Archive for Janeiro 22nd, 2008
Chuva faz Congonhas operar por instrumentos
O Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, opera por instrumentos para pousos e decolagens desde 6h55 de hoje em razão da chuva. Apesar disso, a movimentação de passageiros não foi afetada, de acordo com a assessoria de imprensa da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero). De 6 horas, quando Congonhas abriu, até 7 horas, dos 23 vôos programados, não houve registro de atrasos e somente um vôo acabou sendo cancelado.
O Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, funcionava sem restrições no início da manhã de hoje. Desde zero hora, na abertura do aeroporto, dos 21 vôos previstos, não houve atrasos iguais ou superiores a uma hora e também não houve ocorrência de cancelamentos.
Fonte: AE
Postado Por: Newscomex – Comércio Exterior e Logística
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Exportações de produtos básicos crescem 12%
Apesar do crescimento bem menor que o das importações, as exportações das três primeiras semanas de janeiro apresentaram expansão nas três principais categorias de produtos, segundo dados divulgados hoje pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex). A média diária de embarques de produtos básicos cresceu 12% em comparação com a de janeiro de 2007, em função do desempenho das vendas de minério manganês, algodão em bruto, soja em grãos, fumo em folhas, milho em grãos e carne de frango.
A média diária de exportações de manufaturados aumentou 16,1%, na mesma comparação, graças aos setores de óleo de soja refinado, de óleos combustíveis, de gasolina, de bombas e compressores, de veículos de carga, de tratores, de máquinas para terraplenagem e de automóveis. No caso dos semimanufaturados, a média diária cresceu 23,6%, por conta das venda de semimanufaturas de ferro/aço, ferro-ligas, celulose, ferro fundido, borracha e catodos de níquel.
Fonte: AE
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Empreiteiras recuam e enviam as planilhas das obras do metrô
As empreiteiras enviaram, finalmente, à Prefeitura planilhas das obras do metrô de Salvador, pondo fim a mais um impasse na construção. O ministro da Integração Nacional Geddel Vieira Lima e o consórcio Metrosal, formado pelas empresas Camargo Correia, Andrade Gutierrez e Siemens, que constrói o metrô de Salvador, fumaram o cachimbo da paz na tarde desta segunda-feira, 21.
O ministro e o consórcio se estranharam porque as obras pararam e Geddel acusou as empresas de estarem fazendo chantagem com o propósito de obter “ajuda oficial” junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), que está retendo verbas até que as empresas abram as planilhas de custos, o que, segundo o ministro, é um problema das empresas. Mas nesta segunda, em audiência no Ministério da Integração Nacional, ele se encontrou com João Ricardo Auler, representante do Metrosal. Pediu o reinício imediato das obras e prometeu ajudar a resolver as pendengas com o TCU.
Na posse do senador Edison Lobão (PMDB-Ma), no Ministério das Minas e Energia, também na tarde desta segunda, Geddel se encontrou com o vice-presidente da Andrade Gutierrez, Flávio Machado Filho, que disse já ter encaminhado as planilhas. Segundo Geddel, ficou acertado que a partir desta terça os canteiros de obras seriam remobilizados.
Documentos – Em nota distribuída às 19h30 desta segunda, a Secretaria dos Transportes e Infra-estrutura (Setin), da Prefeitura de Salvador, confirmou o recebimento de 13 volumes com as planilhas de preços unitários relativos às obras do Metrô. Mas não garantiu o reinício imediato das obras. Segundo o secretário da Setin, Pedro Dantas, na próxima quarta-feira será feita uma reunião para acertar o retorno da obra. “Vamos retomar o cronograma e recuperar o tempo perdido“ disse. Será proposta a retomada do ritmo normal das obras no trecho Lapa-Acesso Norte, assim como o início dos trabalhos no Acesso Norte-Pirajá.
Os documentos serão analisados e deverão ser ainda validados pela Companhia de Transporte de Salvador e pela Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) antes de serem enviados ao Tribunal de Contas.
Equipe – A assessoria da Camargo Corrêa informa que a empresa montou uma equipe especial para execução das planilhas exigidas pelo TCU com o detalhamento de todos os itens de custos. A planilha não existia porque o contrato assinado em 1999 era do tipo fechado (Turn Key) e não previa este tipo de detalhamento. A assessoria nega que a obra tenha sido paralisada, embora a empresa tenha mantido apenas um contingente de 135 empregados trabalhando.
Além de determinar a abertura de preços, o TCU impôs a retenção cautelar de 12,5% de cada pagamento, até um total de R$ 20 milhões. Até agora estão retidos R$ 4 milhões. Prevista para ser executada em 40 meses, as obras do metrô de Salvador se arrastam há quase uma década.
