Archive for Fevereiro 15th, 2008

Fila de caminhões chega a 3 quilômetros

Uma fila de caminhões com cerca de três quilômetros de extensão, segundo a Polícia Rodoviária, se formou ontem na Rodovia Cônego Domênico Rangoni, principal acesso rodoviário à Margem Esquerda do Porto de Santos, em Guarujá. O dia atípico ocorreu devido a uma suposta queda no sistema do terminal da Santos-Brasil, a maior operadora de contêineres no cais santista.

Fonte: A Tribuna Online

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Pedágio vai subir 5,08% no Pólo de Pelotas

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) autorizou hoje a alteração da tarifa de pedágio do Pólo Rodoviário de Pelotas, nas rodovias BR-116, BR-392 e BR-293. A tarifa para veículos de passeio e utilitários no pólo passará dos atuais R$ 5,90 para R$ 6,20. O novo valor, que corresponde a uma variação de 5,08%, entrará em vigor a partir da 0h de sábado.

O valor do pedágio varia de acordo com o tipo de veículo. A tarifa mais alta será para caminhões de seis eixos, ao preço de R$ 26,90.

Fonte: Jornal Agora

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Restrições para exportação preocupam pecuaristas

A incerteza na retomada das exportações para a União Européia preocupa os pecuaristas. Quem investiu no rastreamento do gado já se prepara para arcar com o prejuízo.

Na quinta-feira, a União Européia (UE) rejeitou mais uma vez a lista de fazendas certificadas pelo Brasil para exportar carne bovina. Representantes do governo brasileiro entregaram à Comissão Européia uma lista com 523 propriedades que poderiam vender o produto, mas os europeus deixaram claro que somente aceitariam certificar 300 propriedades.

Os investimentos para monitorar cada passo dos animais consumiram tempo e dinheiro do criador Reneu Ries. Inspecionado, auditado e certificado pelo Ministério da Agricultura, o rebanho do pecuarista do Rio Grande do Sul ficou fora da lista enviada à União Européia.

“Nós vimos com apreensão essa suspensão por parte dos europeus porque o mercado está sendo pressionado quanto aos preços do gado para exportação. E hoje estamos sendo remunerados por menos do que vínhamos até janeiro”, afirma.

“Pente fino”

O Ministério da Agricultura formou uma força-tarefa com 89 fiscais do governo federal e dos estados para passar um “pente fino” nas informações do Sistema de Rastreabilidade de Bovinos (Sisbov).

A maior parte do grupo, 79 técnicos, fará vistorias nas fazendas e nas empresas responsáveis pela certificação da carne exportada para saber se as regras acertadas com a União Européia e com outros países que compram carne do Brasil estão sendo seguidas.

O estado com o maior rebanho do Brasil é Mato Grosso, com quase 26 milhões de cabeças. O embargo da União Européia trouxe preocupação aos produtores e também aos donos dos frigoríficos.

“Para nós a Europa é um mercado muito importante. Nós temos um faturamento no Mato Grosso da ordem de aproximadamente R$ 400 milhões por mês. É um mercado importante para o estado e toda a cadeia produtiva”, diz o presidente do Sindicato dos Frigoríficos de Mato Grosso, Luiz Antonio Freitas.

Fonte: G1

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Demissão de sete funcionários da Codesp pode parar porto de Santos

A demissão sem justa causa de sete funcionários do porto de Santos, considerada inédita nas três últimas décadas, provocou reação dos sindicatos dos trabalhadores, que ameaçam com uma greve geral, a partir da próxima semana. Uma assembléia hoje à noite, com a participação de pelo menos 11 entidades ligadas direta e indiretamente às atividades portuárias, deve decidir sobre os rumos do movimento.

A decisão das demissões foi tomada pela nova diretoria da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), estatal federal que administra o porto, no cargo desde setembro de 2007, sob a alegação de que “se trata de um ajuste pontual de caráter administrativo”, segundo o presidente da empresa, José Di Bella Filho. Entre os funcionários atingidos estão dois engenheiros, um advogado e pessoal administrativo, todos com cerca de 30 anos na empresa.

