Archive for Fevereiro 13th, 2008
Trem descarrila e deixa um ferido no Porto de Santos
Dois vagões de um trem descarrilaram, no Porto de Santos, na Baixada Santista, e deixaram uma pessoa ferida. O acidente aconteceu no início da noite da terça-feira (12).
Os vagões atingiram um caminhão que seguia para o bairro industrial da Alemoa. Eles estavam descarregados e a carreta transportava um container. O motorista da carreta teve ferimentos leves.
Um dos vagões atingiu o almoxarifado de um armazém, mas no momento não tinha ninguém no local. Por causa do acidente, a avenida portuária ficou interditada. Técnicos da empresa que opera a linha férrea estiveram no local para fazer uma perícia e descobrir se houve falha do maquinista ou algum problema com os trilhos.
Fonte: G1
Postado por: Newscomex – Comércio Exterior e Logística
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Missão boliviana viaja ao Brasil para negociar fornecimento de gás
Uma missão do Governo boliviano viajou hoje ao Brasil para definir novos investimentos com a Petrobras, e analisar o futuro do fornecimento de gás natural ao país e à Argentina.
A delegação boliviana é liderada pelo vice-presidente Álvaro García Linera, e pelo ministro de Hidrocarbonetos Carlos Villegas, que devem se reunir amanhã, quarta-feira, com o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva.
Villegas explicou hoje aos jornalistas que um dos objetivos da viagem é fazer um “acompanhamento” dos acordos assinados por Lula e seu homólogo boliviano, Evo Morales, na cidade de La Paz, em dezembro.
Naquela ocasião, a Petrobras anunciou novos investimentos na Bolívia, de entre US$ 750 milhões e US$ 1 bilhão, que ainda não foram concretizados.
A Petrobras paralisou seus investimentos na Bolívia após a nacionalização dos hidrocarbonetos decretada por Morales em meados de 2006.
Durante sua estadia no Brasil, a delegação boliviana pretende também fixar a data e o local para uma reunião tripartida entre Morales, Lula e a presidente da Argentina, Cristina Fernández.
Nesse futuro encontro entre os três líderes, serão decididas fórmulas para garantir o fornecimento de gás boliviano a Brasil e Argentina “em momentos críticos”, detalhou hoje Villegas.
A Bolívia vende ao Brasil 30 milhões de metros cúbicos de gás por dia, e também tem contratos assinados com a Argentina para fornecer ao país até 7,7 milhões diários.
A produção de gás boliviano se situa em torno de 40 milhões de metros cúbicos por dia, e se prevê que aumentará este ano para cerca de 42 milhões.
Durante os últimos meses, a Bolívia manteve praticamente inalterado o fornecimento de gás para São Paulo, o principal mercado brasileiro, embora tenha imposto restrições aos envios à Cuiabá.
Por outro lado, teve graves problemas para cumprir com a demandada Argentina, que recebeu volumes abaixo do acertado.
Fonte: A Tarde Online
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Governo brasileiro libera milho transgênico no país
O governo brasileiro liberou ontem o plantio comercial do milho transgênico no país. Por sete votos a quatro, o Conselho Nacional de Biossegurança (CNBS), composto por 11 ministérios, aprovou duas variedades de sementes produzidas pelas multinacionais Monsanto e Bayer CropScience. Uma é resistente a insetos e a outra a herbicidas.
Essas variedades haviam sido aprovadas no ano passado pelos membros da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), mas apenas agora foram apreciadas pelo conselho de ministros devido a liminares movidas por grupos contrários à biotecnologia. Uma terceira semente transgênica, desenvolvida pela Syngenta, também foi aprovada pela CTNBio, e aguarda uma data para o parecer do conselho.
Com isso, os produtores brasileiros estão aptos a partir de agora a usar as sementes geneticamente modificadas MON810, da Monsanto, e Bayer LL, da Bayer.
A expectativa do mercado é de que pequenos lotes dessas sementes já estejam disponíveis para a safra 2008/09, que começará a ser plantada no último trimestre. Temos tido muita solicitação de agricultores que querem sementes transgênicas de milho , diz Iwao Miyamoto, presidente da Associação Brasileira de Sementes e Mudas (Abrasem).
Para Odacir Klein, presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho), trata-se de uma notícia ótima para o país , sobretudo no momento em que o produto tem demanda crescente no mundo.
Tomada em clima tenso e sob protestos em frente ao Palácio do Planalto, a decisão foi precedida nos últimos dias por uma guerra de propaganda pró e contra a semente geneticamente modificada. Grupos ambientalistas e setores da sociedade civil alertavam para os perigos da transgenia ao ambiente e à saúde humana. Associações de produtores reforçavam os benefícios econômicos futuros desse tipo de semente.
