Archive for Março 12th, 2008

Exportação começa a engrenar

Após anos de investimento em genética, o criador brasileiro já sabe do potencial da raça zebuína. Não é à toa que quase 80% do rebanho de corte nacional é formado hoje por nelore ou animal resultado de cruzamento industrial com nelore. Agora, o Brasil precisa mostrar esse potencial para outros países, na forma de exportação de animais vivos e de material genético.

” mercado externo é promissor” diz o consultor Internacional da Lagoa, Maurício José de Lima, que também é diretor da Brasil Gen, empresa de promoção e exportação de material genético bovino. “Muitos países ainda têm o conceito do nelore de 30 anos atrás. Temos de promover a raça lá fora.”

Atualmente, diz Lima, o Brasil negocia mais animais vivos, para abate, principalmente para a Venezuela e o Líbano. Mas a venda de sêmen, embriões e reprodutores também está crescendo. Segundo ele, em 2007 a exportação de doses de sêmen bovino, em geral, da Lagoa cresceu 411% em relação a 2006. “O Paraguai é o grande importador de material genético de nelore.”

Conforme dados do consórcio de exportação Brazilian Cattle Genetics (BCG), em 2007 foram vendidas 162.946 doses de sêmen bovino, ou 60% a mais comparado com 2006, quando foram exportadas 104.774 doses.

Na exportação de nelore vivo, o gerente-executivo do BCG, Gerson Simão, diz que os maiores importadores são os países africanos, como Angola e Senegal. “Alguns países dizimaram o rebanho bovino há alguns anos e agora precisam de animais bons para reproduzir rápido. E o nelore atende a essa característica.” O BCG é um consórcio de exportação da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) em parceria com a Apex-Brasil, para divulgar a genética, gerar negócios e agregar valor à pecuária zebuína.

Fonte: O Estado de S. Paulo

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Serra indica Rodoanel e Metrô como saídas para trânsito

O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), destacou hoje, no mesmo dia em que o trânsito bateu novo recorde na capital paulista (186 quilômetros na manhã) a importância da construção do trecho Sul do Rodoanel e de obras no Metrô para desafogar os congestionamentos. De acordo com ele, as obras do anel viário estão orçadas em R$ 4 bilhões, valor considerado elevado pelo governador, devido aos custos de desapropriação e compensação ambiental. “As obras já estão aceleradas e serão aceleradas ainda mais com a outorga de R$ 2 bilhões do trecho Oeste do Rodoanel”, afirmou Serra, durante coletiva no Palácio dos Bandeirantes, na capital paulista. “Com o pagamento em dia, tendo o dinheiro assegurado, nós podemos conversar com as empresas construtoras para apressar ainda mais as obras, sem comprometer a segurança e qualidade”, continuou.

Hoje, o consórcio Integração Oeste, formado por 95% da Companhia de Concessões Rodoviárias (CCR) e 5% da Encalso Construções, ofereceu a menor tarifa, de R$ 1,1684, e venceu a licitação do trecho Oeste do Rodoanel. Para conseguir a concessão deste trecho, a concessionária terá que pagar uma outorga de R$ 2 bilhões na assinatura do contrato. Para melhorar o trânsito na Capital, Serra acredita que a ajuda do Estado parte da retirada de automóveis e caminhões da cidade. “O Rodoanel fará a ligação entre as estradas do interior e do litoral. Ou seja, eles (caminhões e automóveis) não passarão por dentro da cidade para chegar ao Porto de Santos”.

Outra ação citada por Serra foi que o Estado está “pisando no acelerador” nos investimentos no Metrô e na Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). De acordo com ele, sua administração está trabalhando em duas novas linhas do Metrô – Linha 4 (Luz-Vila Sônia) e novo trecho da Linha 2, além da expansão da CPTM, tendo como objetivo transformá-la em um “Metrô de superfície”. “São investimentos estruturais. Para que a pessoa use menos o carro, é preciso que existam alternativas de transporte público. E o crucial é o investimento nos trilhos”, salientou Serra. Ele ressaltou ainda a importância da parceria entre o Estado e a Prefeitura de São Paulo na expansão do Metrô. “Desde os anos 70, é a primeira vez que a Prefeitura investe neste setor”, observou.

