Archive for Março 11th, 2008

Anac publica regime tarifário de Congonhas

A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) publicou no DOU (Diário Oficial da União) resolução que determina a taxa de embarque de terminal para passageiros, além de tarifas a serem cobradas das empresas aéreas para pouso e permanência das aeronaves no aeroporto de Congonhas.

A taxa de embarque cobrada dos passageiros permaneceu em R$ 13,08. No caso daquelas cobradas das companhias aéreas, a tarifa de pouso ficou em R$ 268,87, enquanto a de permanência varia de R$ 27,33, para as aeronaves com até uma tonelada, a cerca de R$ 2,6 mil, para aquelas com mais de 300 toneladas.

A resolução nº 17, de 7 de março de 2008, entra em vigor em 21 de março, por dois anos, e poderá ser prorrogada por mais dois anos.

Tarifa de permanência
A cada meia hora, a tarifa cobrada sobe em 500%, para evitar que as aeronaves fiquem estacionadas e forçar as companhias aéreas a fazerem o uso eficiente do Aeroporto de Congonhas. A taxa de permanência somente será cobrada se o avião permanecer no aeroporto por mais de três horas.

No período de isenção, a tabela de tarifas de pouso também tem valores diferentes. Segundo a resolução, a aeronave que ficar até 60 minutos paga R$ 1,67, enquanto a que ficar de 151 a 180 minutos no aeroporto da cidade de São Paulo desembolsará o valor máximo de R$ 268,87.

Atualmente, para cada pouso, TAM, Varig e GOL pagam R$ 117 em Congonhas. O preço subirá para R$ 700 na primeira hora e para R$ 1.285 na meia hora seguinte.

Fonte: Administradores

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Trecho Oeste do Rodoanel será leiloado nesta terça

O governo do estado de São Paulo realiza nesta terça-feira (11), às 10h, o leilão para a concessão do trecho Oeste do Rodoanel, o único que já está pronto. Ganhará o leilão a empresa que cobrar o pedágio mais baixo. O valor máximo é de R$ 3.

Além de oferecer o pedágio mais baixo, a empresa terá de pagar R$ 2 bilhões em um período de dois anos ao governo paulista e investir mais R$ 800 milhões em obras viárias.

O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), disse que os R$ 2 bilhões que o governo estadual espera arrecadar no leilão serão utilizados para conclusão do trecho Sul do Rodoanel, que tem obras em andamento, e do trecho Leste, cujo projeto ainda não saiu do papel.

“Quem ganhar a concessão vai ter de pagar R$ 2 bilhões daqui até o ano que vem, que vão ser utilizados no Rodoanel trecho Oeste e depois no Rodoanel trecho Leste. Ou seja, nós fazemos uma concessão e com ela arrecadamos para ampliar o Rodoanel, que até o momento só tem o trecho Oeste” , diz Serra.

Pedágio

O governo paulista limitou o teto do futuro pedágio do Rodoanel a R$ 3, mas Serra espera que no leilão o preço caia mais. “Certamente vai ter uma redução. Eu torço para que tenha uma redução”, afirmou.

As praças de pedágio serão instaladas nas saídas das rodovias que cruzam o anel viário.

As exigências devem conter o número de concorrentes, afirmam os próprios participantes, que estimam que o vencedor poderá sair numa diferença de milésimos de centavos. Porém, o grande interesse das companhias – nacionais e estrangeiras – é justificado pelo imenso fluxo (cerca de 145 mil veículos por dia trafegam pelos 32 quilômetros já prontos) e pela interligação com algumas das principais rodovias do estado – Régis Bittencourt, Raposo Tavares, Castello Branco, Anhangüera e Bandeirantes.

Exceto a primeira, as demais estradas são administradas pela CCR, apontada pelos analistas como uma das principais competidoras. Especialistas também apostam num comportamento agressivo da espanhola OHL.