Fonte: A Tarde Online
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Prefeito também descarta 3ª pista em Guarulhos
Assim como o ministro da Defesa, Nelson Jobim, que ontem descartou a possibilidade de construir uma terceira pista no aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, o prefeito da cidade da Grande São Paulo, Elói Pietá (PT), confirmou que a obra não será mais realizada. Segundo Pietá, o governo federal decidiu manter o sítio aeroportuário atual, e com isso não será mais necessário desapropriar as cerca de 5,3 mil famílias que moram no entorno do aeroporto.
Contudo, de acordo com o prefeito, cerca de 900 famílias terão de mudar-se da região por conta de outras obras, que já estavam definidas. “O governo federal afirma que a relação custo beneficio não justificaria a construção da terceira pista, pois essa obra significa um alto investimento. Com essa definição por parte do governo, a Prefeitura de Guarulhos irá iniciar imediatamente um trabalho de revitalização nessa região do entorno, porque antes não havia sentido realizar benfeitorias em áreas que seriam desocupadas”, explicou Pietá. As informações são da assessoria de imprensa da Prefeitura de Guarulhos.
Fonte: A Tarde Online
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Marfrig espera receita líquida entre R$ 6 bi e R$ 6,5 bi em 2008
O Frigorífico Marfrig divulgou ao mercado suas expectativas para os resultados desse ano, com receita líquida entre R$ 6 bilhões e R$ 6,5 bilhões. O Ebitda projetado fica entre R$ 600 milhões e R$ 715 milhões, com margem Ebitda de 10% a 11%. O capex estimado é de R$ 250 milhões. A empresa diz que a projeção tem como base uma capacidade nominal de produção para o primeiro trimestre deste ano de 21.100 cabeças por dia de bovinos, 4.200 de suínos e 450.000 de ovinos. No caso dos industrializados e processados, são 569 toneladas por dia.
O grupo Marfrig é um dos maiores produtores de carne bovina e seus subprodutos na América Latina. Com 18 plantas de abate de bovinos (9 no Brasil, 5 na Argentina e 4 no Uruguai), 13 plantas de produtos industrializados e processados (6 no Brasil, 4 na Argentina, 2 no Uruguai e 1 no Chile) 2 unidades de abate de cordeiros (Chile e Uruguai), 2 unidades de abate de suínos (Brasil) e 3 tradings (Chile, Estados Unidos e Reino Unido). No total, o grupo Marfrig emprega mais de 16 mil funcionários, incluindo as unidades internacionais. O grupo tem, ainda, um centro de distribuição em Santo André (SP) e um curtume na cidade de Promissão (SP), com capacidade de processamento de 1.500 couros ao dia.
Fonte: AE
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Vale pagará US$ 2,5 bi aos acionistas em 2008
A diretoria executiva da Vale aprovou uma remuneração mínima aos acionistas de US$ 2,5 bilhões em 2008, valor correspondente a US$ 0,517 por ação, ordinária ou preferencial. O montante será pago em duas parcelas, nos dias 30 de abril e 31 de outubro, respectivamente. Segundo aviso ao mercado, a proposta será apreciada pelo conselho de administração da mineradora, em reuniões agendadas para os dias 10 de abril e 16 de outubro deste ano.
A empresa afirmou que o pagamento de cada parcela aos acionistas será efetuado em moeda nacional e calculado com base no valor da taxa de câmbio do real em relação ao dólar norte-americano (Ptax – opção 5) divulgada pelo Banco Central, no dia útil anterior ao do encontro do conselho para discutir o assunto.
De acordo com a companhia, o cifra proposta para este ano, de US$ 2,5 bilhões, representa um crescimento de 33,3% no comparativo com a remuneração paga no ano passado, de US$ 1,875 bilhão. Em relação ao montante médio anual de proventos distribuídos nos últimos cinco anos (US$ 1,187 bilhão), a alta é de 110,5%. “Ao mesmo tempo, é consistente com as diretrizes da política financeira da Vale que prevêem a conciliação do financiamento das oportunidades de crescimento rentável com a preservação de um balanço saudável”.
O comunicado da Vale diz também que, durante o período 2003-2007, o retorno total para o acionista da mineradora foi de 73,7% ao ano, “refletindo a geração de valor incorporada na implementação de sua estratégia de crescimento”.
Fonte: AE
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Petrobras descobre jazida de gás na Bacia de Santos
A Petrobras anunciou hoje, por meio de comunicado ao mercado, a descoberta de “uma grande jazida” de gás natural e condensado na camada pré-sal da Bacia de Santos. A descoberta, atribuída ao consórcio formado pela estatal (com 80% de participação) e pela Galp Energia (20%), está localizada em reservatórios com profundidade de cerca de 5.100 metros. Segundo o comunicado, a espessura do intervalo portador de hidrocarbonetos é de mais de 120 metros. Ainda de acordo com a estatal, “a área desta estrutura pode ter dimensões similares às de Tupi”.