Serra mencionou também as obras na entrada da Rodovia Anhangüera, onde o gargalo do início da rodovia será eliminado via investimentos da concessionária AutoBan, além do alargamento das marginais no trecho entre as rodovias Anhangüera e Castello Branco e entre a Nova Dutra e a Ayrton Senna, também através da ação de concessionárias, e da ampliação da Avenida dos Bandeirantes, que também será incluída na concessão. “Neste caso (Avenida dos Bandeirantes) está parado, pois uma empreiteira, que perdeu, entrou na Justiça”, disse. “Essas obras não têm efeito imediato, não é para amanhã. Mas, se não começarmos hoje, no ano que vem, no próximo ano, os problemas vão continuar sem solução”, afirmou.

Fonte: A Tarde Online

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Governo anuncia hoje medidas para conter queda do dólar

O anúncio do terceiro déficit semanal da balança comercial, feito no início da semana, alterou os ânimos da área econômica do governo federal. Ontem, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que o Planalto está preparando um conjunto de medidas para conter a queda do dólar e o seu impacto nas vendas externas do país. As primeiras medidas serão anunciadas hoje.

O Conselho Monetário Nacional (CMN) fará uma reunião extraordinária para aprovar as mudanças, entre elas a redução da cobertura cambial, que é a obrigação de os exportadores internalizarem os dólares recebidos pelas vendas de seus produtos. O governo também deve adotar medidas para conter o ingresso do capital de curto prazo no país.

“É possível acabar com a cobertura cambial”, adiantou o ministro numa tumultuada entrevista na Câmara dos Deputados, após uma reunião sobre a reforma tributária com a bancada do PMDB. Em 2006, o governo já havia flexibilizado as regras da cobertura cambial, permitindo que 30% das receitas com exportações ficassem no exterior. Na época, a intenção inicial era acabar com a cobertura cambial, mas prevaleceu a estratégia de uma mudança gradual.

O ministro destacou que a flexibilização da cobertura cambial facilitou a vida dos exportadores e reduziu custos para as empresas. “Poderemos tomar outras medidas nesta direção”, disse Mantega. Segundo ele, a Lei das ZPEs (Zonas de Processamento de Exportações), em tramitação final no Congresso, já prevê o fim da cobertura cambial para os setores beneficiados.

Mantega procurou deixar claro que não se trata de um “pacote cambial”, sinalizando que as medidas sairão “a conta-gotas”. “Não há nenhum pacote cambial em curso”, esclareceu. Mas alertou que o dólar está “derretendo” e este é um problema que “deve ser encarado” pelo governo.

Ele contou que fez vários alertas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo Mantega, o dólar está em queda por causa do agravamento da crise e dos riscos de recessão nos Estados Unidos. “Isso nos preocupa porque encarece os produtos brasileiros que são exportados, principalmente os manufaturados.“

Mantega defendeu ainda a política de acumulação de reservas internacionais. O nível alto das reservas é um dos fatores que têm permitido ao Brasil enfrentar com tranqüilidade a crise. “Fomos muito criticados porque essa acumulação traz custos, mas valeu a pena e vamos continuar nessa política”, disse Mantega, acrescentando que a crise é muito séria e deve se agravar.

Fonte: Gazeta do Povo

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Deputados pedem duplicação da BR-135

Após dez pessoas morrerem em acidente na BR-135, a bancada de deputados federais do Maranhão pressiona o Departamento Nacional de Infra-Estrutura em Transportes (Dnit) pela duplicação da via. Ontem, dois subiram à tribuna e pediram a obra. “Foi a maior tragédia da história da rodovia”, disse Waldir Maranhão (PP). “Tenho abastecido o Dnit e o Ministério do Transporte de todas as ocorrências dos últimos 10 anos, suplicando que seja duplicada essa estrada”, emendou Pedro Fernandes (PTB), também da tribuna.

A bancada tem um plano: destinar R$ 19 milhões do Orçamento da União para a construção de uma segunda via. O dinheiro virá do “anexo de metas e prioridades”, discutido desde a semana passada pelos líderes e motivo do atraso na votação do Orçamento, marcada para hoje. O anexo reserva R$ 534 milhões para serem distribuídos entre as bancadas.