De acordo com o governador, o dinheiro vai ser usado inteiramente no Rodoanel e nem poderia ser de outra maneira. “Ele é utilizado na área de estradas, também do Rodoanel e outras através de novas licitações que vamos fazer para construir cinco outros trechos, para fazer vicinais ou estradas que não se justificam do ponto de vista econômico cobrar pedágio, mas que precisam existir. “

Fonte: G1

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Importação de bens de capital aumenta 57% até fevereiro

O dólar baixo tem incentivado as empresas brasileiras a substituírem a compra doméstica de bens de capital pela importação de máquinas e equipamentos. Nos dois primeiros meses, o valor da importação de bens de capital cresceu 57,7% ante o mesmo período de 2007, enquanto a expansão da produção interna de bens de capital deve ter ficado na faixa de 15%, tomando como base o resultado de janeiro.

A conclusão consta de estudo realizado pelo Iedi (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial) intitulado “Os destaques do grande crescimento das importações”. O objetivo foi o de identificar os setores que lideraram o crescimento das compras externas.

Os setores que mais se destacaram em termos de taxa de crescimento da média diária no primeiro bimestre foram os seguintes: bens de consumo duráveis (74,1%), bens de capital (57,7%) e bens intermediários (53,2%). Esses três setores ficaram acima do crescimento do total das importações no período, que foi de 50,7%.

Já bens de consumo não-duráveis, com avanço de 24%, e combustíveis e lubrificantes, com alta de 37,5%, tiveram taxas de expansão inferiores à média e abaixo do ritmo de evolução em 2007 (32,2% e 32,1%, respectivamente).

Segundo Júlio Sérgio Gomes de Almeida, do Iedi, a aceleração do crescimento dos setores de bens de capital e bens de consumo duráveis reflete o dinamismo do investimento e do consumo.

Em relação ao caso do setor de bens de capital, o trabalho chama a atenção para a expansão de 78,1% das compras do setor de maquinaria industrial. Só esse segmento contribuiu com 38,7% no crescimento das importações da categoria.

Trata-se de um sinal de que a indústria está em processo de forte ampliação da sua capacidade produtiva, o que é positivo para a preservação do controle sobre a inflação.

Apesar desse sinal positivo, o trabalho do Iedi chama a atenção, no entanto, para a possibilidade de estar ocorrendo um processo de substituição da produção doméstica por importações no setor de bens de capital.

De acordo com Júlio Sérgio Gomes de Almeida, isso se deve a dois motivos: a forte valorização do real frente ao dólar e o acelerado crescimento da economia. “A soma desses fatores explica a explosão das importações neste início do ano”, diz.

Para tentar reverter esse processo de substituição da compra doméstica pelas compras externas de bens de capital, o economista do Iedi sugere que o Banco Central limite esse processo de valorização forte do real por meio da redução dos juros.

“O pior dos mundos seria frear o crescimento para tentar conter esse processo”, diz o economista.

Abdib apóia mudança em norma de portos

As mudanças na regulação setorial dos portos, estudadas pela Secretaria Especial de Portos e a Antaq, podem gerar uma “nova onda” de investimento privado em terminais fora das áreas dos portos organizados, segundo a Abdib. Para apoiar a ação, a Abdib ouviu um grupo de empresários e enviou propostas ao Executivo.

A Resolução 517 foi editada em 2005 para normatizar a forma de autorizar a construção, a exploração e a ampliação de terminais portuários de uso privativo, fora da área dos portos organizados, mas empresários consideraram que ela extrapolou a Lei 8.630/1993, que permitiu a participação privada na gestão e operação dos portos.

Hoje, a lei exige que um empreendedor interessado em construir novo terminal privativo comprove que tem uma carga que justifique o valor do investimento. Potenciais investidores reclamam, segundo a Abdib.

ANAC NO RIO

Nelson Jobim (Defesa) bate o martelo nos próximos dias se transfere ou não a sede da Anac para o Rio. Ele diz que a agência tem muitos funcionários no Rio e que os principais órgãos de aviação também ficam na cidade. O pedido veio de Solange Vieira, presidente da Anac.

