Archive for Fevereiro 25th, 2008

Cartão metrô-carro será lançado este ano

O Metrô vai lançar, ainda este ano, um bilhete de integração metrô-carro. O chamado Metrô Fácil Estacionamento será um cartão magnético recarregável, com o qual o motorista poderá pagar a estada de seu veículo em um dos 16 estacionamentos que serão criados perto de estações do metrô. Ao pagar o valor do estacionamento com o cartão – que vai liberar a cancela e permitir a entrada no estacionamento -, o usuário já terá direito a duas passagens de metrô, uma de ida e outra de volta, incluídas no preço e válidas para o dia todo.

Para entrar na estação de metrô, bastará encostar o cartão no validador das catracas, tal como se faz hoje com o bilhete único. Assim, o usuário poderá substituir parte do trajeto que faria de carro, para ir e voltar do trabalho, pelo metrô. O valor do novo bilhete ainda não foi definido.

O Metrô Fácil Estacionamento será uma espécie de cartão especial, nos moldes dos bilhetes fidelidade (com 20 viagens, por preço menor) e lazer (válido em fins de semana e feriados), que já estão à venda pelo Metrô e pela CPTM. Segundo a diretora do Metrô, Cristina Bastos, gestora do projeto , a idéia é fazer com que os motoristas possam comprar e recarregar seus cartões direto nas bilheterias das estações do metrô.

O cartão está em fase de negociação avançada entre a Companhia do Metropolitano e a Prefeitura de São Paulo, que atualmente vêm levantando as áreas municipais e estaduais onde ficarão os 16 novos estacionamentos. ’’Um deles, que será o piloto da iniciativa, estará funcionando até o fim deste ano’’, garante Cristina. A primeira unidade ficará na zona leste, em região a ser definida, perto da Estação Corinthians-Itaquera da Linha 3-Vermelha.

Uma parte das outras 15 áreas, pelos levantamentos preliminares de demanda, ficará nas regiões das Estações Imigrantes (Linha 2-Verde) e Tucuruvi (Linha 1-Azul). Essas áreas serão totalmente definidas em até um mês. A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) está ajudando o Metrô nos estudos.

Segundo Cristina, os 16 estacionamentos poderão ser operados pela iniciativa privada, sob esquema de concessão.Obrigatoriamente, pelo projeto, os espaços terão que ter um acabamento permeável que permita a drenagem da água das chuvas, com área verde, para compensar as áreas com concreto e asfalto que serão ocupadas pelos carros. Também não está descartada, em um segundo momento, a criação de mais estacionamentos nas proximidades de estações da CPTM.

TRÁFEGO

Cristina acredita que o projeto ajudará o tráfego na cidade. ’’Será bom para todos, vai tirar carros da rua, diminuir os congestionamentos e a poluição’’, diz. ’’A idéia é reter o usuário nas pontas das linhas de Metrô, criando uma solução convidativa de transporte.’’

O secretário estadual de Transportes Metropolitanos, José Luiz Portella, um dos criadores do projeto, diz que em princípio pode parecer ’’incoerência’’ atrair mais usuários para o já saturado metrô de São Paulo, que transporta 3 milhões de passageiros por dia.

’’Claro que não podemos fazer a cobrança do estacionamento e jogar a pessoa para dentro do sistema superlotado’’, diz Portella. Segundo ele, para que a demanda seja atendida a contento, a companhia vem investindo na compra de trens e de um sistema de controle das composições via rádio, que vai possibilitar a redução dos intervalos entre os trens para 80 segundos – hoje, nos horários de pico, o metrô consegue 101 segundos.

Os primeiros trens vão chegar em setembro de 2009. Foram encomendados 16 para a Linha 2-Verde; 10 para a Linha 3-Vermelha e 7 para a Linha 1-Azul. Segundo Portella, a extensão da Linha 2 até a Vila Prudente e a inauguração da Linha 4-Amarela (Luz – Vila Sônia) também fazem parte desse esforço.