O Maranhão ganharia cerca de R$ 28 milhões. “Nove milhões estão comprometidos com outras coisas. Mas tentaremos fazer com que a bancada encaminhe R$ 19 milhões para essa duplicação”, afirmou Pedro Fernandes, autor da proposta. Ontem, ele conversou com a líder do governo no Congresso, senadora Roseana Sarney (PMDB-MA), para que encampasse a idéia. A indicação poderá ser consolidada hoje.

Mas ainda existe um porém. O dinheiro do anexo de metas não poderá ser investido em emendas coletivas que não existem no texto do Orçamento 2008, já aprovado pela Comissão Mista. E, para este ano, a bancada do Maranhão não apresentou nenhuma solicitação de recurso para a BR-135. “Nesse caso, tentaremos enviar o dinheiro para o projeto que duplica a estrada do Porto do Itaqui a Pedrinhas. Depois pediremos à adequação da obra”, explica Fernandes.

O deputado também entrou em contato com o gerente de planejamento do Dnit, o ex-deputado Miguel de Souza. Segundo Fernandes, “a autorização para elaborar o projeto de engenharia e iniciar a duplicação da BR-135 está na mesa dele”. O Departamento já tem o dinheiro, só falta a liberação. No final da tarde, o deputado obteve a resposta de Souza. “Ele falou que na terça-feira que vem essa decisão será dada após reunião do colegiado”, disse.

Fonte: O Imparcial Online

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Renner perto de comprar a Leader

A varejista Renner anunciou ontem que negocia a compra da rede fluminense Leader Magazine, especializada em cama, mesa, banho e vestuário. O negócio está sujeito à análise dos dados financeiros da empresa, a chamada “due diligence”, que pode durar até 120 dias. O valor do negócio não foi divulgado. Analistas e fontes do mercado estimam que a rede saia por cerca de R$ 700 milhões. “Não vamos incorporar a Leader. Queremos manter as duas marcas independentes”, afirma José Galló, presidente da Renner.

Embora seja uma grife forte no Rio de Janeiro – Estado onde estão 30 das suas 38 lojas -, o objetivo da aquisição não é de ordem geográfica. Segundo Galló, a compra dará à Renner uma oportunidade de vender para o público das classes C e D. “É onde estão acontecendo as coisas hoje. E a Renner não vende para esse público”, diz Galló.

A Leader foi disputada palmo a palmo pela Renner e pelo fundo de private equity (que compra participações em empresas) Advent, que é dono, entre outros negócios, da rede de restaurantes Viena. As negociações começaram em novembro do ano passado. “A Renner chegou com uma boa proposta e acabou levando”, diz uma fonte do mercado. “A Leader é uma empresa lucrativa e com uma operação de cartões muito bem administrada. Suas lojas têm uma localização muito valiosa.”

Fonte: AE

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Varig e China Airlines firmam acordo sobre passagens

A Varig firmou acordo para a venda de passagens aéreas com a China Airlines, de Taiwan. A operação foi anunciada hoje à noite em comunicado pela Gol Linhas Aéreas Inteligentes, controladora da Varig e da Gol. Com o acordo, os passageiros das duas companhias poderão comprar passagens para todos os destinos operados por ambas.

O acordo se segue a um do mesmo tipo firmado ontem com a portuguesa TAP. Desde setembro de 2007 a Varig participa do Multilateral Interline Traffic Agreement (Mita), um órgão que reúne empresas aéreas de todo o mundo.

Todas as companhias aéreas filiadas ao Mita podem fechar este tipo de acordo entre si. Além do anunciado hoje com a China Airlines e do de ontem com a TAP, a Varig já fechou acordos com Gol, Aegean (Grécia), Air Comet (Espanha), Air France (França), Air Moldova (Moldova), Air One (Itália), CSA Czech (República Tcheca), Delta Air Lines (Estados Unidos), El Al (Israel), Hahn Air (Alemanha), Iberia (Espanha), Japan Airlines (Japão), KLM (Holanda), Korean Air (Coréia do Sul), LOT Polish Airlines (Polônia), Malev (Hungria), Mexicana (México), Qatar Airways (Qatar), TAP Portugal (Portugal) e Ukraine International Airlines (Ucrânia).

