de 88% em relação a 2005, chegando a US$ 208.915,00.
Destinos
Em 2006, as vendas das microempresas alagoanas tiveram como destino principal a União Européia (26,7%), os Estados Unidos e Canadá (23,3%). Já as pequenas negociaram com a União Européia (46,8%), países da Aladi (5,6% ao Mercosul e 23,8% aos demais) e aos Estados Unidos e Canadá (5,6%).
“A exportação reflete o grau de maturidade de uma empresa, mas é preciso lembrar que as MPE ainda têm grandes nichos para serem explorados no mercado nacional e o Nordeste necessita de um esforço conjunto para ganhar força de mercado. Não basta ter qualidade, é preciso ter quantidade e regularidade”, afirmou Renata.
De acordo com a diretora, as unidades do Sebrae na Região Nordeste estão trabalhando no sentido de integrar as ações de projetos comuns aos Estados, ligados a setores como apicultura, ovinocaprinocultura, leite e derivados, visando desenvolver estratégias relacionada a marketing e certificação de origem.
Outros dados
A maioria das microempresas de Alagoas que exportaram em 2006 estão ligadas ao setor do comércio, 10 firmas e 60% do total exportado. Entre as pequenas, 46,4% das firmas estão ligadas ao comércio e 53,6% a indústria.
Quanto aos produtos, 68,8% das microempresas concentraram suas vendas em produtos manufaturados, como, couros e peles (12,9%), móveis (3,2%) e vestuário feminino (3,2%). Para as pequenas empresas os principais produtos exportados foram: fumo em folhas (4,8%) tubos e seus acessórios de plástico (2,4%) calçados (1,6%) e louças de cerâmica para uso doméstico (1,6%).
Fonte: Alagoas em Tempo Real
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Add comment 14 Março, 2008
Kassab propõe a Lula investimentos federais no Metrô
Pode vir do governo federal o socorro para expandir o Metrô de São Paulo. Foi o que propôs, ontem, o prefeito da capital, Gilberto Kassab, ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Eu dei, junto com o governador José Serra, a idéia ao Lula de que o governo federal invista no Metrô”, contou Kassab. “E o presidente gostou da idéia.”
Segundo Kassab, a ajuda viria na forma de um convênio entre a Prefeitura, governo do Estado e a Presidência. O prefeito deu como exemplo um auxílio de R$ 150 milhões mensais por parte de Lula, com contrapartida de mais R$ 50 milhões da cidade e a manutenção dos atuais R$ 100 milhões estaduais. No total, haveria R$ 300 milhões por mês disponíveis para o Metrô. “Isso beneficiaria toda a Região Metropolitana de São Paulo, ou seja, mais de 20 milhões de pessoas”, afirmou Kassab. “Teríamos a certeza de quase triplicar a nossa malha metroviária.”
Fonte: A Tarde Online
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Argentina lidera o destino das exportações gaúchas
As vendas externas do Rio Grande do Sul para a Argentina aumentaram 64% nos dois primeiros meses de 2008, atingindo US$ 283 milhões, e ultrapassando os Estados Unidos, que teve uma queda de 7% nas compras de produtos gaúchos no mesmo período, fechando em US$ 239 milhões. A liderança do mercado argentino como destino das exportações ainda não tinha sido registrada na história da balança comercial do Estado. Os números foram divulgados nesta quinta-feira pelo presidente da Fiergs, Paulo Tigre.
“Cada vez mais os exportadores estão trabalhando com criatividade para contornar as dificuldades inerentes à concorrência e ao câmbio. Este resultado mostra o forte empreendedorismo do gaúcho, que está procurando e conquistando novos mercados, agregando valor aos produtos e investindo em inovação e tecnologia”, afirmou o industrial, destacando que há uma maior diversificação de países compradores e uma menor dependência do mercado americano.
Os principais produtos gaúchos embarcados para o país vizinho foram químicos, plásticos, veículos automotores e máquinas e equipamentos. Já a queda nas compras americanas ocorreu, principalmente, no setor de calçados. Outros destinos que aumentaram as compras foram Índia (1.392%), Paraguai (109%), Holanda (69%) e China (63%). As exportações globais do Rio Grande do Sul (indústria e agropecuária) geraram US$ 2,35 bilhões um incremento de 36%. As importações totais atingiram US$ 2,16 bilhões, com uma elevação de 90% sobre o primeiro bimestre de 2007.