Fonte: O Estado de S. Paulo

Postado por: Newscomex – Comércio Exterior e Logística

Add comment 25 Fevereiro, 2008

Paralisação de ônibus prejudica transporte na zona leste de SP

Milhares de paulistanos estão sendo prejudicados nesta manhã de segunda-feira, 25, por causa de uma paralisação dos motoristas e cobradores da Viação Novo Horizonte, empresa de ônibus que opera linhas municipais em parte da zona leste da capital paulista. A SPTrans (São Paulo Transportes) colocou em operação o sistema Paese para tentar minimizar os transtornos aos passageiros que dependem desta empresa.

A garagem localizada em Cidade Tiradentes segue fechada pelos trabalhadores que realizam uma assembléia para reivindicar atualização de salários e registro em carteira. A Novo Horizonte é a antiga cooperativa Nova Aliança.

Em novembro do ano passado, ao se tornar uma empresa, mudou de nome, mas muitos trabalhadores não foram registrados ainda e não estão gozando dos direitos adquiridos pela CLT. Dos 517 ônibus da empresa, pelo menos 350 desta garagem localizada em Cidade Tiradentes não estão nas ruas.

Com a paralisação, os bairros Cidade Tiradentes, São Mateus, Vila Nova York e região foram prejudicados. Muitas das 40 linhas operadas pela Novo Horizonte, levam moradores destas regiões até o centro da cidade, principalmente para o Parque Dom Pedro.

A Polícia Militar foi acionada para permitir a abertura dos portões aos funcionários que queriam trabalhar, mas foram impedidos pelos manifestantes. No rápido conflito, alguns coletivos foram depredados. Uma fila de pelo menos 200 ônibus se formou do lado de fora da empresa.

Fonte: Estadão

Postado por: Newscomex - Comércio Exterior e Logística

Add comment 25 Fevereiro, 2008

Terminal aeroportuário de Alta Floresta será ampliado

Operando com vôos noturnos desde o ano passado, sendo o primeiro do Nortão a receber homologação, o aeroporto de Alta Floresta receberá melhorias nos próximos meses. O secretário de Administração, Gercio Frâncio, confirmou, ao Só Notícias, que R$ 270 mil foram liberados pelo Estado para reforma a ampliação do terminal aeroportuário, atendendo exigências da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

Segundo ele, a expectativa é que as obrasm iniciem em, no máximo, 60 dias, após a licitação. Serão construídas salas de embarque e desembarque, ampliado o saguão para circulação de passageiros, bem como algumas reformas nas áreas de refeição e agências de viagem. “Hoje falta infra-estrutura para oferecer comodidade aos passageiros”, acrescentou.

Atualmente, duas empresas operam no município com dois vôos diários, sendo um noturno, com pouso programado às 22 horas. A pista é uma das maiores da região, com 2.500 metros de extensão e sistema de iluminação, com capacidade para receber aeronaves de médio e grande portes.

Fonte: Só Notícias

Postado por: Newscomex – Comércio Exterior e Logística

Add comment 25 Fevereiro, 2008

Exportações de Sorriso em janeiro sobem 285% em relação a 07

O volume de exportação em Sorriso no mês de janeiro, foi 285% maior que no mesmo período do ano passado. De acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), as vendas externas movimentaram US$4,2 milhões no primeiro mês do ano. Foram exportadas 4,1 mil toneladas de soja em grãos, movimentando US$2 milhões, 4,4 mil toneladas de milho, somando mais US$1 milhão e ainda algodão, US$823 mil e madeira.

A abertura de exportações para a Rússia, maior comprador da produção sorrisense, gerou US$2 milhões em negócios. Os russos foram responsáveis por 47% das compras em janeiro. A Holanda ampliou as compras em 244%. Outros países que compraram de Sorriso em janeiro foram Argentina, Indonésia, Espanha, Estados Unidos e Paquistão.