Por fim, o conselho de ministros rejeitou os questionamentos feitos no ano passado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) sobre o impacto dos produtos. Ambos recomendavam ainda a realização de estudos no país.
Votaram por esta tese os ministérios da Saúde, do Desenvolvimento Agrário e do Meio Ambiente, além da Secretaria da Pesca. Isso significa mais uma etapa vencida nessa questão importante de avanço da ciência , comemorou o ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende.
O conselho de ministros é a autoridade máxima sobre biossegurança no país. Do ponto de vista administrativo, portanto, a questão está encerrada. Mas a ONG Terra de Direitos avisa que formulará nova ação judicial contra a decisão do CNBS. Vamos questionar os porquês de os ministros liberarem produtos sobre os quais pesam diversos argumentos científicos apresentados por Anvisa e Ibama , disse a advogada Maria Rita Reis.
Gabriela Vuolo, da campanha de Engenharia Genética do Greenpeace Brasil, mostrou frustração. O milho transgênico foi aprovado sem a apresentação do estudo de impacto ambiental. A liberação é, de fato, contrária à legislação , disse ela. O que impressiona é que os órgãos que essencialmente avaliam a segurança desses produtos foram levados a reboque por interesses políticos e do agronegócio .
O plantio comercial do milho transgênico foi altamente polêmico e sua avaliação foi adiada algumas vezes pela Justiça, que exigiu mais informações sobre o fluxo gênico e sobre as regras de monitoramento e transporte. Isso porque, ao contrário da soja, existe polinização no milho e, portanto, o risco de contaminação de plantas transgênicas no milho convencional e orgânico.
O Brasil é o 13º país do mundo a aprovar o milho transgênico.
Fonte: G1
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Argentina e Brasil brigam não só por trigo
A decisão da Câmara de Comércio Exterior (Camex) autorizando a importação de uma cota de até um milhão de toneladas de países de fora do Mercosul, com tarifa zero, será uma espécie de carro chefe na reunião de Buenos Aires, a primeira do ano marcada para melhorar a relação entre Brasil e Argentina. Os representantes do Itamaraty discutirão com o secretário da Indústria argentino, os pontos espinhosos da agenda bilateral, desde a invasão dos produtos chineses no Mercosul, até problemas bem pontuais como a salvaguarda imposta por Buenos Aires contra televisores brasileiros produzidos na Zona Franca de Mannaus, além dos problemas do trigo, obviamente.
A lista de queixas do lado brasileiro é significativa e foi construída sobre três pontos básicos: primeiro, a adoção, pela Argentina, de licenças não-automáticas de importação de fogões, geladeiras e máquinas de lavar “de origem brasileira”; depois, a questão dos televisores e por último, a aplicação de critérios desatualizados de valoração aduaneira sobre fios e tecidos de algodão de origem brasileira.
A pauta é extensa e o clima não é dos melhores entre os dois países principalmente porque a decisão da Camex sobre o trigo toca em pontos bastante sensíveis. A Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo) garante que o País precisará de uma cota mínima de 4 milhões toneladas para atender a demanda brasileira nesse momento de entressafra. Apesar da autorização de importação livre, o Brasil usará a reunião para requisitar da Argentina a regularização das exportações do produto. Os argentinos, por sua vez, devem pedir explicação às autoridades brasileiras sobre a decisão da Camex de incluir o trigo na lista de exceção à Tarifa Externa Comum (TEC).
O fato é que alguns setores do governo brasileiro temem que a Argentina, no momento, não tenha o trigo suficiente para manter os compromissos de abastecimento contratados com o Brasil. Nessa conta, a liberação de apenas um milhão de toneladas para importação sem taxas, será pequena e, provavelmente, novas autorizações serão necessárias até atingir as 4 milhões de toneladas previstas para atender a procura na entressafra. O problema é que o governo argentino reduziu as exportações para conter a inflação interna. Porém, com a medida, técnicos do Ministério da Fazenda já estimam repercussões na inflação brasileira pela alta no preço da farinha.
Por outro lado, há o “fator China” como foco permanente de tensão nas relações bilaterais Brasil/Argentina. Nesse aspecto, há uma séria diferença qualitativa no perifl do comércio chinês entre os diversos países do bloco Mercosul. Quando os argentinos fecham as portas para as geladeiras ou televisores brasileiros, os asiáticos aproveitam para avançar nesse mercado.
Porém, o comércio da China com o Brasil tem outro perfil. O saldo comercial entre os dois países foi negativo em US$ 1,8 bilhão no ano passado, e diferentes analistas prevêem que esse déficit poderá aumentar muito em 2008, já que apenas em janeiro o saldo negativo para o Brasil nessa corrente de comércio foi de US$ 882 milhões.