CRIAÇÃO

Será lançado na quarta-feira, no Hotel Fasano, em São Paulo, o 7º Prêmio ANJ (Associação Nacional de Jornais) de Criação Publicitária, com a presença dos principais profissionais de criação das agências de São Paulo.

EMPREENDEDOR

A Semana Global do Empreendedorismo, liderada pela Endeavor, acaba de receber adesão do Citibank, da Visa e do Banco Real. As instituições se comprometeram a realizar atividades sobre o empreendedorismo.

DE PLÁSTICO

Miguel Jorge (Desenvolvimento), Alessandro Teixeira, da Apex-Brasil, e Merheg Cachum, do INP (instituto do plástico), participam, amanhã, de encontro em que será assinado o projeto Export Plastic, que prevê investimentos em ações para aumentar exportações da cadeia de plástico do país.

Fonte: Folha de São paulo

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Importações superam as exportações

O comércio exterior brasileiro começou o mês de março repetindo, pela terceira semana consecutiva, déficit nas transações. As importações, de US$ 3,38 bilhões, foram US$ 159 milhões superiores às exportações, de US$ 3,22 bilhões. Até aqui, o saldo acumulado no ano é positivo em US$ 1,66 bilhão, mas o valor é 73% menor do que foi registrado no mesmo período de 2007.

Nas contas do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, mais uma vez foram as compras de petróleo que mais influenciaram o resultado — produto que ontem bateu novo recorde no mercado internacional, sendo cotado a US$ 107,9 o barril. E apenas na primeira semana de março, o país importou 40% de toda a compra de petróleo verificada no mês de fevereiro.

Sem o petróleo, indica o governo, o resultado da balança comercial na semana passada seria superavitário em US$ 499 milhões. Mas esse não é o único movimento na volta dos déficitis comerciais semanais, o que não se via desde 2002. A desvalorização do dólar e o real mais forte alimentam as importações em geral, que crescem em ritmo acelerado. Desde janeiro, enquanto as exportações cresceram 19,8%, as compras ampliaram-se em 51,1%. Há um ano, a média diária de importações era de US$ 397,6 milhões. Agora, está na casa dos US$ 600 milhões.

Apesar de se darem ainda no início do ano, período mais fraco no comércio internacional brasileiro, os repetidos déficits começaram a afetar as previsões para 2008. O mercado financeiro, como mostra o relatório Focus, do Banco Central, agora aposta num saldo de US$ 29 bilhões, um pouco abaixo, portanto, dos US$ 30 bilhões que vinha sustentando desde o início de 2008. Para a Confederação Nacional da Indústria, o superávit este ano será ainda menor, de US$ 25 bilhões.

O governo chegou a revisar a projeção de exportações — de US$ 172 bilhões para US$ 180 bilhões — mas evita arriscar um número para o saldo. É reconhecido, porém, que o resultado anual mostrará uma nova redução do saldo, que foi de US$ 46 bilhões em 2006 e caiu para US$ 40 bilhões no ano passado.

Do movimento semanal, o Ministério do Desenvolvimento destaca que a média diária das exportações de semimanufaturados e manufaturados apresentou alta de 23,5% e 12,5% respectivamente, em relação a março de 2007. Enquanto isso, as vendas externas de produtos básicos caíram 5,8%, por conta, principalmente, de petróleo, soja em grão, minério de ferro e carne bovina. Nas importações, no comparativo com março de 2007, aumentaram os gastos, principalmente, com combustíveis e lubrificantes (131,6%), siderúrgicos (197,7%), cereais e produtos de moagem (150,3%), adubos e fertilizantes (94,7%), automóveis e partes (81,1%) e eletroeletrônicos (59,1%).

Fonte: Correio Braziliense

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VRG anuncia interline com a TAP

A VRG, companhia brasileira que nasceu da venda da parte operacional da Varig e que actualmente é do grupo da GOL, anunciou ter estabelecido um acordo de interline com a TAP, que permite aos passageiros das duas transportadoras “adquirir passagens para todos os destinos operados” por elas operados.

A TAP tem no Brasil uma parceria comercial com a TAM, com a qual mantém voos em code-share.