Já as exportações da indústria de transformação gaúcha, em janeiro e fevereiro, cresceram 32%, comparadas ao mesmo período em 2007, e chegaram a US$ 2,13 bilhões, ou seja, 91% do total do Estado. Com este resultado, o Rio Grande do Sul voltou a ocupar o terceiro lugar no Brasil, superando o Rio de Janeiro.
Setorialmente, a melhor atuação em janeiro e fevereiro foi de alimentos e bebidas, que têm a maior participação na pauta exportadora gaúcha, respondendo por 27% das vendas. Seus embarques somaram US$ 637 milhões, uma elevação de 79%, ante igual período em 2007. Os principais produtos foram carne de frango in natura e óleo de soja. Já o refino de petróleo respondeu por US$ 88 milhões, um crescimento de 471%, seguido por material de transporte, que teve alta de 43% e atingiu US$ 125 milhões.
As importações de produtos industriais, por sua vez, subiram 85% e somaram US$ 2 bilhões. O setor que mais cresceu foi extrativa mineral (156%), alcançando US$ 890 milhões e representando 41% das compras totais. O segundo lugar ficou com o químico, US$ 258 milhões, e refino de petróleo, US$ 234 milhões, com elevações de 72% e 74%, respectivamente. De acordo com a Fiergs, as perspectivas para o ano seguem positivas, e as exportações ainda devem sentir os efeitos dos embarques de soja nos próximos meses.
Fonte: Jornal do Comércio/RS
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Braskem já planeja segunda fábrica de polietileno verde
A empresa petroquímica Braskem nem divulgou onde instalará sua primeira unidade de polietileno verde (gerado a partir do etanol da cana-de-açúcar) e já estuda a efetivação de uma segunda planta de produção desse material. Conforme o diretor de Inovação e Competitividade Industrial da companhia, Antônio Queiroz, a segunda unidade de polietileno verde terá uma capacidade de produção maior do que a primeira.
Atualmente, a Braskem está concluindo um projeto para implantar uma unidade industrial com capacidade de 200 mil toneladas ao ano de polietileno verde. O início das operações está previsto para 2010. A primeira fábrica de polietileno verde será instalada no Rio Grande do Sul ou na Bahia. As duas localidades são as opções naturais da Braskem no momento. As plantas da empresa nesses estados contam com maquinário de polimerização (processo que origina os polímeros) o que diminuirá o volume de investimento necessário para produzir o polietileno verde.
No caso da segunda fábrica de polietileno verde, será preciso construir uma nova capacidade de polimerização. Por isso, a questão de acesso à matéria-prima (a cana-de-açúcar e o etanol) deverá ser determinante para a decisão da localização do segundo empreendimento. Por esse aspecto, São Paulo larga na frente para sediar o segundo complexo. Já a localização da primeira unidade de polietileno verde, além da questão logística, dependerá fundamentalmente da concessão de incentivos fiscais.
Depois de agir na consolidação da petroquímica nacional, com a aquisição de ativos, a Braskem passa agora a intensificar seus esforços no aprimoramento de tecnologia. Recentemente, a companhia e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) assinaram um convênio de cooperação para desenvolvimento de pesquisas em biopolímeros, com investimentos previstos de R$ 50 milhões, no prazo de cinco anos. Também está em fase inicial uma parceria com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) para realizar estudos para o desenvolvimento do propeno a partir de matérias-primas renováveis.
“Estamos abrindo o leque em pesquisas de biopolímeros, a Braskem pretende conquistar a liderança de mercado nessa área”, diz Queiroz. A empresa planeja estender os estudos sobre o uso de matérias-primas renováveis para diversos monômeros e polímeros. As pesquisas verificarão a possibilidade da fabricação de plásticos a partir de materiais como o etanol, glicerina, biomassa, ácido láctico, entre outros. Queiroz afirma que é considerado estratégico o desenvolvimento de processos em São Paulo, mas isso não diminuirá o trabalho que é feito no Centro de Tecnologia e Inovação da Braskem em Triunfo.
Importações de produtos químicos cresceram 50%
O Brasil importou mais de US$ 4,8 bilhões em produtos químicos nos meses de janeiro e fevereiro. Esse valor é 50,4% superior às importações realizadas no mesmo período do ano passado. Os produtos químicos mais importados pelo País no primeiro bimestre foram os fertilizantes e intermediários para fertilizantes. As compras desses produtos foram superiores a US$ 1 bilhão, com crescimento de 125% em relação a janeiro e fevereiro de 2007. Os produtos químicos responderam por 20% do total das importações realizadas pelo País.