O novo poço, denominado Júpiter, está a uma profundidade final de 5.252 metros, localizado a 290 km da costa do Estado do Rio de Janeiro e a 37 km a leste da área de Tupi. A descoberta foi comunicada hoje à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
A Petrobras informa que o consórcio dará continuidade às atividades e investimentos necessários para a verificação das dimensões desta nova jazida e das características dos reservatórios portadores de gás.
Fonte: AE
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Anglo American investirá US$ 16 bi no País até 2017
A mineradora Anglo American pretende investir US$ 16 bilhões até 2017 no Brasil para atingir uma produção de 100 milhões de toneladas de minério de ferro no País, volume que corresponde a um terço da produção total da Vale prevista para este ano. Este mês, a companhia comprou da MMX, do empresário Eike Batista, os projetos MMX Minas/Rio e MMX Amapá, que juntos têm capacidade de produção prevista para 30 milhões de toneladas.
A presidente da Anglo American, Cynthia Carroll, em vista ao Brasil, adianta que a intenção é expandir essas minas, especialmente a Minas/Rio. Além dos ativos recém-adquiridos do grupo de Eike Batista, a Anglo controla no Brasil os projetos de Codemin e Catalão, em Goiás, e Copebrás, em São Paulo.
A executiva acredita que os projetos MMX Amapá e Minas/Rio terão grande produtividade, o que vai ajudar a companhia a tirar vantagens dos preços mais elevados praticados no mercado internacional de minério de ferro. Ela lembrou que a expectativa é de que o projeto Minas/Rio atinja seu pico de produção de 26,5 milhões de toneladas de minério de ferro já em 2010.
Em entrevista hoje, a presidente da Anglo não quis comentar o andamento das negociações com as siderúrgicas internacionais em torno do reajuste do preço do minério de ferro. No mercado financeiro comenta-se que as mineradoras estariam solicitando um aumento de até 70% sobre os preços praticados em 2007.
Fonte: AE
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Jobim libera escalas em Congonhas
Seis meses depois de anunciar medidas emergenciais para reformular o sistema aéreo, sob o impacto do acidente com o Airbus da TAM, que matou 199 pessoas em São Paulo, o governo federal recuou ontem de medidas que apresentou como cruciais para evitar o caos aéreo e garantir a segurança dos passageiros. A partir de 16 de março, o Aeroporto de Congonhas, zona sul da capital, voltará a receber escalas e poderá ser usado pelas empresas para fazer conexões. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, anunciou ainda a desistência – por “inviabilidade técnica” – da construção da terceira pista do Aeroporto de Cumbica, Guarulhos, antes apontada como fundamental para reorganizar o chamado “terminal São Paulo”.
Apesar das regras mais flexíveis, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, disse que será mantido o limite máximo de 34 movimentos (pousos e decolagens) por hora. Serão 30 movimentos para a aviação comercial e 4 para aviação geral (táxis aéreos e jatos executivos). Outra mudança é a volta dos vôos charter para Congonhas – mas os pousos e decolagens são serão permitidos nos fins de semana – das 14 horas às 22h45 aos sábados e das 6 às 14 horas aos domingos.
Quanto a Cumbica, no lugar da nova pista será feita a ampliação do pátio para aeronaves. Até julho, 27 posições de estacionamento serão criadas. O objetivo é deixar as duas pistas atuais livres para pousos e decolagens, sem aviões que fazem fila à espera de vagas nos pátios enquanto aguardam autorização para decolar. Os dois terminais de passageiros também passarão por obras de “reconfiguração” para melhorar o atendimento e balcões de check-in.
Com a hipótese de fazer a terceira pista de Guarulhos descartada, Jobim voltou a falar na construção de um terceiro aeroporto em São Paulo. Informou, porém, que a escolha do local e a elaboração do projeto básico só serão sair até julho de 2009.
Em agosto, após tomar posse, Jobim tratava o fim das escalas e conexões em Congonhas como inegociável. “As companhias terão problemas, mas a questão da segurança é uma prioridade. Não está em negociação que Congonhas volte a ser um hub nacional (ponto de distribuição de vôos)”, afirmou. Em outra entrevista, reiterou a posição. “Se permitirmos que as empresas operem saindo de Curitiba para Congonhas e depois de uma hora coloquem o mesmo passageiro para Brasília, é a reconstituição do hub novamente, e é exatamente o que as empresas estão pretendendo e não será aceito.”