A VRG tem anunciado nas últimas semanas vários acordos de interline, possibilitados pela sua integração, desde Setembro passado, no MITA (Multilateral Interline Traffic Agreement) da IATA.

“Actualmente, a VRG opera em dois dos principais portões de entrada no continente europeu, Madrid e Paris. Por meio da nova parceria, seus passageiros terão acesso a países como Portugal, Alemanha, Dinamarca, Inglaterra, Itália e Suíça”, diz o comunicado do grupo brasileiro sobre o acordo com a TAP.

Fonte: Press Tur

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Lucro da CSN em 2007 cresce 150% e fica em R$ 2,9 bi, novo recorde

O lucro líquido da CSN (Companhia Siderúrgica Nacional) em 2007 foi de R$ 2,922 bilhões, valor recorde e um crescimento de 150,3% em relação ao resultado de 2006, segundo o balanço da empresa divulgado nesta terça-feira.

A receita líquida da CSN também atingiu valor recorde no ano passado, chegando a R$ 11,441 bilhões, uma expansão de 27% na comparação com o atingido um ano antes.

No ano passado, a produção de aço bruto da CSN chegou a 5,3 milhões de toneladas, um crescimento de 52% na comparação com 2006.

Segundo a empresa, a demanda interna por produtos siderúrgicos teve forte crescimento devido ao aquecimento da economia brasileira. “Com recursos em caixa e perspectivas de manutenção da demanda doméstica aquecida, as indústrias e os clientes do setor têm anunciado planos de investimentos relevantes para os próximos anos”, informou a CSN em um comunicado.

Fonte: Folha Online

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Grupo Itaú quer inaugurar corretora de valores no Japão

O Banco Itaú pretende inaugurar em Tokyo a subsidiária de valores, Itau Securities Inc., até o outono deste ano, informou hoje (11) o jornal Nikkei.

Se o projeto for aprovado pelo Ministério das Finanças, será a primeira vez que uma corretora de valores da BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China) instala uma base operacional no Japão. A subsidiária venderá ações do Brasil, fundos e outros produtos financeiros para investidores institucionais.

O grupo Itaú quer usar o serviço como base para atrair capital do Japão, antecipando juros cada vez maiores de investidores japoneses em mercados emergentes.

Roberto Nishikawa, chefe executivo da Itaú Corretora, disse em entrevista ao Nikkei que os investidores de países como Cingapura e Hong Kong intensificam as atividades de investimento no Brasil, e estima uma potencial demanda no Japão.

O grupo Itaú inaugurou seus serviços em Tokyo em 2004, incluindo depósitos, transferências de dinheiro ao Brasil e outros. Acredita-se que o negócio de valores ajude a dobrar em até 10% o volume de operações asiáticas do grupo durante os três próximos anos.

Fonte: IPC Digital

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Montadoras anunciam investimento recorde de US$ 4,9 bi para este ano

As montadoras vão investir US$ 4,9 bilhões no Brasil este ano, o maior montante já gasto pelo setor em um único ano. A maior parte será aplicada no aumento da capacidade produtiva, que passará dos atuais 3,5 milhões de veículos para 3,85 milhões. Em 2009, a capacidade anual chegará a 4 milhões de unidades, um acréscimo de 500 mil veículos em dois anos.

Juntando empresas de autopeças, o investimento chegará a US$ 20 bilhões até 2010. O triênio anterior que teve maior aporte dos dois segmentos foi de 1996 a 1998, quando foram inauguradas 13 novas fábricas, entre marcas que passaram a produzir localmente e filiais das empresas já instaladas no País. Naquele período, foram investidos US$ 11,7 bilhões.

O anúncio da soma dos investimentos e da nova capacidade produtiva ocorre num momento em que o setor registra sucessivos recordes de vendas e há filas de espera de até três meses para alguns automóveis e de nove meses para caminhões.

De acordo com o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Jackson Schneider, “o número é muito forte e deve gerar dinamismo à economia do País”.