As exportações brasileiras de produtos químicos somaram US$ 1,8 bilhão, apresentando incremento de 14,9% na comparação com o primeiro bimestre do ano passado. Os principais produtos químicos exportados pelo Brasil foram as resinas termoplásticas (US$ 250 milhões) e os aditivos de uso industrial (US$ 159,5 milhões). O déficit na balança comercial brasileira de itens químicos, no primeiro bimestre, foi superior a US$ 3 bilhões, o que representa aumento de 84% ante o mesmo período de 2007. Os produtos químicos representaram 7% do total das exportações realizadas pelo País.
Em volume, foram exportadas pelo País 1,6 milhão de toneladas em mercadorias químicas, 3,6% mais na comparação com o primeiro bimestre do ano passado. O volume de importações, próximo a 4,9 milhões de toneladas, aumentou 30,1% na mesma comparação.
Fonte: Jornal do Comércio/RS
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Petrobras assina convênio com a Cedae
O diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, assina hoje, no Palácio Guanabara, um convênio com a Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae). O objetivo é unir esforços para a ampliação da produção de água tratada do sistema de abastecimento do município de Itaboraí (RJ), que visa atender a demanda necessária para as obras de implantação do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).
O investimentos no projeto é da ordem de R$ 30 milhões. Em consonância com sua política de Responsabilidade Social, a Petrobras, após o término das obras, destinará também os seus 50% para a ampliação do atendimento à população.
Fonte: Gazeta Mercantil
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Petrobras e Mitsui produzirão bioetanol para o Japão
A Petrobras anunciou ontem (13) a assinatura de um acordo com a japonesa Mitsui Bussan para a constituição de uma joint venture para exportar bioetanol ao Japão e projetos na área de bionergia. A nova empresa, nomeada de Participações Nippo Brasileira em Complexos Bioenergéticos S.A., terá participação igualitária de ambas as partes.
O Brasil – maior exportador de bioetanol do mundo – pretende ampliar o fornecimento de energia ao Japão, que se vê obrigado a adotar medidas de combate ao aquecimento global. Algumas províncias japonesas já estudam a adição de 3% de álcool à gasolina.
Segundo o jornal Tokyo, a Petrobras tem planos de construir fábricas de produção de bioetanol exclusiva para exportações ao Japão, nos estados de Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais.
A parceria entre a Petrobras e o conglomerado japonês prevê a construção de 40 usinas de álcool no Brasil, nas quais as duas empresas seriam minoritárias (com limite de 30% de participação). Segundo a Petrobras, cada usina está avaliada em US$ 200 milhões de investimento, com capacidade de produção de 200 a 250 milhões de litros de álcool por ano.
Fonte: IPC Digital
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Grupo Fiat investe 94,7 milhões de euros no Brasil
Sustentando o forte crescimento experimentado nos últimos meses, o grupo Fiat continua a avançar com um forte e ousado plano de investimentos a nível mundial. Desta feita, através da Fiat Powertrain Technologies (FPT) o grupo adquiriu a fábrica da Tritec Motors, situada na cidade de Campo Largo, região de Curitiba, Brasil, antes detida pela Chrysler. A conclusão do negócio foi anunciada em Nova Iorque no dia 12 de Março. Recorde-se que o grupo Fiat já está implantado naquela zona brasileira, graças à unidade fabril da New Holland Tractores, desde 1994.
O investimento a rondar os 95 milhões de euros, compreende a aquisição do terreno, unidade industrial, linhas de produção e ainda as licenças para fabricação da actual linha de produtos da Tritec. Segundo palavras de Alfredo Altavilla, presidente da FPT, este investimento “permite alcançar dois objectivos estratégicos para o grupo: por um lado, ampliar a actual gama de produtos, oferecendo ao mercado motores modernos e sofisticados, por outro aumentar as vendas com a conquista de novos clientes.”
Segundo o mesmo responsável, a FPT vai produzir em Campo Largo uma nova gama de propulsores, integrando no departamento de pesquisa e desenvolvimento os Centros de Engenharia italianos de Turim e brasileiros de Campo Largo. A aquisição desta unidade fabril por parte da FPT vai gerar, no imediato, 500 novos postos de trabalho directos e cerca de 1500 indirectos. Assumindo a sua responsabilidade social, o grupo Fiat irá dar prioridade na contratação dos funcionários que saíram da Tritec quando a “joint-venture” entre a Chrysler e a BMW terminou em Julho de 2007.
A Fiat Powertrain Technologies, criada em Março de 2005, é a empresa do grupo Fiat que reúne todas as actividades de desenvolvimento e produção de motores e transmissões para as marcas do grupo, tendo uma produção anual de 3,1 milhões de motores e 2,5 milhões de transmissões. Emprega 20 mil pessoas, possui 15 fábricas e 10 centros de pesquisa e desenvolvimento espalhados por sete países.