Fonte: A Tarde Online

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Sem Destino participa da Intermodal South América 2008

A agência de intercâmbio Sem Destino participa pela primeira vez da mais importante feira de comércio exterior e logística da América Latina, a Intermodal South América 2008, que acontece de 15 a 17 de abril, no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

Durante a feira, a agência apresentará sugestões de cursos de idiomas no exterior, preparatórios para testes de proficiência de línguas, graduação, pós-graduação, e especializações direcionadas a executivos, empresários e profissionais de comércio exterior, que precisam aprender ou aprimorar uma língua e ampliar suas oportunidades profissionais.

Entre as opções, há cursos combinados, como, por exemplo, inglês com ênfase em recursos humanos, alemão para comércio exterior, francês com foco para negócios e espanhol para administradores. Canadá, Estados Unidos, Chile, Argentina, países europeus e Austrália são destinos muito procurados pelos executivos. A agência oferece ainda outros cursos para mais de 35 destinos diferentes em todos os continentes.

R20;Há uma demanda grande de executivos que precisam dominar uma ou mais línguas estrangeiras para seu desenvolvimento profissional. Para os executivos que trabalham em cargos voltados para o comércio exterior, conhecer o idioma é fundamentalR21;, afirma Sara Boeck, coordenadora de marketing da Sem Destino.

Serviço:
Sem Destino
Intermodal South América 2008
Data: de 15 a 17 de abril de 2008
Horário: das 13h00 às 21h00
Local: Transamérica Expo Center (Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro R11; São Paulo – SP)
Estande: C – 81

Sobre a agência Sem Destino
São Paulo: (11) 3709 2185
Porto Alegre: (51) 3019 4001
Outras regiões: 0800-7258855

Sobre a Sem Destino:
A agência de intercâmbio Sem Destino foi fundada em 1999, em São Paulo, e leva mais de 1,5 mil estudantes por ano para o exterior, com pacotes para mais de 35 países em todos os continentes. A agência também oferece cursos de idiomas mais específicos, voltados para as áreas de hotelaria, gastronomia, cinema, marketing e negócios internacionais. Além de cursos e intercâmbio para jovens e adultos, também oferece assistência médica e passagens aéreas. Com três lojas próprias, duas em São Paulo e uma em Porto Alegre, a agência também comercializa pelo site www.semdestino.com.br

Contatos para jornalistas:
Estúdio de Comunicação
Cássia Rodrigues
Tel.:  (11) 3848-6002
cassia@estudiodecomunicacao.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa

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Bysoft participa da Intermodal South América 2008

Durante a feira, empresa lança três novos produtos para o mercado

A Bysoft, empresa especializada no desenvolvimento de soluções completas para comércio exterior, participará pela 4ª vez da Intermodal South América 2008. Durante a Intermodal, que acontece de 15 a 17 de abril no Transamérica Expo Center, em São Paulo, a Bysoft apresentará três novos produtos.

As soluções da empresa, que serão demonstradas na feira, são desenvolvidas com tecnologia de ponta e totalmente Web. “Nos diferenciamos por agregar valor ao nosso produto. Não nos limitamos a desenvolver sistemas, nosso foco está relacionado ao fornecimento de soluções corporativas aos nossos clientes, usando como principal recurso a integração de dados, que visa o ganho de produtividade e otimização das operações entre Importadores, Exportadores e seus prestadores de serviços”, afirma Ednéia Moura, diretora da Bysoft.

Os três produtos que serão lançados na Intermodal são: o i-Trade, específico para o mercado de trades e comerciais importadoras; o i-Import – Módulos, para Desembaraço e/ou Importador; e o i-Finance, sistema de Gestão Financeira. Todos os produtos da Bysoft utilizam a ferramenta de desenvolvimento JAVA, com multibanco de dados e multidiomas.

Serviço:
Intermodal South América 2008
Data: de 15 a 17 de abril de 2008
Horário: das 13h00 às 21h00
Local: Transamérica Expo Center (Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro – São Paulo – SP)
Estande: C – 79

Sobre a Bysoft
Fundada em 1991, a Bysoft é uma empresa especializada em soluções para o gerenciamento de processos de comércio exterior. Com uma equipe de 60 funcionários, a empresa desenvolve, aplica e oferece suporte técnico de sistemas para importadores, exportadores, comissárias e agentes de carga. Atualmente, a empresa possui mais de quatro mil licenças comercializadas de softwares e detém 80% de participação no mercado de prestadores de serviços em comércio exterior. A Bysoft atende a 40 mil usuários por meio de 1300 clientes, entre eles Panalpina, Fedex, UPS, TAM, Siemens, Ford, Via Uno, Schenker, Caterpillar e Grupo Mesquita. Por seu bom desempenho no atendimento a clientes, a empresa recebeu o Prêmio Global Pontualidade, Qualidade e Atendimento em 1999 e o Prêmio Quality Brasil em 2004.