Segundo ele, as montadoras estão confiantes na manutenção do crescimento do mercado. No primeiro bimestre do ano, as vendas aumentaram 38,7% em relação ao mesmo período de 2007, para 415,8 mil veículos. A produção teve salto de 23,6%, para 505,6 mil unidades, e as exportações, em valores, acumulam alta de 18,4%, com US$ 1,075 bilhão. Os três resultados são recordes bimestrais.

O único dado negativo são as exportações, em unidades, que caíram 3,3% entre janeiro e fevereiro, para 109,8 mil veículos. Segundo Schneider, os modelos exportados são mais caros, o que explica o aumento das vendas em valores, apesar da queda em volumes. Com o real valorizado, as empresas reajustaram preços e perderam alguns clientes.

Schneider ressaltou que produzir o equivalente à capacidade instalada, que este ano terá acréscimo de 350 mil unidades, depende do mercado. “Não sei se ocorrerá, mas tudo leva a crer que sim, pois a expansão da demanda deve continuar.” Disse ainda que, nos próximos meses, novos anúncios de investimentos devem ocorrer por parte de montadoras que ainda estão finalizando projetos.

Entre as empresas que anunciaram investimentos recentes está o grupo Fiat, que vai aplicar R$ 5 bilhões até 2010. A capacidade produtiva da fábrica de Betim (MG) alcançará 3.050 unidades ao dia ainda este mês. A Ford vai investir R$ 2,5 bilhões até 2011, e a Volkswagen Caminhões, R$ 1 bilhão.

O aumento da capacidade das montadoras também foi revelado uma semana após a cidade de São Paulo, maior consumidora de carros do País, bater recordes de congestionamento. Para Schneider, o País precisa adotar medidas estruturais, como investimentos em transporte coletivo e na parte viária.

O executivo também defendeu a inspeção veicular, que ajudaria a tirar das ruas veículos sem condições de transitar, normalmente responsáveis por congestionamentos quando quebram em áreas de tráfego intenso. “Estamos expandindo nossa capacidade produtiva porque o mercado está comprando e nós vamos atender ao desejo dos consumidores.”

CARRO FLEX

O nível de emprego nas montadoras também cresceu. O setor encerrou fevereiro com 122,4 mil funcionários, maior contingente desde 1991, quando empregava 124,8 mil pessoas. O número não inclui as 1,5 mil contratações anunciadas na sexta-feira por GM, Fiat e Volkswagen.

Na quinta-feira, as montadoras atingiram a marca de 5 milhões de carros flex feitos no Brasil. Modelos que rodam com álcool ou gasolina começaram a ser vendidos há cinco anos.

A tecnologia do motor bicombustível desenvolvida no País equipou 168,7 mil veículos vendidos em fevereiro, o equivalente a 88,3% das vendas no período. No bimestre, são 348,4 mil unidades vendidas.

Fonte: O Estado de S. Paulo

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Contêineres, Canal do Panamá e novo perfil para os portos

O Espírito Santo está, comprovadamente, preocupado com o futuro do sistema portuário nacional e mundial. Tanto que um auditório, com cerca de 300 pessoas, assistiu nesta segunda-feira ao seminário “Desenvolvimento Portuário de Vitória” – tendências e desafios. O evento aconteceu no auditório da Prefeitura Municipal de Vitória, numa iniciativa da Câmara de Vereadores da capital capixaba.

Dentre os palestrantes, Rodolfo Sabonge, vice-presidente de Pesquisa e Análise de Mercado da Autoridade do Canal do Panamá, abriu a conferência “Tendências: O impacto da ampliação do Canal do Panamá no comércio internacional”. Ele falou das provocações que levaram à ampliação do Canal do Panamá e suas conseqüências para o mercado mundial. Sabonge lembrou a todos que a conteinerização no transporte de mercadorias é real e irreversível e os portos de todo o mundo devem se adequar a este novo modelo de transporte marítimo, no qual as embarcações ganharam maiores proporções.