É preciso observar, no entanto, que dos US$ 12 bilhões importados da China no ano passado, 37% desse valor foi composto por bens de capital, enquanto nesse mesmo período, o Brasil comprou dos chineses só US$ 1,7 bilhão, em bens de consumo duráveis. Em outras palavras, o déficit está composto pela compra de máquina e dos equipamentos chineses que dão maior competitividade ao manufaturado brasileiro, inclusive para competir no mercado argentino. Bem ao contrário, na Argentina, o produto chinês apenas mina o “espírito do Mercosul” ao prejudicar o sadio comércio bilateral entre os dois vizinhos.
Os riscos de um desentendimento maior entre Brasil e Argentina não são convenientes, em especial, no momento em que os Estados Unidos e a Europa, por razões diferentes, apresentam novas versões para as negociações da Rodada Doha. A proposta do corte de subsídios agrícolas nos EUA entre US$ 13 bilhões e US$ 16 bilhões, ao lado da redução de 66% a 73% nas tarifas protecionistas dos produtos agrícolas europeus, devem provocar um crescimento das pressões para que o corte das tarifas industriais nos emergentes (aí incluídos Brasil e Argentina) caiam nos padrões médios dos atuais 29% para cerca de 13%. Esse fato, terá enormes repercussões nos parques industriais dos dois países.
Porém, Buenos Aires sabe que o preparo para essa inevitável situação é bem menor por parte da indústria argentina do que da congênere brasileira. Os conflitos, pequenos ou grandes no comércio bilateral com o Brasil têm esse pano de fundo. Os diplomatas e os empresários brasileiros não podem perder esse cenário de vista quando negociam com o vizinho.
Fonte: Gazeta Mercantil
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MP propõe aumentar poderes da Eletrobrás
O governo quer aumentar os poderes da holding estatal Eletrobrás na formação de consórcios com empresas privadas para disputar novos projetos de geração ou transmissão de energia. Essa ampliação dos poderes foi incluída pelo relator Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na Medida Provisória em tramitação na Câmara que trata de certificados financeiros do Tesouro Nacional. Um dos principais pontos incluídos por Cunha é a permissão para que a Eletrobrás ou suas subsidiárias possam entrar como sócias controladoras nos consórcios que venham a montar com outras empresas. A MP foi aprovada ontem, com o texto de Cunha, e segue agora para votação do Senado, antes de ser submetida à sanção do presidente da República. O deputado afirmou que essa alteração vai facilitar a aprovação de financiamentos para o setor de energia elétrica.
Pelas regras atuais, as empresas do sistema Eletrobrás não podem ter o controle de consórcios que venham a formar com empresas do setor privado na disputa por novas concessões. Segundo fontes que acompanham o assunto, o novo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, atuou pessoalmente para que esse instrumento fosse incluído no texto da MP. Essa tentativa de aumento dos poderes da Eletrobrás ocorre justamente em um momento em que o PMDB, partido de Lobão e de Cunha, está em disputa com setores do PT para obter cargos-chave nas estatais do sistema Eletrobrás. A holding controla importantes empresas geradoras de energia como Furnas, Eletronorte, Chesf e Eletrosul.
Fonte: A Tarde Online
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Lucro líquido da ArcelorMittal cresce 19% em 2007
O grupo ArcelorMittal maior produtor siderúrgico do mundo obteve em 2007 um lucro líquido de US$ 11,03 bilhões, o que representa um aumento de 19,15% em relação ao ano anterior, informou a empresa nesta quarta-feira.
O volume de negócios cresceu 8,84%, para US$ 111,9 bilhões, enquanto o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) aumentou para US$ 20,638 bilhões, uma alta de 16,4% em relação a 2006.
O grupo pretende obter um Ebitda no primeiro trimestre de 2008 entre US$ 4,7 bilhões e US$ 5 bilhões.
Na semana passada a empresa informou que entrará no mercado egípcio após obter um contrato para a construção de uma siderúrgica. A construção da unidade, que ficará perto do litoral norte do Mar Vermelho, deve começar em 2009.
Os preços dos produtos de aços planos ao carbono na Europa irão subir a partir de 1º de abril. A empresa informou que o aumento será de 12% a 15%, estabelecendo um novo nível de preço-base de 560 euros por tonelada para a bobina laminada a quente.
Com o aumento, a ArcelorMittal unifica os preços de seus aços planos da Europa com os recentes aumentos de preço observados nos mercados mundiais (altas de US$ 100 a US$ 180 por tonelada), em conseqüência do encarecimento dos custos de matérias-primas, energia e serviços logísticos.