Contatos para consumidores:
Tel.: (11) 3585-6000
www.bysoft.com.br

Contatos para jornalistas:
Estúdio de Comunicação
Cássia Rodrigues
Tel.:  (11) 3848-6002
cassia@estudiodecomunicacao.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa

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TAM fecha bimestre com 49,42% de share

Depois da intensa crise aérea em 2007, que afetou os aeroportos de todo o País, a TAM inicia o ano com bom desempenho e fecha o primeiro bimestre com 49,42% de participação no mercado doméstico de passageiros, o que representa um aumento de quase três pontos percentuais em relação a igual período de 2007, segundo informação divulgada ontem pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

A Gol, segunda colocada no mercado, perdeu participação no comparativo ao bimestre do ano passado e ficou com 38,81%. A Varig também reduziu sua fatia no mercado doméstico e fechou os dois primeiros meses do ano com 3,95% de participação, ante 4,57% no acumulado de janeiro e fevereiro de 2007. Já a OceanAir elevou sua participação de 2,41% para 4,34% no período e as outras empresas tiveram redução de 6,59% para 3,48%.

Fonte: Gazeta Mercantil

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Administração do porto silencia sobre propostas alternativas de dragagem

A entrada do Canal da Galheta, por causa do deslocamento gradual de um banco de areia, poderá ter novas restrições de navegação caso a dragagem no local não seja feita dentro de dois meses. As restrições poderiam afetar a movimentação de cargas pelos portos paranaenses. A situação delicada aflige a comunidade portuária, que ainda não sabe o resultado do chamamento público da dragagem, feito pela Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa).

Ontem, a autarquia se negou a fazer qualquer pronunciamento sobre a questão, um dia após o prazo final para apresentação de propostas alternativas. Informações extra-oficiais dão conta de que duas empresas teriam protocolados projetos. Na chamada pública, a Appa abriu a possibilidade de aceitar propostas alternativas às exigências do edital de licitação. O documento original pedia a retirada de cerca de 17 milhões de metros cúbicos de areia do fundo do canal, para um contrato de cinco anos, pelo valor de R$ 108,6 milhões. A Dredging International, de origem belga, se apresentou para o serviço, pediu um prazo para fazer modificações na proposta, mas depois desistiu. A Enterpa Engenharia tentou impedir a licitação, por via judicial, sob o argumento de inconstitucionalidade do edital. A empresa informou, via assessoria de imprensa, que desconhecia o prazo e que ainda estava estudando a possibilidade de apresentar uma proposta.

A chamada pública foi a solução encontrada pela Appa para viabilizar a concorrência atual. Caso a licitação seja declarada frustrada, há um prazo legal para a realização de nova licitação. De acordo com o presidente do Conselho de Autoridade Portuária (CAP), Paulo Augusto Rocha de Vasconcelos, esse prazo seria de 150 dias. Na reunião do CAP realizada há três semanas, foi discutida a situação do Canal da Galheta. “Sou um almirante e lendo os mapas náuticos vejo a realidade. É uma situação delicada, mas não há perigo nenhum”, afirmou Vasconcelos.

Para evitar situações de risco para as embarcações com o estreitamento do canal, a Marinha diminuiu o calado (parte submersa) máximo dos navios que trafegam no Canal da Galheta. O canal sofre assoreamento constante e está sem dragagem desde julho de 2005.

Pelas análises de batimetria (verificação da profundidade), seria necessária a retirada de cerca de 300 mil metros cúbicos de areia da entrada da canal, de uma área de cerca de 600 metros de extensão. Mas o presidente do CAP diz que não seria interessante a dragagem emergencial apenas neste trecho. “Não devemos buscar soluções paliativas.”

Fonte: Gazeta do Povo

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