Ontem, Jobim negou que tenha havido erro de avaliação e disse que a proibição das conexões e escalas foi necessária para que o governo “retomasse o controle” de Congonhas. “Não errei. Quando cheguei, a matéria já estava decidida. As medidas se justificaram naquele momento, havia caos e desconexão entre a Anac e o Decea”, afirmou, referindo-se à Agência Nacional de Aviação Civil e ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo. “Houve uma espécie de congelamento e recuperamos o controle completo do aeroporto. Passamos a ter condições de redimensionar a operacionalidade do aeroporto.” Jobim lembrou que, no passado, Congonhas chegou a ter mais de 40 movimentos por hora para a aviação comercial.
Outra medida em vigor que perderá a validade é a proibição de vôos de mais de 1.500 quilômetros de distância com origem ou destino em Congonhas. Segundo Jobim, o fator decisivo para que sejam autorizados os vôos que passam por Congonhas será o tamanho e o peso dos aviões, e não a distância. A Anac fixará regras de segurança para os aviões que operarem no aeroporto com a nova malha aérea que será negociada entre empresas e governo a partir de 16 de março.
CRONOGRAMA
A partir de 16/3: Congonhas volta a ter vôos com conexões e escalas e, nos fins de semana, poderá receber vôos fretados. Será mantido o limite de 34 pousos e decolagens por hora – 30 para a aviação civil e 4 para a geral (táxis aéreos e aviões particulares)
A partir de março (sem dia definido): entram em vigor normas que aumentam taxas para permanência dos aviões no pátio de Congonhas. A medida visa a evitar o congestionamento de aviões e diminuir os atrasos nas decolagens
Até julho: será concluída a reforma do estacionamento de aviões em Cumbica, com a ampliação de um pátio e a construção de outros dois, criando 27 vagas. A obra foi a saída encontrada pelo governo para compensar o arquivamento do projeto da 3.ª pista
Será publicado o edital de licitação para a construção do Terminal 3 de Cumbica. Os dois terminais existentes serão reconfigurados, para facilitar o atendimento
Até junho de 2009: será definido o local e o projeto do 3.º aeroporto de São Paulo. A um custo de R$ 40 milhões, o projeto, que havia sido deixado de lado, foi retomado com a desistência do governo de fazer a 3.ª pista de Cumbica
Em 2011: conclusão do Terminal 3 de Cumbica. Com isso, o movimento anual no aeroporto passará de 17 milhões para 29 milhões de pessoas. O número de operações subirá de 45 para 54 por hora
Sem data definida: o início das obras do 3.º aeroporto , que deve demorar até seis anos
O início da construção da segunda pista de Viracopos. O Plano Diretor do aeroporto dá prazo até 2015 para a obra
A entrada em vigor das regras de ressarcimento aos passageiros que tiverem os vôos atrasados ou cancelados. O governo editará uma MP com as normas
Fonte: O Estado de S. Paulo
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Obras de recuperação da Rodovia Rio-Santos devem começar hoje
O Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit) deve decretar hoje (22) situação de emergência nos quilômetros 449 e 454 da rodovia Rio-Santos (BR-101). Nesses trechos, o tráfego funciona em meia pista devido a deslizamentos de terra de grande porte causados pela chuva no último mês.
Segundo o diretor de Infra-Estrutura Rodoviária do Dnit, Hideraldo Luiz Carón, serão iniciadas nesta terça-feira as obras de recuperação e contenção das encostas nesses dois pontos. “Já foi levantada a situação para o decreto de emergência. O procedimento foi todo realizado no fim de semana e estamos finalizando o processo para iniciar os trabalhos de recuperação e contenção nessas encostas”, disse.
O decreto de obras emergenciais dispensa o processo de licitação para contratar as empresas que, em um prazo de 180 dias, deverão concluir os trabalhos. É necessário, no entanto, um laudo da Defesa Civil que comprove a situação emergencial. Segundo Hideraldo Luiz Carón, o documento foi emitido no fim de semana.
O diretor informou ainda que o Dnit do Rio vai desenvolver um projeto de recuperação de encostas em cerca de 20 pontos da rodovia. Nesses outros pontos, as obras não têm previsão para começar, já que vão seguir o trâmite normal com a elaboração dos projetos de manutenção.
A Rio-Santos registra grande fluxo de veículos durante o verão, pois dá acesso à Costa Verde, região litorânea do Rio. Além disso, a rodovia está inserida na rota de escape em caso de acidente nas usinas nucleares Angra I e Angra II.
O presidente da Fundação de Turismo de Angra, Manoel Francisco de Oliveira, informou que o município vai entrar com uma ação civil pública contra a União para que seja construído um desvio na pista lateral dos pontos mais críticos da rodovia, já que a interrupção do tráfego pode prejudicar o abastecimento da cidade e a remoção de doentes.
Fonte: Agência Brasil
Postado Por: Newscomex – Comércio Exterior e Logística
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