A Codesp conta com um quadro de 1.340 funcionários e mais cerca de 800 terceirizados. Como empregadora, transformou-se, ao longo do tempo, numa das mais atraentes da região, pagando salário médio mensal de R$ 4.600,00, com o mínimo de R$ 800,00 e o máximo de R$ 13.100,00, em valores brutos.

Segundo Everandy Cirino dos Santos, presidente do sindicato da administração do porto, o Sindaport, “apesar do presidente da Codesp, José Di Bella Filho, afirmar que não haverá mais demissões, o clima de terror continua na empresa”. Ele acrescenta que “alguns funcionários demitidos foram informados de que não atendem ao novo perfil da empresa”. Porém, pergunta, “se a Codesp não fez a reestruturação, qual será esse novo perfil?”

Por práticas históricas, a estatal do porto demitiu centenas de funcionários mediante acordos, todos com incentivos, inclusive para aposentadorias. Entre esses acordos vigora um que garante complementação salarial para admitidos até o ano de 1965.

Os remanescentes com muitos anos de casa, costumam aguardar novos planos, o que não tem acontecido. Tornada moeda de troca partidária, a empresa mantém um quadro em geral desmotivado, que assiste às rotineiras mudanças de dirigentes de seus vários escalões em seguida a cada eleição.

Segundo uma fonte da empresa, está em estudos uma contratação, mediante concurso público, de cerca de mil funcionários, que também substituiriam parte dos atuais terceirizados. “Mas de nada adianta contratar novos se não houver mudanças estruturais internas”, disse.

Dada à envergadura econômica da Codesp, a posição dos sindicatos tem recebido apoio de todas as facções políticas regionais, que fazem gestões em várias instâncias, até junto ao governador José Serra, para reverter as demissões.

Fonte: Valor Econômico

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Construtora Cowan avalia exploração de minério de ferro

No ano em que completa o 50 aniversário a Construtora Cowan, que é uma das maiores empreiteiras com sede na capital mineira, se prepara para receber um presente invejável. A empresa aguarda apenas a liberação dos estudos sobre o teor e a dimensão das reservas – que deve ser concluído este ano – para decidir se irá vender, arrendar ou explorar a jazida de minério de ferro recém-descoberta em sua fazenda, de nome Ana da Cruz, localizada no município de Nova Lima, a menos de 30 quilômetros da zona urbana de Belo Horizonte.

A Cowan é proprietária da área há mais de 30 anos, local vizinho da extinta mina de Águas Claras, de propriedade das Minerações Brasileiras Reunidas (MBR), posteriormente adquirida pela Companhia Vale do Rio Doce (Vale). Essa mina foi exaurida, depois de muitas décadas de extração da hematita, que é o minério de maior concentração em todo o mundo, com teor médio de 65% de ferro. Apesar de riqueza tão próxima, a construtora nunca demonstrara curiosidade pela atividade, devido aos baixos preços do minério que eram praticados no passado, segundo o seu diretor comercial José Paulo

Toller Motta
Alta de preços
Essa posição mudou, no entanto, em decorrência dos sucessivos aumentos do preço do minério de ferro, que passou de US$ 10 dólares a tonelada, no início do século, para os atuais US$45. A empresa decidiu contratar sua vizinha, a Vale para realizar os estudos das jazidas. Como a área é enorme, com perímetro superior a 20 quilômetros, caso as pesquisas revelem teor semelhante ao de Águas Claras, a provável venda das jazidas pode resultar num negócio ainda maior que a aquisição da mineradora J.Mendes pela siderúrgica Usiminas, que alcançou valor aproximado de U$1,9 bilhão.

De acordo com Toller Motta, as decisões dependem do resultado das sondagens mas a empresa já realiza estudos de logística para retirar o minério da área, uma vez que os dois ramais ferroviários que atendem à região foram desativados. Um deles chegava até a zona urbana de Nova Lima e foi desmontado há mais tempo, com a decadência da mineração do ouro. O outro, que estabelecia conexão direta com a linha ferroviária que segue para os portos do Rio de janeiro com Águas Claras, foi desativado há poucos anos, com a exaustão dessa mina. Procurada por este jornal, a Vale confirmou a existência de negociações com a construtora.