Só Notícias apurou que o município campeão nacional da soja, foi o primeiro do Nortão no ranking das exportações no ano passado. De acordo com o relatório da Secex, movimentou US$149,8 milhões. O aumento, em relação a 2006 foi de 349% nas exportações de produtos agrícolas e madeira. O volume de negócios do ano passado supera a soma de exportação dos últimos nove anos.

Fonte: Só Notícias

Postado por: Newscomex – Comércio Exterior e Logística

Add comment 25 Fevereiro, 2008

Vale está perto de levar a Xstrata

A Vale e a Xstrata estão mais perto de fechar o negócio que criará a maior empresa de mineração do mundo, segundo uma reportagem publicada ontem pelo jornal britânico Sunday Times. Na semana passada, o Estado publicou uma reportagem informando que a Vale havia feito uma nova oferta para comprar a Xstrata, depois da primeira proposta ter sido rejeitada pela mineradora anglo-suíça. Ontem, citando fontes ligadas a bancos, o Sunday Times afirmou que a Vale teria colocado na mesa uma oferta de US$ 90,52 por ação(o equivalente a 46 libras).

Um acordo a esse preço estaria dando à Xstrata um total de US$ 86,58 bilhões. As ações da mineradora fecharam a semana a US$ 78,71 cada (40 libras). Esse havia sido o valor da primeira oferta da Vale, feita há cerca de um mês. As fontes disseram ao jornal britânico que, embora não haja certeza que o negócio será fechado, existe a possibilidade de as empresas chegarem a uma conclusão ainda no início desta semana. O prazo final para que a Vale apresente sua oferta é 21 de março. A Xstrata não confirma a informação. Apenas dá a resposta padrão de que não vai comentar rumores de mercado.

A Vale planeja oferecer uma combinação de dinheiro vivo com oferta de ações próprias. A Glencore, grupo de comercialização de metais e um dos maiores acionistas da Xstrata, ainda se mostra receosa de aceitar uma quantidade muito grande do pagamento em ações. Esse é um dos fatores que dificultam as negociações. A Glencore também quer assegurar direitos de comercialização da produção de níquel do grupo.

Analistas dizem que, quanto maior for a parte em ações, maior terá de ser a oferta. A Vale teria consultado nas última semana fundos de hedge e outros investidores que são acionistas da Xstrata sobre a oferta de US$ 90,72 por ação (46 libras), mas alguma instituições acreditam que é mais garantido trabalhar com US$ 98,39 (50 libras).

A união da Vale com a Xstrata criaria um grupo líder na produção de minério de ferro, níquel, cobre e carvão.

A sinergia entre as duas empresas será muito grande e é provavelmente por essa razão que a Glencore pretende se manter como um investidor significativo – existe a possibilidade de a avaliação da empresa subir muito.

SETOR ACELERADO

As conversas entre Vale e Xstrata são parte de uma febre de aquisições que atingiu o setor de mineração. A australiana BHP Billinton, que perderá a coroa de maior mineradora do mundo caso a brasileira compre a anglo-suíça, fez recentemente uma oferta hostil de US$ 147,7 bilhões pela anglo-australiana Rio Tinto. Porém, a oferta foi rejeitada e enfrenta uma série de discussões antes de poder prosseguir. Existem dúvidas sobre o que ocorrerá com a competição local caso as duas se unam.

No ano passado, a americana Freeport-McMoRan adquiriu sua maior rival nos EUA, a Phelps Dodge, por US$ 26 bilhões. Com a compra, a empresa passou a operar minas em Nevada, no Peru, Austrália, Nova Zelândia, África e Indonésia.