Metas e mudanças

Aprimorar marcos regulatórios, estimular o sistema de cabotagem, investir na modernização portuária, por meio do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC). Estes são algumas das metas da Secretaria Especial de Portos (SEP) conforme João Afonso Dêntice, assessor técnico da pasta. Segundo ele, antes da criação da Secretaria, o Ministério dos Transportes abraçava inúmeras atribuições e não conseguia dar atenção, suficiente, ao setor portuário.

Mas não só as metas foram abordadas por Dêntice. De acordo com ele, há necessidade de mudanças como a reforma e a atualização da atual legislação portuária e uma nova visão do conceito de Autoridade Portuária. O representante da SEP apresentou, também, as tendências do setor como avanços tecnológicos e políticas para a área portuária, resumindo como modernização do setor.

Rebatizando

O impacto da reforma tributária no Espírito Santo foi abordado pela deputada Iriny Lopes durante o seminário. Ela explica que este é um debate que deve ser realizado o mais breve possível. E, levando em consideração as tendências apontadas pelos especialistas quanto à conteinerização, a parlamentar rebatizou o projeto da Intersindical da Orla Portuária-ES do Porto de Águas Profundas para “Porto de Contêineres”, sob o que ela mesma disse “conta e risco”.

Para Iriny Lopes, este novo empreendimento pode se tornar um compensador pela falta de receita que a reforma tributária pode gerar ao estado.

Brasil S.A.

Um país sem fronteiras nacionais. Isto é, um país onde os estados atuem de forma simbiôntica visando um bem comum. É formar um Brasil S.A.. A idéia foi apresentada por Marcelo Perrupato, coordenador geral do Plano Nacional de Logística e Transporte, durante a conferência “Desafio: A organização espacial da economia e os vetores logísticos de transporte”.

Segundo ele, a meta é, por exemplo, que estados que não contam com portos marítimos ou fluviais escoem por aqueles que têm de forma mais integrada do que a existente hoje.

Perrupato falou, ainda, em vetores logísticos e anunciou que não há problema de verba, mas problemas de execução. Segundo ele, o Brasil enfrenta um grave problema de falta de mão-de-obra especializada e qualificada. Os poucos profissionais estão seguindo para o exterior.

Competir ou complementar?

A idéia de competição entre portos foi posta em cheque na apresentação de Marcelo Perrupato e enfatizada por Luiz Fernando Barbosa Santos, representante dos Trabalhadores no Conselho de Autoridade Portuária do Espírito Santo. Ele fala que a visão de porto está mudando mais uma vez.

Segundo Barbosa, a espacialização do porto depende da participação parlamentar. Para ele, não há mais espaço para estancas nas fronteiras e existe, sim, a necessidade de se trabalhar projetos coletivos.

Faltou a Autoridade

Embora convidado e confirmado, o presidente da Cia. Docas do Espírito Santo não compareceu ao seminário. Ângelo Baptista foi convocado, de última hora, para uma reunião na Associação Brasileira de Entidades Portuárias (ABEP), no Rio de Janeiro. Para substituí-lo, enviou o diretor financeiro administrativo da empresa, Paulo César Brusqui, que foi ao local do seminário para dizer que não poderia participar porque tinha outro compromisso agendado. Assim, a participação da Autoridade Portuária capixaba acabou não acontecendo.

Diversas pessoas que acompanharam o evento consideraram a não participação da Codesa foi uma falha.

Fonte: PortoGente

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Fabricantes de produtos de plástico devem ampliar exportações

Cerca de 80 empresas de 10 estados firmam hoje (11) acordo para incentivar as exportações de ráfia (usada no acondicionamento de produtos a granel), embalagens flexíveis e utilidades domésticas, todos derivados do plástico.

A assinatura do acordo, que prevê investimentos no setor para aumentar as exportações, está marcada para as 9h, no auditório do Condomínio Millennium, na Vila Olímpia em São Paulo.

Participam o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, os presidentes da Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex-Brasil), Alessandro Teixeira, do Instituto Nacional do Plástico (INP), Merheg Cachum, e do conselho diretor da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), Carlos Mariani.

Fonte: Agência Brasil

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