Abalada, com a morte do seu fundador Walduck Vanderlei, em dezembro de 2004, a Cowan superou o trauma da sucessão em empresa familiar e vive momentos de grandes expectativas. A presidência foi entregue ao seu irmão Saulo Vanderlei que tem um terço do capital, mas o controle pertence às irmãs Ana Cristina e Andréa, filhas do fundador. No ano passado a empresa faturou R$100 milhões, grande parte com receitas obtidas com a concessão de uma rodovia no Paraná e do saneamento em quatro municípios do Rio de Janeiro, entre os quais se destacam Niterói e Petrópolis.

Investimentos
As expectativas segundo informou o diretor comercial da Cowan decorrem do programa de investimentos da empresa, que deseja evitar a exclusiva dependência da contratação de obras públicas. No momento, a Cowan aguarda a liberação de licença ambiental para iniciar a construção de três pequenas hidrelétricas no rio Uberabinha, todas serão localizada no município de Uberlândia, Triângulo Mineiro. As usinas totalizarão 60 megawatts, potência suficiente para iluminar toda a cidade e nela serão investidos R$120 milhões.

Outra expectativa é com a exploração de petróleo no Recôncavo Baiano. Em consórcio com a Construtora Queiroz Galvão e com a própria Petrobrás, a empresa foi vencedora na 8 rodada da Agência Nacional de Petróleo para explorar quatro áreas numa região próxima ao Morro de São Paulo, ao sul de Salvador. Também agora em março a Cowan assinará contrato para exploração, sozinha, de duas áreas no Recôncavo, propriamente. A empresa pretende investir aproximadamente R$ 5 milhões em sondagens, em 2008, iniciativa importante para decidir se irá realizar as perfurações, já que cada poço tem o custo médio de US$ 1 milhão por mil metros perfurados.

Concessão de rodovias
Por último, a companhia pretende intensificar suas atividades na área de concessão de rodovias e no momento organiza um consórcio para participar da licitação de 5,5 mil quilômetros de estradas que serão oferecidas pelo governo mineiro à iniciativa privada. Na área de construção, propriamente, a Cowan duplica a rodovia BR-40, num trecho de cerca de 70 quilômetros entre Sete Lagoas e Paracatu, no Estado de Minas Gerais.

A construtora também iniciou há 15 dias, a terraplanagem da área da nova siderúrgica para a produção de tubos sem costura que a empresa francesa Vallourec implantará em aliança com o grupo japonês Sumitomo, no município de Jeceaba, a cerca de cem quilômetros ao sul de Belo Horizonte. A obra está com definida para ser entregue em 13 meses.

Fonte: Gazeta Mercantil

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Vendas brasileiras somam US$ 1 milhão na Colômbia

A International Footwear & Leather Show (IFLS), maior feira de calçados, componentes e acessórios da Colômbia, contou com a participação de cinco empresas brasileiras. A Klin, Cravo e Canela, West Coast, Bottero e Bebecê juntas realizaram negócios da ordem de US$ 1 milhão nos quatro dias da feira, encerrada no último dia 8 de fevereiro, que recebeu 15 mil profissionais do setor de vários países.

As empresas nacionais ficaram no pavilhão brasileiro, promovido pela Associação Brasileira das Indústria de Calçados (Abicalçados), em parceria com a Apex-Brasil e organização da Francal Feiras, como parte integrante do Brazilian Footwear, o programa de estímulo às exportações do setor.

A participação brasileira nesta edição foi reduzida. Em 2007 participaram seis empresas. Segundo a gerente de negócios da Francal Feiras, Malu Fiorese, a redução de expositores brasileiros ocorreu por falta de espaço. “Os organizadores não têm interesse na participação das nossas empresas devido à concorrência”, conta. Segundo ela, a qualidade dos calçados brasileiros é bem superior aos dos demais expositores.

Para a próxima edição, em agosto, a gerente reivindicou o dobro da área disponível para as companhias brasileiras. Caso não seja atendida, Malu Fiorese solicitará a criação de um pavilhão internacional, onde ficariam apenas as empresas não colombianas.