AS OFERTAS

US$ 78,71 por ação
foi o valor da primeira oferta da Vale pela Xstrata, há cerca de um mês

US$ 86 bilhões
é o valor total da nova oferta da empresa brasileira para adquirir a anglo-suíça, com US$ 90,52 por ação

US$ 147,7 bilhões
foi a oferta da australiana BHP Billiton pela Rio Tinto, que foi recusada

Fonte: O Estado de S. Paulo

Postado por: Newscomex – Comércio Exterior e Logística

Add comment 25 Fevereiro, 2008

Petróleo supera US$ 99, com ataque turco no Iraque

O preço do petróleo em Nova York opera acima dos US$ 99 por barril na manhã desta segunda-feira, pressionado pela incursão da Turquia no Iraque e por um novo movimento de dinheiro especulativo antes da reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), prevista para março.

O contrato futuro para entrega em abril subia US$ 0,21, a US$ 99,04 o barril. Em Londres, o petróleo tipo Brent era negociado em alta de US$ 0,27, a US$ 97,29.

Tropas turcas entraram em combate no domindo no norte do Iraque, em uma ampla ofensiva terrestre. No entanto, uma autoridade da estatal iraquiana Northern Oil Company disse no domingo que as exportações do país não serão afetadas.

Pressionavam também o mercado os investidores que aumentaram posições nos contratos de petróleo.

Fonte: Invertia

Postado por: Newscomex – Comércio Exterior e Logística

Add comment 25 Fevereiro, 2008

Fast-food entra nos planos de grandes investidores

Quem freqüenta as praças de alimentação dos shopping centers brasileiros ainda não percebeu. Mas, nos bastidores, os empresários do setor já não escondem de mais ninguém: várias redes de restaurantes de pequeno porte estão à venda e (quase) todas as grandes dizem ter apetite para comprar. Isso, claro, se elas não forem vendidas antes para investidores. O setor entrou na mira de fundos como Advent, Merrill Lynch, UBS Pactual e Deutsche Bank.

A disputa é por um mercado que cresce pelo menos três vezes mais que o Produto Interno Bruto (PIB) desde 2004 e já movimenta acima de R$ 100 bilhões por ano, segundo estimativas da ECD Consultoria, especializada no setor de refeições fora de casa. “A tendência é só aumentar. Hoje, o brasileiro gasta fora de casa 25% das despesas com alimentação. Em cinco anos, esse número deve subir para 40%”, diz Enzo Donna, diretor da ECD.

Segundo o consultor, investidores e empresários estão percebendo que, se comprarem várias redes pequenas – mantendo a bandeira e às vezes até o próprio gestor -, centralizarem compras, administração, marketing e distribuição, vão conseguir escala e lucratividade. “É o negócio da China. O mercado está descobrindo esse setor agora”, afirma Enzo.

Fonte: AE

Postado por: Newscomex – Comércio Exterior e Logística

Add comment 25 Fevereiro, 2008

Vale garante reajuste para 70% das vendas de minério

Os contratos fechados na semana passada já garantiram à Companhia Vale do Rio Doce reajustes para 70% de sua venda de minério de ferro prevista para este ano, informou o diretor- executivo de ferrosos, José Carlos Martins. Entre os argumentos que convenceram os clientes a aceitar reajustes de 71% no preço do minério de Carajás e 65% para as demais jazidas, Martins destacou que a Vale elevou sua produção em cerca de duas vezes de 2000 até 2007, enquanto a China aumentou a produção de aço em quase cinco vezes, de 100 milhões de toneladas para 500 milhões de toneladas anuais. “A nossa dificuldade sempre foi acompanhar esse ritmo alucinante da siderurgia chinesa. Em 2000, vendíamos 2 milhões ou 3 milhões de toneladas para a China. Em 2007, a China foi nosso principal mercado, com mais de 100 milhões de toneladas, volume que era toda a produção da Vale em 2000″, disse.

Na sexta-feira, a mineradora brasileira anunciou acordo com a siderúrgica Baosteel, que representa todos os clientes chineses da mineradora nas negociações de preço. Já havia fechado com as japonesas Nippon Steel, JFE, Sumitomo, Kobe e Nishin, com a coreana Posco, a alemã ThyssenKrupp e a européia Ilva.