Fonte: Folha Online
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JetBlue terá empresa no Brasil com aviões da Embraer
O empresário David Neeleman, fundador da americana JetBlue, pretende lançar uma companhia aérea no Brasil ainda este ano. Para isso, está finalizando a compra de 36 jatos da família 190 da Embraer, com mais 38 opções de compra. O empresário está no Brasil esta semana para negociar com a Embraer e também para fechar a compra de uma companhia regional, revelam fontes próximas ao negócio. Procurada, a Embraer não quis comentar.
A intenção inicial de Neeleman, 48 anos, era criar uma companhia do zero, mas optou por comprar uma pequena empresa com autorização para voar, o chamado Cheta, para ganhar tempo. Se tivesse que abrir uma empresa e dar entrada no pedido de autorização de vôo na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o empresário levaria pelo menos um ano. Neeleman andou sondando algumas empresas, como TAF, BRA e Vasp, mas desistiu diante das dívidas, sobretudo no caso das últimas duas.
Neeleman se associou a grupos financeiros e levantou US$ 200 milhões para investir no negócio. A nova companhia ainda não tem nome, mas não se chamará JetBlue. A intenção é entrar em operação por volta de novembro ou dezembro.
Fonte: G1
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Wal-Mart México abrirá 205 lojas em 2008
A Wal-Mart México (Walmex), a maior rede varejista do país, anunciou hoje que abrirá 205 novas lojas no mercado local até o fim de 2008, ampliando em 55% o total de unidades.
A gigante varejista espera investir aproximadamente 12,500 bilhões de pesos (US$ 1,200 bilhão) no México em 2008, para registrar um crescimento de 11%, em comparação aos resultados de 2007. Além disso, a rede pretende elevar também o nível de suas vendas em 12,6% neste ano.
Entre as novas lojas da Walmex, 145 serão unidades tradicionais. Já o restante serão de pequeno porte, direcionadas ao consumo de bairro, disse o presidente da companhia, Eduardo Solórzano.
As 60 novas unidades de bairro foram denominadas “Mi Bodega Express” (Meu Armazém Expresso). O novo formato, de entre 400 e 500 metros quadrados, será construído em grandes centros urbanos do México, principalmente nas localidades em que 50% das compras são feitas em pequenos comércios.
Fonte: Gazeta Mercantil
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Venezuela suspende exportação de petróleo para ExxonMobil
A Venezuela interrompeu ontem as exportações de petróleo para a empresa norte-americana ExxonMobil, intensificando a briga do governo do país com a petrolífera, em torno da compensação para um projeto de petróleo pesado nacionalizado pelo presidente Hugo Chávez.
A empresa estatal venezuelana PDVSA informou que suspendeu as relações comerciais e cortou o fornecimento de petróleo e derivados para a companhia norte-americana.
Em 2007, o governo venezuelano elevou o controle estatal sobre vários projetos na região petrolífera de Orinoco e forçou a saída do país da ExxonMobil e da ConocoPhilips. Na última semana, a Exxon Mobil divulgou que conseguiu na justiça o congelamento temporário de até US$ 12 bilhões de ativos petrolíferos da Venezuela no exterior.
Por comunicado, a PDVSA afirmou que respeitará os contratos vigentes que regem investimentos compartilhados entre o governo de Chávez e a ExxonMobil, mas se reserva ao direito de romper contratos cujos termos permitam esse procedimento. Ontem, a Exxon Mobil disse que estava interessada em negociar uma compensação justa pelo projeto de Orinoco.
Fonte: Gazeta Mercantil
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Porto do Rio Grande lidera ranking
A expressiva exportação de soja em grão registrada pelo Porto do Rio Grande em 2007, colocou o complexo portuário gaúcho em destaque entre os portos brasileiros. Com 5.366.608 toneladas de soja embarcadas, o porto rio-grandino ocupa o primeiro lugar no ranking dos portos exportadores do grão, conforme o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
O envio de soja para o mercado exterior é responsável por 20% da movimentação total do Porto do Rio Grande, que em 2007 atingiu o seu recorde histórico com 26.767.600 toneladas. A soja em grão destaca-se pelo volume, ocupando o primeiro lugar na movimentação das cargas operadas no porto, tendo crescido 203,6% em 2007, em comparação com o ano anterior.
No ranking brasileiro dos exportadores de soja ficou em segundo lugar o Porto de Santos, com 4.526.404 toneladas e em terceiro o Porto de Paranaguá, com 4.505.301 toneladas. O Porto do Rio Grande conta com quatro terminais graneleiros que operam soja: Tergrasa, Termasa, Bianchini e Bunge. Atualmente, possui uma capacidade de armazenagem estática de granéis sólidos de 1,6 milhão de toneladas, podendo movimentar 12 milhões de toneladas/ano.
Fonte: Jornal Agora
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