A gerente da Francal afirma que a participação na IFLS é extremamente importante para os produtores brasileiros, pois comercializam os calçados com visitantes de países vizinhos da Colombia, como Venezuela, República Dominicana, Equador, Costa Rica, Peru, Chile e até dos Estados Unidos e Austrália. Não só os calçadistas do pavilhão brasileiro fizeram ótimos negócios e contatos, como também os setores de máquinas, equipamentos e componentes, representados em seus estandes pela Abrameq (Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins) e pela Assintecal (Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos).

Fonte: Gazeta Mercantil

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Santos Brasil adquire porto no PA

A Santos Brasil – operadora do Terminal de Contêineres do Porto de Santos – por meio de sua subsidiária Nara Valley Participações S.A. adquiriu o controle acionário da empresa Convicon (Contêineres de Vila do Conde S.A.), arrendatária do Terminal de Contêineres do Porto de Vila do Conde, no Pará.

O negócio envolveu a aquisição de 75% das ações representativas do capital da empresa Pará Empreendimentos Financeiros S/A, que detém 100% das ações representativas do capital da Convicon.

De acordo com comunicado distribuído ontem ao mercado, Paulo Roberto Brandão, um dos atuais controladores da Convicon, permanece na sociedade com 25% das ações. O valor da transação é de R$ 45 milhões, sujeito a ajustes contratuais.

Antes, a Mesquita

A Convicon faz parte dos planos de expansão da Santos Brasil,. que em agosto do ano passado comprou a Mesquita S.A. Transportes e Serviços, por R$ 95 milhões.

A Santos Brasil planejou seu programa de diversificação e expansão com três focos: ampliação de terminais de contêineres, logística e aquisição e desenvolvimento de portos.

Fonte: Gazeta Mercantil

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PF investiga roubo de informações sobre descobertas da Petrobrás

A Polícia Federal (PF) investiga o furto de quatro computadores portáteis (notebooks) e dois discos rígidos com informações sigilosas da Petrobrás. A estatal não divulgou detalhes sobre o conteúdo dos arquivos, mas há indicações de que contenham dados estratégicos sobre as reservas gigantes de petróleo descobertas na Bacia de Santos.

Os equipamentos pertenciam à Halliburton, companhia americana prestadora de serviços para o setor de petróleo, e desapareceram de um contêiner entre Santos (SP) e Macaé (região norte-fluminense). De Santos ao Rio de Janeiro o transporte foi por navio, e do Rio a Macaé o contêiner seguiu de caminhão, pela transportadora rodoviária Transmagno, que tem sede em Macaé. Ontem, um representante da área comercial disse que a transportadora presta serviços à Petrobrás. Ele não tinha informações sobre esse contrato específico.

Não se sabe ainda em que momento do transporte ocorreu o furto. A delegada Carla Dolinski, responsável pelo caso, disse que a Petrobrás alegou interesse nacional e, por isso, pediu a investigação da PF. Roubos de carga ficam sob a jurisdição da Polícia Civil.

A representação da Halliburton no Brasil não quis comentar o incidente. Também não foi explicado por que os laptops estavam sendo transportados em um contêiner. A Halliburton foi contratada em agosto do ano passado para realizar serviços de teste de reservatórios descobertos no Brasil. O contrato, de US$ 270 milhões, inclui pesquisa em reservatórios de alta pressão e alta temperatura, condições semelhantes às encontradas nas reservas gigantes descobertas abaixo da camada de sal, que podem elevar o Brasil à condição de grande exportador de petróleo.

Com isso, a Halliburton ganha acesso a dados confidencias, sob o compromisso de não divulgá-los. A Petrobrás informou que tem cópias integrais de todas as informações furtadas, mas, segundo especialistas, os dados poderiam ser usados por concorrentes na avaliação de outras jazidas do País.

A estatal não quis entrar em detalhes sobre o incidente, limitando-se a dizer que os equipamentos contêm “informações importantes para a companhia”. O conteúdo não foi informado nem à polícia. “Só nos disseram que havia informações estratégicas sobre suas operações”, contou a delegada, que já pediu mais detalhes à Petrobrás.

O contêiner com os equipamentos saiu de Santos em 18 de janeiro e chegou a Macaé 12 dias depois. Ficou no Porto do Rio durante uma semana. Em 31 de janeiro, quando funcionários da Halliburton foram abrir o contêiner, perceberam que o lacre havia sido violado.