Fonte: Luso Motores
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Lucro da Embraer cresce 6,6% em 2007
A brasileira Embraer, fabricante de aviões, apresemtou um lucro líquido de R$ 657 milhões em 2007, alcançando um aumento de 6,6% em relação ao ano anterior.
No quarto trimestre do ano passado, a companhia, controladora da portuguesa OGMA-Oficinas Gerais de Material Aeronáutico, registrou lucro líquido de R$ 212,7 milhões, face aos R$ 215,6 milhões no mesmo período de 2006.
Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) contabilizou R$ 263,9 milhões nos últimos três meses de 2007, comparando com R$ 232,3 milhões no mesmo período de 2006. A margem ficou em 8%, contra os 10% de um ano antes.
No quarto trimestre de 2007, a fabricante entregou 61 aviões, face a 37 no mesmo período do ano anterior. Para este ano, a empresa planeja a entrega de 195 a 200 aviões.
No final de fevereiro, a Embraer anunciou a assinatura de contratos para a venda de 14 novos aviões, durante a feira internacional de aviação Singapore Airshow, realizada em Cingapura.
A Embraer e a Jetscape, uma empresa norte-americana de leasing baseada em Fort Lauderdale (Flórida), firmaram um acordo para a compra de dez jatos Embraer 190, com opções para outras dez aeronaves, mais dez direitos de compra para o mesmo modelo.
O valor total do acordo é US$ 375 milhões, referido a preços de tabela, e poderá chegar a US$ 1,125 bilhão, se todas as opções e direitos de compra forem confirmados.
A empresa brasileira anunciou ainda a assinatura de um contrato com a companhia australiana Virgin Blue Airlines Pty referente ao exercício de quatro direitos de compra de jatos Embraer 190, por US$ 150 milhões.
Fonte: Portugal Digital
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Transportes terrestres lideram desembolsos no BNDES em 12 meses até fev
Os financiamentos para investimentos no setor de transportes terrestres lideraram os desembolsos efetuados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) nos 12 meses até fevereiro. “Eles atingiram 18% do total desembolsado pelo banco”, destacou nesta quinta-feira, 13, à Agência Brasil a economista Ana Cláudia Além, assessora da presidência da instituição.
As liberações do BNDES somaram R$ 66,6 bilhões no período – um aumento de 21%. Do total, transportes terrestres (rodoviário de passageiros, carga e escolar, ferroviário e metroviário) receberam R$ 12,1 bilhões, com aumento de 71,4% em relação aos desembolsos registrados nos 12 meses anteriores.
“Isso reforça os desembolsos do banco para infra-estrutura e nesse item transportes há projetos do Programa de Aceleração do Crescimento [PAC]”, afirmou a economista, ao citar os projetos da ferrovia Transnordestina e da Ferrovia Norte-Sul, para os quais foram liberados R$ 710 milhões no período.
No setor de transportes terrestres, o destaque foi o segmento de carga geral, “associado aos setores de mineração e siderurgia”, disse Além, para quem o setor agropecuário também contribuiu de forma positiva para o incremento dos transportes, ao mostrar sinais de ter saído da crise iniciada há dois anos. “São setores que dependem do transporte de carga”, reiterou. O desembolso total para carga geral foi de R$ 7 bilhões em 12 meses, com alta de 71% em relação aos 12 meses anteriores.
O segundo setor a receber mais recursos do BNDES no período foi o de energia elétrica, com R$ 6,6 bilhões – expansão de 100% na comparação com o período anterior.
As aprovações de projetos somaram R$ 104,8 bilhões, com acréscimo de 32% sobre o período anterior. Para transportes terrestres, as aprovações atingiram R$ 15,9 bilhões, mostrando crescimento de 64%. Para infra-estrutura, foram liberados R$ 26,5 bilhões, com alta de 64%. A indústria recebeu recursos no valor de R$ 26,8 bilhões, com recuo de 10%, explicado pela redução dos financiamentos destinados à exportação.
Em contrapartida, a agropecuária teve aumento de 52% nos desembolsos concedidos nos últimos 12 meses até fevereiro, alcançando R$ 5,1 bilhões.
As aprovações para infra-estrutura alcançaram em 12 meses até fevereiro R$ 44,3 bilhões, com aumento de 75%. Para indústria, as aprovações atingiram R$ 45,5 bilhões e para a agropecuária, R$ 5,2 bilhões. Os aumentos respectivos foram de 10% e 21%.
Fonte: A Tarde Online
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