A partir das negociações com as siderúrgicas, a tonelada de minério de ferro passará de US$ 46 para US$ 76,60, sem considerar o custo do frete. Com o preço de transporte, o valor final chega a US$ 110 por tonelada.

Fonte: Gazeta Mercantil

Postado por: Newscomex – Comércio Exterior e Logística

Add comment 25 Fevereiro, 2008

Celular chega ao metrô até setembro

Numa cidade com 8,5 milhões de celulares, só mesmo embaixo da terra é possível ainda ter um pouquinho de refresco do barulho dos toques polifônicos e das conversas incessantes. Ainda, claro – a partir de maio, nem mesmo esse refúgio estará livre dos celulares. A direção da Companhia do Metropolitano de São Paulo aprovou, no fim do ano passado, uma proposta de quatro operadores de telefonia – Claro, Vivo, Tim e Nextel – para a construção de uma infra-estrutura que irá possibilitar o funcionamento de celulares em túneis e trens do metrô.

A Oi, prestes a entrar no mercado paulista, também enviou recentemente a papelada para participar do projeto. O sistema custa R$ 10 milhões, divididos entre as operadores – no mês que vem, os equipamentos e antenas serão instalados e começam os primeiros testes. A Linha 2-Verde do metrô de São Paulo será a primeira a poder tagarelar pelo celular, em maio. E, até setembro, a companhia promete que os passageiros poderão usar seus telefones nas 55 estações e nos 61,3 quilômetros de extensão de túneis.

“Esse sistema já deveria estar em funcionamento por aqui, mas a primeira licitação simplesmente não deu certo”, diz Sérgio Avelleda, diretor de Assuntos Corporativos do Metrô. Cidades como Tóquio, Hong Kong, Santiago e até Rio de Janeiro já usufruem do sistema – em Buenos Aires, só para causar inveja, não só é possível usar o celular como também acessar internet sem fio de graça. “No Rio, por exemplo, é mais fácil instalar esse tipo de estrutura porque a empresa do metropolitano de lá é privada, não tem toda a burocracia. Mas agora vai, está tudo encaminhado.”

As empresas de telefonia terão uma infra-estrutura física única e dividirão o espectro (ao contrário do Rio, onde cada operadora implantou sua rede própria em 2001). Pelo acordo, as operadoras irão pagar uma taxa mensal pela concessão – que começa com R$ 73 mil no primeiro mês de funcionamento para cada uma das empresas e sobe até R$ 93 mil a partir do quinto mês.

Para efeito de comparação, as estações de metrô de Nova York também irão ganhar cobertura de celular para voz e dados. O grupo privado Transit Wireless desembolsará US$ 250 milhões pela empreitada – em troca, a empresa ganhará parte da receita das ligações. Mas, como muitos nova-iorquinos já começaram a reclamar que não queriam ouvir os toques de celular dentro dos vagões, a Metropolitan Transportation Authority, que gerencia os transportes na cidade, já decidiu limitar a cobertura às estações e plataformas. “Aqui não teremos essa limitação, as pessoas querem usar o celular mesmo nos vagões”, diz Avelleda.

METRÔ MOBILE

Com esse novo sistema de telefonia celular, o Metrô também espera incrementar o serviço que fornece informações para facilitar as viagens na região metropolitana. Chamado “Metrô Mobile”, ele já funciona pelo endereço eletrônico www.metrosp.mobi e pode ser acessado por qualquer celular devidamente configurado.

O site permite consultar os horários de abertura e fechamento das estações, os trajetos possíveis na rede metropolitana de transporte público sobre trilhos e todas as conexões existentes entre elas, além do tempo previsto para cada percurso e seu custo final.