Segundo as investigações, os ladrões chegaram a trocar o cadeado arrombado por um novo, para evitar suspeitas durante a viagem. O inquérito policial foi aberto em 7 de fevereiro. A delegada Carla Dolinski disse que começa a ouvir testemunhas na semana que vem.

Além da hipótese de furto com o objetivo de obter informações estratégicas ou espionagem industrial, a polícia não descarta a possibilidade de furto comum, sem que os ladrões tivessem idéia do que estavam roubando. “Roubo de contêineres é um crime muito comum”, comentou a delegada. Ela ainda não sabe se havia outros equipamentos no contêiner e se foram roubados também, questão-chave para definir os rumos das investigações.

Fonte: O Estado de S. Paulo

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Aprofundamento do canal integra lista de obras suspeitas de irregularidades

O aprofundamento do canal de acesso ao porto integra a lista de 52 empreendimentos citados no relatório do Comitê de Avaliação das Informações sobre Obras e Serviços com Indícios de Irregularidades Graves, da Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional, que poderiam acarretar danos aos cofres públicos. No relatório, que seria encaminhado ontem à relatoria-geral da CMO, o Comitê recomenda a suspensão parcial da execução orçamentária e financeira dos 52 empreendimentos citados.

João Alberto Vassão, fiscal da Secretaria Especial de Portos em Rio Grande, disse ontem não ter informações sobre essa suspeita de irregularidade no aprofundamento do canal de acesso. Ele questiona como pode haver suspeita de irregularidade se ainda não houve concorrência e, portanto, a obra nem tem valor. Conforme ele, o secretário especial de Portos, Pedro Britto, anunciou, recentemente, que o edital de dragagem do canal de acesso ao Porto do Rio Grande deverá ser lançado em 31 de julho deste ano.

Vassão também observa que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) recebeu o Estudo de Impacto Ambiental/Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima) da obra de aprofundamento no meio do ano passado e agora é que marcou as audiências públicas para apresentação do EIA da dragagem de aprofundamento do canal, entre os Molhes da Barra. As audiências públicas serão realizadas nos dias 28, em Rio Grande, e dia 29, em São José do Norte.

Fonte: Jornal Agora

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Lucro da Gol cai 60% em 2007

A Gol, segunda maior companhia aérea do país, divulgou na madrugada desta sexta-feira (15) ter obtido um lucro líquido de R$ 268,53 milhões no acumulado de 2007, contra R$ 684,47 milhões nos 12 meses do ano anterior. Isso representa redução de 60,8% no resultado anual, pelo padrão brasileiro de contabilidade.

Usando o padrão norte-americano de contabilidade, o lucro líquido consolidado da companhia foi de R$ 102,513 milhões no ano passado. O resultado revela uma queda de 82% sobre o lucro que a Gol teve em 2006. A receita líquida da companhia totalizou R$ 4,938 bilhões em 2007, com avanço de 29,9% sobre a receita do ano anterior.

Quarto trimestre

No quarto trimestre do ano, o lucro foi de R$ 76,96 milhões, queda de 60,2% ante o ganho de R$ 193,39 milhões em igual período de 2006.

As receitas líquidas atingiram R$ 1,4 bilhão no período, representando um crescimento de 42,5% comparado ao mesmo período do ano anterior. Segundo a empresa, as receitas foram impactadas pelo inicio nos vôos internacionais da VRG, restrições operacionais, atrasos no recebimento de sete aeronaves 767-300 e mudanças na contabilidade da receita do programa de fidelidade.

“O quarto trimestre de 2007 apresentou eventos não previstos que impactaram tanto a receita quanto as despesas. No mercado doméstico, restrições regulatórias aplicadas ao aeroporto de Congonhas (São Paulo) no quarto trimestre exigiram ajustes à malha aérea”, afirmou o presidente da Gol, Constantino de Oliveira Jr.

Segundo o executivo, isso reduziu as taxas de ocupação e aumentou os tempos de solo das aeronaves da companhia, que no ano passado adquiriu a Varig.

Fonte: G1

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