Fonte: O Estado de S. Paulo

Postado por: Newscomex – Comércio Exterior e Logística

Add comment 25 Fevereiro, 2008

Fornecimento de gás boliviano pode voltar à pauta em março

Os presidentes de Brasil, Bolívia e Argentina se reunirão no final de março, em La Paz, para analisar as soluções apresentadas por uma comissão de ministros sobre as cotas de fornecimento de gás a brasileiros e argentinos, informou ontem o presidente boliviano, Evo Morales. Na data, deverão ser avaliados detalhes e avanços do grupo de trabalho anunciado no sábado, cuja coordenação ficará a cargo dos ministros de energia dos países, que busca alternativas para aumentar a produção e a infra-estrutura de cada país no tema.

Nos próximos dez dias o grupo de ministros se encontrará em La Paz – o local dos encontros se alternará entre os países.

Os presidente Lula, Morales e Cristina se reuniram no sábado em Buenos Aires, mas não chegaram a um acordo sobre as cotas de exportação do gás boliviano para Brasil e Argentina, o que gerou a formação do grupo.

A Bolívia, que produz cerca de 40 milhões de metros cúbicos diários (MMCD) de gás, tem problemas para honrar seus acordos com a Argentina, já que fornece 30 MMCD ao Brasil e consome de 6,5 e 7 MMCD.

Argentina e Bolívia pediram que o Brasil cedesse parte do que recebesse à Argentina. Mas o presidente Lula negou o pedido. Ele declarou que a economia brasileira está em crescimento e a indústria aquecida impede que o governo repasse parte do gás.

Em vez de gás, o Brasil ofereceu repasse de energia elétrica à Argentina, nos meses de inverno, quando há risco de desabastecimento no país vizinho. Posição endossada pelo presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, que afirmou que o Brasil precisa de “cada molécula” do gás da Bolívia. “Nos últimos seis meses, o despacho termoelétrico subiu 600%”, disse, demonstrando que o mercado brasileiro precisará do volume de gás previstos no acordo com a Bolívia.

Na primeira reunião do grupo de ministros, o governo brasileiro cobrará dados atualizados sobre a produção e as necessidades de cada país. Lula reclamou de informações desencontradas e insistiu que o grupo precisa pensar em ações de médio e longo prazo, e não se restringir a necessidades imediatas, como a situação atual da Argentina. Para isso, afirmou, são fundamentais dados confiáveis sobre produção e demanda. Negociadores brasileiros citam, por exemplo, que há informações diferentes sobre a produção boliviana de gás. Ora se fala em 39 MMCD, ora em 42 milhões e até em 45 milhões.

Acordos
Lula e Cristina assinaram declaração conjunta contendo 17 parágrafos abordando acordos e compromissos de Política, Economia, Produção, Ciência e Tecnologia e Energia. Entre os acordos, foi assinado um de cooperação aeronáutica entre os Ministérios de Defesa e um de cooperação nuclear, que visa constituir comissão binacional para desenvolver um modelo de reator nuclear “que atenda às necessidades de ambos os países”.

A comissão já tem a missão de elaborar relatório sobre o tema até o fim de agosto e definir um projeto comum do ciclo de combustível nuclear. Os dois países pretendem constituir uma empresa binacional de enriquecimento de urânio e nos próximos 120 dias iniciarão negociações.

Fonte: DCI

Postado por: Newscomex – Comércio Exterior e Logística

Add comment 25 Fevereiro, 2008


Blog Stats

Sites Relacionados

Tags

Aeroporto Aeroportos Argentina Banco Bancos Bovespa Brasil China companhias aéreas Comércio Exterior câmbio Dólar Economia Embraer etanol EUA Exportação exportações ferroviário Gás Importação Importações Infraero logística Luiz Inácio Lula da Silva Mercosul Metrô Montadoras de Veículos PAC Passageiros Petrobras petróleo petróleo e gás PIB Política Porto de Santos Portos Resultado Financeiro Rodovia TAM Transportes Trem União Européia União Européia (UE) Vale do Rio Doce

Agenda

Fevereiro 2008
T Q Q S S D S
« Jan   Mar »
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
26272829